Diálogos na USP - USP

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  • Diálogos na USP #03 – Mercosul e UE finalizam acordo
    Esse acordo se coloca como o segundo maior do mundo em relação ao PIB somado de seus participantes, atrás apenas do PIB do acordo entre a União Europeia e o Japão. Os professores Pedro Dallari e Simão Silber comentam o novo acordo entre Mercosul e União Europeia e quais serão as mudanças que os blocos enfrentarão no "Diálogos na USP" desta semana
    58 min
  • Diálogos na USP #03 – Mercosul e UE finalizam acordo
    Esse acordo se coloca como o segundo maior do mundo em relação ao PIB somado de seus participantes, atrás apenas do PIB do acordo entre a União Europeia e o Japão. Os professores Pedro Dallari e Simão Silber comentam o novo acordo entre Mercosul e União Europeia e quais serão as mudanças que os blocos enfrentarão no "Diálogos na USP" desta semana
    58 min
  • Diálogos na USP #03 - Mercosul e UE finalizam acordo
    Em tempos de globalização, as parcerias e os acordos comerciais entre países estão cada vez mais valorizados. Recentemente, comemorou-se — até com um certo alarde — a finalização do acordo entre o Mercosul e a União Europeia. Esse acordo estava há décadas para ser concretizado.
    A União Europeia é a segunda maior parceira comercial do Mercosul. Só no ano de 2018 foram movimentados mais de US$ 100 bilhões no comércio entre os dois blocos. Esse acordo se coloca como o segundo maior do mundo em relação ao PIB somado de seus participantes, atrás apenas do PIB do acordo entre a União Europeia e o Japão.
    Por outro lado, ao mesmo tempo que vemos parcerias sendo fechadas, temos também rixas crescentes, como as disputas comerciais entre Estados Unidos e China, por exemplo. Além do mais, não é apenas a questão puramente econômica que deve ser colocada em uma mesa de negociação ou na formalização de parcerias. Questões sociais e do meio ambiente também precisam ser levadas em consideração.
    Mas o que essas parcerias realmente significam? Qual o papel do Brasil nesse mundo globalizado?
    Para responder a essas e outras perguntas sobre Parcerias Globalizadas, o Diálogos na USP recebeu Pedro Dallari, professor do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP e colunista da Rádio USP e Simão Silber, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, especialista em Economia Internacional.
    Simão Silber comenta que o anúncio da aliança foi uma novidade por diversas razões e, do ponto de vista do Mercosul, será o primeiro grande acordo com países desenvolvidos, o que significa maiores mudanças para o bloco sul-americano. Por outro lado, para a União Europeia as vantagens não são evidentes, mas nota-se um interesse em abrir pontes para o agronegócio.
    O professor Pedro Dallari explica que essa relação é um processo e que os atuais textos publicados são ainda para fins informativos, podendo haver alterações no futuro. Os países se unem em blocos com a finalidade de derrubar barreiras alfandegárias e, com esse acordo, serão 770 milhões de pessoas dividindo o mesmo espaço de integração comercial, fortalecendo ambas as economias.
    Conflitos surgirão e terão que ser administrados, já que os países europeus são mais desenvolvidos nos quesitos sociais e ambientais. Reforma da Previdência e cumprimento integral do Acordo de Paris — que discute mudanças climáticas — são algumas das exigências para que os países do Mercosul se encaixem no padrão global e participem desse ambiente competitivo.
    Os professores comentam também sobre educação e universidade. Acreditam que, no Brasil, há um grande privilégio proporcionado pelo setor público, que oferece educação de qualidade para todos desde pessoas pobres até as mais ricas. Com isso, cria-se uma elite pensante, considerada aquela que discutirá os problemas do mundo e pensará em soluções.
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    Diálogos na USP
    Diálogos na USP vai ao ar às sextas-feiras, às 11h00. Você pode sintonizar a Rádio USP São Paulo 94,7 e Ribeirão Preto 107.9. Ouça também pelo link ou pelos agregadores de podcasts à disposição.
    58 min
  • Diálogos na USP #02 – Chegada do homem à Lua um grande salto para a Humanidade
    “Um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade.” Com essa frase, dita pelo astronauta Neil Armstrong, assim que tocou o solo lunar, os Estados Unidos podiam dizer que acabavam de ganhar a corrida espacial disputada com a então União Soviética. Mas a chegada à Lua, no dia 20 de julho de 1969, há exatos 50 anos, foi muito mais do que uma vitória americana, graças à missão muito bem-sucedida da Apolo 11.
    A chegada do homem à Lua elevou o nível da ciência feita no mundo até então, inspirou carreiras e mostrou que o espaço era uma fronteira que poderia ser vencida. Graças ao Projeto Apolo, o desenvolvimento científico e espacial ganhou novos contornos. Sem ele, não haveriam os ônibus espaciais, missões a Marte e às profundezas do espaço e o telescópio Hubble.
    Mas o que de fato representou a chegada do homem à Lua? O que, meio século depois, ainda ecoa daquela frase icônica de Armstrong? Qual futuro ela inspira?
    Para falar sobre os 50 Anos do Homem na Lua e o seu legado, o Diálogos na USP recebeu os professores Glauco Arbix, sociólogo, professor titular da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, que integrou o Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CCT) – 2007-2011, e Amâncio César Friaça, astrofísico, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP (IAG), com ênfase, entre outros temas, em cosmologia, evolução de galáxias e meio intergalático.
    Glauco Arbix relembrou a emoção proporcionada pelo acontecimento, ainda que não tenha conseguido acompanhar pela televisão: “O choque da chegada do homem à Lua é muito forte, isso é muito vivo na cabeça da gente”. Além dos sentimentos, o professor relembrou o avanço tecnológico que o evento representou. “É uma expansão dos limites humanos que pouca gente viveu na dimensão que foi”, disse Arbix.
    Amâncio Friaça destacou que a chegada do homem à Lua demonstrou “o quão pouco a gente acreditava na humanidade”. A chegada no satélite era desacreditada por grande parte da população, sendo que ainda hoje podemos observar grupos que argumentam que a viagem foi uma invenção da Nasa. Desta forma, a chegada à Lua seria não apenas um grande salto tecnológico, mas também filosófico. “O fato de o homem ter chegado ao espaço representa a libertação de amarras das quais ele já tinha pensado em se livrar há muito tempo”, afirmou Friaça.
    Arbix ressaltou que os avanços científicos vão se comercializando ao longo do tempo, e que algo semelhante parece estar acontecendo com o espaço, sendo que várias empresas estão desenvolvendo programas de turismo espacial. “O problema é que, a partir do momento em que essa situação se consolida, entra-se numa fase mais comercial. Isso coloca perguntas para as quais não temos respostas. De quem é a Lua? É de quem chegou primeiro?”, indagou o professor.
    Friaça disse acreditar que as viagens espaciais são viáveis, ainda que “talvez não numa escala de tempo tão curta quanto a gente pense”. O professor também se demonstrou preocupado com uma desigualdade nas viagens espaciais. “O Blue Origin, empresa do Jeff Bezos, se propõe a colocar milhões de pessoas no espaço. Mas no final serão os privilegiados que irão, o que lembra a história do Blade Runner, na qual há uma comunidade mais abastada que conseguiu sair da Terra e o planeta fica no desastre ecológico”, disse Friaça.
    Acompanhe a íntegra do programa pelos links acima.
    55 min
  • Diálogos na USP #02 - Chegada do homem à Lua um grande salto para a Humanidade
    “Um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade.” Com essa frase, dita pelo astronauta Neil Armstrong, assim que tocou o solo lunar, os Estados Unidos podiam dizer que acabavam de ganhar a corrida espacial disputada com a então União Soviética. Mas a chegada à Lua, no dia 20 de julho de 1969, há exatos 50 anos, foi muito mais do que uma vitória americana, graças à missão muito bem-sucedida da Apolo 11.
    A chegada do homem à Lua elevou o nível da ciência feita no mundo até então, inspirou carreiras e mostrou que o espaço era uma fronteira que poderia ser vencida. Graças ao Projeto Apolo, o desenvolvimento científico e espacial ganhou novos contornos. Sem ele, não haveriam os ônibus espaciais, missões a Marte e às profundezas do espaço e o telescópio Hubble.
    Mas o que de fato representou a chegada do homem à Lua? O que, meio século depois, ainda ecoa daquela frase icônica de Armstrong? Qual futuro ela inspira?
    Para falar sobre os 50 Anos do Homem na Lua e o seu legado, o Diálogos na USP recebeu os professores Glauco Arbix, sociólogo, professor titular da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, que integrou o Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CCT) – 2007-2011, e Amâncio César Friaça, astrofísico, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP (IAG), com ênfase, entre outros temas, em cosmologia, evolução de galáxias e meio intergalático.
    Glauco Arbix relembrou a emoção proporcionada pelo acontecimento, ainda que não tenha conseguido acompanhar pela televisão: “O choque da chegada do homem à Lua é muito forte, isso é muito vivo na cabeça da gente”. Além dos sentimentos, o professor relembrou o avanço tecnológico que o evento representou. “É uma expansão dos limites humanos que pouca gente viveu na dimensão que foi”, disse Arbix.
    Amâncio Friaça destacou que a chegada do homem à Lua demonstrou “o quão pouco a gente acreditava na humanidade”. A chegada no satélite era desacreditada por grande parte da população, sendo que ainda hoje podemos observar grupos que argumentam que a viagem foi uma invenção da Nasa. Desta forma, a chegada à Lua seria não apenas um grande salto tecnológico, mas também filosófico. “O fato de o homem ter chegado ao espaço representa a libertação de amarras das quais ele já tinha pensado em se livrar há muito tempo”, afirmou Friaça.
    Arbix ressaltou que os avanços científicos vão se comercializando ao longo do tempo, e que algo semelhante parece estar acontecendo com o espaço, sendo que várias empresas estão desenvolvendo programas de turismo espacial. “O problema é que, a partir do momento em que essa situação se consolida, entra-se numa fase mais comercial. Isso coloca perguntas para as quais não temos respostas. De quem é a Lua? É de quem chegou primeiro?”, indagou o professor.
    Friaça disse acreditar que as viagens espaciais são viáveis, ainda que “talvez não numa escala de tempo tão curta quanto a gente pense”. O professor também se demonstrou preocupado com uma desigualdade nas viagens espaciais. “O Blue Origin, empresa do Jeff Bezos, se propõe a colocar milhões de pessoas no espaço. Mas no final serão os privilegiados que irão, o que lembra a história do Blade Runner, na qual há uma comunidade mais abastada que conseguiu sair da Terra e o planeta fica no desastre ecológico”, disse Friaça.
    Acompanhe a íntegra do programa pelos links acima.
    55 min
  • Diálogos USP #01 – Produção científica brasileira tem reconhecimento mundial
    Para longe de pensamentos obscurantistas, é fato que o desenvolvimento científico e tecnológico no Brasil constitui condição essencial para um verdadeiro desenvolvimento socioeconômico e para a implantação de uma sociedade mais justa no País. A nossa produção científica praticamente dobrou do começo para o fim da primeira década do século XXI e continuou sua ascensão consistente.
    Essa expansão notável, fruto de algumas políticas muito bem estruturadas, foi baseada na capacidade de produzir ciência das universidades públicas brasileiras, como a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), duas grandes universidades estaduais paulistas, além de outras universidades federais, como a do Rio de Janeiro (UFRJ), a de Minas Gerais (UFMG) e a do Rio Grande do Sul (UFRGS). Mais de 95% da produção científica do Brasil nas bases internacionais deve-se à capacidade de pesquisa de suas universidades públicas.
    De acordo com uma pesquisa feita pela Clarivate Analytics, o Brasil, no período de 2011 a 2016, publicou mais de 250.000 artigos na base de dados Web of Science em todas as áreas do conhecimento, correspondendo à décima terceira posição na produção científica global, na qual se apresentam mais de 190 países.
    No entanto, o contingenciamento das verbas das universidades públicas federais e o corte de bolsas e de financiamentos podem colocar em risco as conquistas científicas brasileiras, além de fazer com que muitos pesquisadores procurem no exterior um porto mais seguro.
    Para falar sobre a situação atual da ciência no Brasil, o Diálogos na USP recebeu os professores Marco Antonio Zago, ex-presidente do CNPq e ex-reitor da USP e atual presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), e Marcos Silveira Buckeridge, diretor do Instituto de Biociências da USP e ex-presidente da Academia de Ciências do Estado de São Paulo.
    Marco Antonio Zago destacou que a ciência brasileira se fortaleceu muito nas duas últimas décadas, adquirindo reconhecimento mundial. Ainda assim, ele disse acreditar que “existe uma divisão muito nítida entre o potencial do país como um todo e do estado de São Paulo, que tem um vigor obviamente muito mais evidente”.
    Marcos Silveira Buckeridge salientou que não há mais uma distinção entre laboratórios brasileiros e estrangeiros, além de ressaltar áreas nas quais a ciência brasileira vêm despontando, como a agricultura e a engenharia. “Nós temos uma produção científica não só muito boa em si mas que também veio produzindo produtos que realmente fazem uma diferença na sociedade hoje. A ciência não ficou só na produção científica”, afirmou.
    Zago lembrou o exemplo dado pela Alemanha, que decidiu investir 42 bilhões de euros nas universidades para formar novos pesquisadores. “É um país que tem uma economia muito forte e tem uma longa tradição tanto de educação superior como de pesquisa de qualidade e que sempre pode ser visto como uma referência”, disse o professor. Ele também comentou que “a Alemanha baseia o seu desenvolvimento e o seu sucesso econômico principalmente no conhecimento, na ciência e na tecnologia”.
    Já o Buckeridge atentou para os professores que “estão com a tocha na mão”. Para ele, estes são pesquisadores que “estão literalmente no escuro. Eles estão discutindo coisas que ninguém se interessa mas que daqui há dez, vinte anos irão se tornar aplicáveis”. O professor também apontou que “é muito barato, em relação ao todo, fazer esse tipo de pesquisa ‘com a tocha na mão'”, e que os projetos seguintes, visando aprofundar os resultados iniciais e buscando aplicações seriam os mais custosos.
    Acompanhe a íntegra do programa pelos links acima.
    59 min
  • Diálogos USP #01 - Produção científica brasileira tem reconhecimento mundial
    Para longe de pensamentos obscurantistas, é fato que o desenvolvimento científico e tecnológico no Brasil constitui condição essencial para um verdadeiro desenvolvimento socioeconômico e para a implantação de uma sociedade mais justa no País. A nossa produção científica praticamente dobrou do começo para o fim da primeira década do século XXI e continuou sua ascensão consistente.
    Essa expansão notável, fruto de algumas políticas muito bem estruturadas, foi baseada na capacidade de produzir ciência das universidades públicas brasileiras, como a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), duas grandes universidades estaduais paulistas, além de outras universidades federais, como a do Rio de Janeiro (UFRJ), a de Minas Gerais (UFMG) e a do Rio Grande do Sul (UFRGS). Mais de 95% da produção científica do Brasil nas bases internacionais deve-se à capacidade de pesquisa de suas universidades públicas.
    De acordo com uma pesquisa feita pela Clarivate Analytics, o Brasil, no período de 2011 a 2016, publicou mais de 250.000 artigos na base de dados Web of Science em todas as áreas do conhecimento, correspondendo à décima terceira posição na produção científica global, na qual se apresentam mais de 190 países.
    No entanto, o contingenciamento das verbas das universidades públicas federais e o corte de bolsas e de financiamentos podem colocar em risco as conquistas científicas brasileiras, além de fazer com que muitos pesquisadores procurem no exterior um porto mais seguro.
    Para falar sobre a situação atual da ciência no Brasil, o Diálogos na USP recebeu os professores Marco Antonio Zago, ex-presidente do CNPq e ex-reitor da USP e atual presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), e Marcos Silveira Buckeridge, diretor do Instituto de Biociências da USP e ex-presidente da Academia de Ciências do Estado de São Paulo.
    Marco Antonio Zago destacou que a ciência brasileira se fortaleceu muito nas duas últimas décadas, adquirindo reconhecimento mundial. Ainda assim, ele disse acreditar que “existe uma divisão muito nítida entre o potencial do país como um todo e do estado de São Paulo, que tem um vigor obviamente muito mais evidente”.
    Marcos Silveira Buckeridge salientou que não há mais uma distinção entre laboratórios brasileiros e estrangeiros, além de ressaltar áreas nas quais a ciência brasileira vêm despontando, como a agricultura e a engenharia. “Nós temos uma produção científica não só muito boa em si mas que também veio produzindo produtos que realmente fazem uma diferença na sociedade hoje. A ciência não ficou só na produção científica”, afirmou.
    Zago lembrou o exemplo dado pela Alemanha, que decidiu investir 42 bilhões de euros nas universidades para formar novos pesquisadores. “É um país que tem uma economia muito forte e tem uma longa tradição tanto de educação superior como de pesquisa de qualidade e que sempre pode ser visto como uma referência”, disse o professor. Ele também comentou que “a Alemanha baseia o seu desenvolvimento e o seu sucesso econômico principalmente no conhecimento, na ciência e na tecnologia”.
    Já o Buckeridge atentou para os professores que “estão com a tocha na mão”. Para ele, estes são pesquisadores que “estão literalmente no escuro. Eles estão discutindo coisas que ninguém se interessa mas que daqui há dez, vinte anos irão se tornar aplicáveis”. O professor também apontou que “é muito barato, em relação ao todo, fazer esse tipo de pesquisa ‘com a tocha na mão'”, e que os projetos seguintes, visando aprofundar os resultados iniciais e buscando aplicações seriam os mais custosos.
    Acompanhe a íntegra do programa pelos links acima.
    59 min

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