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Criatividade foi a protagonista do nosso mais novo episódio, escolhida como tema para nosso bate papo, devido à sua grande importância para nossas vidas.
Refletimos que ser criativo é algo inerente ao ser humano, pois somos frutos do ato da criação da combinação de dois seres humanos, porém, devido a inúmeros condicionamentos e crenças limitantes, fomos ensinados a amortecer essa qualidade tão própria de cada um de nós. Não precisa compor grandes óperas, pintar quadros dignos de exposição no Louvre, quando cada um de nós já tem a habilidade de ser o artista da própria vida e, quem sabe, colaborar com a vida do outro também.
Em nossa trajetória de vida já possuímos diversos conteúdos que adquirimos através dos estudos, de um olhar atento, da conversa com um amigo, da leitura de um livro, de um curso feito ou mesmo observando o modo de alguém executar uma determinada atividade. Quando buscarmos resolver os desafios mais simples ou o mais complexo de nossas vidas combinando nossos recursos internos, estamos criando ou aprimorando uma solução e assim estamos sendo criativos.
Otimismo sem ações concretas pode ser mera fantasia e quem vive de fantasia, manifesta ilusões.
Sendo assim, de nada adianta termos nosso momento "eureca", se não buscarmos implementar com ações concretas e constantes os nossos desejos advindos do coração.
Como diz o ditado popular: "Do céu só cai chuva". Então, é de vital importância estarmos atentos e observarmos se estamos sendo levados pela positividade tóxica e usando esse comportamento como justificativa para não nos comprometermos com nossa própria história. Somos todos autores das nossas próprias vidas, se não pegarmos caneta e papel para iniciarmos nosso livro, jamais estaremos na tão desejada noite de autógrafos .
Nosso mais novo episódio nos traz alguns insights sobre as nossas dificuldades em deixar ir...
Quem nunca se apegou à um relacionamento falido, que mais despertava dor ao invés de amor?. Ou mesmo a um emprego que só te proporcionava estagnação e nada de evolução!?. Quantas pessoas já passaram anos a fio, dia após dia em uma graduação ou um projeto que mais reprimiam as suas habilidades e não as conectava com as suas verdades?
Em consequência aos muitos apegos e em uma busca incessante de uma falsa segurança, podemos ir de forma disciplinada e obstinada apagando nossa luz.
É hora de despertarmos, deixarmos dissolver de nossas mãos os muros invisíveis que teimamos em segurar com todo nossa força. Só assim, o novo ciclo poderá chegar e nos iluminar.
Dessa forma, busquemos deixar ir as ilusões, os apegos e tudo o que nos afasta da nossa essência, do amor que existem em cada um de nós. É fundamental nos rendermos a essa luz que só deseja nos iluminar e florescer nossa centelha divina.
Vem curtir mais um episódio e refletir conosco o que você precisa deixar ir....
Com amor,
Willi Farias ❤
Chegamos ao nosso 15° episódio, dessa vez falando sobre Ídolos, personagens nos quais personificamos nossa admiração, nossos ideais, valores, crenças e, muitas vezes, fé e esperança.
A idolatria cega pode nos roubar, sorrateiramente, nosso poder pessoal, e assim estaremos entregando para o outro o que temos de mais precioso: nosso tempo de existência e de escolha.
Em nosso cenário histórico, possuímos muitos exemplos de uma esperança de salvação através dos ídolos, muitos desses ditavam um só caminho, ou mesmo uma forma de sacrifício ou punição para se alcançar certos objetivos. Dessa maneira, é compreensível que tal comportamento permaneça pulsando até hoje, mas isso não significa que devemos continuar alimentando essas experiências em nossas vidas.
Despertar para o fato de que nossa consciência expandiu e nossa forma de entendimento também, nos traz o olhar para aflorarmos o nosso discernimento e percepção ao essencial, para que possamos sepultar as idolatrias e dar passagem para a maestria que cada um de nós possuímos como seres humanos.
Desconfie do que te desempodera e segrega. Olhe com presença para as barganhas que inflam os egos e tentam calar veladamente a voz do espírito.
A força do amor caminha em sintonia e união com os propósitos da alma, que incluem, respeitam e libertam. Esses valores estão na contramão das escolhas sedutoras e manipuladoras escondidas, por vezes, atrás de causas nobres.
Ansiedade é o tema do nosso 14° episódio. No Brasil, os números acerca do tema são cada vez mais expressivos e isso demonstra a importância de olharmos com carinho e presença para os motivos que colocam nosso país, segundo a OMS, como o mais ansioso do mundo. Para bater um papo conosco sobre o assunto, recebemos a Psicóloga e Pós-Graduanda na Especialização Clínica em Gestalt-Terapia, Thalita de Oliveira, onde discutimos sobre como um dos nossos desafios na atualidade tem sido nos mantermos presentes, sem nos alimentarmos das lembranças nostálgicas e infrutíferas do passado ou mesmo nos transportarmos para um possível futuro que nunca chega, dessa forma, nos furtando a dádiva de vivermos o momento e saborearmos os aprendizados disponíveis. A ansiedade disfuncional pode nos sinalizar que há algo em nós que precisa ser cuidado, curado, olhado e acolhido com amor.
Nosso episódio já está no ar, não precisa ficar ansioso para assistir.
No nosso novo episódio recebemos a Prof. Régia Maciel e discutimos sobre Propósito, esse assunto tão atual e importante que é a nossa razão de viver, o porquê de levantarmos todos os dias e seguirmos adiante e para onde vamos. É, sem dúvidas, viver da melhor e mais elevada forma possível enquanto seres humanos. Essa busca sem dúvidas perpassa pela nossa evolução de consciência e esse impacto é para além do que nossos olhos físicos podem perceber, porém nossos corações podem sentir quando estamos vivendo alinhados com nossa verdade interna
No nosso novo episódio, com o intuito de observarmos e, quem sabe, melhorarmos nosso equilíbrio emocional nesse período de quarentena, resolvemos convidar a todos a refletir sobre o tema convivência.
Nosso episódio vem recheado de reflexões sobre como esse momento está apenas ampliando o modo como cada um já vinha tratando suas questões individuais e coletivas, ficando tudo mais evidente. O mais importante é que, a partir do momento em que tomamos consciência, podemos escolher mudar.
Então, fica a nossa sugestão para que possamos viver esse momento da melhor maneira possível. Para isso, nada melhor do que uma pitada de profundidade e uma gotinha de irreverência para trazer alegria e fluidez a esses dias que já têm sido bastante desafiadores. Foi com essa proposta que elaboramos nosso episódio.
Estamos com mais um episódio no ar e nele batemos um papo sobre as Fake News e suas consequências em nossas vidas.
O que não tem verdade tende a causar separatividade e desarmonia e com as Fake News não é diferente. Infelizmente, muitas falsas notícias vêm sendo disseminadas. Para alguns, o interesse escuso é o motivo, por outro lado a falta de atenção e preguiça em pesquisar a veracidade do conteúdo acelera a disseminação e causa consequências nocivas em nossa sociedade.
Deixamos nosso apelo para nos atentarmos ao compartilhamos informações, pois as mesmas podem causar sérios prejuízos, sobretudo nesse momento de crise tão delicado que nossa humanidade vem passando.
Chegamos ao nosso 10° episódio com a proposta de discutir como atravessar os períodos de crise, seja ela de que tipo for. Buscamos fazer uma contextualização com a crise atual decorrente da pandemia do Covid-19 (coronavírus), enquanto nos aprofundamos nas oportunidades e aprendizados que esses momentos de turbulência podem nos proporcionar. Também debatemos maneiras de enfrentar os momentos de crise com consciência, abertura, criatividade e pensamento coletivo.
Nosso 9° episódio vem com um bate-papo repleto de vulnerabilidade e desejo de compartilharmos nossas experiências e vontade de ouvir as de vocês.
Fomos educados em um padrão cultural onde ser vulnerável é sinônimo de fraqueza e instabilidade, dessa forma, acabamos tendo dificuldade de demonstrarmos nossos sentimentos e desejos com medo de sermos manipulados, julgados como fracos ou mesmo sermos rejeitados, dessa forma acabamos não vivendo o que de fato desejamos, assim, acabamos tentando controlar as situações e em uma busca ilusória de sermos perfeitos, para que possamos ser aceitos e acabamos blefando com nós mesmos.
Agir através do ❤ nos pede coragem e humildade, para que possamos assumir nossa humanidade, e enquanto humanos é certo que nosso processo de crescimento é repleto de erros, acertos, crescimento, contração, felicidade, tristeza e tantos outros sentimentos e sensações que nos lembram que estamos vivos e sentindo.
Nossa sugestão é que possamos nos auxiliar, mutuamente nesse processo e, através de um estado de presença, possamos nos acolher e buscarmos melhorar com verdade e amorosidade à medida que formos vivendo.
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