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Oitavo episódio Do Arco da Velha.
Respondo aos comentários da pergunta de 16 de Novembro "Preferes ter tudo cuidadosamente planeado, ou navegar à vista?". Apresento-vos o Sebastião, umas das personagens do Protesto de Café e pesquiso a origem da expressão "puxar a brasa à sua sardinha”. Termino com a leitura do poema "Ódio?" de Florbela Espanca.
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Ah! Não se esqueçam da promoção de Natal.
Sétimo episódio Do Arco da Velha.
Respondo aos comentários da pergunta de 9 de Novembro "O que é que ficou arruinado quando se tornou popular?". Desta vez não leio nenhuma parte do Protesto de Café, mas lanço a promoção de Natal e pesquiso a origem da expressão "puxar a brasa à sua sardinha”. Termino com a leitura do poema "Quando" de Sophia de Mello Breyner Andresen.
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Sexto episódio Do Arco da Velha.
Respondo aos comentários da pergunta de 2 de Novembro "Quais são as duas coisas horríveis quando separadas, mas excelentes quando juntas?". Leio um trecho do Protesto de Café e pesquiso a origem da expressão "dar água pela barba”. Termino com a leitura do poema "Andar?! Não me custa nada!..." de Natália Correia.
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Quinto episódio Do Arco da Velha.
Respondo aos comentários da pergunta de 26 de Outubro "Quando eras criança, qual foi a coisa em que acreditaste demasiado tempo?". Temos comentários de voz dos leitores. Leio um trecho do Protesto de Café e pesquiso a origem da expressão "embandeirar em arco”. Termino com a leitura do poema "Súplica" de Miguel Torga.
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Quarto episódio Do Arco da Velha.
Ando a reler Garrett. Respondo aos comentários da pergunta de 19 de Outubro "O que é que ainda te faz sentir vergonha?". Foi criado espaço para uma secção móvel, com comentários de voz dos leitores. Desta vez, temos duas mensagens. Leio um trecho do Protesto de Café e pesquiso a origem da expressão "andar à toa”. Termino com a leitura do soneto "Idílio" de Antero de Quental.
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Terceiro episódio Do Arco da Velha.
Anunciei que provavelmente comecei a escrever algo que poderá ser o meu próximo livro. A ideia era começar um conto de Natal semelhante ao que escrevi em 2018 (https://www.facebook.com/andrebelchior.escritor/posts/2582874695127842), mas depois surgiu um capítulo de um possível livro que, pasmem-se, se passa em Junho, em pleno calor. Respondo aos comentários da pergunta de 12 de Outubro "O que é que emprestaste, mas que nunca mais te devolveram?". Leio um trecho do Protesto de Café e pesquiso a origem da expressão "ficar a ver navios”. Termino com a leitura do poema "Débil" de Cesário Verde.
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Aqui está o segundo episódio Do Arco da Velha.
Respondo aos comentários da pergunta de 5 de Outubro "Se tivesses uma viagem com tudo pago para visitar um monumento do mundo, onde é que ias?". Leio um trecho do Protesto de Café e pesquiso a origem da expressão "do tempo da Maria Cachucha” a canção portuguesa da dança espanhola. Termino com a leitura do poema "Espelho" de Eugénio de Andrade.
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Aqui está o primeiro episódio Do Arco da Velha, um espaço que conta com a vossa interacção. Todas as semanas irei responder aos comentários que fizerem na pergunta que é colocada a cada segunda-feira na página https://www.facebook.com/andrebelchior.escritor/
Neste primeiro episódio respondo aos comentários da pergunta de 28 de Setembro "Qual o artista ou banda que recomendas quando alguém te pede uma recomendação?". Leio um trecho do Protesto de Café e pesquiso a origem da expressão "carapau de corrida". Termino com a leitura do poema "Quási" de Mário de Sá Carneiro.
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