Queridos ouvintes, chegamos há mais um ano juntos. Em agradecimento lhes presenteio com músicas de Freddy e Dolores Duran, e suas respectivas histórias. Aproveitem! São canções maravilhosas, algumas não muito conhecidas e outras bem conhecidas em outras vozes. E as histórias, são as melhores, como sempre.
Continuaremos juntos em 2025. É muita música e história da música latina que dá "pano para manga." Sigamos juntos e obrigado pela companhia em 2024. E nunca nos esqueçamos "Que o negócio é amar."
Sandra Luna, nascida em 1966, é uma das grandes vozes femininas atuais do repertório do tango. Sandra gravou 3 cds, nos tempos da pandemia. Dedicaremos programas não consecutivos a eles. Hoje falaremos de “Amalgama”, de 2022. Ouçamos, com Sandra Luna, de Astor Piazzolla e Juan Carlos La Madrid, “Fugitiva” e, de Atahualpa Yupanqui e Pablo del Cerro, “Guitarra, dimelo tú”.
Creio que não há na canção popular latina personagem mais exótico que La Lupe, cantora nascida em Santiago de Cuba, em 1939 e falecida em Nova Iorque, em 1992. La Lupe começou a cantar regularmente em um clube noturno que era o reduto da contracultura havanesa. Depois de gravar dois Lps, deixou seu país e, em pouco tempo, passou a residir em Nova Iorque.
Ouçamos 3 gravações de La Lupe de seu período áureo. Os dois boleros de Tite Curet e um tango, “Adiós”, cuja autoria parece ter sido de Mariano Mores e Alberto Martínez, que ela transformou em um bolero ou quase isso.
Sandra Luna, nascida em 1966, é uma das grandes vozes femininas atuais do repertório do tango, que habitualmente inclui também milongas, valsas e candombes, criados por gente do tango. Sandra gravou 3 cds, nos tempos da pandemia. Dedicaremos programas não consecutivos a eles. Hoje falaremos de “Vivo”, Cd de 2020. Ouçamos com Sandra Luna, de José Rezzano e Lito Bayard, “Duelo criollo” e, de Eladia Blázquez, “El corazón al sur”.
Voltamos hoje a falar da cantora e pianista cubana Argélia Fragoso. Nosso tema de hoje é o disco que Argélia gravou, em 2012, acompanhada pelo violão de seu compatriota Pancho Amat, intitulado “Inesperadamente”. Selecionamos para o nosso programa de hoje dois temas que, em uma primeira audição, me pareceram dois destacados momentos do Cd. Duas canções que eu também desconhecia, talvez temas criados mais recentemente. O bolero “Tu llegada”, do também pianista cubano Meme Sólis, há décadas exilado nos Estados Unidos, e uma composição da própria Argélia, com o título de “Café Chachacha”. Ouçamos.
Um tema, um samba-canção e um tango, separados no tempo por quase 20 anos, e dois climas diferentes. O tema é o encontro de dois amantes em um bar, tempos depois da separação, e a conversa que tiveram.
O samba-canção é de Ary Barroso; da fase final de sua obra. Ouçamos, de Ary Barroso, com Maysa, “Dois amigos” e, de Chico Novarro, com María Graña, “Nuestro balance”.
Sandra Luna, nascida em 1966, é uma das grandes vozes femininas atuais do repertório do tango, que habitualmente inclui também milongas, valsas e candombes, criados por gente do tango. Sandra gravou 3 cds, nos tempos da pandemia. Dedicaremos programas não consecutivos a eles. Hoje falaremos de Inmensidad, de 2019. Ouçamos, com Sandra Luna, “Calle Vacia”, de Nuria Pucci, e “Vuelvo al sur”, de Piazzolla e Pino Solanas.
Mauricy Moura, nascido em 1926 e falecido em 1977, teve relativo êxito nos anos de 1950 e na primeira metade da década seguinte, mas hoje está completamente esquecido. Seus dotes vocais não foram expressivos, mas ele tem lugar reservado na história da MPB: foi o primeiro a levar ao disco uma canção de Tom Jobim: “Incerteza”. Creio que Mauricy Moura só gravou 2 Lps. Ouçamos as interpretações de Mauricy Moura para “Incerteza”, de Tom Jobim e Newton Mendonça, “Chove lá fora”, de Tito Madi e “Nos braços de Isabel”, de Sílvio Caldas e José Júdice.
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Todas às quartas-feiras, às 8h, temos as histórias dos compositores, intérpretes e obras do bolero, do tango, do samba-canção e vários outros ritmos latinos, especialmente relativas às canções produzidas nas décadas de 1920 a 1960.
Programas transmitidos pela Estação do Conhecimento, emissora da UFMG, FM 104.5, com apresentação de Mauro Braga, apoio técnico de Cláudio Zazá, para as gravações, e de Beatriz Falcão, para o podcast.