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🎧 Alô, vizinha!
Tá no ar o vigésimo primeiro episódio da nossa série “Vizinha, cê tá ligada?”
Neste episódio, Amanda Stabile, repórter do Nós, te convida para uma conversa essencial sobre como a crise climática ultrapassa a ideia de “destruição das florestas” e atinge diretamente o dia a dia de quem vive nas periferias.
Em “Os impactos da Crise Climática nas periferias”, você vai entender, de forma acolhedora e direta, como enchentes, ondas de calor, falta de infraestrutura, desigualdade ambiental e outros desafios tornam as periferias ainda mais vulneráveis — e por que falar sobre isso é urgente.
Amanda explica os principais impactos, revela histórias de quem já sente essas mudanças no cotidiano e mostra como essa pauta é, antes de tudo, uma questão de justiça social.
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📰 Leia a matéria completa no site: A crise climática não afeta só as florestas: 7 impactos nas periferias
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Entre o sonho e o aperto: afinal, quem é a classe média brasileira?
Por que achamos normal que outras pessoas limpem a nossa sujeira?
🎧 Alô, vizinha!
Tá no ar o vigésimo episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”
Neste episódio, “O que significa marchar por reparação, segundo Lúcia Xavier”, a repórter Beatriz Oliveira conversa sobre o significado da Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver, que vai reunir mulheres de todo o Brasil em Brasília, no dia 25 de novembro.
Dez anos depois da histórica Marcha Nacional das Mulheres Negras, o movimento segue firme — agora com um novo elemento central: a reparação. No episódio, a ativista e assistente social Lúcia Xavier, cofundadora da ONG Criola, reflete sobre como reparar é reconhecer os danos da escravidão e construir uma sociedade justa, que redistribua riquezas, oportunidades e dignidade.
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📖 Leia a matéria completa no site:
👉 Ao marchar por reparação, mulheres negras reivindicam uma nova nação
🗞️ Outras matérias citadas neste episódio:
✅Conheça 8 agências de afroturismo lideradas por mulheres
✅Maria Firmina dos Reis, a mulher que escreveu liberdade antes da abolição
🎧 Alô, vizinha!
Tá no ar o décimo nono episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”
Neste episódio, “O que muda quando uma favela ganha um CEP?”, a repórter Amanda Stabile conversa sobre o impacto que o registro oficial traz para as comunidades em situação de vulnerabilidade. Ter um CEP vai muito além de um número — é acesso a direitos, pertencimento e reconhecimento.
A partir de dados do IBGE e histórias reais, o episódio mostra como o Código de Endereçamento Postal pode transformar a relação das favelas com o Estado e garantir políticas públicas mais justas para quem vive nesses territórios.
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🔗 Leia a matéria completa no site: 👉 O que muda quando uma favela ganha um CEP?
📚 Outras matérias citadas neste episódio:
✅ Entre o sonho e o aperto: afinal, quem é a classe média brasileira?
✅ Moradores de periferia de SP se mobilizam contra instalação de incinerador de lixo
🎧 Alô, vizinha!
Tá no ar o décimo oitavo episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”
Neste episódio, “A trajetória de Valdecir Nascimento, fundadora do Instituto Odara”, Beatriz de Oliveira, repórter do Nós, apresenta a história de uma das principais referências do movimento de mulheres negras no Brasil.
Ativista, educadora e pesquisadora, Valdecir Nascimento atua há mais de 40 anos na luta antirracista e na construção de políticas públicas voltadas para mulheres negras. Fundadora do Instituto Odara – Organização de Mulheres Negras, ela acredita que as mulheres negras são a ponta de lança para transformar o Brasil.
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📰 Leia a matéria completa no site:
✅ A trajetória de Valdecir Nascimento, fundadora do Instituto Odara
📚 Outras matérias citadas neste episódio:
✅ “Ser mulher negra é ser alvo o tempo inteiro, mesmo na internet”
✅Neusa Santos Souza e as marcas do racismo na psique brasileira
🎧 Alô, vizinha!
Tá no ar o décimo sétimo episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”
Neste episódio, “Movimentos que antecederam a Marcha Nacional das Mulheres Negras”, Amanda Stabile, repórter do Nós, relembra cinco encontros marcantes que antecederam a Marcha e ajudaram a construir esse processo coletivo de luta por reparação histórica, justiça social e equidade para mulheres negras.
A Marcha Nacional das Mulheres Negras é um marco. Mas como todo movimento, ela tem um caminho ancestral — feito de articulação, resistência e referência. Desde os anos 1950, mulheres negras já se organizavam em associações e grupos locais, e foi a partir das décadas de 1970 e 1980 que suas vozes ganharam ainda mais força.
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📰 Leia a matéria completa no site:
✅Movimentos que antecederam a Marcha Nacional das Mulheres Negras
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✅Sudeste: esperas e viagens para acessar um direito reprodutivo previsto em lei
✅Dos hospitais aos rituais de cuidado: os usos da placenta no Brasil
🎧 Alô, vizinha!
Tá no ar o décimo sexto episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”
Neste episódio, “Palhaçaria negra: o riso político de Juliene Lellis”, Beatriz de Oliveira, repórter do Nós, apresenta a história da artista que encontrou na palhaçaria uma forma de provocar riso — mas também de resistência, crítica e reconstrução de identidade.
Juliene faz parte de uma geração de mulheres negras que subvertem o riso como ferramenta política, desafiando os estereótipos racistas e de gênero presentes no mundo das artes. Sua trajetória mostra que é possível ocupar a cena com afeto, ancestralidade e liberdade.
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✅ Palhaçaria negra: o riso político de Juliene Lelli
📚 Outras matérias citadas neste episódio:
✅Marcha das Mulheres Negras lança manifesto econômico
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✅Reforma do Imposto de Renda: 5 mudanças que podem impactar o seu bolso
🎧 Alô, vizinha!
Tá no ar o décimo quinto episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”
Neste episódio, “A primeira infância em territórios de exclusão e desigualdade social”, Amanda Stabile, repórter do Nós, fala sobre os desafios enfrentados por crianças de 0 a 6 anos que vivem nas periferias e favelas do Brasil — desde a insegurança alimentar até a falta de áreas verdes e acesso a creches.
Mesmo representando 8,9% da população, crianças dessa faixa etária são as mais afetadas por eventos climáticos extremos, precariedade habitacional e ausência de políticas públicas eficazes.
Quando somadas a marcadores como raça, gênero e território, as desigualdades se aprofundam, impactando diretamente o desenvolvimento físico, emocional e cognitivo dessas crianças
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✅ A primeira infância em territórios de exclusão e desigualdade social
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✅5 encontros precursores da Marcha Nacional das Mulheres Negras
✅Dos hospitais aos rituais de cuidado: os usos da placenta no Brasil
🎧 Alô, vizinha!
Tá no ar o décimo quarto episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”
Neste episódio, “Conheça Maria Punga, a mulher negra dona do primeiro café de São Paulo”, Beatriz de Oliveira, repórter do Nós, conta a história de Maria das Dores Punga, a primeira mulher negra a abrir um café em São Paulo, ainda nos anos 1850.
Mais do que servir bebida, Maria criou um espaço de acolhimento, cultura e resistência para artistas e pessoas negras — num tempo em que a presença negra nesses ambientes era quase sempre recusada.Hoje, sua trajetória inspira a memória e a ocupação de novos espaços por mulheres negras empreendedoras.
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📰 Leia a matéria completa no site:
✅Maria Punga: a barista negra dona do primeiro café de São Paulo
📚 Outras matérias citadas neste episódio:
✅Saúde mental: “se o profissional não for preto, como vai entender o que eu vivo?”
✅Psicólogas falam sobre tratamento de transtorno do jogo no CAPS
🎧 Alô, vizinha!
Tá no ar o décimo terceiro episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”
Neste episódio, “O peso do racismo na saúde mental de mulheres negras”, Amanda Stabile, repórter do Nós, mostra como o racismo impacta profundamente o bem-estar psicológico de mulheres negras, e por que ainda é tão difícil encontrar profissionais que compreendam essas vivências.
Se, por um lado, os dados mostram que mulheres negras são as que mais sofrem com transtornos mentais, por outro, são as que menos têm acesso a tratamento e quando têm, esbarram em olhares e escutas atravessadas pelo racismo estrutural.
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📰 Leia a matéria completa no site:
✅ O peso do racismo na saúde mental de mulheres negras
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✅O salário que Maria não vê: quase 20% vai embora em impostos
✅Moradores de ocupação de Embu das Artes resistem em meio às ameaças do poder público
🎧 Alô, vizinha!
Tá no ar o décimo segundo episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”
Neste episódio, “Nem todo sofrimento precisa de diagnóstico, mas de justiça social”, Beatriz Oliveira, repórter do Nós, conversa sobre a importância de politizar o sofrimento e entender que ele não é universal — varia conforme gênero, raça e classe.
A proposta da psicóloga entrevistada é clara: nem todo sofrimento é um transtorno. Muitas vezes, o que nos adoece está ligado a desigualdades sociais, e não a um "problema individual".A medicalização da vida transforma questões sociais, culturais e políticas em diagnósticos, mascarando o que realmente precisa ser enfrentado: a injustiça estrutural.
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✅ Nem todo sofrimento precisa de diagnóstico, mas de justiça social
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✅7 clubes de leitura conduzidos por mulheres para você conhecer
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