O debate realizado pela TV Globo é marcado por troca de acusações, protagonismo de candidatos e muitos direitos de resposta. O presidente Jair Bolsonaro chama o ex-presidente Lula de “chefe de uma grande quadrilha”. Lula promete revogar todos os decretos de Bolsonaro impondo sigilo de 100 anos a informações sobre seu governo. A senadora Soraya Thronicke chama padre Kelmon, com trajes de sacerdote, de “padre de festa junina”.
Lula bate boca com Ciro Gomes, Bolsonaro, Felipe D’avila e... Padre Kelmon. Em live, Bolsonaro chama o presidente do Tribunal Superior Eleitoral de “moleque” e “patife”, por conta da investigação sobre movimentações financeiras suspeitas de seu ajudante de ordens. Pela primeira vez, todos os sete ministros do TSE, o presidente do senado e o presidente do tribunal de contas da união vão acompanhar juntos a apuração na sede da corte.
O corregedor-geral eleitoral cobra explicações sobre o uso de verba pública na elaboração de relatório que, sem apresentar provas, questiona a segurança das urnas eletrônicas. E pesquisa Datafolha mostra estabilidade nas intenções de voto, com Lula mantendo 50% dos votos válidos, sendo impossível prever se a eleição será ou não decidida no primeiro turno. Ciro Gomes está em queda e pode terminar atrás de Simone Tebet. Na eventualidade de um segundo turno, Lula venceria Bolsonaro por 54% a 39%. A reta final das eleições de 2022, que prometem muita emoção até o último minuto, é o principal tema do programa de hoje. Ao debate!