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Nesse episódio, Chirley Pankará falou sobre sua experiência no mandato coletivo pelo Estado de São Paulo e muito mais.
Você que nos ouve já notou que o tema central em todos os episódios é a estrutura colonialista em que vivemos e como ela foi criada para excluir aquelas pessoas que foram consideradas inferiores.
Obviamente, isso também se reflete na política, mas apesar disso, aos poucos estamos testemunhado uma mudança nesse paradigma. É crescente o número de mulheres, de pessoas pretas, de pessoas trans e também de indígenas sendo eleitas e participando de mandatos coletivos.
A convidade desse episódio é uma dessas pessoas.
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Trilha: Oslodum por Gilberto Gil (Wired Magazine) / Creative Commons - Sampling Plus License 1.0
Com comentários de Roxana Mamani, e agora com a presença das duas ocarentenses que estiveram presentes no evento, Joyce Mendez e Taily Terena, demos continuidade à nossa conversa sobre a estrutura, impactos e colonialidades na COP26.
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Nesse episódio conversamos com Txai Suruí sobre a estrutura, impactos e colonialidades na COP26.
Ano passado, entre o final de outubro e a primeira quinzena de novembro, aconteceu a COP26, em Glasgow, na Escócia. Como sempre, o evento foi palco para uma série de debates, discussões, planejamentos e promessas políticas. Neste episódio, a convidada Txai Suruí debate conosco sobre a estrutura, impactos e colonialidades nesse tipo de evento.
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Nesse episódio conversamos com Priscila Tayná sobre o curso Estudos Indígenas da Universidade de Saskatchewan e um pouco do histórico canadense.
Um assunto bem recorrente aqui no decoloniza! é a presença de indígenas nas universidades e a lei 11.645/2008, que tornou obrigatório o ensino de história e culturas afro-brasileiras e indígenas. Mas ainda estamos muito distantes de uma educação que não estranhe a presença indígena nas universidades e que realmente aborde temáticas indígenas para além da forma colonialista com que se tem feito. Entretanto, em países como Canadá e Estados Unidos já existem cursos voltados integralmente para estudos indígenas.
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Nesse episódio conversamos com Germano Kaiowá sobre território cruzando geografia, cartografia e epistemologia Guarani-Kaiowá, e contamos com a ajuda de Fabiane Medina, que participou do episódio 30 sobre feminismo indígena.
Nos últimos anos muito tem se falado sobre as iniciativas políticas para mudar a forma de demarcação das terras indígenas.
Aqui mesmo, no decoloniza!, já tratamos sobre o PL 490 e o Marco temporal, no episódio 54. Desta vez, no episódio 65, falamos um pouco sobre esses assuntos, não sob uma perspectiva jurídica, mas por meio da geografia e da cartografia cruzando com uma epistemologia indígena.
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Esse episódio é um pouco diferente. Em vez do nosso tradicional programa, disponibilizamos a participação do ocaretense Henry Mähler-Nakashima no podcast O Nome Disso É Política, falando sobre a relação do estado brasileiro e os povos indígenas.
Então, é um crossover de podcasts.
Aproveitamos para convidar vocês a ouvirem os outros episódios deles, que são ótimos. Eles falam sobre imigração, turismo, psicologia do expatriado, África, Islam, política e diversidade. Estão disponíveis em: https://open.spotify.com/show/1W8juZaobgovkwgMO3XXhD?si=8labEACAT5W5Y4RxLH1OCA
Deixamos nossos agradecimentos aos amigos, Heitor Loureiro e ao Luiz Felipe Herdy, pelo convite e pela conversa.
Esperamos que vocês gostem!
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Nesse episódio conversamos com Fernanda Costa sobre os currículos escolares e temáticas indígenas após a lei 11.645/2008.
Em 2008, foi sancionada a lei 11.645 que tornou obrigatório o ensino da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.
O primeiro parágrafo do primeiro artigo determina que “O conteúdo programático a que se refere este artigo incluirá diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil”.
Passados mais de dez anos, será que essa lei está sendo respeitada? Se sim, como?
Para responder essas e outras questões, esteve conosco a Fernanda Costa.
Ouça a conversa no episódio #63 do decoloniza! O podcast da Ocareté.
Para Saber Mais:
- O ensino de história indígena em propostas curriculares de estados brasileiros (2008-2016): http://dx.doi.org/10.29388/978-65-86678-50-5-0-f.129-144
- Ensino de História e práticas indígenas: entre prescrições, práticas e omissões: https://youtu.be/3rqgGL1IiDQ
Para Entrar em Contato com a Fernanda Costa:
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Nesse episódio, a ocaretense Raquel Kubeo falou sobre educação, acessibilidade, a mesa tangível e temáticas indígenas.
A ocaretense Raquel Kubeo falou sobre a pesquisa realizada em seu mestrado envolvendo temáticas indígenas e a mesa tangível, uma ferramenta de acessibilidade utilizada na educação de crianças, especialmente crianças com autismo.
Ouça a conversa no episódio #62 do decoloniza! O podcast da Ocareté.
Para Saber Mais:
Eduba Nidaba: Editor de Recursos Educacionais Para Mesa Tangível - https://nidaba.online/
Redes Sociais de Raquel Kubeo:
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Twitter: https://twitter.com/oebukrodriguez
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Nesse episódio conversamos com Amanda Soares sobre como os corpos com deficiência são alvos das colonialidades.
1º Bloco - Como as Colonialidades têm Atuado na Vida da Pessoa com Deficiência?
2º Bloco - Quais são as Diferenças Entre o Discurso Anticapacitista e o Pertencimento;
3º Bloco - Considerações Finais.
Seguindo o padrão de comportamento de muitos ministros do governo Bolsonaro, o então Ministro da Educação Milton Ribeiro, até o momento o quinto dessa gestão – diga-se de passagem –, proferiu e defendeu diversos absurdos. Em uma entrevista à TV Brasil, defendeu que a “universidade deveria ser para poucos”, o que já é algo extremamente atroz, mas não parou por aí. Ele também afirmou que um aluno com deficiência em salas de aula comuns não aprende e ainda atrapalha a aprendizagem dos colegas.
Essa afirmação suscitou uma série de debates sobre como pessoas com algum tipo de deficiência são vistas na sociedade.
Num primeiro momento, este não parece um assunto que abordaríamos no “decoloniza!”, mas e se dissermos que a forma com que vemos os corpos com deficiência também é fruto das colonialidades?
Para falar sobre isso esteve conosco a Amanda Soares.
Somos gratos também ao Murilo Rigaud, que foi muito importante pra que essa gravação fosse possível.
Ouça a conversa no episódio #61 do decoloniza! O podcast da Ocareté.
Para Saber Mais:
- Os Infames da História: Pobres, Escravos e Deficientes no Brasil (Lilia Ferreira Lobo): https://www.amazon.com.br/Infames-Hist%C3%B3ria-Pobres-Escravos-Deficientes/dp/8583160333
Amanda Soares nas Redes Sociais:
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Nesse episódio conversamos com Jarda Maria Araújo sobre transfeminismo e políticas públicas na área da saúde para transexuais e travestis.
1º Bloco - Conceitos e a História do Transfeminismo;
2º Bloco - Políticas Públicas na Área da Saúde Para Transexuais e Travestis;
3º Bloco - Considerações Finais.
A essa altura, já está claro que o chamado feminismo não é algo único e uniforme.
Aqui mesmo, no decoloniza!, já abordamos sobre feminismo entre mulheres indígenas, mulheres marrom, mulherismo africana e em breve faremos um sobre feminismo amarelo.
Há alguns anos, Aline Freitas e Hailey Kaas iniciaram no Brasil debates que já vinham acontecendo nos Estados Unidos sobre identidade de gênero e sexualidade, especificamente sobre mulheres trans e travestis. Desde então, esses debates cresceram e surgiu o feminismo trans ou transfeminismo.
No episódio de hoje, falaremos sobre as especificidades do transfeminismo.
E para nos ajudar, esteve conosco a Jarda Maria Araújo.
Ouça a conversa no episódio #60 do decoloniza! O podcast da Ocareté.
Para Saber Mais:
- “O feminismo trans quer uma sociedade que inclua todos os gêneros”, diz ativista (Jarda Maria Araújo): https://delas.ig.com.br/comportamento/2021-01-31/feminismo-trans.html
Jarda Maria Araújo nas Redes Sociais:
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