Para muitos, esse tempo de eleição significa a chegada da “festa da democracia”. Aquele momento super patriótico em que podemos escolher nossos representantes nos poderes Executivo e Legislativo.
Mas, no Brasil, o período de campanha é também uma espécie de programa de humor estendido, sem cortes e sem edição. E tudo começa com o nome escolhido pelos candidatos para representá-los na urna.
Sobra bom humor e falta seriedade num momento que, a meu ver, deveria ser solene, de tão importante para a sociedade.
Você pode me chamar de ranzinza, caro ouvinte/leitor mas eu não gostaria de ser representado por um vereador chamado Capeta. Jamais! Ele existe e é da Paraíba.
E que tal ser representando por um parlamentar que se chama Caroço, Bodão ou Garganta? Todos eles estão disputando a s eleições aqui em Boa Vista. Acredite.
Nessa bagaça supostamente descoberta pelo Tio Cabral, lá pelos idos de 1.500, pode tudo. Afinal, o Brasil é ou não é o País da piada pronta. O brasileiro perde o voto, joga ele fora, mas não perde a piada. Somos, enfim, uma terra de gente alegre e bem humorada.
Vamos aos nomes dos candidatos. No Rio de Janeiro tem o já conhecido Kid Bengala de outros carnavais eróticos. Mas, agora, nesse tempo de extrema loucura, tem também o Donald Trump Bolsonaro, o Zé Rolão, a Maria do Bairro, o Advogado de Deus e o Capitão de Bolsonaro, direto de Salvador.
Este episódio do Podcast Direto ao Ponto é uma crônica politicamente incorreta sobre o nome dos candidatos a vereador.
Aperta o Play e ouve aí.