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O Episódio 45 do PodcastADu traz uma entrevista com o professor André Kaysel, do Departamento de Ciências Políticas, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH/Unicamp) narrando a História de lutas nas universidades da América Latina.
A primeira universidade da América Latina foi La Universidad Nacional Mayor de San Marcos, fundada em 1551, em Cuzco, Peru e começou a operar em 02 de janeiro de 1553, sendo a única da América que teve suas atividades continuadas sem interrupções.
No Brasil, nossa primeira universidade foi a universidade do Rio de Janeiro, criada em 7 de setembro de 1920, por meio de decreto federal. Mas, o ensino superior no Brasil só veio a adquirir cunho universitário nos anos 30. Até então, o modelo de ensino superior estava direcionado para a formação de profissionais liberais para carreiras tradicionais, como direito, medicina e engenharia.
As universidades hispano-americanas tiveram origem ainda no período colonial, ao passo que no Brasil, a instituição universitária data do século XX.
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CRÉDITOS
Roteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San Martin
Edição: Paula Vianna
Vinheta: Edwiges Morato
Produção e Coordenação: Fernando Piva
Realização: ADunicamp
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Os transtornos mentais relacionados ao trabalho são a terceira maior causa de afastamento do trabalho, segundo dados do Conselho Nacional de Saúde. O panorama foi agravado ainda mais pela pandemia de Covid-19, que acelerou mudanças na organização do trabalho, aprofundando a precarização.
Para promover estudos e integração de pesquisadores de diferentes campos do conhecimento sobre a Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, o Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências Médicas (FCM/Unicamp) criou, em 2022, o Ester (Laboratório de Estudos sobre Saúde e Trabalho).
O Laboratório Ester, juntamente com a Rede Margarida tem ação contínua de articulação intersetorial, criando espaços de diálogo e participação com diferentes atores sociais, em especial com sindicatos e associações de trabalhadores/as, movimentos sociais e outras organizações de classe.
Neste episódio do PodcastADu entrevistamos Sérgio de Lucca, docente no Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências Médicas (FCM/Unicamp) e a pesquisadora Cathana Freitas de Oliveira, psicóloga, doutora em Saúde Coletiva e membra ativa do Laboratório Ester.
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No final de julho de 2023, o IBGE divulgou dados inéditos sobre a população quilombola no Brasil e traduziu em números uma realidade ainda negligenciada pelos poderes públicos.
Falar dos quilombos e dos quilombolas no cenário atual é falar de uma luta política ancestral. Cerca de 1,3 milhão de pessoas se identificam como quilombolas, ou seja, pessoas que têm laços históricos e ancestrais de resistência com a comunidade e com a terra em que vivem. Cerca de 87,41% dessa população vive fora de territórios oficialmente delimitados para quilombolas.
Neste episódio do #PodcastADu, intitulado “Comunidades quilombolas: uma realidade além do território”, a entrevistada é Maíra Rodrigues da Silva, primeira mulher quilombola a ter o título de mestre pela Unicamp. Ela faz uma análise sobre a importância desses dados inéditos sobre população quilombola no país divulgados pelo IBGE.
Maíra Rodrigues da Silva é bióloga, mestre e doutoranda no programa de Geociências (IG/Unicamp), integrante do Grupo de Pesquisa e Ação em Conflitos, Riscos e Impactos Associados a Barragens (CRIAB/UNICAMP), integra o coletivo de Articulação e Assessoria às Comunidades Negras do Vale do Ribeira (EAACONE), é quilombola do quilombo Ivaporunduva, na cidade de Eldorado (SP) e jongueira da comunidade Jongo Dito Ribeiro de Campinas.
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Em 2010 foi criado, em Limeira, o Colmeia, cursinho popular pré-vestibular, a partir de programas de extensão da Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA) da Unicamp, com o objetivo de oferecer formação preparatória para estudantes de escolas públicas.
Durante a pandemia, em 2020, o cursinho expandiu para o formato virtual e com turmas voltadas para as comunidades quilombolas, indígenas, agricultura familiar e para adolescentes da Fundação Casa.
Com aulas gratuitas e ministradas por alunos de graduação e voluntários da Unicamp, o cursinho Colmeia já aprovou mais de 860 candidatos no ensino superior em universidades públicas e privadas, um projeto que tem transformado vidas e moldado futuros brilhantes.
Neste episódio do PodcastADu, a criadora desse projeto, Josely Rimoli, docente de Saúde Coletiva na Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA) da Unicamp, conta a origem, desafios e triunfos que levaram à concepção deste cursinho popular que está revolucionando a forma como enxergamos a educação pré-vestibular.
O resultado dessa iniciativa reflete-se nas aprovações em vestibulares de cursos de artes, humanas, saúde e exatas de universidades públicas estaduais e nacionais, tais como Unicamp, USP, UNESP, UFRJ, UFSCar, ente outras e também através do PROUNI, em faculdades particulares.
Confira esse episódio acessando o link abaixo:
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Roteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San Martin
Participação: Josely Rimoli
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A ideia de criação do Fórum de Gestão Cultural das Instituições Públicas de Ensino Superior Brasileiras FORCULT, ganhou corpo em um encontro realizado pela Unicamp, em 2017, durante o 13º Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (Enecult).
Neste episódio do #PodcastADu entrevistamos membros da diretoria nacional do FORCULT: Fábio Cerqueira (presidente do FORCULT Nacional e funcionário da Unicamp), professor Fernando Mencarelli (vice-presidente do FORCULT Nacional e Pró-Reitor de Cultura da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG) e Gabriela Maruno (diretora adjunta do FORCULT e Pró-Reitora de Extensão e Cultura da Universidade Federal ABC - UFABC).
A proposta é divulgar as ações desse coletivo que é uma entidade de natureza propositiva e consultiva, destinada à articulação entre agentes culturais para promover a reflexão crítica, a orientação e o acompanhamento de políticas culturais e da gestão de cultura nas Instituições Públicas de Ensino Superior Brasileiras (IPES).
Desde sua criação, o FORCULT tem se reunido em encontros anuais, com o objetivo de construir caminhos para uma gestão cultural universitária, pautada sempre na importância do papel cultural das Instituições Públicas de Ensino Superior e na transversalidade da cultura em ações de ensino, pesquisa e extensão. E agora, de 29/08 a 01/09/2023, acontece o VII Encontro Nacional do FORCULT, na Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória.
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Roteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San Martin
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Está no ar mais um episódio do #PodcastADu. Vamos explorar as
Este tema foi abordado inicialmente em uma das reuniões do Conselho de Representantes (CR) da ADunicamp, quando conselheiros e conselheiras manifestaram preocupação com a falta de espaços de vivência e convivência dentro dos campi da universidade, além de indicar o crescimento da oferta de alimentos ultraprocessados nas instalações da Universidade.
Diante desta preocupante situação, a presidenta da entidade, professora Silvia Gatti, criou o Grupo de Trabalho (GT), responsável por receber, discutir e realizar propostas para ampliar os acessos à alimentação saudável e, também, para a criação de novos espaços de convivência dentro dos campi da Unicamp.
O GT contou com a participação da professora Silvia Gatti, da professora Eliete Maria Silva (Fenf/Unicamp) e da nossa entrevistada desse episódio, Caroline Capitani, docente no curso de Nutrição na FCA/Unicamp, especialista na área de Dietética e Educação Alimentar e Nutricional; e, também, uma das idealizadoras do projeto MeNu - Medicina Culinária na Atenção Primária à Saúde.
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RÉDITOS
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Desde 2022, o ensino do teatro negro passou a fazer parte do currículo obrigatório no Curso de Artes Cênicas da Unicamp, graças ao estudante de graduação Victor Lima, que na época sugeriu despretensiosamente à coordenação do curso incorporar a disciplina na grade. Outras universidades já
Esse episódio do PodcastADu traz uma reflexão sobre a presença de corpos negros e de suas epistemologias através de um recorte no curso de Artes Cênicas da Unicamp e em suas ações, tais como a inserção da disciplina Teatro Negro, no plano pedagógico do curso, além de oficinas e fóruns realizados pelo projeto.
Nossos convidados deste episódio são: Victor Lima, graduando de Artes Cênicas na Unicamp, desenvolve pesquisas ligadas à área do imaginário negro e da dança contemporânea na perspectiva do encenador, representante discente da Comissão de Graduação de Artes Cênicas e da Congregação do Instituto de Artes da Unicamp, as professoras Gina Monge Aguilar, docente e coordenadora do curso de Artes Cênicas/IA e Veronica Fabrini, docente do curso de Artes Cênicas/IA, do IA.
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Fundado em 2020, um pouco antes de entrarmos em confinamento por conta da pandemia, por estudantes de graduação e pós-graduação, o coletivo “A Voz do Morro” é fruto do aquilombamento negro da Faculdade Engenharia Agrícola da Unicamp (Feagri). O coletivo congrega estudantes negros e negras, num espaço, que tem sede própria, é um lugar de acolhimento, integração, respeito e resistência.
A população negra no Brasil é maioria da população, segundo dados do IBGE (56,10%), mas a superioridade nos números, no entanto, ainda não se reflete na sociedade brasileira, seja no mercado de trabalho, na política, em cargos de liderança e também na universidade.
Por isso, ações como a inauguração da sede do coletivo Voz do Morro, primeiro coletivo negro a ter sede física dentro da Unicamp, devem ser exaltadas e divulgadas.
Neste episódio vamos conhecer mais de perto como funciona esse coletivo nascido no alto do morro das terras de Barão Geraldo, derradeira localidade de abolição da escravatura no Brasil. Entrevistamos dois representantes do coletivo, ambos estudantes da Feagri: Rafaela Franco e Vitor Gonçalves da Silva.
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Uma nova onda de ascensão de forças conservadoras de extrema direita ou ultradireita ou ainda neofascistas tem acometido a América Latina nos últimos anos.
A guinada à esquerda começa a acontecer na América Latina no final da década 90. Mas ao longo das décadas seguintes observamos a não manutenção das políticas de caráter progressista a partir da ascensão de regimes de direita.
Após quase uma década de prevalência de governos de orientação progressista na região, a partir de 2009, após a crise econômica mundial e o reposicionamento da política externa norte-americana para a América Latina, observou-se que as forças de oposição conservadoras foram se reorganizando gradativamente e reconquistando terreno em vários países, especialmente em eleições legislativas.
Para analisar a ascensão das forças conservadoras de direita nos países da América Latina e quais os instrumentos que contribuem para essa escalada convidamos o professor André Kaysel Velasco e Cruz (IFCH/Unicamp), nosso entrevistado neste episódio do #PodcastADu.
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Neste episódio do #PodcastADu você acompanha uma entrevista com o líder indígena Juvenal Teodoro Payayá. A conversa trata do último livro escrito por ele e recentemente publicado, o “Roda de Prosa na Periferia - Anti-história”.
O líder vive no território indígena Payayá, na Chapada Diamantina (BA), mas tem forte atuação nas lutas em defesa de territórios indígenas e quilombolas em diversas outras regiões do país.
Alfabetizado tarde na vida, já adolescente, ele acabou se formando em História, pela USP, e Economia pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS).
Payayá já tem vários livros escritos. Esse último, “Roda de Prosa na Periferia” é um romance que parte de vivências e fatos reais, tendo como pano de fundo a questão da vulnerabilidade de povos que perderam seu território e sua cultura.
E trata, essencialmente, do estupro e da violação física a que mulheres vulnerabilizadas e exploradas são submetidas, em todas as escalas sociais.
O livro conta com prefácio coletivo assinado por 30 mulheres de lideranças sociais, políticas, indígenas e acadêmicas.
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Participação: Juvenal Teodoro Payayá
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