Confluências, o bate-papo da ocareté

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Confluências, o bate-papo da ocareté episodes

  • #49. Com Letícia Garroni (O que são as colonialidades?)

    Nesse episódio conversamos com Letícia Garroni sobre o que e quais são as colonialidades que sempre citamos no podcast.


    1º Bloco - O que e quais são as Colonialidades; 

    2º Bloco - Uma Conversa um Pouco mais Aprofundada Sobre Algumas Colonialidades;

    3º Bloco - Considerações Finais.


    Apesar de frequentemente falarmos sobre as colonialidades, pode ser que isso soe muito abstrato e não fique claro do que estamos falando.

    Então, decidimos fazer episódios esporádicos que abordem conceitos para explicarmos o nosso entendimento sobre eles. São como episódios de notas de rodapé.

    Nesse episódio conversamos sobre a nossa interpretação sobre o que são as colonialidades. E para nos ajudar, convidamos novamente a Letícia Garroni, que participou do episódio 6, quando falamos sobre os estudos decoloniais.

    Ouça a conversa no episódio #49 do decoloniza! O podcast da Ocareté.


    Letícia Garroni nas Redes Sociais:

    Instagram: https://www.instagram.com/decolonial.alternativas/


    Para Saber Mais:

    Decolonizing Methodologies: Research and Indigenous Peoples

    Linda Tuhiwai Smith

    https://g.co/kgs/hNtQbm


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    Trilha: Oslodum por Gilberto Gil (Wired Magazine) / Creative Commons - Sampling Plus License 1.0

    1 hr 9 min
  • #48. Com Bruna Galvão (O Congresso e a Participação Popular)

    Nesse episódio conversamos com Bruna Galvão sobre para que servem os deputados e os senadores, e o quanto a participação popular influencia na política.


    1º Bloco - Para que Serve o Poder Legislativo e Como a Participação Popular Influencia na Política; 

    2º Bloco - Exemplos Sobre Como Organizações Sociais Influenciam na Política;

    3º Bloco - Considerações Finais.


    Em 2010, em um de seus vídeos para campanha eleitoral, Tiririca, eleito naquele ano o deputado mais votado, perguntava: "Você sabe o que é que faz um deputado federal? Eu também não sei, mas vote em mim que depois eu te conto".

    Apesar do tom humorístico, é certo que muita gente não entende o que fazem os deputados, senadores e vereadores, que fazem parte do poder legislativo. Também não entendem como podemos acompanhar e cobrar nossos representantes eleitos para que atuem de forma responsável ao decidirem sobre temas tão importantes e que afetam diretamente as nossas vidas.

    Para explicar essas e outras questões, no episódio de hoje conversamos com a Bruna Galvão.


    Ouça a conversa no episódio #48 do decoloniza! O podcast da Ocareté.


    Bruna Galvão nas Redes Sociais:

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    Twitter: https://twitter.com/brujagalvao


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    1 hr 10 min
  • #47. Com André Simões (Transição Energética e Colonialidades)

    Nesse episódio conversamos com André Simões sobre transição enérgica, sua importância e os riscos de uma transição com base num sistema colonialista. 


    1º Bloco - O que é Transição Energética, Soberania e Justiça Energética;

    2º Bloco - Como Decolonizar a Transição Energética;

    3º Bloco - Considerações Finais.


    Nos dias 22 e 23 de abril de 2021 foi realizada a Cúpula de Líderes sobre o Clima, evento organizado pelos EUA e que teve como objetivo discutir medidas para enfrentamento de uma ameaça ecológica sem precedentes: as mudanças climáticas.

    De acordo com o 5⁰ Relatório do IPCC, o Painel Intergovernamental para as Mudanças do Clima, o setor energético foi responsável por cerca de 35% das emissões de gases de efeito estufa. O IPCC também aponta a descarbonização das fontes de energia como sendo uma medida essencial para mitigar as mudanças climáticas.

    Pode-se dizer, sem exagero, que o futuro da vida no planeta passa por uma mudança na forma como lidamos com a energia. Para falar sobre esse tema tão importante, convidamos o Professor André Simões, que esteve conosco no episódio #23 falando sobre Energia, Mudanças Climáticas e Desigualdade Social, quando já falou um pouco sobre a necessidade de haver uma transição energética.


    Ouça a conversa no episódio #47 do decoloniza! O podcast da Ocareté.


    Para Saber Mais:

    Latin American Student Energy Summit:

    • Instagram: https://instagram.com/lases2021
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    • Energia renovável em comunidades no Brasil: conflitos e resistências. https://rosalux.org.br/wp-content/uploads/2021/04/layout-energias-web.pdf

      Broto et al. (2018) ‘Energy Justice and sustainability transitions in Mozambique’, Applied Energy 228 pp. 645-655. https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0306261918309280#f0005

      Pós-extrativismo e Decrescimento: Saídas do Labirinto Capitalista. https://www.amazon.com.br/Pos-Extrativismo-Decrescimento-Alberto-Acosta/dp/8593115195


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      1 hr 20 min
    • #46. Com Aycha Sleiman e Juily Manghirmalani (Feminismo Asiático Marrom)

      Nesse episódio conversamos com Aycha Sleiman e Juily Manghirmalani sobre Feminismo Asiático Marrom e Feminismo Islâmico.


      1º Bloco - O Conceito “Marrom” e Feminismo Asiático Marrom;

      2º Bloco - Feminismo Islâmico;

      3º Bloco - Considerações Finais.


      Há algumas décadas vem se discutindo e crescendo a luta contra o sistema patriarcal. Nesse processo, esse movimento feminista também foi adquirindo especificidades. Muito disso se deve ao fato de também estar crescendo debates e questionamentos sobre como o colonialismo e as colonialidades atuavam e atuam nas regiões colonizadas.

      Assim, ainda que de modo geral se combata uma estrutura machista e sexista, pois como disse Chandra Mohanty “O que une as mulheres é a noção sociológica da ‘mesmice’ de sua opressão”, há nas regiões colonizadas outros aspectos muito importantes a serem considerados. Como por exemplo, a racialização, a discriminação cultural e a subalternização étnica. 

      Ou seja, as discussões e reivindicações de feminismos chamados “ocidentais” são diferentes de feminismos como o das mulheres trans, das mulheres pretas, das mulheres indígenas, das mulheres amarelas e das mulheres asiáticas marrons, etc. 

      Nesse episódio conversamos sobre feminismo asiático marrom com Aycha Sleiman e Juily Manghirmalani, que que já esteve conosco no episódio #40 - Cinema Indiano Contemporâneo.


      Ouça a conversa no episódio #46 do decoloniza! O podcast da Ocareté.


      Desoriente-se:

      https://linktr.ee/aychasleiman

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      1 hr 21 min
    • #45. Com Brisa Flow (Música e Decolonização)

      Nesse episódio conversamos com Brisa Flow sobre como as colonialidades atuaram na produção e na ideia de música, e sobre os processos de decolonizá-la.


      1º Bloco - Colonização da Música;

      2º Bloco - Decolonização da Música;

      3º Bloco - Considerações Finais.


      "Vi de longe você chegar em seu grande barco

      Depois em cavalo, pela terra

      Vi de longe você chegar, matando meu povo

      Escravizando outro, fogo contra flecha

      Vi de longe você chegar em tanques de guerra

      Fogo en la moneda, no Mapocho* corpos

      Vi de perto você chegar

      Sirenes vermelhas na comunidade, anunciando mortos"


      *Obs.: Mapocho é um rio localizado em Santiago, onde os militares jogavam os corpos das vítimas da ditadura chilena.


      Esse texto sintetiza a história do processo colonizador da chamada América, mas não saiu de algum livro de história. Essa é a letra da música Newen, que abre o disco de mesmo nome da Brisa Flow. Ela conversou conosco sobre música e decolonização.


      Ouça a conversa no episódio #45 do decoloniza! O podcast da Ocareté.


      Redes Sociais de Brisa Flow:

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      1 hr 21 min
    • #44. Papo Ocaretense (O que é Racismo?)

      Nesse episódio conversamos sobre um assunto que nunca sai da pauta, o que é algo terrível, pois se ele é constante significa que pouco tem se avançado para eliminá-lo. Estamos falando do racismo.

      Ocaretenses: Henry Mähler-Nakashima, Fernanda Santos, Raquel Kubeo, Emanuel Lima e Alex Vieira.


      1º Bloco - O que é Racismo e Como ele é a Base da Nossa Sociedade;

      2º Bloco - Formas de Racismos, Apagamentos e "Racismo Reverso";

      3º Bloco - Considerações Finais.


      Ouça a conversa no episódio #44 do decoloniza! O podcast da Ocareté.


      Para Saber Mais:

      Livros:

      All Our Relations: Finding the Path Forward - Tanya Talaga

      Ensaios Sobre Racismos - Ocareté: https://ocarete.org.br/acervo/ensaios-sobre-racismos/

      Website:

      Filosofia Africana: https://filosofia-africana.weebly.com/


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      1 hr 37 min
    • #43. Com Natali Mamani (Imigração Boliviana, Culturas Andinas e Racismo)

      Nesse episódio fizemos um bate-papo com a Natali Mamani (@n_cmamani) sobre Imigração, Culturas Andinas e o Racismo que bolivianos sofrem no Brasil.


      1º Bloco - Imigração e Racismo;

      2º Bloco - Identidade e Culturas Andinas;

      3º Bloco - Considerações Finais.


      A imigração foi, sem dúvida, fundamental para a formação da população brasileira.

      Mas nesse processo, a chegada de alguns grupos foi estimulada enquanto outros grupos foram alvo de discriminação e racismo.

      Como já discutimos anteriormente, a imigração europeia serviu para propósitos econômicos e também para “branquear” a sociedade, enquanto outros grupos foram incentivados para substituir a mão de obra daqueles que vieram escravizados de África.

      Apesar de os fluxos migratórios terem sido mais intensos entre a metade do século XIX e a metade do século XX, o Brasil está sempre recebendo pessoas de todas as partes do mundo.

      Um desses grupos é formado por bolivianos, que começaram a chegar a partir da década de 1950. Inicialmente, eram estudantes estimulados por convênios de intercâmbio científico e cultural entre o Brasil e a Bolívia, além de pessoas que deixavam suas regiões devido à falta de emprego.

      Ainda que alguns tenham vindo para um breve período, regressando à sua terra após terem juntado algum dinheiro, a partir da década de 1980, muitos ficaram, se estabeleceram e se adaptaram ao Brasil. Em São Paulo, é possível encontrar manifestações culturais e gastronômicas na Praça Kantuta, que recebeu esse nome justamente por causa dos povos andinos, além de existirem grupos de danças e culturas bolivianas.

      Mas apesar disso, também são alvo de racismo, discriminação e muitos bolivianos acabam presos a trabalhos análogos à escravidão.

      Nesse episódio para nos ajudar a falar sobre imigração, culturas andinas e o racismo que os bolivianos sofrem no Brasil, esteve conosco a Natali Mamani. 


      Ouça a conversa no episódio #43 do decoloniza! O podcast da Ocareté.


      Filme Thakhi: https://youtu.be/kc6x77vMMRY


      Acompanhe a Natali Mamani:

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      Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCf4eg0W3ix9ADv2W00hFVsw


      Coletivo Warmis Convergência das Culturas:

      Instagram: https://www.instagram.com/warmisimigrantes/

      Website: http://www.warmis.org/


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      1 hr 9 min
    • #42. Com Gabriel Mantelli (Direito e Descolonização)

      Nesse episódio fizemos um bate-papo com o Gabriel Mantelli sobre  a estrutura colonial do Direito e como descolonizá-lo.


      1º Bloco - A Estrutura Colonialista das Leis;

      2º Bloco - É Possível Descolonizar o Direito? Como?

      3º Bloco - Considerações Finais.


      Quando pensamos em Direito, instantaneamente nos vêm à mente a ideia de justiça, igualdade e leis. Esse conjunto de elementos faz parte do sistema de normas que regula a sociedade e fundamenta nossos direitos e deveres.

      O Direito brasileiro foi influenciado principalmente pelo direito romano, lá do passado, e por países que exerceram uma intensa atividade colonialista pelo mundo, como Portugal, França, Itália e Alemanha.

      Também os Estados Unidos tem sua presença notada. A primeira Constituição do período republicano foi inspirada na Constituição Estadunidense, influenciando até o nome do país, que passou a se chamar Estados Unidos do Brasil.

      Durante todo o período colonial e imperial, o senso de justiça que vigorou no Brasil foi o dos colonizadores, dos portugueses. Mesmo na república, quando já não havia o poder político de Portugal, os referenciais não mudaram.

      Assim, não é de se espantar a forma como foram tratados os povos indígenas, os escravizados de África, seus descendentes e todos os não brancos. E isso se reflete até os dias atuais.

      Se pelo lado das populações indígenas e negras sempre se apontou as colonialidades presentes nas leis, agora, entre aqueles que atuam no Direito, começa a surgir o debate sobre a necessidade de descolonizá-lo.

      E para conversar sobre isso esteve conosco o Gabriel Mantelli.


      Ouça a conversa no episódio #42 do decoloniza! O podcast da Ocareté.


      Redes Sociais do Gabriel Mantelli:

      Instagram: https://www.instagram.com/gabmantelli/

      Twitter: https://twitter.com/gabrielmantelli/


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      1 hr 26 min
    • #41. Com Poroiwak (O que é Amarelitude?)

      Nesse episódio fizemos um bate-papo com o Poroiwak sobre Amarelitude, a Racialização das pessoas amarelas e se existe Privilégio Amarelo.


      1º Bloco - O que é Amarelitude e a Racialização das Pessoas Amarelas;

      2º Bloco - Existe Privilégio Amarelo?

      3º Bloco - Considerações Finais.


      Depois que o colonialismo espalhou pelo planeta a perspectiva eurocêntrica como parâmetro do que é certo e verdade, ele também acabou categorizando as pessoas do mundo. Nesse processo de racialização, as pessoas do chamado “extremo oriente”, onde estão Japão, China e as Coreias, por exemplo, foram chamadas de “amarelas”.

      No Brasil, os primeiros registros da presença amarela são de 1812, quando D. João VI, tentou implementar o plantio de chá e estimulou a chegada dos primeiros imigrantes chineses. O fluxo migratório chinês aumentou no final do século XIX e, em 1908, chegaram os primeiros de milhares de imigrantes japoneses, e também os imigrantes coreanos.

      A partir da década de 1940, a categoria “raça/cor” amarela foi incluída no Censo do IBGE. Desde então, essas populações se estabeleceram e, mesmo com discriminação e racismo, passaram a ser representações de esforço, conquista,  comprometimento e até de questões morais. E é bem possível que você já tenha se deparado com a frase “tinha que ser japonês” associada a tudo isso.

      Esse cenário acabou criando a ideia de que esses amarelos têm privilégios, apesar de estarem todos sob uma estrutura colonialista.

      Nesse episódio falamos sobre amarelitude, racialização e sobre esse privilégio amarelo, será que existe isso mesmo? 

      Para nos ajudar, esteve conosco o Poroiwak.


      Ouça a conversa no episódio #41 do decoloniza! O podcast da Ocareté.


      Para esse episódio, consultamos:

      Des-Oriente-se: https://tsquad.com.br/feminismo/des-oriente-se/

      A Corporeidade do Vírus: https://tsquad.com.br/feminismo/a-corporeidade-do-virus/

      O Ano é 2020 e Ainda Estamos Falando Sobre Minoria Modelo: https://tsquad.com.br/feminismo/o-ano-e-2020-e-ainda-estamos-falando-sobre-minoria-modelo/


      Para Saber Mais:

      Amarelitude: https://amarelitude.medium.com/


      Leitura Complementar Indicada:

      Munanga, K. (1990). Negritude afro-brasileira: perspectivas e dificuldades. Revista De Antropologia, 33, 109-117.


      Nas redes sociais:

      Amarelitude: https://www.instagram.com/amarelitude/

      Poroiwak: https://www.instagram.com/poroiwak/


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      1 hr 8 min
    • #40. Com Juily Manghirmalani (Cinema Indiano Contemporâneo)

      Nesse episódio fizemos um bate-papo com com Juily Manghirmalani sobre Cinema Indiano Contemporâneo e a sua relação com as Culturas Indianas.


      1º Bloco - A Indústria de Bollywood e o Cinema de Diáspora 

      2º Bloco - O Cinema Indiano Contemporâneo e as Outras Culturas Indianas.

      3º Bloco - Considerações Finais.


      Quando pensamos em cinema, é inevitável que a palavra Hollywood nos venha à mente. E não é à toa.

      Nos Estados Unidos, o cinema é uma das indústrias que mais movimentam dinheiro. E Hollywood é a grande responsável por isso. Todo esse poder financeiro acaba por exercer influência no mundo todo, ditando senso estético, narrativa, assuntos, o nosso gosto cinematográfico, numa espécie de colonialismo cultural.

      No entanto, Hollywood não é a maior indústria do cinema do mundo.

      Esse posto é da Índia. E apesar de não ter o mesmo alcance de Hollywood, é bem difundido pelo mundo e produz cerca de 1500 filmes e vende por volta de 3,5 bilhões de ingressos por ano. 

      Estamos falando de Bollywood, que com suas particularidades, aborda amores impossíveis, dramas familiares, sacrifícios, vilões, tudo aquilo que conhecemos, mas com outros tipos de linguagens, outra estética. O resultado disso é um cinema muito próprio, que pode ser bem estranho para pessoas de outras culturas, mas que tem um público muito fiel.

      Para nos ajudar a falar sobre Bollywood e Cinema Indiano Contemporâneo, conversamos com a Juily Manghirmalani.


      Ouça a conversa no episódio #40 do decoloniza! O podcast da Ocareté.


      Para esse episódio, foram consultados os sites:

      Jornalismo Júnior: http://jornalismojunior.com.br/

      Instituto de Cinema: https://institutodecinema.com.br/

      Casa da Índia: https://blog.casadaindia.com.br/


      Consute também o Feels Like India: http://www.feelslikeindia.com.br/


      Juily Manghirmalani nas Redes Sociais:

      Instagram: https://www.instagram.com/juilymalani/

      Facebook: https://www.facebook.com/juily.manghirmalani/

      Twitter: https://twitter.com/juilymalani/


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      1 hr 10 min

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