Os sábios do Oriente foram guiados até o local em que Jesus estava por um “sistema tecnológico” divino muito superior a qualquer outro já visto no mundo. Não sabemos se esses homens eram reis. Não sabemos se eram três. Não sabemos seu nome, o local de origem ou a idade. Sabemos, apenas, que na realidade não estavam seguindo uma estrela. Então, por que os sábios do Oriente nos parecem tão familiares? Porque se tornaram parte da tradição envolvida no Natal. As características atribuídas hoje aos sábios do Oriente baseiam-se em suposições, na compreensão da cultura da época e no pequeno relato a seu respeito em Mateus. Os sábios do Oriente receberam nomes – Gaspar, Melquior e Baltazar – e a Festa dos Três Reis Magos (também chamada de Epifania ou Dia de Reis, que marca o fim da época do Natal) é celebrada em muitas culturas. Mas os verdadeiros sábios do Oriente não eram apenas coadjuvantes numa peça de Natal. Eles estudaram as Escrituras Hebraicas e encontraram as palavras de Balaão: “Um rei, como uma estrela brilhante, vai Lição 5 - 30 de janeiro de 2021 aparecer naquela nação; como um cometa Ele virá de Israel” (Números 24:17, NTLH). Provavelmente, eles também conheciam e compreendiam a profecia de Daniel 9:25 e 26 e perceberam que a vinda do Messias estava próxima. Os sábios do Oriente chegaram a Jerusalém acreditando que encontrariam uma grande comoção em relação ao nascimento do Rei. No entanto, depararam-se com a ignorância geral desse grande acontecimento e suas palavras instigaram o ciúme e o medo entre os líderes romanos e os líderes judeus, o que resultou no assassinato de milhares de crianças inocentes e mais tarde no assassinato de Jesus. Esta lição nos mostra que os homens sábios também servem de modelo para aqueles que desejam se preparar para ver e reconhecer a volta de Jesus.