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Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944) foi piloto de avião em uma época que voar era uma aventura. O poeta aviador escreveu diversos livros, esse trecho foi extraído do livro Terra dos Homens. O autor coloca o avião como representante de todas as máquinas em um realista relato. Recentemente começamos a lidar com elas e que atingir a perfeição através da máquina é a ausência de invenção. Esse paradoxo é genialmente explicado pelo autor. Escute o episódio da semana. Obrigado.
Poesia mundial, pensando em um futuro, Uruguai e Portugal se coadunam no mesmo meio para o mesmo final, é uma sóbria visão sobre o que nos espera. Duas cabeças brilhantes nos presenteiam com seus raios de sensatez que julgo imortal. Acompanha os poemas a obra Cast Away de Alan Silvestri. Obrigado.
José, uma representação daquele que busca, que cai e levanta, que é convicto, que luta até contra si mesmo, mas que finda jogando contra todos e indubitavelmente vem a questão: e agora José? Um dos maiores poemas da língua portuguesa. Escute o episódio da semana. Obrigado.
Felicidade são breves momentos, sensações, emoções, e não pode ser confundida com alegria, paixão ou entusiasmo. Sendo assim, é proibido não fazer essa busca e não ouvir o episódio da semana, que está acompanhado pela obra Trois Gymnopédies de Erik Satie. Obrigado.
Três fragmentos do Livro do desassossego em que Fernando Pessoa trata do absurdo. Chega a ser absurdo de tão espetacular que apenas um tema tenha tantas dimensões, sentimentos e humores, e igualmente absurda a hipótese que uma música tivesse a pretensão de acompanhar esses poemas. Foi necessário pedir ajuda a Arvo Part, Stephan Moccio e Vangelis para que cada humor do poema tivesse a música apropriada. Escutem essa obra absurda. Obrigado.
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