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Neste episódio falo sobre acordar cedo, não saber fazer pesquisas no Google e como isso inquinou a minha experiência hospitalar em Nápoles. Discorro sobre a minha patologia com plantas e sobre como odeio puzzles e Sudoku apesar de gostar de atividades standartizadas como, por exemplo, organizar botões por cores. Exponho a minha contradição interna de adorar o campo mas odiar bicheza. Termino com uma reflexão sobre sentido de compromisso e pontualidade.
Primeiro episódio gravado noutro sítio que não o original. Neste episódio falo sobre gostar de estar sozinha, gostar de receber convidados, ter medo de estar sozinha em moradias à noite, imaginar cenários violentos e o meu toxic trait. Conto que fui às Montras em São Luís, que usei o chat gpt (não costumo, não gosto, sou velha). Descubro que afinal não tenho sono quando conduzo, debato-me sobre professores que tocam em alunos sem a sua autorização, assumo que gostava de bater em pessoas e digo os seus nomes, falo um pouco sobre o meu novo texto de stand-up, sobre cartazes feitos com IA e respetivos erros e conto que fiz um amigo palhaço. Leio um excerto duma crónica da Clarice Lispector e disserto sobre o conceito de ciúmes retroativos a propósito do Roberto Carvalho, viúvo da Rita Lee, que reatou com uma ex da sua adolescência.
Neste episódio conto que vou ser convidada do Humor à Primeira Vista ao vivo no Paredes de Coura, que tenho 2 livros de poesia publicados, conto uma das minhas histórias preferidas que é a minha relação incrível com a minha professora de português do ensino básico, conto porque é que acho relaxante e terapêutico responder a incels que comentam as minhas coisas e explico porque é que o fitness é a minha paixão. Conto que não li uma pevide mas que ouvi o último álbum da Anitta e vi o A Bem da Nação do Miguel Dores. No final, dou a minha humilde opinião sobre dar expose a abusadores nas redes sociais e o que acho sobre o trabalho da Inês Marinho.
No episódio desta semana falo sobre uma atuação de stand up em que um heckler me ajudou, falo sobre já ter tido uma produtora de eventos e quem é que nos deve dinheiro, conto que conheci o primeiro homem que sabe para que serve um Papanicolau, que chorei por dizer "não" a um velhinho, que fiz um DIY e não me irritei, o que devemos fazer quando dormimos com alguém que ressona, o meu primeiro casting por self tape, a minha opinião sobre miúdos que compraram o GTA com o dinheiro do Volta, conto a minha experiência lindíssima enquanto aprendiz de alfarrabista e termino com mais uma reflexão sobre a ancestralidade e animalidade, em detrimento da civilização e etnocentrismo europeus.
Neste episódio conto como foi atuar no Alive, como foi ser convidada do Seja Como For ao vivo na Casa Capitão, ir a babyshowers, o que é ser de telheiras aka melhor bairro do mundo, conto uma peixeira que aconteceu num restaurante, falo sobre o meu amor-ódio a Armação de Pêra, disserto sobre a minha adolescência, conto uma peixeira que aconteceu no autocarro a voltar, falo sobre a Fronteira do Medo e o Na Saúde e na Doença e termino com a minha opinião sobre comentadores de futebol (não deviam existir).
Neste episódio conto várias peripécias que aconteceram nesta semana no Porto, falo sobre o mundial e a minha relação com futebol ao longo dos anos, sobre conhecer mães de amigas e respetivas casas de infância, adorar conhecer casas e fazer tours de casas, conto uma tour de casa inesperada, falo sobre como foi conhecer o Peter Castro e a Beatriz Gosta, disserto sobre pastelaria e etimologia, sobre as diferenças entre ser uma mulher baixa ou alta e termino com uma reflexão sobre o conceito de católicos não praticantes.
Neste episódio falo sobre ter levado o meu homem ao laser, sobre cultura de ped0filia, sobre atuações no 8 marvila, teatro Bocage e, claro, rock in rio! Conto algumas histórias de edições anteriores do Rock in Rio, conto as minhas leituras e termino falando sobre misofonia e ode ao silêncio.
Neste episódio faço uma lista de elementos do waking life que quero parabenizar, conto que chorei copiosamente com a máquina de fazer espanhóis e falo sobre o consumo recreativo de drogas e respetivos preconceitos e avisos
Neste episódio conto que adoro fazer malas, que às vezes me sinto mal por tirar demasiadas férias, falo da minha procrastinação e adrenalina de fazer as coisas à última da hora, leio algumas notas do iPhone e falo sobre cultura de magreza, ozempic e coisas que fazem as mamas crescer.
Neste episódio falo sobre a viagem que fiz a Cabo Verde, roteiros de viagem, ficar em air Bnb e não em resort, ir ao supermercado = cultura, ser medricas mas não querer perder experiências, pessoas que não confiam no splitwise, ser péssima a converter dinheiros e beber água da torneira no estrangeiro. Também falo da minha paixão pelo Valter Hugo Mãe e exploro como o deslumbramento é uma benção.
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