Doenças Tropicais

Doenças Tropicais

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Doenças Tropicais episodes

  • Alerta de Emergência: o que sabemos dos protestos na Indonésia de 22/08/2024

    Jacarta está pegando fogo e organizamos todas as informações sobre o que está acontecendo por lá.

    Livro citado:

    Jacobus Ranjabar. Sistem Politik Indonesia. Bandung: Penerbut Alfabeta, 2019.

    Algumas matérias:

    https://www.bbc.com/indonesia/articles/cpdlj0x9yyjo

    https://www.kompas.com/tren/read/2024/08/22/101529565/kenapa-muncul-peringatan-darurat-indonesia

    https://www.kompas.id/baca/nusantara/2024/08/22/dosen-ugm-sebut-demokrasi-di-indonesia-dalam-kondisi-darurat

    https://www.channelnewsasia.com/asia/indonesia-protests-parliament-attempt-subvert-constitutional-court-ruling-regional-local-elections-kaesang-jokowi-anies-baswedan-4560911


    11 min
  • Cinema taiwanês. Hou Hsiao-hsien, Chu T'ien-wen, Edward Yang

    Tratamos da Nova Onda do cinema taiwanês, ressaltando a obra dos diretores Hou Hsiao-hsien e Edward Yang, além da escritora Chu T'ien-wen. Outros assuntos tratados: Hsin-Chi, cinema taiyupian, influência do cinema japonês e honconguense sobre Taiwan, além do impacto da sétima arte taiwanesa sobre o trabalho do mestre Hayao Miyazaki.


    Referências:

    Chen, Ru-Shou R. & Davis, D. W. (ed.) Cinema Taiwan. Politics, popularity and state of the arts. London: Routledge, 2007.

    Ferreira, Clarissa. Os contemporâneos de Chihiro e Totoro (2020). http://sentaai.com/os-contemporaneos-de-chihiro-e-totoro/
    Lupke, Christopher. The Sinophone Cinema of Hou Hsiao-Hsien. Culture, Style, Voice, and Motion. Amherst:
    Cambria Press, 2016.

    Marques, Luisa (org.). Hou Hsiao-Hsien e o cinema de memórias fragmentadas. CCBB, 2010.

    Taiwan Film Institute. Dangerous Youth 危險的青春. 2010.

    Tsai, Beth. Taiwan New Cinema at Film Festivals. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2023.

    Wilson, Flannery. New Taiwanese Cinema in Focus. Moving within and beyond the frame. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2014.

    A Conversação [podcast], ed. 74 (2017). Acesso em:

    https://open.spotify.com/episode/6z5tsUTfJYLXrg5xbZCH7J

    42 min
  • Filme aleatório: O Milagre de Berna (Alemanha, 2003)

    Resenha do filme sobre futebol que é, no fundo, um mergulho na história da Alemanha do pós-guerra e seus conflitos de gerações.

    FICHA TÉCNICA

    Título original: Das Wunder von Bern (2003)

    Direção: Sönke Wortmann

    Roteirista: Rochus Hahn

    País: Alemanha

    https://www.imdb.com/title/tt0326429/

    6 min
  • Poesia e Mito na Roma Imperial. Lívio e Horácio (19 AEC)

    Tratamos de Roma na virada para a cronologia cristã; uma Roma assolada por guerras civis, movimentos religiosos messiânicos populares e lutas pelo poder. Ela resulta de um período republicano até o assassinato de Júlio César, chegando à fundação do Império Romano. Aqui se forma um primeiro esboço do espaço comum europeu, onde o latim era a língua da cultura, e o neoclassicismo, a poética oficial. Tratamos de "Ad urbe condita" de Tito Lívio e "Epistola ad Pisones" de Horácio.

    Trilha sonora: John Barry - The Lion in Winter, Suite (1968)

    Referências bibliográficas

    BRANDÃO, Roberto de Oliveira. "Três momentos da poética antiga". In: A poética clássica: Aristóteles, Horácio, Longino. São Paulo: Cultrix, 2005, p. 1-18.

    BRINK, C. O. Horace on Poetry. Cambridge: Cambridge University Press, 1971.

    FAIRCLOUGH, H. Rushton. Horace: Satires, Epistles and Ars Poetica. London: William Heinemann, 1926.

    HARDISON, O. B; GOLDEN, Leon. Horace for Students of Literature. The ‘Ars Poetica’ and its Tradition. Gainesville; University Press of Florida, 1942.

    KILPATRICK, Ross S. The Poetry of Criticism. Horace, Epistles II and Ars Poetica. Edmonton: University of Alberta Press, 1990.

    LIVY, Titus. History of Rome. English Translation by Rev. Canon Roberts. New York, New York. E. P. Dutton and Co. 1912.

    36 min
  • Zomia, ou a história anarquista do Maciço do Sudeste Asiático

    Entende-se por Zomia um espaço social à prova de poder estatal, onde não se paga impostos, nem se partilha das economias coloniais ou etnonacionais, e tampouco se aceita a presença das polícias ou dos exércitos. Abarcando 2.5 bilhões km² e 130.000 indivíduos, Zomia é o caso raro no mundo atual de um território anarquista intranacional resistente à penetração de governos há pelo menos dois milênios. Embora venha sofrendo dificuldades de se manter autônomo desde as independências nacionais sul-asiáticas dos anos 1960, o território vem sendo estudado pela etnografia atual de forma a questionar pressupostos formadores de nossa cultura política: o principal deles, o pressuposto hobbesiano da necessidade do Estado como corretivo para o barbarismo inerente a agrupamentos humanos.

    REFERÊNCIAS

    BIJL, Matthijs. "Welcome to Zomia, the Anarchist Country You've Never Heard Of" (2021).

    https://medium.com/@matthijsbijl/welcome-to-zomia-the-anarchist-country-youve-never-heard-of-6d2172da8ef3

    DELALANDE, Nicolas. "Zomia, lá onde o Estado não está". Tradução de Mateus Bernardino, 2014. https://mateusbernardino.wordpress.com/2014/04/25/zomia-la-onde-o-estado-nao-esta/

    DeLUCCA, Daniel. Estudos de Área, Zomia e Sudeste Asiático: Uma introdução às geografias do saber. Terra Brasilis: Revista da Rede Brasileira de História da Geografia e Geografia Histórica, vol. 15, 2021, 1-20.

    FRIEND, Julius W. Stateless Nations: Western European Regional Nationalisms and the Old Nations. Palgrave Macmillan, 2012.

    GOLDEN, Peter B. Stateless nomads of central Eurasia.

    MARKLEY, Jonathan. Education about Asia. Vol. 26, 3. Winter 2021, p. 25-31

    MICHAUD, Jean. Zomia and Beyond. In: Alexander Horstmann, Martin Saxer, Alessandro Rippa (ed.). Routledge Handbook of Asian Borderlands. Routledge, 2018, p. 73-88.

    MINAHAN, James B. (org.) Encyclopedia of Stateless Nations. Ethnic and National Groups around the World.

    SCOTT, James C. The art of not being governed: an anarchist history of upland Southeast Asia. Yale University Press, 2009.

    ____. Against the grain. Yale University Press, 2017.

     
    "Kinder unter Radar", Tagesschau, 07/06/2024. (https://www.tagesschau.de/investigativ/br-recherche/reichsbuerger-kinder-100.html)

    FONTES AUDIOVISUAIS

    Kink Gong - Zomia, Vol. 1 (LP, 2021). Discrepant Records. https://kinkgong.bandcamp.com/album/zomia-vol-1

    Podcast Immediatism

    (ep. 316-320), com leitura de trechos do livro -
    https://immediatism.com/archives/podcast/316-the-art-of-not-being-governed-1-by-james-c-scott

    48 min
  • África helenística. Calímaco, Aitia (270 AEC)

    Voltamo-nos ao Norte da África conquistado por Alexandre da Macedônia. Do Egito à Líbia, a África helenística se orientou por ideais de classicidade e harmonia que alteraram a história literária dali para a frente. Tópicos a ideia de classicismo. Winckelmann sobre a estatuária helenística e ideal de classicidade a partir do século III AEC. Calímaco como bibliotecário em Alexandria e poeta. A poética helenística contra a tradição épica. Aitia e o gênero etiológico. Sobre a falácia da civilização helênico-europeia.

    Música de desfecho: Гули Махтоби - Абдулло Султон (2000)

    Bibliografia

    Acosta-Hughes , B. & S. Stephens. Callimachus in Context From Plato to the Augustan Poets. Cambridge, 2012.

    Mair, A. W. (ed. e trad.) Callimachus and Lycophron. London William Heinemann. 1921.

    Rawles, Richard. Callimachus. London Bloomsbury, 2019.

    Reed, T. J. The Classical Centre. Goethe and Weimar, 1775-1832. London Croom Helm, 1980.

    Reynolds , L. D. & N. G. Wilson. Scribes and Scholars A Guide to the Transmission of Greek and Latin Literature. Oxford UP 1991.

    Stephens , S. Seeing Double Intercultural Poetics in Ptolemaic Alexandria. Berkeley 2003.

    Winckelmann, Johann Joachim. Gedanken über die Nachahmung der griechischen Werke in der Malerei und Bildhauerkunst. Stuttgart Reclam Verlag, 1969.

    36 min
  • Gerárd Genette sobre a poética na Grécia clássica

    Sobre a tese de Gérard Genette acerca do embate Platão vs. Aristóteles: as tradições poéticas que formaram a literatura ocidental seguiram os caminhos de Aristóteles. Sobre conceitos centrais da poética antiga. Origem do conceito de gênero literário a partir da concepção de genos na metafísica aristotélica. "Frontières du récit" de 1969 e avanços na teoria da narrativa a partir do estudo da Antiguidade.

    Música de desfecho: Laibach - Germania (1982)

    Referências bibliográficas

    Aristóteles. Poética. SP: Editora 34, 2015.

    COOPER, J. M. (Org.). The Complete Works of Plato. Indianapolis: Hackett Publishing Co., 1997.

    EFAL, Adil. “Generic Classification and Habitual Subject Matter.” In: BOD, Rends; MAAT, Jaap; WESTEIJN, Thijs. (ed.) The Making of Humanities: Volume III: The Modern Humanities. Amsterdam: Amsterdam UP, 2014.

    GENNETE, Gerárd. „Frontières du récit”. Communications, 1966, vol. 8, pp. 152-163.

    HARTLEY, Leslie Poles. The Go-Between, 1953.

    HOMERO. Ilíada. Tradução de Izetti Torralvo. São Paulo: Cia das Letras/Penguin, 2013.

    30 min
  • Platão, República, livros I e III (375 AEC)

    O diálogo platônico como superação da tragédia. Jacques Rancière sobre o caráter ética da discussão da República III.

    Referências bibliográficas

    Aristóteles. Poética. SP: Editora 34, 2015.

    COOPER, J. M. (Org.). The Complete Works of Plato. Indianapolis: Hackett Publishing Co., 1997.

    GEIGER, R. Literarische Aspekte der Schriften Platons. In:

    HORN, C.; MÜLLER, J.; SÖDER, J. (Org.). Platon Handbuch: Leben – Werke – Wirkung. Stuttgart: J. B. Metzler Verlag, 2009, p. 363-386.

    JANOUCHOVÁ,

    P. The cult of Bendis in Athens and Thrace. Graeco-Latina Brunensia, v. 18, n. 1, p. 95-106, 2013.

    Petraki, Zacharoula. The Poetics of Philosophical Language: Plato, Poets and Presocratics in the Republic. Göttingen: De Gruyter, 2011.

    PLANEAUX, Christopher. The date of Bendis’ entry into Attica. The Classical Journal, v. 96, n. 2, p. 165-192, 2000.

    Platão. A República (ou, sobre a justiça). SP: Martins Fontes, 2006.

    PLUTARCO. L. The lives of the noble Grecians and Romans. Chicago; London; Toronto: Encyclopaedia Britannica, 1951, p. 354-367.

    PURSHOUSE, L. Plato’s Republic. London: Continuum, 2006.

    Rancière, Jacques. The Politics of Aesthetics. The Distribution of the Sensible. London: Continuum International Publishing, 2004.

    Rosen, S. Plato’s Republic: a study. London; New Haven: Yale University Press, 2005.

    Rothenberg, Molly Anne. “Rancière’s Aesthetic Regime. Modernism, Politics, and the Logic of Excess.” In: RABATÉ,

    Jean-Michael. A Handbook of Modernism Studies. Chicester: John Willey & Sons, 2013, p. 431-444.

    Silva, F. V. & Costa, S. F. A literariedade do discurso platônico: uma análise cenográfica da República I (327a a 331d). Leitura, Maceió, n. 65, maio/ago. 2020, p. 41-47.

    Cidade de Deus, dirigido por Fernando Meirelles e Kátia Lund, roteiro por Paulo Lins e Bráulio Mantovani. Brasil, 2002.

    29 min

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Quadros de boas ideias do passado. Narração e pesquisa @felipevalium; apoio da @aetia.editorial

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