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Oie, voltamos com o segundo episódio do quadro "Vizinha, cê tá ligada?" A repórter do Nós, Beatriz de Oliveira narra sobre impactos negativos dos jogos de azar na vida das mulheres da periferia.
A matéria foi ao ar em nosso site em outubro de 2024 e traz histórias de mulheres que se endividaram, se afastaram da família para sustentar o vício no jogo.
Por que o licenciamento ambiental é necessário e como o PL da Devastação acaba com ele
“Os números contam uma história”: a contadora Aline Sales e os MEIs nas periferias
Chega mais que o Conversa de Portão tá no ar com a nova série "Vizinha, cê tá ligada?". A gente vai trazer as principais notícias que rolaram em nosso site, narradas pelas nossas repórteres.
No episódio de estreia, a repórter Amanda Stabile mergulha em um tema delicado e comum a muitas: o endividamento por causa de relacionamentos. A reportagem, publicada em 9 de maio, fez tanto barulho que resolvemos trazer para o nosso bate-papo. Dá o play!
Para conferir a matéria completa em nosso site acesse o link abaixo:
Eu estava apaixonada e acreditei
As demais reportagens mencionadas ao final da nossa conversa podem ser conferidas aqui:
Exame substituto do papanicolau
Brasil é o país com a maior diversidade genética do mundo
Catadoras promovem sustentabilidade através de cooperativa de recicláveis em SP
De onde vem a grana para as empreendedoras periféricas começarem seus negócios?
Neste quarto episódio da série "Nós, Prefeitas", viajamos para os sertões maranhenses, especificamente para São João dos Patos, para conhecer Joana Rocha dos Santos, a Dona Noca. Em 1934, ela se tornou a primeira mulher prefeita do Maranhão e a segunda do Brasil.
Sua trajetória é um exemplo de força e inovação em uma época dominada por homens. Desde jovem, assumiu os negócios da família e, apesar das dificuldades, realizou iniciativas marcantes como prefeita, incluindo a reconstrução de estradas e o apoio à educação.
Para entender melhor a trajetória e o impacto de Dona Noca, conversamos com Mayjara Costa, mestre em História Social pela Universidade Federal do Maranhão. Mayjara compartilhou suas descobertas sobre a prefeita que deixou uma marca significativa na sua cidade e na política da época.
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No terceiro episódio da série “Nós, prefeitas”, mergulhamos na trajetória de Iraci Cassiano Soares, a primeira prefeita indígena da Paraíba, quiçá do Brasil. Eleita em 1992 para a prefeitura de Baía da Traição, ela enfrentou grandes desafios e inimigos poderosos em sua jornada para transformar sua cidade natal. Conhecida por seu slogan de campanha “Briga do Beiju contra a Lagosta”, Iraci utilizou essa frase para simbolizar a luta dos indígenas contra as forças externas que ameaçavam seu território, como os latifundiários e os colonizadores.
Neste episódio, conversamos com Márcia Cristiane, doutora em Educação pela Universidade Estadual do Ceará e autora da tese “Não posso ser professora da aldeia, mas posso ser prefeita da cidade: biografia de Iraci Cassiano Soares”. A pesquisadora trouxe reflexões valiosas sobre a vida e o impacto de Iraci, oferecendo uma visão detalhada da resistência indígena e das complexidades enfrentadas por mulheres indígenas na política.
Também conversamos Glória Rabay, jornalista e doutora em Ciências Sociais, que ofereceu uma análise sobre a presença feminina na política da Paraíba e o efeito da eleição de Dilma Rousseff no aumento de prefeitas mulheres no Brasil. E ouvimos Braulina Baniwa, mulher indígena, cientista e antropóloga que compõe a ANMIGA (Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade) sobre a importância de fortalecer a presença indígena na política e como “aldeiar” a política pode ajudar a garantir a representatividade e os direitos dos povos indígenas.
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No segundo episódio da série “Nós, prefeitas”, exploramos a trajetória de duas mulheres notáveis na política brasileira. Começamos com a história de Lia Varela, a primeira mulher negra a assumir a prefeitura de uma capital brasileira, São Luís, no Maranhão, em 1978. Apesar de seu breve mandato de 30 dias, Lia fez história com suas iniciativas focadas na educação e deixou um legado significativo.
Em seguida, mergulhamos na trajetória de Tânia Terezinha, eleita prefeita de Dois Irmãos, no Rio Grande do Sul, em 2010, tornando-se a primeira mulher negra eleita para ocupar tal cargo em um município brasileiro. Tânia também foi a primeira vereadora negra de sua cidade e atuou em diversas áreas da saúde e política local.
No episódio, ouvimos a pesquisadora Pâmela Íris, mestre em Antropologia Social Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que compartilhou insights valiosos sobre as mulheres negras na política no Sul do Brasil e discutiu o impacto das desigualdades estruturais nas eleições.
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Neste primeiro episódio do especial “Nós, prefeitas”, trazemos à tona a trajetória e os desafios das mulheres que assumem o cargo de prefeitas no Brasil. O país ainda enfrenta profundas barreiras de gênero e raça. Apenas 12% dos municípios brasileiros são governados por mulheres, e menos de 4% das prefeitas são negras.
Conversamos com Marina Barros, cofundadora e diretora-executiva do Instituto Alziras, que comentou sobre as dificuldades enfrentadas pelas mulheres na política, desde a falta de recursos até o preconceito e assédio. Também ouvimos Cyntia Brasileiro, mestre e doutora em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Campina Grande
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Semayat Oliveira e Juliana Albuquerque nos apresentam dois olhares sobre o lixo: o de Francy Baniwa, uma mulher indígena da Amazônia que é doutoranda em Antropologia Social e se dedica ao projeto Amaronai-Ita, produzindo absorventes ecológicos para mulheres da região, e o de Francieli Silva, uma catadora de materiais recicláveis na cidade de São Paulo. O episódio aborda a questão do lixo no Brasil, a importância da reciclagem e a relação do lixo com as mudanças climáticas.
Esse foi o 3° Episódio da série "Cuidadoras Ancestrais - Elos entre a cidade e a floresta, pela Justiça Ambiental" realizado e produzido pelo Nós, Mulheres da Periferia e Rede Wayuri de comunicação indígena do Rio Negro, Amazonas.
As entrevistas foram produzidas por Beatriz de Oliveira e Cláudia Wanano, com apoio de produção de Carol Moreno. O roteiro foi escrito pela Mayara Penina, a narração é da Semayat Oliveira e a edição de som é da Trilhará.
Juliana Albuquerque e Semayat Oliveira nos levam para conhecer a história de duas cuidadoras ancestrais: Cleunice Maria de Paula, a Tia Nice, que criou um restaurante orgânico na periferia de São Paulo, e Dona Jacinta Sampaio, uma liderança indígena da Terra Indígena Balaio, em São Gabriel da Cachoeira, Amazonas. Ambas lutam pelo meio ambiente e pela justiça social, usando a alimentação como base de tudo.
Esse foi o segundo episódio da série "Cuidadoras Ancestrais - Elos entre a cidade e a floresta, pela Justiça Ambiental" realizada e produzida pelo Nós, Mulheres da Periferia e Rede Wayuri de comunicação indígena do Rio Negro, Amazonas.
As entrevistas foram produzidas por Beatriz de Oliveira e Juliana Albuquerque, com apoio de produção de Carol Moreno. O roteiro foi escrito pela Mayara Penina, a narração é da Semayat Oliveira e a edição de som é da Trilhará.
Semayat Oliveira e Juliana Albuquerque apresentam Rosi Waikhon e Juliana Costa, duas cuidadoras ancestrais que unem antropologia e arte como defesa do conhecimento indígena e da justiça climática.
Esse foi o 1° Episódio da série "Cuidadoras Ancestrais - Elos entre a cidade e a floresta, pela Justiça Ambiental" realizado e produzido pelo Nós, mulheres da periferia e Rede Wayuri de comunicação indígena do Rio Negro, Amazonas. A série conta a história de mulheres que lutam pela sustentabilidade de suas comunidades, desmistificando o papel do ativismo ambiental.
As entrevistas foram produzidas por Beatriz de Oliveira e Cláudia Wanano, com apoio de produção de Carol Moreno. O roteiro foi escrito pela Mayara Penina, a narração é da Semayat Oliveira e a edição de som é da Trilhará.
Escravização, racismo, afastamento afetivo, ausência de informações sobre suas origens. As populações negras na diáspora africana têm algo em comum: o trauma causado por uma das maiores catástrofes humanas. No Brasil, a abolição burocrática ocorreu há 134 anos. Entretanto, o racismo faz novas vítimas diariamente. Qual o impacto psicológico que este contexto causa na vida familiar? Este é o assunto que abordaremos com Reymi Solange Chagas, Psicóloga clínica e social, mestre e doutoranda nestas áreas pela PUC SP. Ela é escritora do livro A União Faz a Força: Expressões do Mito Familiar em Famílias Negras.*Este conteúdo foi produzido em parceria com o Instituto SulAmérica como parte da campanha #BemAmarelo
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