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Em nosso 8º episódio refletimos sobre as consequências de nos fecharmos em bolhas, de nos furtarmos de conviver com o que diverge de nossa opinião e querer impor a nossa verdade como absoluta.
Nosso convite é para que possamos observar em quais áreas das nossas vidas estamos cristalizados e fechados em nossas próprias opiniões, muitas vezes até repelindo um convívio social de forma saudável, por querermos impor nossas "verdades" ou mesmo por não respeitar o que diverge do ponto de vista que possuímos.
Nosso 7° episódio chega com a proposta de discutir os artifícios muitas vezes utilizados para manipular o outro na busca de estabelecer e/ou manter uma relação. Também discutimos as "técnicas" que são ensinadas, disseminadas e aperfeiçoadas ao longo do tempo visando a conquista, a sedução, enfim, os jogos que são praticados e muitas vezes mascaram quem realmente as pessoas são, ou seja, as ações e reações são mecanizadas e visam o único e exclusivo objetivo de fazer com que o outro aja e responda como o planejado, não importando o custo para se alcançar esse fim.
Nosso 6° episódio trouxe uma temática super importante e que vem quebrando tabus dia após dia. Para nosso bate-papo sobre sexualidade, recebemos com o maior carinho a Psicóloga e Pós-graduanda em Especialização Clínica em Gestalt Terapia, Thalita de Oliveira.
A nossa relação com a vida e o prazer pode ser um termômetro de como vivenciamos nossa sexualidade e como essa construção vem sendo influenciada e influência nosso modo de estar e sentir.
Fica o nosso convite para observarmos se a forma com que estamos expressando nossa sexualidade é saudável, se tem contribuído para nosso equilíbrio como seres integrais e livres.
Chegamos ao nosso 5° Episódio propondo o debate sobre as formas de desenvolvimento dos relacionamentos: se estruturados em etapas, seguindo uma ordem de acontecimentos, decisões e amadurecimento ou de forma livre, espontânea e sem preocupações com rótulos e amarras. A discussão também propõe uma reflexão do quanto pensamos de forma racional e/ou emocional na hora de viver e sentir os relacionamentos.
Em nosso 4° episódio tivemos a participação pra lá de especial do Professor de Filosofia Aldenir Costa
Nosso bate papo, vem trazendo a sugestão de percebermos a prática da filosofia em nosso cotidiano e de que maneira nossa sociedade e a cultura na qual estamos inseridos são reflexos de uma série de construções filosóficas que foram desenvolvidas ao longo da história da humanidade.
Nossa proposta traz o convite de olharmos para além do que está aparentemente posto, de usarmos da reflexão, do questionamento e do conhecimento que nos foi herdado, para evoluirmos como indivíduos e nos autorresponsabilizarmos por nossa construção social.
Percebemos que, através da filosofia, podemos mergulhar profundamente em ações, comportamentos e relações, resignificando nossa forma de perceber o mundo, através de práticas simples, como se fazer presente em nossos atos.
Vem conferir nosso 4° episódio sobre Filosofia na prática.
Nosso terceiro episódio está no ar e nele buscamos levantar algumas reflexões sobre os rótulos que definimos acerca de pessoas ou situações baseados nas projeções internas que fazemos e na cultura que vivenciamos.
Muitas vezes em nossa intenção autocentrada e nada empática, acabamos por colocar cada situação em caixinhas diferentes e rotular essas vivências, tirando de nós mesmos, e do outro, a subjetividade que é intrínseca a cada indivíduo.
Com a pressa em julgarmos e a preguiça em enxergar além do óbvio, queremos transformar algo dinâmico em estático, pois enquanto seres humanos estamos em constante evolução e quando temos a pretensão de sentenciar algo ou alguém vestimos a roupa da arrogância, nos rendendo a julgamentos rasos, superficiais e nos furtamos a possibilidade de experienciarmos a vida a partir de um ponto de vista mais neutro e livre de julgamentos preconcebidos.
Texto: Williane Farias
Arte: Luiza Guedes
Nosso segundo episódio vem trazendo o convite para ampliarmos o olhar para nos auto-observarmos e sentirmos qual parte nossa escolhe ou não relacionar-se de forma fluida, verdadeira, livre de máscaras, controles e idealizações.
Relacionar-se é uma das maiores escolas de aprendizado e evolução como seres humanos. Temos essa escolha em nossas mãos ao nos tornarmos nossa melhor versão, transbordarmos o que há de melhor em nós e compartilharmos com nossos pares de forma genuína, sem terceirizar para o outro a impossível e injusta missão de tornar nossas vidas um eterno conto de fadas, até porque somos seres humanos e nossa vida é real.
Ao buscar crescermos com cada relação que nos chega de forma verdadeira, gerando espaços de diálogos e empatia, teremos a possibilidade de construirmos juntos relações mais saudáveis e prazerosas.
Vamos refletir: O quanto estamos sendo autorresponsáveis em nossas relações!? ❤.
Texto @fariaswilliane
Este é o nosso primeiro podcast, que aborda a temática do Amor Próprio. Nosso convite é para que com leveza possamos tomar consciência de alguns possíveis limitadores que tem dificultado nosso crescimento e expansão na vida.
A ideia é que juntos possamos trocar idéias, opiniões, construir um espaço de crescimento e reflexões, para que possamos ter mais clareza e coragem para as mudanças necessárias em nossas vidas.
Amor próprio é como uma flor que desabrocha. Aprendemos a nos amar, quando nos respeitamos, nos priorizamos e já nos sentimos fortalecidos para colocar limites com consciência em relações e situações que já não fazem mais sentido em nossas vidas, situações que ferem e machucam nosso SER. O amor próprio vem de um cantinho nosso que escolhe ser feliz a cada dia com toda a nossa bagagem, com nossa luz e nossa sombra e, ainda assim, segue na vida caminhando em busca de se expressar de forma genuína, independente da opinião e do olhar alheio.
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São ações simples no dia a dia, que nos sinalizam que estamos florescendo para a vida de forma saudável: como cuidar de forma equilibrada e com amor do nosso corpo, mente e espírito , tendo coerência com nossos pensamentos, palavras e ações, isso traz uma enorme sensação de leveza, fluidez e crescimento para o nosso SER.
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O primeiro limite que precisamos ter é com nós mesmos, com nossa permissividade e necessidade de estar sempre querendo agradar e ser servil.
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Vamos refletir, será mesmo que vale à pena escolher se perder de si mesmo para caber no mundo do outro!?.
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Todos temos um paraíso interno, e esse é o mergulho mais libertador e empoderador que podemos fazer, vamos mergulhar em nosso amor próprio e resgatar nosso força e poder pessoal.
Vamos, juntos!?
Texto: Willi Farias
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