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Nesse episódio conversamos com Raqueline Monteiro e a Isabela Ribeiro de Carvalho sobre os problemas socioambientais e na saúde provenientes do plástico e como combatê-los.
1º Bloco - Plástico, microplástico e os problemas que causam;
2º Bloco - Como combater o uso de plástico?
3º Bloco - Considerações Finais.
A produção de plástico começou em 1855, mas foi somente por volta de 1950 que esse material passou a estar presente no cotidiano de todos nós.
Se antes seu uso era praticamente muito restrito, agora, das compras mais simples no mercado à aquisição de aparelhos tecnológicos, sempre estamos consumindo plástico de alguma maneira.
Por ano, são produzidas mais de 400 milhões de toneladas no mundo. Só no Brasil, estima-se que haja mais 11 milhões de toneladas de plástico, fazendo de nós o quarto maior produtor de lixo plástico do planeta!
Grande parte do material utilizado para produzir o plástico é derivada de hidrocarbonetos fósseis, e não é biodegradável. Isso significa que ele vai se acumulando em aterros ou em ambientes naturais, e já se encontra resíduos de plástico em todas as principais bacias oceânicas.
Hoje, é quase impensável uma vida sem plástico. Mas esse hábito tem contribuído muito para o aumento da poluição, da emissão de carbono e para as mudanças climáticas.
Como já ficou claro, nesse episódio falamos sobre o plástico. E pra nos ajudar convidamos a Raqueline Monteiro e a Isabela Ribeiro de Carvalho.
Ouça a conversa no episódio #59 do decoloniza! O podcast da Ocareté.
Para Saber Mais:
- Artigo Production, use, and fate of all plastics ever made, publicado na ScienceAdvances;
- Artigo Plastic Pollution;
- Atlas do Plástico, da Fundação Heinrich Böll;
- Ingestão de plástico já foi registrada em mais de 1,5 mil espécies animais;
- Lixo Extraordinário: Japão é o 2º maior produtor de plástico per capita do mundo e resíduo vai parar em países pobres;
- Relatório Um Oceano Livre de Plástico, da Oceana Brasil.
Raqueline Monteiro nas Redes Sociais:
Instagram: https://www.instagram.com/raquemonteiro/
Facebook: https://www.facebook.com/raqueline.monteiro
Twitter: https://twitter.com/raquemonteiroc
Isabela Ribeiro de Carvalho nas Redes Sociais:
LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/isabela-de-carvalho-b85283100/
Trilha: Oslodum por Gilberto Gil (Wired Magazine) / Creative Commons - Sampling Plus License 1.0
Nesse episódio conversamos com Jô Brandão sobre racismo religioso e como ele se manifesta.
1º Bloco - O que é Racismo Religioso?
2º Bloco - Casos de Racismo Religioso e como ele se Manifesta;
3º Bloco - Considerações Finais.
Frequentemente, surgem nas páginas dos periódicos ou nos noticiários casos de ataques a terreiros de religiões afro-brasileiras e seus fiéis. Propriedades são alvo de destruição, imagens de Orixás e Santos são depredados, pessoas são hostilizadas, chegando ao ponto de agressão física, e há diversos casos em que mães perdem a guarda de seus filhos por estes terem sido iniciados nessas religiosidades.
Tudo isso se enquadra no chamado “racismo religioso”, e é sobre isso que falamos no episódio de hoje. Para nos ajudar, convidamos a Jô Brandão.
Essa não é a primeira participação da Jô em algo da Ocareté. Em 2010, organizamos um evento chamado Entremundos em Registro, na região sul do Estado de São Paulo, que durou 4 dias, e a Jô esteve lá falando sobre ancestralidade. Os vídeos de todos os convidados, incluindo o da Jô, estão disponíveis no canal da Ocareté, no Youtube.
Ouça a conversa no episódio #58 do decoloniza! O podcast da Ocareté.
Para Saber Mais:
- Livro Ensaios Sobre Racismos: https://ocarete.org.br/acervo/ensaios-sobre-racismos/
- Entremundos: https://www.youtube.com/playlist?list=PLKjA1Fj4Ti2Arfw-tZeSww_PSb13BB3Yt
Jô Brandão nas Redes Sociais:
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Neste episódio, aproveitamos que a ocaretense Fernanda pesquisou as Escolas de Samba de São Paulo no mestrado para conversamos sobre ela e o carnaval na cidade.
Ouça a conversa no episódio #57 do decoloniza! O podcast da Ocareté.
Dissertação da Fernanda:
SANTOS, Fernanda Fernandes dos. Escola de Samba em São Paulo: identidade e engajamento. https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/100/100134/tde-24102015-232435/pt-br.php
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Nesse episódio conversamos com Mãe Morgana de Oxalá Jobocum sobre os desafios encontrados por ser uma mulher trans, negra e periférica e as dificuldades para acessar os direitos básicos e as políticas públicas.
1º Bloco - História de Vida da Mãe Morgana de Oxalá Jobocum;
2º Bloco - Desafios de uma Mulher Trans, Negra e Periférica;
3º Bloco - Considerações Finais.
A partir do momento que se entende que a estrutura social que vigora no mundo é colonialista, ou seja, é racista, excludente, sexista, desigual, e muito mais, começa-se a entender por que algumas pessoas têm acesso facilitado aos serviços mais básicos enquanto outras encontram os mais variados obstáculos.
Mais do que um discurso vitimista, trata-se da realidade daqueles que não fazem parte do grupo de pessoas brancas, heteronormativas, cristãs, conservadoras, capitalistas, desenvolvimentistas, etc.
E quanto menos elementos dessa lista você tiver, mais excluído estará.
Neste episódio conversamos sobre os desafios enfrentados por mulheres trans negras periféricas para acessar os direitos básicos e as políticas públicas. Para nos ajudar, chamamos a Mãe Morgana de Oxalá Jobocum.
Ouça a conversa no episódio #56 do decoloniza! O podcast da Ocareté.
Mãe Morgana de Oxalá Jobocum nas Redes Sociais:
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Nesse episódio conversamos com Régia Agostinho sobre Maria Firmina dos Reis, a primeira autora negra do Brasil.
1º Bloco - A história de Maria Firmina;
2º Bloco - Como essa Autora Permaneceu Invisibilizada por Tanto Tempo?
3º Bloco - Considerações Finais.
Se dissermos que uma pessoa do século XIX escrevia poesia, ficção e crônicas para jornais literários, provavelmente você, ouvinte, vai imaginar alguns nomes.
Quando se pensa em literatura brasileira do século XIX, podem vir à mente autores como Lima Barreto, José de Alencar, Gonçalves Dias, Aluísio Azevedo, Machado de Assis, entre muitos outros.
Se dissermos que essa pessoa escreveu as obras Úrsula (1859), Gupeva (1861), A Escrava (1887), e uma coletânea de poemas chamada Cantos à Beira-mar (1871), você saberia quem é?
E se dissermos que a autoria das obras citadas é de uma mulher; e, mais do que isso, de uma mulher negra?
A autora é a Maria Firmina dos Reis, que nasceu em São Luís do Maranhão, em 11 de março de 1822 e faleceu em 1917.
Imaginamos que essa história tenha despertado sua curiosidade.
Nesse episódio falamos sobre esta autora com que teve muitos feitos, mas lamentavelmente é pouco conhecida. E para nos ajudar, esteve conosco a Régia Agostinho.
Ouça a conversa no episódio #55 do decoloniza! O podcast da Ocareté.
Para Saber Mais:
- Revista Cult: https://revistacult.uol.com.br/home/centenario-maria-firmina-dos-reis/
- Portal Liteafro: http://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/322-maria-firmina-dos-reis
Ajude a Prof. Régia Agostinho a transformar a tese dela sobre Maria Firmina dos Reis em livro:
https://www.catarse.me/maria_firmina_dos_reis_poder_escravidao_e_mulheres_no_brasil_do_seculo_xix_1f6d
Régia Agostinho nas Redes Sociais:
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Nesse episódio conversamos com Hamangai Pataxó Hã-hã-hãe e Gilberto Vieira (Giba) sobre como o PL 490 e a tese do Marco Temporal violam os direitos dos povos indígenas no Brasil.
1º e 2º Blocos - Discussões sobre essas medidas que visam mudar as regras sobre territórios indígenas;
3º Bloco - Considerações Finais.
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados colocou em pauta para ser votado o PL 490, de 2007, de autoria do falecido deputado federal Homero Pereira, do Mato Grosso.
Mais para o final do mês, será a vez de o Superior Tribunal Federal analisar a reintegração de posse pelo governo de Santa Catarina contra os povos Xokleng, Guarani e Kaingang, referente à Terra Indígena Ibirama-Laklanõ.
Os ministros do STF também vão analisar a determinação do ministro Edson Fachin de suspender os efeitos do Parecer 001/2017, da Advocacia-Geral da União, que oficializou o chamado “Marco Temporal”.
Para fazer valer seus direitos e, assim, garantir que a lei sobre as demarcações de terras indígenas não seja alterada, representantes de diversos povos indígenas estão em Brasília, no Acampamento Levante Pela Terra.
Nesse falaremos sobre essas tentativas de alterar as leis sobre as terras indígenas. E para nos ajudar conversamos com Hamangai Pataxó Hã-hã-hãe e Gilberto Vieira (Giba), o companheiro Giba que esteve conosco no episódio 16, quando falamos sobre missionários e povos indígenas.
Ouça a conversa no episódio #54 do decoloniza! O podcast da Ocareté.
Para Saber Mais:
- ISA: https://www.socioambiental.org/pt-br/noticias-socioambientais/stf-comeca-a-julgar-futuro-da-demarcacao-de-terras-indigenas-nesta-semana
- CIMI: https://cimi.org.br/2020/05/entenda-parecer-antidemarcacao-stf/
- DCM: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/entenda-o-bolo-de-retrocessos-contra-os-indigenas-que-o-pl-490-carrega/
- APIB: https://apiboficial.org/2021/06/17/levante-pela-terra/
Hamangai Pataxó Hã-hã-hãe nas Redes Sociais:
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Twitter: https://twitter.com/hamangai_Pataxo
Gilberto Vieira (Giba) nas Redes Sociais:
Instagram: https://www.instagram.com/eugibavieira/
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Trilha: Oslodum por Gilberto Gil (Wired Magazine) / Creative Commons - Sampling Plus License 1.0
Nesse episódio conversamos com Cláudia Sala de Pinho, sobre quem são os Povos e Comunidades Tradicionais e sobre a Rede de Povos e Comunidades Tradicionais.
1º Bloco - Quem são os Povos e Comunidades Tradicionais?
2º Bloco - O que é a Rede de Povos e Comunidades Tradicionais do Brasil?
3º Bloco - Considerações Finais.
No episódio 29 do decoloniza!, falamos sobre os Protocolos autônomos de consulta prévia e direito à livre determinação criados a partir da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), e também falamos sobre a criação do protocolo dos Munduruku.
Na ocasião, também fizemos uma menção rápida àqueles que a OIT chama de “povos tribais”, que são os povos “cujas condições sociais, culturais e econômicas os distingam de outros setores da coletividade nacional, e que estejam regidos, total ou parcialmente, por seus próprios costumes ou tradições ou por legislação especial”. No Brasil, esses povos tribais são chamados de “povos e comunidades tradicionais”, e é sobre eles que falamos nesse episódio.
Para nos ajudar, esteve conosco a Cláudia Sala de Pinho.
Ouça a conversa no episódio #53 do decoloniza! O podcast da Ocareté.
Para Saber Mais:
- Observatório de Protocolos Comunitários de Consulta e Consentimento Livre Prévio e Informado:
http://observatorio.direitosocioambiental.org/
https://www.instagram.com/observatorio_protocoloscpli/
- Centro de Pesquisa e Extensão em Diversidade Socioambiental (CEPEDIS):
https://www.facebook.com/cepedis
https://www.youtube.com/channel/UCnsyG0YBq5q7-zQti5E4LQA
Cláudia Sala de Pinho nas Redes Sociais:
Instagram: https://www.instagram.com/depinhoclaudia/
Facebook: https://www.facebook.com/claudiasala.depinho
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52 - Soberania Alimentar
Nesse episódio conversamos com Karini Scarpari e a Roxana Mamani sobre sobre soberania alimentar e como o atual sistema de produção está colocando em risco a vida das pessoas, suas culturas e o planeta.
1º Bloco - O sistema alimentar que vigora no mundo;
2º Bloco - As mudanças desse sistema e dos nossos hábitos alimentares;
3º Bloco - Considerações finais.
Com a globalização, é cada vez mais frequente que a alimentação mundial sofra alterações. Alimentos enlatados, embutidos, industrializados se espalham pelos países historicamente colonizados e frutas e legumes desses países cruzam os mares para estar nas mesas dos países colonizadores.
Essa lógica também é aplicada internamente, nos países produtores.
Isso significa que para manter os padrões estabelecidos e garantir o consumo das potências econômicas e daqueles com maior poder aquisitivo, os sistemas alimentares, que englobam trabalhadores e processos envolvidos na produção desses alimentos, acabam sendo alterados prejudicando seres vivos e também o meio ambiente.
Assim, os recursos acabam se tornando escassos, além de a segurança e a soberania alimentar de diversas populações ficarem em risco.
Nesse episódio falamos sobre a importância da soberania alimentar e como o atual sistema de produção está colocando em risco a vida das pessoas, suas culturas e o planeta. Para nos ajudar, tivemos a companhia de duas pessoas bastante envolvidas com o assunto, a Karini Scarpari e a Roxana Mamani.
Ouça a conversa no episódio #52 do decoloniza! O podcast da Ocareté.
Para Saber Mais:
https://www.instagram.com/bites_of_transfoodmation/
Karini Scarpari nas Redes Sociais:
https://www.instagram.com/kariscarpari/
Roxana Mamani nas Redes Sociais:
https://www.instagram.com/borda_rox/
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Nesse episódio conversamos com Géssica Nunes sobre a relação entre educação e povos indígenas, da sala de aula à lei 11.645, de 2008.
1º Bloco - As dificuldades de haver uma educação que decolonize;
2º Bloco - O que pode ser feito para mudar essa realidade?
3º Bloco - Considerações finais.
Em 2008, a Lei nº 11.645 alterou a 10.639, de 2003, que por sua vez, já era uma alteração da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Em suma, isso significa que passaram a incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena “Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, púbicos e privados”.
Desde então, já se passaram mais de dez anos, e o que deveria ser um ponto de virada no entendimento sobre esses povos todos ainda é algo muito incipiente.
Mas por que é tão difícil uma educação realmente transformadora? Para discutir uma resposta a essa pergunta e muito mais, conversamos com Géssica Nunes.
Ouça a conversa no episódio #51 do decoloniza! O podcast da Ocareté.
Géssica Nunes nas Redes Sociais:
https://www.instagram.com/universidadeterritorioindigena/
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Nesse episódio conversamos com Salvador Schavelzon sobre reflexões e propostas para pensar o mundo para além dos seres humanos.
1º Bloco - O que são Esses Movimentos que Questionam o Antropocentrismo?
2º Bloco - Quais são os Pensamentos Para Além do Antropocentrismo?
3º Bloco - Considerações Finais.
As nossas ideias de filosofia, política, sociedade, relação com a natureza são construídas a partir do homem, ou seja, tendo o ser humano como a razão e medida de todas as coisas. É o chamado antropocentrismo, que abordamos no episódio 33.
No entanto, movimentos que questionam essa concepção de mundo vêm ganhando força: propostas que provocam a pensar para além do ser humano, considerando também os demais seres vivos, como animais e vegetais.
Esses questionamentos possuem desdobramentos práticos: discussões sobre direitos da natureza, novas formas de organização social, entre outros.
O assunto pode ser um pouco complicado, mas convidamos alguém que vem estudando essas temáticas há algum tempo, o professor Salvador Schavelzon.
Ouça a conversa no episódio #50 do decoloniza! O podcast da Ocareté.
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