
Sign up to save your podcasts
Or


O episódio de hoje é especial, pois é o último da temporada de frases de mulheres que nos inspiram.
Hoje, falamos sobre como a palavra concretiza o pensamento ao mesmo tempo que o flexibiliza, pois o questiona.
Quando colocamos um pensamento em palavras, isso tem um efeito.
Quando falamos para alguém que escuta, nos escutamos e ganhamos uma clareza sobre algo que não estava tão claro.
A palavra, então, se torna uma ação, pois temos a possibilidade, com o novo entendimento, de fazer diferente.
Passamos a ter escolhas, para gerar as mudanças que queremos ver acontecer.
A frase que inspira o episódio é de Ingrid Bengis:
“Palavras são uma forma de ação, capazes de influenciar mudanças.”
“O que mais temo, creio, é a morte da imaginação”
O episódio de hoje é inspirado nessa frase da escritora e poeta Sylvia Plath.
A nossa capacidade de imaginar nos permite especular a realidade e simbolizá-la, através das fantasias. São elas que regem a nossa vida adulta, influenciando nossas identificações e escolhas.
O que habita a nossa imaginação dize sobre nós, sobre nossos sonhos e medos, sobre como nos vemos e nos relacionamos.
A imaginação é fonte, de VIDA.
O episódio de hoje foi inspirado em uma frase de Grada Kilomba; artista multidisciplinar, escritora e teórica, que em suas obras, reflete sobre memória, raça, gênero e pós-colonialismo.
“Eu acho que quando a história não é compreendida e quando a história não é contada devidamente, a barbaridade repete-se.”
Refletimos sobre a importância de questionar as narrações da história para que ela possa ser compreendida em toda a sua complexidade.
Para isso, é preciso um mergulho profundo. Falar, escutar e narrar. Não silenciar a história.
Vem com a gente!
O episódio de hoje foi inspirado pela frase, da Marina Colasanti:
“Eu sei que a gente se acostuma, mas não devia.”
(extraída do conto: Eu sei, mas não devia)
A gente se acostuma com tanta coisa, com a fome, com ideias ultrapassadas, com relacionamentos infelizes, com trabalhos sem sentido…
A gente tem mania de se acostumar com o que se repete, mas não devia.
Talvez pelo medo da mudança, nos acostumamos a ver o mundo a partir de uma única perspectiva e enrijecemos.
Quando mantemos a mente aberta para o novo, as mudanças não assustam tanto.
É preciso se indignar, sentir o desconforto e querer sair dele. E não se acostumar.
O que não vai bem, pode sempre melhorar.
Vem conversar com a gente!
“Quem come do fruto do conhecimento é sempre expulso de algum paraíso.” Melanie Klein
O paraíso do qual somos expulsos através do conhecimento de si, tem a ver com ilusões e falsas seguranças.
Para a psicanalista Melanie Klein, conhecer é se libertar e pensar é terapêutico.
Ser capaz de pensar as próprias emoções altera profundamente seu olhar e viver no mundo.
Através do pensamento, você integra suas experiências emocionais e amadurece.
Ao aprimorar a sua capacidade de reflexão, você deixa de ser superficial e se torna responsável por si — fator determinante na saúde mental.
O episódio de hoje foi inspirado nessa frase. Vem!
Podemos ficar batendo a cabeça de parede, sem sair do lugar, ou aprender alguma coisa com isso.
A gente se repete, mas precisamos ir além da repetição vazia, sem questionamento.
Ao mesmo tempo, é preciso perseverar, insistir no que faz sentido.
Acreditar, insistir. Colocar em movimento o que não sai do pensamento.
O episódio de hoje foi inspirado na frase de Liana Ferraz, atriz e escritora, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura:
“a mesma teimosia que me faz ficar batendo a cabeça na parede; me faz encontrar porta onde parecia só existir parede”
Você já deve ter se pegado falando ou fazendo algo e depois se perguntou por quê.
Muitas vezes, reagimos de forma semelhante em determinadas situações, mesmo que não entendamos as razões.
O que escapa é o que saiu do controle e diz do inconsciente. Isso que tentamos controlar, esconder, evitar, mesmo sem saber, mas acaba vindo a tona.
Conhecer nossas 'bobagens' é uma maneira de se conhecer melhor, para então poder mudar.
Como disse a escritora Elizabeth Gilbert:
"Nunca vi nenhuma transformação de vida que não começasse com a pessoa em questão se cansando de suas próprias bobagens."
O episódio de hoje é inspirado nessa frase. Vem ouvir!
Acreditar na nossa capacidade de resolver os problemas que criamos, sejam eles coletivos ou individuais, pode ser a nossa única chance de sobrevivência, como espécie e como sujeitos.
É sobre isso que falamos no episódio de hoje, inspiradas pela frase de Marie Curie, cientista polonesa que conduziu pesquisas pioneiras sobre radioatividade:
“Eu sou uma pessoa que acredita que a humanidade vai tirar mais coisas boas do que ruins de novas descobertas.”
From the publisher's feed