Conversa de Portão

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By Nós, Mulheres da Periferia.NewsDaily News
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Conversa de Portão episodes

  • EP11: Pobre não tem tempo nem pra adoecer mentalmente

    🎧 Alô, vizinha!


    Tá no ar o décimo primeiro episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”

    Neste episódio, “Pobre não tem tempo nem pra adoecer mentalmente”, Amanda Stabile, repórter do Nós, fala sobre como a exaustão, a ansiedade e a falta de acesso ao cuidado psicológico afetam profundamente a saúde mental de quem vive nas periferias.

    Apesar de o Brasil ser o país mais ansioso do mundo, o acesso ao atendimento psicológico ainda é privilégio de poucos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em países de baixa renda, apenas 12% das pessoas com transtornos mentais recebem tratamento. A mesma organização aponta que 18,6 milhões de brasileiros convivem com ansiedade.

    Esses números reforçam: não é que o pobre não tenha tempo para adoecer — é que falta acesso ao cuidado. Viver mal pago, em condições precárias, espremida no transporte e exposta à violência desde cedo afeta, sim, a saúde mental.


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    ✅  Pobre não tem tempo nem pra adoecer mentalmente


    📚 Outras matérias citadas neste episódio:


    ✅Nova lei garante reconstrução mamária pelo SUS em qualquer causa de mutilação


    ✅Resenha: Os Quatro da Candelária e os sonhos de crianças que seguem sendo interrompidos 

    8 min
  • EP10: CAPS não é chacota

    🎧 Alô, vizinha!


    Tá no ar o décimo episódio do quadro “Vizinha, cê tá ligada?”

    Neste episódio, “CAPS não é chacota”, Beatriz Oliveira, repórter do Nós, fala sobre os conteúdos que usam os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) como piada.

    Por trás do tom de humor, essas publicações acabam descredibilizando um serviço público essencial e reforçando o estigma sobre pessoas em sofrimento psíquico.

    A conversa também evidencia como o racismo estrutura essa lógica:

    "A maioria das pessoas com transtorno mental grave que foram institucionalizadas são pessoas pretas. Ridicularizar essas pessoas mais uma vez as desumaniza", afirma a psicóloga e psicanalista Késia Rodrigues.


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    ✅  CAPS não é chacota


    📚 Outras matérias citadas neste episódio:

    ✅Primeira infância nas favelas: entre o começo da vida e a falta de direitos

    ✅Pagã: “Quero que as pessoas saiam do senso comum de que religião não se discute”

    10 min
  • EP9: Vem cá, vamos conversar sobre sexo entre vulvas

    🎧 Alô, vizinha!


    Tá no ar o nono episódio do quadro “Vizinha, cê tá ligada?”

    Neste episódio, “Vem cá, vamos conversar sobre sexo entre vulvas”, Amanda Stabile, repórter do Nós, fala sobre uma ideia que precisa ser desmistificada: sexo não é só penetração, nem depende de pênis para existir.

    A conversa aborda a importância de reconhecer a diversidade das práticas e afetos entre mulheres que se relacionam com mulheres e de garantir o acesso à informação, cuidado e saúde sexual para todas as pessoas com vulva.

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    ✅ Vem cá, vamos conversar sobre sexo entre vulvas


    📚 Outras matérias citadas neste episódio:

    ✅Meninas em defesa da educação escolar quilombola 

    ✅Adultização na internet: ‘criança tem direito à intimidade e à privacidade’

    ✅‘Políticas climáticas que ignoram a primeira infância comprometem o futuro coletivo’, diz pesquisadora


    10 min
  • EP8: Mônica de Menezes, a primeira diplomata negra brasileira

    🎧 Alô, vizinha!
    Tá no ar o oitavo episódio do quadro “Vizinha, cê tá ligada?”

    Neste episódio, “Mônica de Menezes, a primeira diplomata negra brasileira”, Beatriz Oliveira, repórter do Nós, relembra a trajetória da mulher que fez história ao se tornar, em 1980, a primeira diplomata negra do Brasil — um feito marcante em uma carreira historicamente dominada por homens brancos da elite, especialmente no contexto do fim da ditadura militar.

    Apesar de alguns avanços, a diplomacia brasileira segue sendo majoritariamente branca. Segundo pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em 2020, apenas 11,7% dos diplomatas se declaravam negros, enquanto 58,2% se declaravam brancos e 28,2% não informaram sua raça/cor.

    A matéria foi publicada em junho de 2024 no nosso site e mostra como mulheres negras se inspiram em Mônica de Menezes para romper barreiras e ocupar espaços ainda restritos.

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    📰 Leia a matéria completa no site:

    ✅ Mônica de Menezes: conheça a primeira diplomata negra brasileira 


    📚 Outras matérias citadas neste episódio:

    ✅Jovens negras somam mais de 70% do trabalho doméstico na faixa dos 16 a 29 anos

    ✅Presas em celas masculinas: os abusos que o Estado insiste em repetir

    ✅Entre traços e histórias: quadrinistas negras que transformam narrativas

    12 min
  • EP7: 5 vezes em que balas perdidas tiveram alvo, cor e endereço certo

    🎧 Alô, vizinha!
    Tá no ar o sétimo episódio do quadro “Vizinha, cê tá ligada?”

    Neste episódio, “5 vezes em que balas perdidas tiveram alvo, cor e endereço certo”, Amanda Stabile, repórter do Nós, relembra casos em que a violência policial atinge pessoas negras com precisão, em diferentes partes do Brasil.

    Segundo a Rede de Observatórios da Segurança, a cada 4 horas, uma pessoa negra é morta pela polícia no país — em sua maioria, jovens entre 18 e 29 anos.

    E os dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que, em 2023, mais de 6 mil pessoas foram mortas pela polícia — 71,7% eram crianças, adolescentes ou jovens de até 29 anos, e 82% dessas vítimas eram negras.

    A matéria foi publicada em abril deste ano no nosso site e evidencia como a chamada “bala perdida” tem cor, classe e território.

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    📰 Leia a matéria completa no site:

    ✅ 5 vezes em que balas perdidas tiveram alvo, cor e endereço certo


    📚 Outras matérias citadas neste episódio:

    ✅A Melhor Mãe do Mundo: filme coloca catadora de recicláveis no centro da narrativa  

    ✅“30 dias é o mínimo”: votação sobre o aumento da licença paternidade pode acontecer a qualquer momento 

    8 min
  • EP6: Investigando as barreiras enfrentadas por empreendedoras canábicas

    Alô, vizinha!


    Tá no ar o sexto episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”

    Neste episódio, “Investigando as barreiras enfrentadas por empreendedoras canábicas”, Beatriz Oliveira, repórter do Nós, narra a trajetória de mulheres periféricas que atuam no mercado canábico e enfrentam desafios como a insegurança de trabalhar na ilegalidade, o estigma em torno da planta e o medo constante de batidas policiais.

    A matéria foi publicada originalmente em julho de 2024 e integra o especial “Empreendedoras da Maconha”, que investiga os obstáculos enfrentados por mulheres das periferias para empreender nesse mercado.


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    📰 Leia a matéria completa no site:

    ✅Investigando as barreiras enfrentadas por empreendedoras canábicas


    📚 Outras matérias citadas neste episódio:

    ✅Jogo do Bem-viver ensina crianças a sonhar e agir coletivamente  

    ✅Elaine Silva: da zona leste de São Paulo (SP) ao Leão em Cannes

    12 min
  • EP5: Por que as mulheres estão sempre "carregando" coisas?

    Alô, vizinha!

    Tá no ar o quinto episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”

    Neste episódio, “Por que as mulheres estão sempre carregando coisas?” Amanda Stabile, repórter do Nós, narra uma reflexão potente sobre como, além de carregar crianças no colo, as mulheres vivem carregando sacolas, bolsas e tantas outras coisas — símbolos das múltiplas responsabilidades e expectativas que a sociedade impõe sobre nós.

    A matéria foi publicada em março deste ano no nosso site e levanta questões urgentes sobre as estruturas sociais que naturalizam essa sobrecarga física e mental.

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    📰 Leia a matéria completa no site:

    ✅Por que as mulheres estão sempre “carregando” coisas?


    📚 Outras matérias citadas neste episódio:

    ✅“Não existem relatórios de fiscalização específicos sobre a realização de episiotomias”, alega Ministério da Saúde

    ✅Valdecir Nascimento: ‘nós [mulheres negras] somos a ponta de lança para a transformação desse país’

    ✅Implanon será oferecido pelo SUS a partir de 2025

    15 min
  • EP4: 1ª Marcha Nacional de Mulheres Negras

    🎧 Alô, vizinha!

    Voltamos com o quarto episódio do quadro "Vizinha, cê tá ligada?" 

    A repórter do Nós, Beatriz de Oliveira, narra sobre a 1ª Marcha Nacional de Mulheres Negras, um momento histórico que aconteceu em 2015. A matéria original foi publicada no nosso site em julho de 2022 e traz depoimentos emocionantes de mulheres ativistas que estiveram presentes naquele dia marcante.

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    📰 Leia a matéria completa no site:

    O dia em que 50 mil mulheres marcharam em Brasília 


    📚 Outras matérias citadas neste episódio:

    ✅Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha: confira a agenda de marchas de 25 de julho 

    ✅Rebecca Aletheia criou coletivo que conecta mulheres negras viajantes 

    ✅Projeto de Lei propõe cartazes críticos ao aborto em unidades de saúde de SP 

    ✅Marisa abre o dia em Taboão da Serra com café e coragem

    11 min
  • EP3: Como jogos de azar online impactam a vida de mulheres periféricas?

    🎧 Alô, vizinha!
    Voltamos com o terceiro episódio do quadro "Vizinha, cê tá ligada?" 

    A repórter do Nós, Beatriz de Oliveira narra sobre os impactos negativos dos jogos de azar na vida das mulheres da periferia.

    A matéria foi ao ar em nosso site em outubro de 2024 e traz histórias de mulheres que se endividaram e se afastaram da família para sustentar o vício no jogo. 

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    📰 Leia a matéria completa no site:

     Jogos de azar e apostas online: como eles impactam a vida de mulheres periféricas? 

    📚 Outras matérias citadas neste episódio:

    ✅13º edição do Julho das Pretas conta com centenas de atividades em todo país 

    ✅Livro “Quem limpa?”, de Bianca Santana, convida crianças e adultos a olharem para a sujeira do chão e da história 

    ✅10 anos depois, mulheres que participaram das ocupações secundaristas relatam legados do movimento 

    11 min
  • EP2: Episiotomia e ‘Ponto do Marido’: mutilações genitais naturalizadas no Brasil

    🎧 Alô, vizinha!

    Chega mais, que tem episódio novo no ar do Conversa de Portão com a série "Vizinha, cê tá ligada?"

    Neste segundo episódio, a repórter Amanda Stabile investiga um tema urgente e silenciado: episiotomia e o chamado ‘ponto do marido’, práticas que configuram mutilações genitais naturalizadas no Brasil, principalmente durante o parto, quando mulheres estão em total vulnerabilidade.

    A matéria foi publicada em 17 de fevereiro no site do Nós, mulheres da periferia, e agora chega em versão falada, porque esse papo precisa ecoar ainda mais!

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    📰 Leia a matéria completa no site:

    Episiotomia e ‘Ponto do Marido’: mutilações genitais naturalizadas no Brasil


    📚 Outras matérias citadas neste episódio:

    ✅“Antes, agora e depois”: arte para honrar ancestralidades femininas

    ✅“É preciso contar às pessoas que a comunidade bissexual também é discriminada e carece de políticas públicas”

    ✅Nita de Cotijuba: “Eu sobrevivi a uma vida cruel na periferia de Belém do Pará. Eu sou mestra de sobrevivência!

    ✅Mulheres mostram que hortas comunitárias são aliadas da luta contra insegurança alimentar

    14 min

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Um encontro semanal onde a conversa entre mulheres vira notícia