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Inhai?
Esse é o terceiro de uma série de quatro episódios em que eu e meu colega/amigo Lucas Abe apresentamos alguns temas que temos desenvolvido em nossos estudos e trabalhos de construir a Comunidade Asitaque, um espaço online de grupo de apoio para pessoas asiáticas (amarelas e/ou marrons) mulheres e/ou LGBTQIAP+ que queiram pensar e construir em comunidade sua identidade asiático-brasileira.
No episódio de hoje conversamos sobre adoecimento em comunidades asiáticas.
Se intererrou e quer saber mais? Em breve vamos abrir a terceira turma para participar da Comunidade Asiatique.
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Inhai?
Esse é o segundo de uma série de quatro episódios em que eu e meu colega/amigo Lucas Abe apresentamos alguns temas que temos desenvolvido em nossos estudos e trabalhos de construir a Comunidade Asitaque, um espaço online de grupo de apoio para pessoas asiáticas (amarelas e/ou marrons) mulheres e/ou LGBTQIAP+ que queiram pensar e construir em comunidade sua identidade asiático-brasileira.
No episódio de hoje conversamos sobre ancestralidade e raízes
Se intererrou e quer saber mais? Em breve vamos abrir a terceira turma para participar da Comunidade Asiatique.
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Inhai?
Esse é o primeiro de uma série de quatro episódios em que eu e meu colega/amigo Lucas Abe apresentamos alguns temas que temos desenvolvido em nossos estudos e trabalhos de construir a Comunidade Asitaque, um espaço online de grupo de apoio para pessoas asiáticas (amarelas e/ou marrons) mulheres e/ou LGBTQIAP+ que queiram pensar e construir em comunidade sua identidade asiático-brasileira.
No episódio de hoje conversamos sobre o processo de se descobrir uma pessoa de origem asiática, afinal, não é algo que está posto.
Se intererrou e quer saber mais? Em breve vamos abrir a terceira turma para participar da Comunidade Asiatique.
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Inhai!?
Seguindo o resultado da enquete em que pedi ajuda pra vocês nos stories para montar o roteiro do episódio, vamos ter uma conversa leve e casual sobre um assunto tenso, o fim do fundo rs.
A sensação de fim do mundo pela crise climática com altas temperaturas, chuvas catastróficas, guerras etc fazem a gente se lembrar que não tem saída de emergência do planeta terra. Distopia deixa de ser coisa de ficção e como faz pra seguir a vida (se ainda houver vida no planeta)?
Ouve ai, se gostar compartilha o episódio com alguém que se interessa por conversas assim e siga a plataforma arco-íris podcast no spotify.
E se quiser me acompanhar mais de perto assine minha newsletter clicando aqui. Tenho andado bem mais ativa por lá.
Inhai?
Vamos de novo episódio do plataforma arcoiris podcast.
Se tem uma coisa que eu aprendi e convesei muito nesse ano com amigs, pacientes, supervisionandes etc é sobre o quão difícil é ter espaço no neoliberalismo para sentirmos o prazer de sermos aprendizes.
A gente até crítica as "rápidas curvas de aprendizagem" e afins mas não é fácil a tarefa de construir uma vida em que aprendemos a bancar o fazer coisas e seguir fazendo elas sabendo que a excelência e o talento são um ponto de chegada sem data e hora marcada pra você colher como fruto que o esforço te deve.
Sigo com a convicção de que apesar de exigências externas que às vezes fogem do nosso controle (alô ano dos burnouts e lay offs que foi 2023), a gente pode se beneficiar do perceber onde há espaço para ser aprendiz e onde deveria ter e isso está sendo tirado da gente.
Ouça, compartilhe e me conta! Onde tem espaço para ser aprendiz na sua vida? Quais espaços não existem e que gostaria de construir?
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inhai?
No episódio de hoje eu faço uma reflexão sobre os efeitos do capitalismo na nossa saúde mental. Saber que esse modo de produção não ajuda nois isso a gente já sabe. Agora como lidamos com o saber disso, ai é outra história. Até que ponto lidar com esse fato não aumenta ainda mais o sofrimento quando a gente busca soluções rápidas pra problemas complexos?
Ouça e compartilhe com alguém que vai gostar dessa reflexão!
Em tempos de excesso de ansiedade a gente leva a necessidade de controle tão longe que perdemos algumas espontaneidades trazem as surpresas da vida tal como ser pega de surpresa vendo um filme que te cativou sem ter certeza de onde vai dar mas que você paga pra ver.
Você clicaria pra assistir o filme da sua vida ou de tão previsível seria mais uma novela da globo (nada contra as noveleiras, porém que é previsível é ne gente kkkk)
Ouve ai e me conta o que achou ;)
vozes na cabeça costuma ser um assunto tratado com humor autodepreciativo, né?
Mas afinal, vozes na cabeça é motivo de preocupação?
A ideia é a partir da PHC pensar de um jeito humanizado nos dramas de ter vozes na cabeça como diferentes versões de nós mesmes!
Ouve e indica pra alguém que precisa ouvir!
No episódio de hoje vamos em cima da letra do pagode refletir, afinal, seria o "deixa acontecer naturalmente" mais espontaneidade no viver ou migué?
A partir da noção de intencionalidade das nossas atividades para a PHC tentei nesse episódio falar um pouco mais sobre o que é natural e o que é cultural, responsabilização nas nossas relações, bancar e ter consciência das intenções de nossas atividades!
Ouve ai!
Afinal, é hipocrisia eu aconselhar as migas a fazerem o que nem eu mesmo, ou seria eu alguém que acredita mais nos outros do que em mim ou nenhum dos dois?
No episódio de hoje vamos explorar algumas possíveis leituras do ditado popular "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço" e pensar a partir da PHC o que o ditado aponta sobre nossa concepção de desenvolvimento e aprendizagem.
Afinal, falar e não fazer o que falamos às vezes é folga mas às vezes pode ser desenvolvimento a todo vapor.
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