Debates do Povo

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Debates do Povo episodes

  • Eleições 2022: público religioso vem sendo o maior alvo das campanhas
    Estamos há 28 dias do primeiro turno das eleições no Brasil e a campanha eleitoral segue a todo vapor, nas ruas, mas principalmente nas redes sociais. Um dos alvos da campanha tem sido o público religioso.
    A campanha do ex-presidente e candidato ao Palácio do Planalto Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por exemplo, gastou R$ 227 mil para mostrar anúncios voltados ao público religioso 23 milhões de vezes nas últimas 3 semanas. Trata-se de uma tentativa de conter o avanço do principal adversário, o presidente Jair Bolsonaro (PL), entre evangélicos.
    O foco da campanha nesses anúncios foi o boato espalhado por bolsonaristas que, se eleito, o petista fechará templos.
    47 min
  • PIB brasileiro cresce 1,2% no segundo semestre de 2022
    O Produto Interno Bruto do Brasil cresceu 1,2% no segundo trimestre de 2022, na comparação com os três meses anteriores. Com o resultado, o PIB avançou 2,5% no primeiro semestre e a atividade econômica ficou 3% acima do patamar pré-pandemia.
    O setor de serviços, que representa cerca de 70% da atividade econômica, é o principal responsável pela alta. O PIB brasileiro tem o 7º maior crescimento do mundo e o ministro da economia, Paulo Guedes, atribui o resultado às reformas estruturais aprovadas pelo governo.
    Convidados:
    -Silvana Parente, presidente do Corecon-ce, o Conselho Regional De Economia Ceará.
    -Wildys De Oliveira, economista, diretor de assuntos econômico-tributários do Sindicato Dos Fazendários Do Ceará.
    50 min
  • Lei Orçamentária 2023 propõe salário mínimo de R$ 1302
    Governo Federal envia ao Congresso o Projeto da Lei Orçamentária para 2023. Além do Auxílio Brasil a R$ 400, o projeto propõe um salário-mínimo de R$ 1.302, no quarto ano sem aumento real. A proposta não prevê correção da tabela do imposto de renda e nem a manutenção de benefícios para caminhoneiros e taxistas, vigentes até dezembro. A ampliação do vale-gás também só vale até o fim de 2022. O orçamento propõe um espaço de mais de R$ 14 bilhões para reajuste salarial de servidores públicos. Já as emendas parlamentares tiveram garantidos os quase R$ 40 bilhões, o maior valor reservado a deputados e senadores na história.
    Convidados:
    - Tânia Maria Oliveira, advogada, coordenadora-executiva da Associação Brasileira De Juristas Pela Democracia.
    - Rodrigo Marinho, Advogado e professor de direito.
    51 min
  • Debate com candidatos à Presidência: Simone Tebet é considerada vencedora
    Primeiro debate das eleições de 2022 reúne seis candidatos à Presidência. Senadora Simone Tebet (MDB) é considerada a vencedora e o pior desempenho é do presidente Jair Bolsonaro (PL), segundo pesquisa do Datafolha com eleitores indecisos.

    A pauta feminina domina o encontro, organizado pela Band, TV Cultura, Folha e Uol. Um dos momentos mais tensos é quando Bolsonaro ataca a jornalista Vera Magalhães e as candidatas senadoras reagem.

    Convidados:
    - Carla Michelle Quaresma, cientista política;
    - Rafael Mota Reis, advogado e cientista político;
    - Emanuel Freitas, professor de teoria política da Uece.
    53 min
  • Lei de Cotas completa 10 anos em agosto
    A lei de cotas, aprovada pelo Congresso e sancionada em 2012, completa 10 anos neste mês de agosto. A lei determina que universidades e instituições de ensino federais reservem metade das vagas para estudantes que fizeram todo o ensino médio em escolas públicas e consigam a nota necessária para ingressar na instituição escolhida.
    Um dos temas mais polêmicos ao longo desse tempo foram as chamadas cotas raciais. A porcentagem para pretos, pardos e indígenas não é fixa – varia de acordo com a quantidade de habitantes desses grupos no estado onde se localiza a instituição de ensino.
    51 min
  • Cresce o número de candidatos militares e policiais em 2022
    Um fenômeno tem chamado a atenção nestas eleições. Candidaturas que explicitamente se anunciam como militares, membros das forças de segurança, ou que fazem alusão aos militares em seus nomes de urna aumentaram 27% desde as últimas eleições. Passaram de 1.598 em 2018 para 2.030 em 2022, segundo dados das candidaturas cadastradas do tribunal superior eleitoral (tse). Os números podem sofrer atualizações.
    O estado com mais candidaturas ligadas a militares é o rio de janeiro, domicílio eleitoral do presidente Jair Bolsonaro (pl), com 275 nomes. No anos de 2018, para se ter uma ideia, foram eleitos, ao todo, 79 representantes dessas carreiras (o equivalente a 10% do total de candidatos da segurança pública) para os cargos eletivos do pleito. A título de comparação, em 2014 foram eleitos apenas 18 profissionais da segurança pública para esses cargos. Dentre as pautas desses candidatos estão principalmente segurança pública, o endurecimento das leis penais, o fortalecimento do combate ao crime e à corrupção, também o forte apelo à defesa da categoria em suas legislaturas, como a busca por melhores salários e condições de trabalho. No Ceará o atual líder das pesquisa para o governo do estado é justamente o militar capitão Wagner, que lidera com cerca de 35% das intenções de voto.
    51 min
  • PF investiga grupo do WhatsApp entre empresários bolsonaristas que teriam defendido golpe no Brasil
    A Polícia Federal (PF) realizou, nesta semana uma operação que teve como alvo um grupo de empresários que teriam defendido um golpe de estado no Brasil caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vença as eleições de outubro. Entre os conduzidos, estavam empresários como Luciano Hang da empresa Havan e Afrânio Barreira Filho, do grupo Coco Bambu.
    Nos celulares apreendidos pela PF com empresários bolsonaristas, há troca de mensagens com o procurador-geral da República, Augusto Aras.
    Ainda segundo fontes do MPF, PF e STF, nas mensagens haveria críticas à atuação do ministro Alexandre de Moraes e comentários sobre a candidatura de Jair Bolsonaro. As mensagens ainda são mantidas sob sigilo, mas já viraram tema entre ministros do STF.

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    52 min
  • Bolsonaro atribui problemas na economia do Brasil a fatores externos e nega erros na gestão
    Um dos assunto que mais movimentou o cenário eleitoral nas últimas semanas foram as declarações do presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro. Em entrevista aos jornalistas William Bonner e Renata Vasconcellos no Jornal Nacional, Bolsonaro respondeu questionamentos sobre seu governo e temas nacionais como economia e meio ambiente.

    Políticos e internautas de oposição ao governo criticaram a participação e o acusaram de mentir durante a entrevista.

    Bolsonaro negou que tenha cometido erros na gestão da pandemia de covid-19, atribuiu problemas da economia a fatores externos, além disso, evitou certas respostas e rebateu os entrevistadores em diversas ocasiões.

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    53 min
  • Eleições 2022: Lula fala de proteção da Amazônia; Bolsonaro abre entrevistas de candidatos na Globo
    Faltam 40 dias para as eleições. Em entrevista a jornalistas representando cerca de 70 veículos estrangeiros, o ex-presidente Lula defende alternância de poder na Venezuela, diz que é preciso respeitar o país, mas que "não há presidente insubstituível", em referência a Nicolás Maduro. Também defende a proteção da Amazônia, com a extinção do garimpo ilegal, e propõe "reformulação da organização das nações unidas em prol da paz.
    Enquanto isso, o presidente Jair Bolsonaro se prepara para, a partir das oito e meia da noite, dar 40 minutos de entrevista à dupla de jornalistas William Bonner e Renata Vasconcellos no jornal nacional, da TV Globo.
    CONVIDADOS:
    - Carlos Marden, professor do mestrado e da graduação da Unichristus; autor do canal Episteme no Youtube;
    - Eduardo Viveiros de Freitas, cientista político, pesquisador dos grupos de pesquisa NEAMP (Núcleo de Estudos em Arte, Mídia e Política) e Mediatel (Mediações Telemáticas) da PUC-SP;
    - Eduardo Santiago, professor do Departamento de Ciências Sociais da UFC.
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    52 min
  • Eleições 2022: Brasil deve receber 200 candidaturas a governador; apenas 34 são mulheres
    As eleições de 2022 terão cerca de 200 candidaturas a governador no Brasil. Destas, apenas 34 são mulheres e só três são favoritas em seus estados. Apesar de serem a maioria do eleitorado (52,6%), as mulheres representam menos da metade das filiações a partidos(46%). Só 16 das 32 siglas terão candidatas a governadora.

    Uma das razões desse cenário seria a falta de representação feminina na mesa de decisões dos partidos. Outra justificativa dada pelas legendas é a dificuldade de encontrar mulheres que queiram concorrer ao cargo de governador. Dizem que elas preferem os pleitos proporcionais, para deputada estadual ou federal.

    Convidados:
    - Larissa Alfino, presidente do instituto vamos juntas, premiada como uma das embaixadoras do projeto One Young World na américa latina;
    - Sabrina Bomtempo, cientista política, estrategista eleitoral e sócia da plataforma Baselab;
    - Bianca Gonçalves E Silva, advogada especialista em direito eleitoral, integrante da Abradep, do lidera-observatório eleitoral do IDP e do observatório de violência política contra a mulher.

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    51 min

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