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Charles Baudelaire (1821-1867) poeta, ensaísta, tradutor e crítico de arte francês, nos sugeriu embriagar-se de vinho, poesia e virtude para não sentirmos o fardo do tempo. É uma poética saída à abstração do tempo que verga. Escute o episódio da semana. Obrigado.
Indivisível no sentido pueril da palavra foi o que Quintana nos trouxe nesse poema, mas a perspicácia do poeta relata que essa mesma puerilidade é a busca de uma vida. Escute o episódio da semana. Obrigado.
E se as flores sorrirem? não que as flores riam, mas essa é uma forma de se fazer notá-las, para aqueles que não percebem essa linguagem. Esse é o paradoxo de Fernando Pessoa no episódio da semana. Acompanha o poema a obra Prelude in C minor de Bach. Obrigado.
Um africano outro português, um relata o gérmen do planeta o outro poetisa o mesmo gérmen e ambos criam a conexão entre visível e invisível, um pé no chão e duas cabeças fora de si. Escute o episódio da semana. Obrigado.
Aurélio Agostinho de Hipona (354-430) um texto milenar tratando de um afago póstumo e um consolo para quem permanece no mundo das criaturas. Escute o episódio da semana. Obrigado.
António Vítor Ramos Rosa (1924-2013), poeta, tradutor e desenhista português, escreveu esse poema para que percebamos que o sentido de tudo em nossas vidas somos nós que criamos e o alimentamos, onde na verdade o sentido não está em parte alguma. Acompanha o poema a obra A Drop Of Silence de Kitaro. Obrigado.
A todos aqueles que ousaram aventurar-se além da lógica do mundo. Tudo vale a pena, se a alma não é pequena. Poema curto para uma grande mensagem. Legado de Fernando Pessoa. Escute o episódio da semana. Obrigado.
Amizades que se perdem no tempo deixam um misto de ausência pelos momentos convividos e satisfação pelos mesmos momentos convividos. Drummond conseguiu retratar esse sentimento nesse poema. Acompanha o poema a obra Once Upon a Time de Austin Farwell. Obrigado.
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