Compasso Latino Rádio

Compasso Latino Rádio

By Mauro BragaMusicMusic History
Download on the App Store

Compasso Latino Rádio episodes

  • Ep. 427 - Mariana Alvarez - Ternura - e - Andy Russel - Aunque tu no me quieras
    O mexicano Mario Ruiz Armengol, nascido em 1914 e falecido em 2002, teve um importante papel na modernização do bolero que levaria ao surgimento do movimento feeling, em Havana, nos anos do pós-guerra e se estenderia até a década de 1960. Armengol tanto foi um precursor desse movimento, como se deixou por ele influenciar. Ouçamos, de Mario Ruiz Armengol, com Mariana Alvarez, “Ternura” e de Mario Ruiz Armengol e Fernando Fernandez, “Aunque tu no me quieras”, com Andy Russel.
    11 min
  • Ep. 425 - Miúcha Trajano - Mentiras - e - Silêncio de alma
    Há algo raro em relação à origem do bolero. Ainda que o gênero tenha nascido em uma época em que as canções populares se transmitiam boca a boca e a despeito de ter se disseminado por grande parte do continente, não há polêmicas sobre qual foi o primeiro bolero e seu autor e quando foi composto. Convergência estabelecida 100 anos após o fato. Ouvimos, com Miúcha Trajano, de Avelino Atalla, “Mentiras” e, dela própria, “Silêncio de alma”, em dueto de Miucha Trajano e Nísio de Sousa.
    13 min
  • Ep. 424 - Dalva de Oliveira - Pela décima vez / Roberto Paiva - Curare / Miúcha Trajano - Veneno dis
    Veneno e música brasileira. Este é o tema do programa de hoje. Ou seja, falar sobre alguns dos enfoques com que o veneno tem aparecido nos versos das canções da MPB. Sobre esse tema ouviremos, de Noel Rosa, com Dalva de Oliveira, “Pela décima vez”, de Bororó, com Roberto Paiva, “Curare”, e, de Miúcha Trajano e Artemio Ludwig, com Miúcha Trajano, “Veneno discreto”.
    13 min
  • Ep. 423 - Tonina Saputo - Quizás, quizás, quizás - e - Historia de un amor
    Tonina Saputo, nascida em 1996, é uma jovem musicista americana com múltiplos talentos: compõe, escreve versos, canta e toca contrabaixo. Filha de pai ugandês e mãe siciliana, Tonina acabou indo estudar no Berklee College of Music em sua unidade de Valência, na Espanha. Ouvimos, com Tonina Saputo, de Osvaldo Farrés, “Quizás, quizás, quizás” e, de Carlos Eleta Almaran, “Historia de un amor”.
    11 min
  • Ep. 422 - García Lorca - Herido de amor - e - Romance de la luna
    O programa de hoje vai tratar de uma das figuras mais lendárias da cultura latina do século XX. O poeta, dramaturgo, escritor e pianista espanhol Federico García Lorca, assassinado aos 38 anos, em 1936, pelos partidários de Franco, em decorrência de divergências políticas e de sua homossexualidade.
    Em 1998, celebrando o centenário de nascimento de Lorca, a atriz e cantora espanhola Ana Belém, nascida em 1951, gravou dois discos focados em sua obra.
    Ouvimos, com Ana Belém, de García Lorca e Juan Manuel Serrat, “Herido de amor” e, de García Lorca e Chano Dominguez, “Romance de la luna”.
    11 min
  • Ep. 421 - Niño Rivera e seu Conjunto - Montuno Guajiro
    Os dicionários espanhóis definem a palavra montuno como alguma coisa pertencente à montanha, ao campo. Mas, esse vocábulo tem um significado especial na música cubana que ainda não consegui compreender completamente. É certo que se refere a algo que surgiu na região montanhosa de Santiago de Cuba. Ouvimos, de Niño Rivera, com Niño Rivera e seu conjunto, “Montuno Guajiro”.
    13 min
  • Ep. 420 - Hervê Cordovil - Nada no meu coração - Uma loura - e - Jangada
    O mineiro Hervê Cordovil, nascido em 1914 e falecido em 1979, é um nome quase esquecido da MPB. Natural de Viçosa e filho de médico, Hervê mudou-se cedo para o Rio de Janeiro. Foi aluno do Colégio Militar e estudou música, tornando-se pianista, atividade que foi sua principal atuação profissional.
    Hervê criou belos e esquecidos sambas-canção, três dos quais recordaremos no programa de hoje. Primeiramente escutaremos “Nada no meu coração” em registro da cantora Ana Lúcia, a seguir, “Uma Loura”, com Dick Farney e, finalmente, “Jangada”, parceria com Vicente Leporace, na voz de Sílvio Caldas.
    11 min
  • Ep. 419 - Carlos Gardel - Bandoneón arrabalero - e - Bachicha e Pascual Contursi - Che bandoneón
    A música popular costuma homenagear os instrumentos musicais que a tornam possível. Nenhum gênero musical se identificou tanto com um instrumento determinado como o tango, cuja personalidade advém do bandoneón, também referido como fuye. Ouvimos, com Carlos Gardel, “Bandoneón arrabalero”, de Bachicha e Pascual Contursi e, com Vanesa Quiroz, de Anibal Troilo e Homero Manzi, “Che bandoneón”.
    13 min

About Compasso Latino Rádio

From the publisher's feed

Todas às quartas-feiras, às 8h, temos as histórias dos compositores, intérpretes e obras do bolero, do tango, do samba-canção e vários outros ritmos latinos, especialmente relativas às canções produzidas nas décadas de 1920 a 1960.