Certamente existem muitas definições do que é ser bem-sucedido ou bem-sucedida. Não há, felizmente até, nenhuma unanimidade quanto isso. Mas, nestes tempos de ESG, de valorização dos negócios sociais e dos negócios de impacto, de cobrança dos objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU, de tanta desigualdade e persistentes injustiças, de grandes mudanças climáticas e de guerras terríveis, muito provavelmente a grande maioria das pessoas deve ao menos concordar que uma boa definição de ser bem-sucedido ou bem-sucedida hoje seria: "ganhar dinheiro, ter uma boa qualidade de vida, viver bem enfim, promovendo uma transformação social positiva, ou seja, ajudando o mundo a ser um local melhor de se viver." Para o nosso convidado de hoje, custa nada menos do que R$ 60 milhões por ano. Levantando a bandeira da utopia, da revolução e da disrupção, começou enfrentando o mercado da educação, depois o do jornalismo e agora o do entretenimento e o da publicidade. Tudo por um mundo melhor e mais justo. E isso funciona? Se sim, como? Você vai saber a partir de agora. Ao debate!
Convidados:
- Eduardo Moreira, empresário, engenheiro, economista, palestrante, escritor, dramaturgo, apresentador e ex-banqueiro de investimentos, proprietário do instituto conhecimento liberta, o ICL.
- Silvana Parente, doutora em economia, especialista em microfinancas e economia solidária, diretora da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará, a Adece.
Apresentação: Marcos Tardin.