Compasso Latino Rádio

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By Mauro BragaMusicMusic History
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Compasso Latino Rádio episodes

  • Ep. 656 - A madrugada na música da América Ibérica


    O vocábulo madrugada integra os idiomas português e espanhol, com o mesmo significado. A madrugada é um momento do dia tipicamente boêmio e vinculado à música, já que esta muitas vezes se associa ao lazer e ao trabalho noturnos.

    O curioso é a diferença de vezes que este vocábulo aparece na música da Latinoamérica. Na América hispânica, é raridade; no Brasil, é frequente.


    Ouçamos, com Sílvio Caldas, de Herivelto Martins e Benedito Lacerda, “Madrugada”; com Maysa, de Hianto de Almeida e Chico Anísio, “Qualquer madrugada” e, com Elizeth Cardoso, de Candeia e Paulinho da Viola, “Minhas madrugadas”.


    13 min
  • Ep. 655 - Consuelo Velásquez e as canções da sua vida pessoal

    Criadoras e criadores de canções raramente expõem em seus versos os momentos de vida que vivem ou viveram. O caso da mexicana Consuelo Velázquez, tema do programa de hoje, é diferente. Seu maior êxito, “Bésame mucho”, foi composto aos 19 anos, quando ela ainda não tinha experimentado o beijo de amor sensual. Mas, algumas de suas canções refletem seus momentos de vida. Três delas escutaremos hoje.


     Ouçamos as canções de hoje de Consuelo Velásquez, “Amar y vivir”, com Cecília Touissant, “Cachito”, com Lisa Ono, e “Que seas feliz”, com Cecília Touissant. 



    14 min
  • Ep. 653 - Soledad Giménes: La noche e Depois de ter você

    O segundo álbum de Soledad Giménez dedicado a canções criadas por mulheres veio em 2021, 2 anos depois do primeiro, com o mesmo título: Mujeres de Música, apenas acrescentando-se 2 ao título. Seu repertório repete o roteiro do primeiro: um passeio pela música dos países hispânicos, com uma janela para a música brasileira.


    Ouçamos, com Soledad Giménes, “La noche”, melodia dela e versos de Gabriela Mistral, e “Depois de ter você”, de Adriana Calcanhoto.



    11 min
  • Ep. 652 - Sole Giménez: Talisman - e - La flor de la canela

    Cidadã espanhola nascida em Paris, em 1963, a cantora e compositora Soledad Giménez, referenciada como Sole Giménez, iniciou-se na música profissional aos 20 anos, como vocalista da Banda Presuntos Implicados. Sole tem se destacado por iniciativas voltadas para o reconhecimento dos trabalhos femininos, tendo sido laureada com a Medalha de Ouro da Cruz Roja Española. Escutaremos duas interpretações de Sole de cações escritas por mulheres.


    A primeira de Rosana Arbelo, “Talisman” e, de Isabel Chabuca Granda, “La flor de la canela”




    11 min
  • Ep. 651 - Lucho Gattica: Como han pasado los años - e - Inma Cuesta e Javier Limón: Una de esas noc

    Não são muitas as canções latinas que celebram uma união amorosa duradoura. Os versos de nossos ritmos falam muito do encantamento, da paixão, das desilusões, dos rompimentos, amigáveis ou que deixam marcas profundas e, às vezes, até de reconciliações. Mas, canções que falam de amores que duram e duram, sobrevivendo a todas as tempestades são raras. Falaremos e ouviremos duas delas hoje.


    A primeira é “Como han pasado los años”, com Lucho Gattica, de Roberto Livi e Rafael Ferro García e a segunda, com Inma Cuesta e Javier Limón, “Una de esas noches sin final”, de Javier Limón.


    13 min
  • Ep. 650 - Canções que celebram o danzón

    Falaremos novamente das canções que celebram o ritmo a que pertencem. Hoje o tema é o danzón, gênero seminal na canção cubana. De suas costelas nasceram, décadas depois, o mambo e o chachachá. E não é de se descartar que algo de seu dna tenha também influenciado o son e o bolero, gêneros originários de Santiago de Cuba.


    Ouçamos, com a Orquestra Aragón, de Arturo Alonso, “Su majestad el danzón” e, com Cachao e seu conjunto, de Corália López, “Isora Club”.


    13 min
  • Ep. 649 - Sambas que celebram o samba

    O samba nasce em 1917, com “Pelo telefone”, de Donga e Mauro de Almeida. Ao longo de sua trajetória, os criadores de sambas compuseram diversas canções que fazem homenagem ao samba, duas das quais ouviremos hoje.


    Ouçamos, com Sílvio Caldas, de Billy Blanco, “Viva meu samba”, e, com Cartola, dele e Carlos Cachaça, “Tempos idos”.


    11 min
  • Ep. 648 - Antonio Machin: Corazón loco - e - Caetano Veloso e Natalia Lafourcade: Soy lo prohibido

    Um tema habitual nas relações afetivas, em especial à época das canções que apresentaremos hoje: o triângulo amoroso. Não nos referimos a uma ou várias escapadas habituais, de um ou de ambos os cônjuges, mas ao caso em que um dos cônjuges mantém relação usual com uma terceira pessoa.


    Ouviremos 2 boleros em intrepretações, respectivamente, de Antonio Machin, de 1941, e em um dueto de Caetano Veloso com a mexicana Natalia Lafourcade, de 2021.


    11 min
  • Ep. 647 - O ciúme na canção popular

    O ciúme talvez seja o veneno do amor. Ele invade e corrói as relações afetivas, até amizades. Às vezes, sem qualquer razão de ser, movido pelo medo de uma futura perda. A canção popular aborda esse tema com alguma frequência. Falaremos hoje de 3 casos, que enfocam o ciúme por ângulos um pouco diferentes.

    Ouçamos o primeiro ângulo de Aldo Cabral e Lacy Martins, com Dalva de Oliveira, “Teus ciúmes”, o segundo de Álvaro Carrillo, com Lucho Gatica, “Sabrá Díos” e, o último, de Lupicinio Rodrigues, com Ângela Maria, “Amigo ciúme”.


    14 min

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Todas às quartas-feiras, às 8h, temos as histórias dos compositores, intérpretes e obras do bolero, do tango, do samba-canção e vários outros ritmos latinos, especialmente relativas às canções produzidas nas décadas de 1920 a 1960.