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🎧 Alô, vizinha!
Tá no ar o EP31 do podcast Vizinha, cê tá ligada?
Neste episódio, “Do início ao recomeço: uma conversa com a rapper Drik Barbosa”, a repórter Beatriz de Oliveira, do Nós, apresenta a trajetória da artista Drik Barbosa — cantora e compositora paulistana que começou a escrever rap ainda na adolescência e encontrou no hip-hop um espaço para expressar sentimentos, vivências e reflexões sobre ser uma mulher negra na sociedade brasileira.
A partir da reportagem, o episódio percorre momentos marcantes da carreira da artista: as primeiras rimas na Batalha do Santa Cruz, a construção de sua identidade musical entre o rap e o R&B e a força do coletivo feminino no hip-hop, como no grupo Rimas & Melodias.
Também falamos sobre pausas, recomeços e o processo de amadurecimento artístico de Drik — uma caminhada que envolve cura, autoestima e a potência da música como ferramenta de expressão e transformação.
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✔️ Do início ao recomeço: a trajetória da artista Drik Barbosa
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🎧 Alô, vizinha!
Tá no ar o EP30 da série “Vizinha, cê tá ligada?”, com a repórter Amanda Stabile.
Neste episódio, “Fibromialgia: a dor invisível que atravessa uma vida inteira”, a gente conversa sobre uma condição marcada por dores crônicas, cansaço extremo e sintomas que nem sempre aparecem nos exames — mas que impactam profundamente a vida de quem convive com ela. A reportagem aborda os desafios do diagnóstico, o descrédito enfrentado por muitas mulheres e a importância de olhar para essa dor com mais informação, escuta e acolhimento.
A fibromialgia escancara como a saúde das mulheres ainda é atravessada por silenciamentos e invisibilizações. Por isso, falar sobre o tema é também falar de cuidado, direitos e dignidade.
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Fibromialgia: quando a dor não aparece no exame, mas atravessa a vida inteira
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🎧 Alô, vizinha!
Tá no ar o EP29 do podcast “Vizinha, cê tá ligada?”
Neste episódio, “Obirin faz história como 1º bloco feminino de samba-reggae do Recife”, a repórter Beatriz Oliveira conta a trajetória do Obirin, o primeiro bloco feminino de samba-reggae da capital pernambucana. Criado por Ana Paula Guedes, o grupo transforma o carnaval em espaço de resistência, formação política e fortalecimento de mulheres negras no Morro da Conceição e arredores.
Ao longo do ano, promove oficinas, constrói enredos que valorizam religiões de matriz africana e reafirma o protagonismo das mulheres negras nas ruas do Recife.
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“Obirin faz história como primeiro bloco feminino de samba-reggae do Recife (PE)”
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🎧 Alô, vizinha!
Já está no ar o EP28 da série “Vizinha, cê tá ligada?”
Neste episódio, “O legado de Neusa Santos para a psicanálise e as relações raciais”, a repórter Beatriz Oliveira nos conduz por uma reflexão profunda e necessária sobre a obra de Neusa Santos Souza e sua contribuição fundamental para compreender como o racismo estrutura a subjetividade no Brasil.
A partir do livro Tornar-se negro, Neusa escancarou as marcas deixadas pelo racismo na psique da população negra, especialmente no campo da saúde mental, abrindo caminhos para debates que seguem urgentes até hoje. O episódio resgata esse legado com uma linguagem acessível, acolhedora e conectada ao nosso cotidiano, mostrando por que suas ideias seguem tão atuais.
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📖 Leia a matéria completa no site:
✔️ Neusa Santos Souza e as marcas do racismo na psique brasileira
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Já está no ar o EP27 da série “Vizinha, cê tá ligada?”.
Neste episódio, “Viver com medo: a normalização da violência contra mulheres em todos os lugares”, a repórter Amanda Stabile parte de seis casos recentes para discutir como a violência contra mulheres atravessa todos os espaços da vida — do trabalho à casa, da rua às instituições — e como o medo acaba sendo naturalizado como parte da existência feminina.
Com uma abordagem acolhedora e informativa, o episódio conecta dados, relatos e contexto social para mostrar que a violência não é exceção, mas estrutura.
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🔗 Leia a matéria completa:
✔️ 6 casos que comprovam que não há lugar seguro para ser mulher
📚 Outras matérias citadas ou relacionadas neste episódio:
✔️ Além da esquerda e direita: o que move as mulheres brasileiras em relação à política
✔️ 4 casos e um mesmo problema: a violência contra mulheres no ambiente profissional
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Já está no ar o EP26 da série “Vizinha, cê tá ligada?” 💬
Neste episódio, “O trabalho de limpar e a herança da escravidão”, a repórter Amanda Stabile propõe uma conversa necessária sobre como o ato de limpar — casas, ruas e cidades — nunca foi neutro no Brasil.
A partir da matéria do Nós, Mulheres da Periferia, o episódio retoma a história da limpeza como um trabalho racializado, herdado da escravidão e mantido até hoje na precarização. Entre o trabalho doméstico e a varrição das ruas antes do amanhecer, são, majoritariamente, mulheres negras, pobres e periféricas que seguem sustentando a higiene da cidade, enquanto permanecem invisibilizadas, desvalorizadas e expostas a jornadas exaustivas, baixos salários e poucos direitos.
Com uma linguagem acessível e acolhedora, o episódio convida a refletir: quem tem o privilégio de sujar? Quem é empurrada para limpar? E por que seguimos achando isso “normal”?
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🔗 Leia a matéria:
Por que achamos normal que outras pessoas limpem a nossa sujeira?
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Entre ondas de calor e aumentos de tarifa: 5 acontecimentos que abriram 2026
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Tá no ar o EP25 da série “Vizinha, cê tá ligada?”, com reportagem de Amanda Stabile.
Neste episódio, “Entre crise política e aumento de tarifas: acontecimentos que já pesam em 2026”, a gente conversa sobre como o ano mal começou e já trouxe mudanças que muita gente sente no corpo e no bolso. De conflitos internacionais a decisões locais que encarecem o custo de vida, o episódio analisa cinco acontecimentos que ajudam a entender por que 2026 já impacta de forma desigual quem mora nas periferias.
Ondas de calor extremo, aumento das tarifas de transporte e água, o fim de sistemas que atendiam regiões periféricas e uma crise política internacional mostram como escolhas feitas longe dos bairros atravessam o cotidiano de milhões de pessoas — principalmente das mais vulnerabilizadas.
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✔️ Entre ondas de calor e aumentos de tarifa: 5 acontecimentos que abriram 2026
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✔️ “E se fosse eu?”: endometriose, adenomiose e o medo de buscar ajuda médica
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Tá no ar o EP24 da série “Vizinha, cê tá ligada?” ✨
Neste episódio, “Maria Firmina dos Reis, a mulher que escreveu liberdade antes da abolição”, a repórter Beatriz de Oliveira apresenta a trajetória de uma das maiores intelectuais da história do Brasil — e que por muito tempo foi silenciada.
Primeira romancista brasileira, Maria Firmina dos Reis escreveu, ensinou e sonhou liberdade em pleno século XIX, quando o país ainda vivia sob a escravidão. O episódio resgata sua atuação como educadora, escritora antiescravista e mulher negra que colocou pessoas negras no centro da narrativa literária, desafiando o racismo e o patriarcado da época. Uma história de coragem, afeto e resistência que segue inspirando meninas e mulheres negras até hoje.
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🔗 Leia a matéria: ✔️ Maria Firmina dos Reis, a mulher que escreveu liberdade antes da abolição
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Tá no ar o vigésimo terceiro episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”
Neste episódio, Amanda Stabile, repórter do Nós, mergulha nas contradições e nos desafios de quem vive entre o sonho da ascensão social e o aperto do fim do mês. Em “Classe média ou ‘pobre premium’? Os impasses da ascensão social no Brasil”, a gente conversa sobre o que realmente significa “ser classe média” no país — não só na renda, mas no peso das expectativas, no medo de voltar para trás e nas desigualdades que continuam marcando o dia a dia de tantas famílias.
A partir de histórias reais e da análise de especialistas, o episódio ajuda a entender por que tanta gente que aparece nas estatísticas como classe média ainda se percebe num lugar frágil, oscilando entre conquistas materiais e insegurança constante. Quem é essa classe média? O que muda — e o que continua igual — na vida de quem tenta ocupar esse espaço?
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📚 Leia a matéria completa no site: ✔️Entre o sonho e o aperto: afinal, quem é a classe média brasileira?
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Da Roda dos Expostos ao ECA: como o Brasil ainda lida com a ideia de “pegar para criar”
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Tá no ar o EP22 da série “Vizinha, cê tá ligada?”!
Neste episódio, Beatriz de Oliveira traz histórias potentes de mulheres que cruzaram estradas, territórios e desafios para ocupar Brasília na Marcha Nacional das Mulheres Negras.
Em “A força das trabalhadoras rurais na Marcha Nacional das Mulheres Negras”, você vai conhecer a realidade de Elisangela, Maria Janaína e Maria Samara — mulheres rurais que enfrentam jornadas exaustivas, racismo, machismo e ainda assim transformam luta em resistência coletiva.
Do calor das lavouras à força das ruas, elas mostram como reivindicar direitos, visibilidade e bem viver no campo é urgente. E reforçam que a marcha não termina: ela continua no cotidiano, na organização e na coragem de cada mulher negra.
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Do campo às ruas de Brasília: a força das trabalhadoras rurais na Marcha das Mulheres Negras
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A marcha de Lenny Blue: quando a velhice negra exige ser vista
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