
Sign up to save your podcasts
Or


Este é um episódio diferente: é o último episódio do CRISP Entrevista.
Mas este não é o fim dos debates que promovemos nem das entrevistas que realizamos. A partir de hoje, convidamos vocês a conhecer um novo projeto: o podcast Em Campo: por dentro da segurança pública, uma produção da Rede Feminina de Estudos de Violência, Justiça e Prisões (Rede Femjusp/UFMG).
O primeiro episódio do Em Campo já está no ar e pode ser acessado aqui!
Conheça mais sobre o podcast Em Campo e sobre a Rede Femjusp em:
https://femjusp.com.br/
https://www.instagram.com/redefemjusp/
Nos vemos no Em Campo!
No episódio nº 17 da série Pioneiras, a conversa é com a pesquisadora e militante Eva Blay, uma das precursoras dos estudos sobre mulheres no Brasil.
Seu trabalho se destaca por analisar a condição feminina em articulação com o processo de urbanização, evidenciando como a inserção das mulheres na cidade reorganiza suas relações com a casa, o trabalho, a escola e outros espaços sociais.
A série Pioneiras convida pesquisadoras e pesquisadores fundamentais para os estudos sobre criminalidade e segurança pública. É uma homenagem do CRISP a quem abriu caminhos - e, ao mesmo tempo, uma oportunidade de seguir aprendendo com essas trajetórias.
Desde 2025, a série passou a se chamar Pioneiras, com um novo foco: episódios dedicados exclusivamente às mulheres que foram pioneiras no campo dos estudos sobre criminalidade e segurança pública.
No episódio nº 16 da série Pioneiras, a conversa é com Guita Debert, uma das principais pesquisadoras no campo dos estudos feministas no Brasil.
Ela foi uma das primeiras pesquisadoras do Núcleo de Estudos Pagu, da Unicamp, e suas pesquisas articulam gênero, envelhecimento e o papel das instituições de controle diante das violências contra as mulheres. É professora do Departamento de Antropologia da Unicamp, onde, desde 2022, é professora emérita.
A série Pioneiras convida pesquisadoras e pesquisadores fundamentais para os estudos sobre criminalidade e segurança pública. É uma homenagem do CRISP a quem abriu caminhos - e, ao mesmo tempo, uma oportunidade de seguir aprendendo com essas trajetórias.
Desde 2025, a série passou a se chamar Pioneiras, com um novo foco: episódios dedicados exclusivamente às mulheres que foram pioneiras no campo dos estudos sobre criminalidade e segurança pública.
No episódio nº 15 da série Pioneiras, a conversa é com Lia Zanotta Machado, professora emérita da Universidade de Brasília (UNB) e uma das mais importantes pesquisadoras do Brasil e América Latina sobre movimentos sociais feministas e violência contra as mulheres.
Graduada em Ciências Sociais, mestre em Sociologia e doutora em Ciências Humanas pela Universidade de São Paulo, Lia tem uma trajetória marcada pelo feminismo, e fez disso seu tema de estudo e trabalho.
A série Pioneiras convida pesquisadoras e pesquisadores fundamentais para os estudos sobre criminalidade e segurança pública. É uma homenagem do CRISP a quem abriu caminhos - e, ao mesmo tempo, uma oportunidade de seguir aprendendo com essas trajetórias.
Desde 2025, a série passou a se chamar Pioneiras, com um novo foco: episódios dedicados exclusivamente às mulheres que foram pioneiras no campo dos estudos sobre criminalidade e segurança pública.
No episódio nº 14 da série Pioneiras, a conversa é com a professora Vera Telles, uma das entrevistadas mais aguardadas deste podcast, cuja obra é um marco nos estudos sobre cotidiano urbano e periferias.
Graduada em Ciências Sociais, mestre em Ciência Política e doutora em Sociologia pela Universidade de São Paulo, Vera Telles é professora livre-docente da USP. Sua trajetória marcou de forma decisiva os estudos sobre violência e cidade no Brasil, especialmente a partir de pesquisas de campo realizadas em diálogo direto com os territórios e com os movimentos sociais.
A série Pioneiras convida pesquisadoras e pesquisadores fundamentais para os estudos sobre criminalidade e segurança pública. É uma homenagem do CRISP a quem abriu caminhos - e, ao mesmo tempo, uma oportunidade de seguir aprendendo com essas trajetórias.
Desde 2025, a série passou a se chamar Pioneiras, com um novo foco: episódios dedicados exclusivamente às mulheres que foram pioneiras no campo dos estudos sobre criminalidade e segurança pública.
No episódio nº 13 da série Pioneiras, a conversa é especialmente simbólica: reunimos pesquisadoras premiadas em diferentes modalidades pela ANPOCS (Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais).
O episódio conta com três convidadas cujos trabalhos dialogam, de distintas formas, com a temática do encarceramento e do sistema de justiça criminal:
Vanessa Sander – doutora em Ciências Sociais pela UNICAMP, recebeu menção honrosa da ANPOCS pelo livro "Pavilhão das Sereias: uma etnografia dos circuitos de criminalização e encarceramento de travestis e transexuais".
Natália Martino – doutora em Ciência Política pela UFMG e pesquisadora do CRISP. Recebeu menção honrosa da ANPOCS por sua tese de doutorado, defendida em 2024, "Polícias penais e ouvidorias penitenciárias: reformas por mais direitos?".
Luíza Bastos – doutora em Sociologia pelo IESP/UERJ. Foi premiada com menção honrosa no Prêmio Roberto Kant de Lima em Direitos Humanos pelo artigo "Dois contra um: as convergências entre promotores e juízes nas audiências de custódia em Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro (2021–2023)".
A série Pioneiras convida pesquisadoras e pesquisadores fundamentais para os estudos sobre criminalidade e segurança pública. É uma homenagem do CRISP a quem abriu caminhos — e também uma oportunidade de seguir aprendendo com essas trajetórias.
Em 2025, a série ganhou um novo foco e passa a se chamar Pioneiras, com episódios dedicados às mulheres que foram pioneiras no campo dos estudos sobre criminalidade e segurança pública.
No episódio n.º 12 da série Pioneiras, a conversa é com Ana Lúcia Pastore, uma das pioneiras nos estudos de Antropologia do Direito no Brasil e coordenadora do principal evento da área, o ENADIR (Encontros Nacionais de Antropologia do Direito). Ana Lúcia cursou quase simultaneamente as graduações em Direito e Ciências Sociais, e dedicou o mestrado e o doutorado à Antropologia Social, ambos na USP, onde hoje é professora do Departamento de Antropologia e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social.
No campo da Antropologia do Direito, suas pesquisas abordam temas como tribunais do júri, jurisprudência e narrativas de violência, direitos humanos, demandas por reconhecimento, acesso à justiça, profissionais e profissões jurídicas, sistemas de justiça criminal e criminologia.
A série Pioneiras convida pesquisadoras e pesquisadores fundamentais para os estudos sobre criminalidade e segurança pública. É uma homenagem do CRISP a quem abriu caminhos - e também uma oportunidade de seguirmos aprendendo com essas trajetórias.
Em 2025, a série ganha um novo foco e passa a se chamar Pioneiras: dedicaremos o ano às mulheres que foram pioneiras no campo dos estudos sobre criminalidade e segurança pública.
No episódio n.11 da série Pioneiras, conversamos com Elizabeth Leeds, professora, pesquisadora e referência em incidência política e segurança pública no Brasil. Com uma trajetória extensa de pesquisa sobre a realidade brasileira, Leeds tem se dedicado a temas como direitos humanos e políticas de segurança pública, especialmente por meio de etnografias nas favelas, refletindo sobre os múltiplos desafios para a efetivação da cidadania nesses territórios.
Norte-americana, Leeds é cientista política de formação (Universidade de Boston), mestre pela Universidade do Texas e doutora pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Dê o play e escute!
Na série Pioneiras, convidamos grandes pesquisadoras e pesquisadores dos estudos de criminalidade e segurança pública. É uma homenagem do CRISP a estes pioneiros e pioneiras, e uma oportunidade de seguir aprendendo com estas pessoas.
E em 2025, a série Pioneiros torna-se Pioneiras: vamos nos dedicar especialmente às mulheres pioneiras no campo de estudos da criminalidade e segurança pública.
Neste episódio n.10 da série Pioneiras, nossa entrevistada é Maria Filomena Gregori - a Bibia Gregori -, uma das mais importantes referências na interlocução entre a sociologia, a antropologia e a ciência política no Brasil. Doutora em Antropologia Social pela USP e professora livre-docente do Departamento de Antropologia da UNICAMP, Bibia é autora de obras fundamentais como Cenas e Queixas. Sua trajetória acadêmica e produção intelectual tornaram-se referências incontornáveis para compreender violência, gênero e o pensamento e as práticas feministas.
Na série Pioneiras, convidamos grandes pesquisadoras e pesquisadores dos estudos de criminalidade e segurança pública. É uma homenagem do CRISP a estes pioneiros e pioneiras, e uma oportunidade de seguir aprendendo com estas pessoas.
E em 2025, a série Pioneiros torna-se Pioneiras: vamos nos dedicar especialmente às mulheres pioneiras no campo de estudos da criminalidade e segurança pública.
Neste episódio n.9 da série Pioneiras, o CRISP Entrevista recebe a professora Ivone Costa, pioneira no campo da formação dos profissionais da segurança pública. Ivone Costa é Doutora em Sociologia Econômia pela Universidade Técnica de Lisboa, bacharel e mestre em Administração Pública pela UFBA, onde é professora titular. Ivone foi a responsável por estruturar uma das principais iniciaitivas do governo federal em direção à profissionalização das policias: a Rede Nacional de Altos Estudos em Segurança Pública (Renaesp) e é referência nessa área.
Na série Pioneiras, convidamos grandes pesquisadoras e pesquisadores dos estudos de criminalidade e segurança pública. É uma homenagem do CRISP a estes pioneiros e pioneiras, e uma oportunidade de seguir aprendendo com estas pessoas.
E em 2025, a série Pioneiros torna-se Pioneiras: nos dedicamos especialmente às mulheres pioneiras no campo de estudos da criminalidade e segurança pública.
From the publisher's feed

230 Listeners

167 Listeners