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Um grupo de moradores do distrito de Barão Geraldo, composto por educadores, estudantes, profissionais da saúde, artistas, comerciantes, pesquisadores e professores da Unicamp uniram corações e mentes com o propósito de recuperar um rio, o Ribeirão das Pedras.
Em fevereiro, durante o carnaval, aconteceu uma das ações culturais previstas como forma de sensibilizar os moradores: o “bloco do Ribeirão”, que saiu em cortejo até as margens do Ribeirão das Pedras, reunindo foliões em defesa da causa. Outras ações culturais estão previstas para o ano de 2023 e serão divulgadas no site e nas redes sociais da ADunicamp.
O projeto “Ribeirão das Pedras: um rio para chamar de nosso”, está sendo implantado em etapas e conta com apoio da ADunicamp. A ideia nasceu a partir de uma provocação da professora Emília Rutkowski (FECFAU/Unicamp) durante o lançamento da série “Da nascente à foz”, do documentarista e cineasta Hidalgo Romero, diretor fundador do Laboratório Cisco, ambos entrevistados neste episódio do PodcastADu.
O Ribeirão das Pedras nasce próximo ao Shopping D. Pedro, atravessa o distrito de Barão Geraldo até desaguar no Ribeirão das Anhumas. Nas últimas décadas, parte de sua mata ciliar foi reflorestada, mas a água que corre contém poluentes que inviabilizam sua utilização para lazer e consumo.
O projeto tem como objetivo chamar a atenção da população do distrito para a existência do rio e sua importância para a comunidade local.
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CRÉDITOS
Roteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San Martin
Participação: Emília Rutkowski (FECFAU) e Hidalgo Romero (CISCO)
Edição: Paula Vianna
Vinheta: Edwiges Morato
Produção e Coordenação: Fernando Piva
Realização: ADunicamp
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O Brasil assiste estarrecido o aumento da violência e ataques dentro de escolas. Nos últimos dias vários ataques mobilizaram a sociedade. Um estudo inédito realizado pela professora Telma Vinha, da Faculdade de Educação da Unicamp, entrevistada deste episódio do #PodcastADu, aponta que nos últimos 21 anos, foram registrados no Brasil 22 ataques, em 23 escolas, cometidos por estudantes e ex-estudantes. Destes 22 ataques, 9 ocorreram nos últimos 8 meses.
As violências que acontecem hoje nas escolas são motivadas pelo crescimento do discurso do ódio articulado em espaços da internet, as chamadas “comunidades” ou fóruns on-line de incentivo à violência e misoginia e em perfis e comunidades das redes sociais principalmente no Instagram, Tiktok, WhatsApp, Telegram, Twitter, Discord.
Neste episódio vamos saber a que se deve ao aumento de ataques e violência nas escolas, qual o perfil do agressor e qual caminho para prevenir.
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Roteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San Martin
Participação: Telma Vinha
Edição: Paula Vianna
Vinheta: Edwiges Morato
Produção e Coordenação: Fernando Piva
Realização: ADunicamp
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Criado por medida provisória durante o governo Temer, o chamado “novo” ensino médio, já nasce controverso, pois em nenhum momento envolveu os
Nas ruas estudantes e educadores pediram a total revogação deste projeto, na busca de reverter retrocessos impostos à Educação de jovens brasileiros e
A implantação da política de ensino médio começou a ser realizada nas escolas brasileiras em 2022 e segue em etapas até 2024.
No começo deste mês de março, em nota, o MEC reconheceu que houve falta de diálogo no processo que levou à promulgação da lei do novo ensino médio e anunciou a criação de um grupo de trabalho para reunir todos os setores educacionais interessados em discutir o andamento do novo ensino médio.
Para falar sobre o assunto convidamos a professora Dirce Zan, da Faculdade de Educação da Unicamp e pesquisadora do Grupo de Pesquisa em Políticas
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Roteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San Martin
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Está no ar o episódio 32 do PodcastADu. Esta edição especial foi gravada no início de fevereiro, durante a realização da VII Jornada de Agroecologia.
A ADunicamp esteve presente e deu apoio para a realização da VII Jornada de Agroecologia da Bahia, que aconteceu entre os dias 31 de janeiro e 3 de fevereiro.
A Jornada é organizada pela Teia dos Povos, com apoio do Fórum Popular da Natureza (FPN), entidade que é integrada também pela ADunicamp. Mais de 2 mil pessoas participaram do encontro, entre elas lideranças e militâncias de diferentes organizações e movimentos sociais de várias regiões do Brasil.
Além de tratar de questões socioambientais, o foco da Jornada foi também as lutas em defesa dos territórios Indígenas e Quilombolas e dos assentamentos de pequenos agricultores do país.
Não por acaso, o encontro ocorreu no Quilombo Conceição de Salinas, território de pescadores e pescadoras no município de Salinas da Margarida, às margens da Baía de Todos os Santos. O território tem sido fortemente ameaçado pela especulação imobiliária.
A ADunicamp foi representada no encontro por nossa diretora de Comunicação, a professora Regina Célia da Silva (CEL/Unicamp).
Neste podcast apresentamos três entrevistas, com importantes lideranças da Teia dos Povos e do Fórum Popular da Natureza: Henrique Andrade, professor do Instituto Federal da Bahia, Joelson Ferreira, o Mestre Joelson, líder quilombola, um dos principais organizadores da Teia dos Povos e das jornadas de agroecologia e Eduardo Zanatta, gestor ambiental, integra a Teia dos Povos e também o Fórum Popular da Natureza. Eles nos falam sobre a origem e as lutas travadas hoje por esses movimentos.
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A última década foi marcada, de modo acentuado, pela precarização e diminuição dos postos de trabalho e também pela “uberização”, que não passa de um neologismo utilizado para expressar a conexão entre as mais recentes tecnologias e o aprofundamento da precarização das relações trabalhistas.
Diante do contexto é importante pensarmos a atuação do movimento sindical brasileiro. O movimento sindical, historicamente, manteve um papel central não só nas lutas por garantias e avanços nos direitos trabalhistas, mas também na defesa da democracia e de direitos sociais do conjunto da sociedade. E hoje, segundo estudiosos, vive um momento de esvaziamento que aponta para a urgência de novos modelos de organização e ação.
Neste episódio do PodcatADu vamos abordar o panorama do sindicalismo brasileiro, título da pesquisa realizada pelo Cesit (Centro de Estudos Sindicais de Economia do Trabalho), orgão do Instituto de Ecomomia da Unicamp. O arquivo da pesquisa esta disponível no site do Cesit para quem quiser baixar (acesse: https://www.cesit.net.br/panorama-do-sindicalismo-no-brasil-2015-2021/)
Esta pesquisa buscou investigar como os sindicatos estão enfrentando esse assunto com o intuito de elaborar um diagnóstico da situação sindical no Brasil a partir de algumas experiências. Uma das autoras da pesquisa, Andreia Galvão, docente do Departamento de Ciência Política do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, é nossa entrevistada deste episódio.
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A ADunicamp, enquanto sindicato, tem papel fundamental nas vidas e carreiras de todos e todas as docentes da Unicamp. E, fortalecer a sua base é essencial para manter a entidade viva e atuante.
Em ação inédita, a ADunicamp lançou em janeiro deste ano a campanha que oferece os e as Docentes, que decidirem se sindicalizar pela primeira vez, a isenção total das mensalidades por tempo determinado.
Para docentes que ainda não se associaram, essa é uma excelente oportunidade para conhecerem a atuação da ADunicamp enquanto entidade sindical, provedora de ações sociais, culturais e sindicais.
Para mais informações, acesse o site da entidade: www.adunicamp.org.br
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Roteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San Martin
Participação: Andréia Galvão
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No episódio de hoje do #podcastADu, nosso tema será “A marca verde e amarela do 8 janeiro”, vamos conversar com Sávio Cavalcante, docente do Departamento de Sociologia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH/Unicamp).
Os atos terroristas de 8 janeiro ficarão marcados na história do Brasil como o principal ataque à democracia registrado desde o final da ditadura nos anos 80 do século passado.
Estudiosos e políticos comparam a invasão aos prédios dos 3 poderes em Brasília com o 6 de janeiro em Washington, a capital dos Estados Unidos, quando partidários do ex-presidente Trump invadiram o Capitólio.
Lá, como aqui, os seguidores do ex-presidente derrotado nas urnas contestavam o resultado das eleições.
Após as invasões em Brasília, e depois de um mês de investigações, centenas de prisões foram feitas, e o cálculo do prejuízo chega a 20 milhões de reais, além e muitas obras de arte desaparecidas.
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A nova temporada do Podcast ADu está no ar. No episódio desta semana falaremos sobre a crise no Peru e desafios das democracias da América Latina, com largo histórico de golpes.
A atual crise no Peru, país que mantém um sistema político pautado numa constituição ultraliberal, tem origens profundas na sua história.
O país atravessa uma crise política desde dezembro quando o presidente Pedro Castillo foi cassado pelo Congresso peruano, após tentar dissolver o Congresso.
Para conversar conosco sobre a tensa situação peruana, convidamos a professora Shyrley Tatiana Peña Aymara, da Universidade Peruana de Ciências Aplicadas em Lima, doutoranda em Direitos Humanos e Cidadania na Universidade de Brasília (UnB) e professor André Kaysel Velasco e Cruz, do Departamento de Ciência Política do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH/Unicamp).
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Está no ar a segunda parte do #episódio 28 do #podcastADu, continuação do tema "Células neofascistas e o despertar da extrema direita no Brasil". A primeira parte deste episódio foi divulgada nos nossos canais no dia 07 de dezembro.
Este episódio contou com as participações do jornalista Paulo San Martin na mediação e nossos convidados o professor André Kaysel Velasco e Cruz, do Departamento de Ciência Política do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, membro do Conselho de Representantes da ADunicamp (CR) e o professor Odilon Caldeira Neto, do Departamento de História Contemporânea da Universidade Federal de Juiz de Fora e coordenador do Observatório da Extrema Direita.
Acompanhe agora a segunda parte!
O Brasil se transformou no país com maior crescimento de grupos de extrema direita, fenômeno esse atrelado ao resultado das eleições de 2018. Apesar desses grupos já existirem no Brasil, a eleição de Bolsonaro deu força e fôlego para suas aparições e manifestações.
Identificar e monitorar as atuações de grupos de direita e extrema direita tem se tornado um exercício de estudo e pesquisa para diferentes linhas do conhecimento, gerando informação e divulgação de dados com diferentes níveis de qualidade.
Nas duas partes deste episódio abordamos como essas células da extrema direita eclodiram no Brasil e como o Observatório da Extrema Direita, coletivo formado por acadêmicos de diversas universidades brasileiras e de outros países tem analisado esse movimento.
O Observatório da Extrema Direita é uma iniciativa de pesquisa dedicada a monitorar e analisar governos, partidos, movimentos e subculturas da direita radical e da extrema direita no Brasil e no mundo.
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Está no ar a primeira parte do #episódio 28 do #podcastADu com o tema "Células neofascistas e o despertar da extrema direita no Brasil".
O Brasil se transformou no país com maior crescimento de grupos de extrema direita, fenômeno esse atrelado ao resultado das eleições de 2018. Apesar desses grupos já existirem no Brasil, a eleição de Bolsonaro deu força e fôlego para suas aparições e manifestações.
Identificar e monitorar as atuações de grupos de direita e extrema direita tem se tornado um exercício de estudo e pesquisa para diferentes linhas do conhecimento, gerando informação e divulgação de dados com diferentes níveis de qualidade.
No episódio de hoje vamos falar sobre como essas células da extrema direita eclodiram no Brasil e como o Observatório da Extrema Direita, coletivo formado por acadêmicos de diversas universidades brasileiras e de outros países tem analisado esse movimento.
O Observatório da Extrema Direita, integrado por um de nossos entrevistados de hoje, o professor Odilon Caldeira Neto, da Universidade Federal de Juiz de Fora, é uma iniciativa de pesquisa dedicada a monitorar e analisar governos, partidos, movimentos e subculturas da direita radical e da extrema direita no Brasil e no mundo.
Também contamos com a participação e curadoria do professor André Kaysel Velasco e Cruz, do Departamento de Ciência Política do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, membro do Conselho de Representantes da ADunicamp (CR).
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A Educação será um dos principais desafios do próximo Governo Federal, tanto em investimentos, capacitação de professores, como em projeto pedagógico, conforme avalia o entrevistado deste episódio do #PodcastADu, Renê Trentin Silveira, professor e diretor da Faculdade de Educação da Unicamp (FE).
Trentin resgata em números o desmonte da educação, ciência e tecnologia nesse período do governo Bolsonaro, trazendo uma análise dos principais pontos de desinvestimentos nas políticas públicas da Educação e suas consequências.
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