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A última rodada/episódio das conversas da Abaladiça. Por falta de tempo e outras prioridades profissionais e de vida decidiu-se que chegou a hora de dar a extrema unção a este programa radiofónico que nos deu tanto gozo fazer. Se vamos ter saudades? Com toda a certeza, pelo menos dos nossos três ouvintes do Teixoso e do outro trio de ouvintes do Botswana.
Uma conversa em torno da Fatela Sónica 2024 e o muito que vai acontecer na Fatela entre 19 e 22 de setembro. Muitas novidades para a edição deste ano do verdadeiro ajuntamento de almas intrépidas, desalinhadas e combativas.
Recordando os tempos dos idos anos 80 do século passado em que era fixe viver em Lisboa e gentrificação era palavra que não constava no dicionário de ninguém. Bairro Alto, Feira da Ladra, Rock Rendez Vouz e uma pensão manhosa junto ao elevador da Glória.
Uma conversa em torno de uma picanha, entremeada e mais alguns nacos de carne de excelência na Churrasqueira Olhá Brasa no Carvalhal. A carne tem destas coisas e a conversa divagou por entre ‘wokes’, o politicamente correto, géneros, LGBT, o Hamas, as fotovoltaicas e outras frivolidades da pós-modernidade tardia.
Uma viagem musical à infância dos três dinossauros das Conversas da Abaladiça, no decurso de um soberbo petisco e de uns copos de tinto na Churrasqueira Olhá Brasa no Carvalhal, Valverde. Dos clássicos televisivos à música clássica, passando por alguns momentos mais escatológicos da pós-modernidade tardia, coube nesta rodada tudo mais um par de (gato das) botas.
Uma animada conversa, que esteve largos meses no fumeiro à espera de apanhar a melhor onda herteziana, com Mário Passarinho, homem de ação e guerreiro em prol da cultura, valverdense dos sete costados que é hoje tesoureiro da junta de freguesia da Capinha. Recordações de tempos idos do festival Popuval e da associação (informal) da Pouca Farinha. Ou de como com pouco ou nada se fazem coisas boas.
Pela primeira vez um programa feito exclusivamente por Jerónimo Mateus e Rui Pelejão, tendo o Miguel Newton ficado desnorteado com o Jet Lag sofrido entre Pontevedra e Fatela. Uma conversa em torno do trabalho e do trabalho que o trabalho nos dá. Uma canseira só de escutar.
Uma conversa sem rumo definido para estrear um novo estúdio gastronómico, a churrasqueira Olhá Brasa no Carvalhal, Valverde. Partindo do futebol, aliando o pimba, trabalho e inteligência artificial para acabar num reggae sobre o signo de escorpião e feito por inteligência artificial.
Num cenário propicio, o café Rosa na Avenida Eugénio de Andrade no Fundão, o estúdio mais barulhento que até hoje nos calhou na rifa, registamos para a posteridade o monologo de Dom Jerónimo revivendo onde estava no 25 de Abril seguido de uma elegia edificante do seu apreço por toda a música portuguesa feita desde a idade da pedra.
Enquanto recuperamos de episódios de extrema insolação e desidratação que uma ausência de 4 semanas nos provocou, oferecermos um episódio com apenas 4 músicas que vos farão planar do espaço ao abismo.
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