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Um episódio um pouco mais sórdido. Sonhei com um tópico do programa e fui juntando anotações e vômitos cerebrais pra ir construindo o resto. Pesei o clima em alguns momentos mas foi totalmente sem querer. Quem tiver a oportunidade, rogo encarecidamente que tente ENXERGAR O PÁSSARO.
Abro o episódio com o lançamento oficial do meu mais novo ditado popular autoral, com a explicação de seu conceito e suas possibilidades de aplicação. Depois embarco em uma porção de reflexões macarrônicas que acabaram descambando numa espécie de positividade tóxica, que eu optei por contrastar com comentários assustadores no bloco seguinte. O programa termina, enfim, com um anúncio ligeiramente bombástico.
Um fluxo de consciência desenfreado abastecido pelo que vivi e pelo que foi exibido na televisão do meu cérebro durante o perpétuo janeiro. Tem também o despretensioso objetivo de provar que tudo está criativamente conectado. Mais ou menos. Que a vida não nos transforme em objetos inanimados. Quem Matou Janeiro?
Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel João Vitor Panda havia de recordar aquela tarde remota em que usou dois óculos. A Ilha do Mel era então um paraíso inacreditável, construído sobre um mar infinito que se estendia até além do horizonte, azul e imenso como ovos pré-históricos. O mundo era tão recente que muitas coisas careciam de nome.
Esse episódio tem 4 começos, 1 meio e 1 final. Eu teria postado mais cedo, mas entrei em conflito com as forças armadas brasileiras.
-proposta indecorosa para Júlia
-hidratante na pia da cozinha
-quase quebrei meu joelho
-ficção cientifica HOJE (fim do mundo) lavei o cabelo hoje Arctic Monkeys
-helicópteros
-Aparelho que sopra a mão
-oceano: assustador e belo
-mortes horrorosas
-Aprender o que é cosmologia
-quantidade ideal de cervejas
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