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Em mais um encontro que junta Cultas e Vinho Verde, podcast do Público, duas ladies na mesa, castas mas pouco. Hoje provamos um Esculpido, 100% avesso, branco, fermentado em barricas de carvalho com vinho proveniente das mais antigas vinhas da Quinta de Santa Teresa em Baião.
A convidada é a actriz Isabel Abreu. 47 anos, alentejana, a Isabel é intensa, visceral, muitos títulos à qual a associamos, mas pegando em dois dos últimos trabalhos, em cinema e no teatro: no cinema “Primeira Pessoa do Plural” de Sandro Aguilar, que estreou a 19 de Fevereiro e no teatro, de Tiago Rodrigues: “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas”.
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Hoje vamos provar um loureiro, Pequenos Rebentos, Vinhas Velhas de 2021, de Márcio Lopes. Este vinho revela um aroma inicialmente reservado, que se desdobra depois em tons florais leves. Segundo provas de nota já mais fundamentadas: na boca é delgado e fino, proporcionando uma textura elegante e uma sensação de leveza.
Com a minha convidada de hoje celebramos a poesia, a literatura em geral, os novos e consagrados autores - na sua experiência como editora - olhamos também para o fado e vamos aos hábitos de leitura perante os quais continua a ser muito exigente. Maria Do Rosário Pedreira é editora, escritora, poetisa, cronista e letrista portuguesa, além de a literatura infanto-juvenil também conhecer bem o seu nome. É uma das mais mediáticas editoras portuguesas e foi homenageada o ano passado no Escritaria, festival literário em Penafiel.
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A convidada de hoje é a artista plástica Graça Paz; nasceu no Porto em 1967, um dia deixou a cidade para se entregar a um ambiente rural onde instalou casa e atelier (em São Paio de Antas, Esposende, desde 2010). A Graça tem formação em Design de moda, e veio a criar uma relação muito interessante entre a pintura e a arte têxtil, combinando materiais muito diversos e explorando a cor de forma inesgotável. Nesta altura já está disponível o documentário sobre o seu trabalho “Courage in simplicity”. Mas já lá vamos.
Para acompanhar esta conversa, a garrafa que se destapa é um Quinta do Regaínho Loureiro Barricas, de 2022. Um vinho estruturado e complexo, em que se misturam notas de baunilha provenientes da barrica com aromas de compota de fruta e mel.
A minha convidada: Graça, uma mulher que cresceu no Porto, rodeada de música clássica, que se tornou artista (ou já se nasce artista) e um dia deixou o ruído da cidade para descobrir o campo.
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Mais um Cultas e Vinho Verde, podcast do Público onde celebramos a possibilidade do encontro. Mulheres que deixam rasto, como certos vinhos. A convidada de hoje é a Cláudia Varejão. Cineasta, fotógrafa. São dela filmes como "Ama-San", "Amor Fati", "Lobo e Cão" ou "Kora". A Cláudia é uma esteta, persegue a beleza nos pequenos detalhes e nos grandes planos.
Para acompanhar esta conversa abrimos uma garrafa de Génese, um alvarinho de Manuel e Luís Cerdeira, de Melgaço. Um vinho fresco e redondo com um final longo e persistente. Perfeito para acompanhar mariscos e peixe grelhado, sushi e pratos da cozinha asiática, aves e saladas frescas, queijos suaves e curados. E Génese é uma boa palavra de arranque para esta conversa.
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A convidada para a conversa de hoje é a actriz Dalila Carmo
Gosta de viajar como se condensasse nas viagens tudo o que não vive no dia-a-dia, no ritmo voraz das gravações, marcações e outras inquietações. Começou há muitos anos no Ballet Teatro no Porto onde nos conhecemos ainda adolescentes. Passou por Nova Iorque ponto crucial onde encontra a base do muito que aprendeu. Dalila tem feito muito cinema e televisão. Teatro quando o tempo deixa.
Para esta conversa temos um loureiro chamado Firmamento, aromas florais intensos, destacando-se a rosa branca e a flor de laranjeira; vindima manual. Vinho perfeito para acompanhar pratos leves, saladas frescas, mariscos e peixes finos e uma conversa entre velhas amigas.
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A nova temporada começa Alegre porque a convidada de hoje herdou o apelido que ostenta orgulhosamente. Mãe do Manuel, filha do Manuel. Joana Alegre tem 40 anos e entregou-se à composição e às canções. Vamos mergulhar na vida de quem ouviu certamente muita poesia e teve na arte a sua matriz. Do momento em que decidiu dedicar-se à música, à paixão pelo jazz desta mulher que perpetua a memória dos anónimos de abril… Uma urgência política está-lhe no sangue… A acompanhar esta conversa um Dom Diogo Padeiro rosé.
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Este Cultas e Vinho Verde encerra mais uma temporada deste podcast que celebra as mulheres e o vinho verde. O poder de nos celebrarmos em conversa e sem temer esse prazer do vinho que nos foi negado durante muito tempo. Um dos muitos prazeres a que as mulheres tinham de fechar os olhos ou cerrar os lábios como aconteceu com tantas palavras.
Vamos voltar com uma nova temporada, mas para este último episódio convidámos uma mulher que trata o vinho com propriedade: é a Madalena Vidigal. Recentemente tornou-se produtora de vinho mas a Madalena é formadora, consultora e comunicadora especializada em Enoturismo. Licenciou-se em Direção Hoteleira, fez uma Pós-Graduação em Enoturismo.
Criou o Entre Vinhas em 2015, o primeiro blog em Portugal dedicado a este tema do Enoturismo onde divulga diferentes experiências vínicas, vividas na primeira pessoa. É autora do podcast “5 Minutos de Vinho” onde simplifica a linguagem do vinho, episódio a episódio.
É entre copos que falamos, entre copos e entre vinhas e entre vinho. Hoje com este Portal do Fidalgo, 100% alvarinho. Frutado, mineral e encorpado. Podendo ser bebido jovem, tem grande potencial de envelhecimento em garrafa.
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Mais um Cultas e Vinho Verde. Duas mulheres, dois copos, uma garrafa aberta, a conversa que se estende na mesa. Hoje à conversa com a Marta Rebelo, jurista, assistente universitária, ex-deputada, autora, cronista. Também se apresenta como ex-deprimida e ansiosa ocasional. Consultora e activista de saúde mental. Talvez esta se tenha tornado a maior bandeira da Marta, falar de saúde mental. Derrubando estigmas e silêncios.
Deixem-me só revelar que a garrafa aberta hoje é de Quinta da Lixa, um branco de 2023, castas Alvarinho, Loureiro e Trajadura.
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Hoje, para além da nossa convidada temos um Dona Paterna, alvarinho de 2024, verde branco e que destapa esta conversa com a Aldina Duarte, amiga que admiro pela sua voz e verticalidade. Aldina é do fado, podendo ser de muitas outras coisas: da escrita, da rádio, do pensamento. Uma mulher sempre em movimento e com diversas facetas, que nos vai revelando ao longo tempo.
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Para a conversa de hoje destapamos um Almanua Terroir Marítimo branco: a primeira criação conjunta de Manuel e Luís Cerdeira, um vinho que reflete a influência atlântica das vinhas de Famalicão. Um branco gastronómico servido para esta conversa que hoje acolhe a Carolina Milagre Milhanas, Milhanas nome escolhido para a sua carreira de cantora. Uma jovem de 23 anos, quase a fazer 24, com uma voz de futuro impregnada de passado.
A Milhanas tanto canta a Canção de Madrugar escrita por Ary dos Santos em 1970, como canta com Noiserv no novo disco dele, como se revela por inteiro no seu álbum "De sombra a sombra".
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Duas mulheres e um copo de vinho. O início perfeito para uma conversa sobre a vida, cultura, histórias e pensamento. Uma seleção de mulheres que deixam rasto, como certos vinhos. Com Inês…