Educa a dor

Educa a dor

By JULIANA BARCELLOS DE SOUZAAlternative HealthHealth & Fitness
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Educa a dor episodes

  • Saúde com protagonismo - Ano 1 - Episódio 30 - Cegos, sábios cegos

    Um famoso conto Hindu

    para nos fazer pensar sobre a cegueira do saber, sobre a importância da comunicação entre as áreas do conhecimento/da sabedoria.
    Uma analogia para compreender a importância do tratamento multi-dimensional, multiprofissional.
    Esse foi o assunto desse vídeo, que foi ao ar AO VIVO no dia 28 de setembro 2022 pelo JTT no canal do Youtube do Portal Desacato:  @PortalDesacato 
    Com Dra. Juliana Barcellos de Souza, PhD

    7 min
  • Saúde com protagonismo - Ano 1 - Episódio 29 - O tratamento foi um "sucesso" .... mas o paciente continua com dor

    Reflexão sobre essa frase clichê, um jargão que desconsidera o paciente como sujeito ativo no processo.

    O paciente deve estar no centro dos objetivos (e foco) do tratamento.
    Esse foi o assunto desse vídeo, que foi ao ar AO VIVO no dia 21de setembro 2022 pelo JTT no canal do YouTube do Portal Desacato:  @PortalDesacato 
    Com Dra. Juliana Barcellos de Souza, PhD

    6 min
  • Saúde com protagonismo - Ano 1 - Episódio 28 - Direito das meniasnas

    Além de falar sobre a mulher, seus direitos e vulnerabilidades, é muito importante lembrar das crianças, das meninas (e dos meninos), na educação, nos direitos e representatividade.

    Esse foi o assunto desse video, que foi ao ar AO VIVO no dia 14 de setembro de 2022 pelo JTT no canal do Youtube do Portal Desacato:  @PortalDesacato 

    8 min
  • Saúde com protagonismo - Ano 1 - Episódio 27 - Plasticidade cortical, repetição e aprendizado

    Aprender, repetir a informação para ensinar uma nova via sináptica, tudo isso pela plasticidade cortical.

    Quantas palavras complicadas!
    Nesse curto vídeo te explico um pouco sobre esses conceitos e suas interações.
    ATENÇÃO: no início do vídeo tivemos um problema com o microfone, o problema é solucionado nos segundos que seguem.
    Esse foi o assunto desse video, que foi ao ar AO VIVO no dia 31de agosto 2022 pelo JTT no canal do Youtube do Portal Desacato:  @PortalDesacato 
    Com Dra. Juliana Barcellos de Souza, PhD

    7 min
  • Saúde com protagonismo - Ano 1 - Episódio 26 - Protagonismo versus imediatismo

    Quem é o protagonismo em um filme ou livro?

    O que acontece com ele?

    Nós acompanhamos sua jornada, emoções vitorias frustrações,..

    Acaba o filme ou o livro e acaba nossa jornada com aquele personagem …


    As vezes temos saudades, queremos saber mais, pois a vida segue e a jornada tem muitos outros tópicos de curiosidade que gostaríamos se acompanhar. Seja um romance ou uma historia real, a curiosidade persiste.


    Mas temos outro protagonista muito importante, que acompanhamos diariamente as vezes sem prestar muita atenção,

    Por vezes em um modo meio automático.


    Quem já me conhece

    Já sabe de quem estou falando.


    Isso mesmo

    De cada um de nós.


    Esse formato meio automático nos priva do processo.

    No filme e no livro o mais legal é o processo, cada etapa, acontecimento…. A curiosidade é cativante.

    Mas, em nossa história parece que só queremos o final. A colheita, a formatura, a cura, a realização é o fim.

    Desprezamos o processo.

    Desprezamos tanto que sem perceber nos tornamos vulneráveis…

    Principalmente na saúde.

    Aqui, não tenho nem a intensão de falar sobre o tão falado sedentarismo.

    A vulnerabilidade que mais me aflige é o desejo do imediatismo de uma cura.

    A cura da dor por exemplo.

    É claro que é horrível sentir dor

    Pior ainda conviver com ela.

    Mas, para muitos protagonistas, nós acompanhamos a dor em seu processo de recuperação.

    Minha angustia está nessa busca imediata de uma potencial cura.

    Na história recente do tratamento da dor nós lidamos mundialmente com um problema novo, causado pela necessidade de apagar qualquer sensação de dor. Pacientes com dor crônica são estudados e descritos em artigos científicos como dependentes químicos. Há inúmeras causas para explicar a vulnerabilidade do dependente químico, desde problemas psicossociais… e hoje em dia até o tratamento prescrito para a dor.

    Cada país tem sua história,

    No nosso pais com tanta discrepância social, econômica e educacional… diversas causas procuram explicar essa problemática.

    Mas minha mensagem volta a sugerir que a sua dor seja colocada em uma balança,

    Viver com dor, sofrer de dor não é normal e você tem direito a tratamento.

    Porém, será que tratar essa dor seria apagar toda e qualquer sensação de dor?

    Será que para tratar a dor, precisamos nos desconectar do mundo?


    Nos desligar, não é tratamento.

    Enfrentar, entender, desenvolver estratégias para mudar essa intensidade e incapacidade gerada pela dor.

    Essa seria a bela história de nosso protagonismo.


    Juliana Barcellos de Souza, PhD

    https://www.educaador.com/single-post/protagonismo-x-imediatismo

    8 min
  • Saúde com protagonismo - Ano 1 - Episódio 25 - Pés embalados para viagem

    Pés embrulhados para viagem


    https://www.educaador.com/single-post/p%C3%A9s-embalados-para-viagem


    Você já sentiu aquele peso nos ombros

    Ou já ouviu falar ao menos disso

    Carregar o mundo nas costas…

    Temos a tendência a supervalorizar nosso raciocínio, nossa inteligência e todas as habilidades adquiridas pelo domínio do conhecimento e das nossas mãos.

    Consideramos que são os grandes marcos das nossas conquistas: Cérebro, braços e mãos

    Mas e os nossos pés?

    A postura bípede foi um grande marco na evolução do ser humano, e falamos muito em

    Liberar as nossas mãos para produzir, e pouco falamos dos nossos pés.

    Os pés são nosso principal contato com o planeta Terra!

    Curioso ser tão importante e tão desconsiderado.

    Convido vocês a darmos um passinho para analisar sobre outro ponto de vista o corpo humano e nossas conquistas.

    Seria uma reflexão um pouco sociológica e antropológica.

    Com as aglomerações em cidades, criatividade, produtividade, calçados foram desenvolvidos.

    Calçados foram importantes para proteger nossos pés de possíveis agressores no solo, espinhos, temperaturas extremas, insetos…

    Aos poucos nossos pés foram sendo embalados em madeira e outros materiais, embalagens que também mudaram nosso padrão de marcha, nosso estilo de caminhada.

    Os pés presos embalados de madeira

    Os pés confortáveis em materiais elásticos.

    Os pés livres, … nem entram nos calcados.

    Pés fortes, hábeis para pegar material no chão, subir em árvores, ….

    Pesquisadores antropólogos e sociólogos destacam um certo “status" nos pés deformados pelos calçados, privamos os nossos pés de sentir o solo, de nos firmar no chão.

    Proponho uma experiência simples para resgatar os pés no chão e perceber como largar esse peso nos ombros.

    Ficar em pé e pensar nos pés

    Sentir os pés no chão e empurrar os pés contra o chão.

    Não haverá movimento para baixo, mas por tanto empurrar o chão com os seus pés, você sentirá que cresce, suas costas crescem, você fica alto e libera sim esse peso das costas por uma “má postura”

    Essa má postura tão popular

    Estaria associada a essa negligência de nossos pés?

    Se lembrarmos deles ao longo do dia, se mantivermos esse contato firme com o solo, será que não nos apropriamos mais de nosso corpo, e liberamos esse peso das costas?

    Faça o teste!

    Pés firmes!

    Pés no chão!

    Significado que vai muito além do que você imagina.

    Quem nos trouxe até aqui? Peso nos ombros e os pés embalados para viagem.



    Juliana Barcellos de Souza, PhD

    Fisioterapeuta

    www.educaador.com

    7 min
  • Saúde com protagonismo - Ano 1 - Episódio 24 - Estímulo, tempo e resposta

    S()R melhor seria. S( )R

    Estímulo(S)

    espaço ()

    Resposta (R)

    Em busca desse espaço espremido.



    Nao desse tempo ventoso e chuvoso que temos pelo estado de SC hoje.

    Nem do tempo cronológico apesar de estarmos no mês dos 15 anos do portal desacato.

    Vou falar de outro tempo…

    Um tempo que está curto, espremido e as vezes esquecido.

    O tempo

    O vazio

    O espaço entre o ouvir e falar

    O espaço entre o receber o estímulo e dar a resposta.

    O tempo do ócio

    O tempo de pensar em nada muito organizado.

    São tantos tempos espremidos em nosso cotidiano, em nossa rotina, em nossa lista de compromissos.

    Vou explicar um pouquinho para te ajudar a encontrar esse tempo importante e espremido no seu dia a dia.

    Não estamos isolados no mundo,

    Nosso corpo tem receptores pela pele, para identificar temperatura, vento, toque, agressores potenciais….

    Além dos receptores na pele nós temos receptores de olfato, visão, paladar e audição.

    Cada receptor absorve um estímulo do meio externo

    Cada receptor nos informa de algo que está acontecendo ao nosso redor.

    Esses estímulos requerem uma resposta apropriada.

    Mas muitas vezes, por exemplo em uma conversa, nosso cérebro já está pensando no que irá dizer antes mesmo de concluir a recepção de todos os estímulos. Antes mesmo da pessoa terminar de falar.

    Esse tempo de sentir, de deixar os estímulos fluirem e percorrem seus trajetos, abrirem novas conexões no cérebro, abrir as novas sinapses, ….


    Antes de tudo isso acontecer, nós já tínhamos a resposta na ponta da língua.


    Quando temos a resposta pronta, sentimos-nos preparados para a vida!

    Mas….

    Quando temos a resposta pronta, perdemos a oportunidade de descobrir o efeito do tempo da mensagem em nosso córtex.

    Aprendemos pela conexão de neurônios, pela famosa expressão EUREKA

    Será que EUREKA acontece no impulso, no tempo preenchido?

    Ou no tempo vazio?

    EUREKA vem precedido de um suspiro para dar certo!

    Então, vamos em busca desses suspiros, desse momento entre o estimulo recebido e a formulação da nossa resposta.

    Quanto mais alargarmos esse tempo entre o estímulo e a resposta, mais tempo teremos para nós mesmos.

    Protagonismo na conquista de intervalos de tempo!



    Juliana Barcellos de Souza, PhD

    https://www.educaador.com/single-post/s-r-melhor-seria-s-r

    4 min
  • Saúde com protagonismo - Ano 1 - Episódio 23 - Tendinites e outras "ites"

    Hoje nosso assunto: Tendinites e outras ítes....

    Mundialmente sabemos que o tempo entre a comprovação científica e a aplicação prática supera os 10 anos. Então, vamos aqui tentar reduzir esse tempo de atualização na saúde.

    vamos conversar sobre aquelas pessoas que tem dores.

    Sim,

    Tem gente que tem dor,

    Mas também tem gente que tem dores.

    Tem gente que inclusive nos fala que tem muitas…. ITES

    Tendinite bursite epicondilites e muitas outras….

    Uma coleção delas.

    Às vezes pode até parecer ironia ou exagero, mas são reais.

    Essas ITES atrapalham para fazer atividades no dia a dia

    Algumas aliviam com o repouso

    Outras persistem mesmo quando a pessoa não faz nada

    Algumas podem incomodar o sono, podem acordar!

    A questão parece simplória pq quem tem essas ITES, reclama, mas continua fazendo suas atividades, dorme mal e continua funcional.

    Mas essas ITES colecionáveis são objeto de muitos estudos, precisamos entender para achar a solução! Lembrem que ter dor não é normal, é importante descobrir o que temos que fazer para o alívio.

    No passado, acreditava-se no repouso como uma solução

    Até por ser uma característica da tendinite: aliviar ao repouso breve.

    Mas hoje em dia, as coisas mudaram

    Parar não! Repouso absoluto NÃO é a solução!

    O tendão das ITES não é necessariamente mais fraco, mas é mais “pesado"para movimentar

    Seria como se tivesse muitas barras de ferro na estrutura de um pilar, é forte, mas é resistente.

    Hoje a recomendação científica não é mais o repouso,

    Mas sim o movimento constante, antes de “acordar a dor”

    Como o tendão em cicatrização vai receber mais “barras de ferro” é importante que o músculo dê conta de suportar esse peso do músculo.

    O fato de parar, fazer repouso, além de deixar o tendão forte e pesado e o músculo fraco, o repouso também nos enfraquece por tudo….

    Então, mesmo com as ITES, vamos descobrir os movimentos que podemos fazer para evitar novas ITES.

    Mas é importante se movimentar sem dor, achar o jeitinho certo, por isso que é importante a orientação de um profissional de saúde.


    Juliana Barcellos de Souza, PhD

    www.educaador.com

    8 min
  • Saúde com protagonismo - Ano 1 - Episódio 21 - Fadiga crônica

    A maioria das pessoas infectadas com uma covid de manifestação definida como leve, apresenta outros sintomas que também requerem nossa atenção e reflexão.

    Ainda tem gente que precisa de auxílio hospitalar para sobreviver e lutar contra a infecção da covid. E isso é importante que saibamos para nos manter protegidos e atentos.

    Mas eu gostaria de conversar hoje sobre essa fadiga crônica, essa sensação de estafa física e mental que é outro sintoma da covid.

    Esse sintoma não é novo, as pessoas que tiveram covid antes da vacinação, também tinham esses sintomas além do comprometimento pulmonar.

    Mas o que é a fadiga cronica

    Como fazer durante o período do covid

    E como fazer depois

    Depois podemos associar a síndrome de fadiga crônica (especulativo)

    O principal sintoma é a fadiga por mais de seis meses. A fadiga piora geralmente com a prática de atividades, mas não melhora com repouso.

    Não há cura ou tratamento aprovado para esta doença. No entanto, alguns sintomas podem ser tratados para proporcionar alívio.

    Mas sabemos que para resolver essa fadiga não será pelo repouso, é necessário recolocar o metabolismo do corpo em movimento

    É como se tivéssemos reservas de energia e elas ficam velhas. Não adianta guardar a bateria que quando formos usar ela pode não ter mais a eficácia que ela tinha antes,

    Somos um corpo vivo! Nossas escolhas fazem a diferença até nesse tipo de moléculas de energia ;-)

    Para recuperar nossa energia, o que podemos fazer?

    Exercício físico

    Gerenciar estresse

    Técnicas de relaxamento

    Sono

    Alimentação



    Juliana Barcellos de Souza, PhD

    www.educaador.com

    15 min

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Educa a minha dor. Conversas e estratégias para ajudar você a EDUCAr A sua DOR. Conduzido pela Fisioterapeuta Dra. Juliana Barcellos de Souza, Ph.D. Idealizadora do modelo e responsável técnica da…