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Você ama seus filhos. Mas… onde você foi parar?
Neste episódio, abordamos a dor de se perder no maternar. Quando a mulher desaparece atrás da mãe exausta, sobrecarregada, e esquecida.
Uma conversa sincera sobre a culpa, os limites e o direito de existir além da maternidade.
Você é uma mãe diferente para cada filho – e tudo bem.
Neste episódio, falamos das nuances invisíveis entre criar meninas e meninos, e como a nossa história com pai, mãe e irmãos influencia nesse papel. Um olhar afetivo e sistêmico sobre o gênero na maternidade.
O que é feito com amor, nunca é esquecido pela alma.
Neste episódio, damos voz aos filhos não nascidos, às histórias interrompidas, às dores silenciosas.
Um mergulho na importância de dar lugar a todos, inclusive aos que não chegaram a nascer, e como isso impacta profundamente mães, irmãos e vínculos futuros.
Filhos não imitam só o que veem. Eles sentem o que está oculto.
Neste episódio, vamos falar sobre o papel dos filhos como espelhos da alma dos pais – refletindo feridas, medos e até lealdades familiares inconscientes.
Uma conversa forte e amorosa sobre o que está sendo pedido a você para curar.
Para fechar o bloco com alma: um episódio para deixar a criança interna respirar.
Aqui, falamos sobre permissão, descanso, colo simbólico e presença. Um convite à reconciliação com o passado e à leveza de ser quem se é – sem precisar salvar ninguém.
Seu corpo tem memórias que a mente esqueceu.
Neste episódio, exploramos como traumas antigos se alojam no corpo, moldam nossa postura, dores e até decisões. Um episódio para quem sente demais – mesmo sem saber o porquê.
Você virou o apoio emocional dos seus pais. Mas e quem cuida de você?
Neste episódio, vamos falar sobre inversões de papéis, sobre o cansaço de quem cresceu como “psicóloga da família” e sobre como é possível ocupar o seu lugar de filha – com leveza e presença.
Você acha que escolheu. Mas talvez só esteja repetindo.
Neste episódio, investigamos as decisões que parecem livres, mas vêm embaladas pela dor dos nossos pais. Um mergulho nos padrões que seguimos sem perceber – e como podemos criar um novo caminho.
Gratidão que paralisa não é gratidão.
É lealdade inconsciente.
Neste episódio, vamos entender como a gratidão mal compreendida nos impede de seguir. E como o amor lúcido pode nos libertar das amarras do passado sem precisar romper com nossas raízes.
Você virou pai e mãe de si mesma. Mas será que ainda precisa ser?
Neste episódio, vamos falar da mulher que carrega tudo nas costas – e não sabe mais descansar. O peso da autossuficiência, a exaustão da “mulher forte” e o caminho para se permitir apoio.
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