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Estar em dia com a regularização do MEI Microempreendedor é muito importante para não ter problemas no seu negócio. Por isso, é essencial ficar de olho em todas as novidades do MEI em 2020. O MEI (microempreendedor individual) é um segmento relativamente novo, surgiu em 2008 e um dos principais intuitos da criação desse novo segmento é tirar os trabalhadores autônomos da informalidade. Dessa forma, o trabalhador conta com uma carga tributária reduzida, ou seja, paga menos impostos e ainda assim possui os benefícios previdenciários garantidos.
Cadastro de funcionários no e-SocialEm 2020, todo MEI Microempreendedor individual deve fazer o cadastro de seus funcionários no e-Social. Além dos dados pessoais do funcionário, também é preciso cadastrar informações relacionadas à exames admissionais, periódicos e demissionais. Saiba como acessar o e-CAC e o e-Social.
A partir do dia 8 de janeiro de 2020, o envio da folha de pagamento do colaborador também passa ser obrigatório. Assim, o sistema e-Social auxiliará o MEI nos cálculos dos encargos que devem ser recolhidos, como: FGTS, contribuição da previdência, entre outros. O que pode facilitar muito a vida do microempreendedor.
Algumas atividades foram excluídas do MEI Microeempreendedor em 2020 ?
No final de 2019, foram divulgadas algumas atividades que não poderiam mais ser exercidas por MEIs. Entre essas atividades, estão: professor particular, esteticista, cantor, músico independente. Mas, a resolução que excluía essas atividades foi revogada e quem exerce as seguintes funções, ainda poderá ser um microempreendedor individual.
Funções que ainda permanecem na categoria MEI Microempreendedor:*Resolução CGSN Nº 150
Mudanças na nomenclatura de algumas atividades MEI 2020Algumas atividades do MEI Microempreendedor tiveram uma mudança na nomenclatura. O que quer dizer que elas não foram excluídas, ou seja, quem trabalha com alguma dessas atividades pode continuar sendo um microempreendedor individual. Veja abaixo alguns exemplos de mudanças na nomenclatura:
Se sua atividade foi afetada, é preciso atualizar o seu cadastro. Para isso, você precisa entrar no portal do empreendedor com o seu login e senha, e depois clicar em "Alterar Dados". Por isso, é importante consultar o MEI para entender se você está dentro dessas alterações.
Valor do DAS para o MEI em 2020
Com o reajuste do salário mínimo, que passou de R$ 998,00 para R$ 1.039,00 o valor do DAS também mudou. A taxa base é de 5% do salário mínimo, ou seja R$ 51,95, mas dependendo do ramo de atuação essa taxa pode aumentar. Adicionando R$ 1,00 de ICMS (Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços) e R$ 5,00 de ISS (Imposto sobre Serviço). Portanto, a taxa pode variar de R$ 51,95 até R$ 57,95.
Esse valor é válido para quem exerce atividade predominantemente de locação de bens próprios. Nesse caso, não incide o ISS nem o ICMS.
Quem exerce atividades de produção ou revenda de mercadorias paga R$52,95. Nesse caso existe a incidência do ICMS.
Microempreendedores Individuais que exercem atividades de prestação de serviço (exceto locação de bens próprios) pagam R$56,95. Além da taxa baixa há a incidência do ISS.
Caso você exerça atividades mistas, na qual além de realizar a venda de produtos também exista a prestação de serviços. Essa taxa contém o ISS e o ICMS.
O DAS é uma taxa mensal, e todo microempreendedor individual deve fazer o pagamento dessa taxa no dia 20 de todos os meses.
Datas para entregar a declaração de faturamento
O MEI, como qualquer outro empreendedor tem direitos e deveres. E um dos deveres mais importantes do microempreendedor é fazer a declaração de faturamento. O microempreendedor tem até o dia 31 de março para fazer a Declaração Anual do Simples Nacional. Fique atento com o faturamento do MEI, o microempreendedor pode ter faturamento anual de até R$ 81 mil. A declaração deve ser feita de forma totalmente on-line no site do portal do empreendedor.
A DASN-SIMEI (Declaração Anual do MEI) é diferente da Declaração Anual do Imposto de Renda da Pessoa Física!
Fique sempre atento!
É importante ficar sempre atento às mudanças no MEI 2020. Dessa forma, você mantém o seu negócio sempre em dia com as obrigações fiscais e legais! Se ficou com qualquer dúvida é só nos perguntar nos comentários!
Conseguir um cartão de crédito quando se é um universitário muitas vezes pode ser uma tarefa difícil. Isso porque alguns bancos podem cobrar tarifas muito altas para a realidade financeira de um jovem nesse período da vida. Outro fator que dificulta é que alguns bancos pedem comprovação de renda para liberar um cartão de crédito, e muitos universitários não têm nenhuma renda.
É para isso que existem os cartões de crédito e as contas bancárias voltados especialmente para universitários. Os grandes bancos oferecem esse tipo de modalidade, e geralmente as tarifas são mais baixas que as das contas convencionais. Outro benefício desse tipo de cartão é que muitos deles não pedem comprovação de renda. Entretanto, o lado ruim é que geralmente o limite de crédito é baixo, não costumando passar muito dos R$1000.
Separamos aqui, portanto, as opções de cartões universitários oferecidas pelos principais bancos tradicionais do Brasil. Além disso, mais à frente no texto apresentaremos algumas opções de contas digitais gratuitas ou com tarifas baixas, que podem ser boas para universitários também, apesar de não serem voltadas exclusivamente para eles. Caso você queira conhecer todas essas contas e decidir qual é a melhor para você, continue lendo esse texto!
Opções de cartão universitário em bancos tradicionaisFizemos uma tabela que resume os principais benefícios e condições de cada um dos principais bancos do país. Caso você queira conhecer essas contas com um pouco mais de detalhes, os próximos tópicos do texto te ajudam nisso.
Exige comprovação de renda? Anuidade Limite máximo Bradesco Sim R$147 Não informado Caixa Não R$207 R$800 Banco do Brasil Não R$0 R$1200 Santander Não R$252 Não informado Itaú Não R$255 Não informado BradescoO Bradesco oferece um cartão de crédito Visa Internacional para o público universitário que exige comprovação de renda de pelo menos um salário mínimo. Essa comprovação já exclui alguns universitários da possibilidade de ter o cartão, mas muitos outros ainda são inclusos. Ele oferece benefícios como descontos no cinema, prêmios, e a primeira anuidade grátis. As demais anuidades são de R$147,00, ou seja, R$12,25 por mês.
Caixa Econômica FederalO cartão universitário de crédito Visa Internacional da Caixa não exige comprovação de renda, e tem limite de até R$800. Ao fazer compras nele você pontua no programa de recompensas da Caixa, e pode, além disso, parcelar sua fatura. A anuidade é de R$207, ou seja, R$17,25 por mês. A primeira anuidade, entretanto, é de R$51,75 (75% de desconto).
Banco do BrasilO Banco do Brasil oferece um Ourocard internacional para quem é universitário que não exige comprovação de renda e tem limite pré aprovado de R$1200. Além disso, o cartão não cobra anuidade, o que é uma ótima vantagem.
SantanderO cartão universitário Mastercard oferecido pelo Santander também não exige comprovação de renda. Sua anuidade é de R$252 por ano, R$21 por mês. Entretanto, o banco oferece um benefício, e sua parcela mensal da anuidade é zerada quando você acumula a partir de R$50 em compras em cada fatura. Esse valor é baixo, e o benefício consegue atingir muitas pessoas. Com esse cartão você participa, além disso, do programa de benefícios e descontos do banco, o Esfera.
ItaúO Itaú oferece um cartão universitário Visa internacional que não exige comprovação de renda. Nele você consegue parcelar sua fatura, ter descontos em cinemas, participar do programa Sempre Presente. A anuidade dele é R$255, ou R$21,25 mensais. A primeira anuidade, entretanto, é de graça, e você tem 50% de desconto até a 6ª. Ou seja, só começa a pagar esse valor total a partir da 7ª.
Outra opção: contas digitais
Mostramos, até agora, as contas e cartões universitários oferecidos pelos bancos tradicionais. Esses cartões, entretanto, não são necessariamente gratuitos. Além disso, elas se enquadram nos modelos tradicionais de banco, onde o cliente deve ir à uma agência caso precise resolver algum problema, enfrentar filas e etc.
Sabemos que, principalmente entre os jovens, os meios digitais são muito usados. Porque não procurar, então, por uma conta digital?
As contas digitais não são voltadas especialmente para universitários, mas o modelo delas pode agradá-los bastante. Várias contas oferecem seus serviços de forma gratuita, inclusive o cartão de crédito. Além disso, esse tipo de banco tem pouca burocracia e muita praticidade na hora de fazer transações.
Sendo assim, separamos aqui algumas delas para que você as conheça melhor. Além disso, montamos um Ranking que ordena as melhores contas digitais para te ajudar mais ainda na hora de fazer sua escolha. Depois de apresentar nosso Ranking, portanto, traremos um breve resumo de algumas dessas contas digitais. Vale lembrar também que caso você deseje conhecer alguma dessas contas mais profundamente, temos aqui no Educando Seu Bolso artigos detalhados sobre cada uma delas!
[GERENTESONHOS_RANKING_CONTAS_DIGITAIS]
NubankO Nubank é o maior banco digital do Brasil atualmente, e oferece uma conta com rendimento automático mais alto que o da poupança e quase todos os seus serviços de forma gratuita, menos o saque (R$6,50). O cartão de crédito do Nubank não cobra anuidade e não exige comprovação de renda, o que faz dele uma ótima opção para os universitários.
InterO Banco Inter vem crescendo cada vez mais no país, e oferece uma grande variedade de produtos, todos de maneira gratuita. Seu cartão de crédito também não exige comprovação de renda, e não cobra anuidade.
NextO Next é um dos únicos bancos digitais que oferece um programa de benefícios para seus clientes, chamado "mimos". Os clientes recebem cupons de desconto em restaurantes, aplicativos de transporte, cinema etc. Além disso, serviços como TEDs, DOCs, transferências e saques também são gratuitos nesse banco.
[toggle title="Leia mais sobre essas contas digitais..."]Acesse nossos artigos completos sobre esses bancos por aqui: Banco Inter, Nuconta, Banco Next, C6 Bank.[/toggle]
Vale a pena ter um cartão universitário?
Os cartões universitários podem sim ser bons para os jovens que desejam abrir uma conta num banco tradicional. Entretanto, para quem não procura necessariamente um banco tradicional e prioriza preço e praticidade, pode valer mais a pena buscar uma conta digital. Separamos aqui, portanto, as maiores vantagens de cada uma dessas opções: cartão de crédito universitário ou cartão de crédito de banco digital.
Vantagens de ter um cartão de crédito universitárioVantagens de ter um cartão de crédito de um banco digital
Para quem prefere os bancos digitais, como escolher o melhor?
Aqui no Educando Seu Bolso oferecemos uma ferramenta que te ajuda a descobrir qual o banco digital ideal para você, o nosso Simulador de Contas Digitais! Você preenche algumas informações sobre suas necessidades num banco e te mostramos, de forma gratuita, qual é o melhor para você. Não deixe de conferir! Por fim, caso você ainda tenha alguma dúvida, pode deixar nos comentários que a gente te ajuda!
Muitos brasileiros têm algum receio em relação ao crédito com garantia. Mas se você souber direitinho como funciona, ele não te trará nenhuma dor de cabeça. Na verdade, talvez seja um grande aliado! Entenda aqui por que o empréstimo com garantia de veículo pode ser a modalidade de crédito mais indicada para você ou sua empresa.
O que é empréstimo com garantia de veículo?
É o empréstimo em que uma pessoa física ou jurídica coloca um veículo como garantia do pagamento das parcelas. Em geral, é mais comum que sejam aceitos carros. No entanto, existem empresas que aceitam motos e veículos pesados também.
Na maior parte das vezes os juros cobrados são menores do que de algumas outras modalidades de crédito, como o crédito pessoal. Isso porque a instituição financeira tem uma maior garantia de que você fará o pagamento.
Outro nome para essa linha de crédito é "refinanciamento". Nela é possível solicitar valores que variam entre 50% a 90% do valor do bem. Ainda, os prazos de pagamento possíveis costumam ser um pouco mais longos, sendo comuns operações de 48 a 60 meses. Os CETs (em resumo, taxas de juros + encargos) ficam por volta de 3,5% ao mês.
Empréstimo com veículo em garantia não é para você? Conheça outras modalidades.
Onde fazer o refinanciamento de automóveis?
A maior parte dos bancos oferece essa linha de crédito. Mas não somente: é possível solicitar empréstimo com veículo em garantia também em financeiras e correspondentes bancários, seja pela internet ou agências físicas.
Dessa forma, é bom conferir quais são as condições do crédito na instituição em que você tem conta bancária. Porém, não se restrinja a elas. Cada vez mais despontam no mercado fintechs de crédito, como a Creditas, que oferecem crédito com menos burocracia que bancos tradicionais e, muitas vezes, com juros mais baixos.
E uma dica: SEMPRE faça simulação do crédito que você deseja antes de solicitá-lo. Na internet existem diversos comparadores de empréstimo, inclusive o Educando seu Bolso. Nessas ferramentas você consegue encontrar uma lista das instituições com as melhores condições para você, de acordo com seu perfil. Ou seja, sua oportunidade de conseguir o crédito mais barato!
SIMULAR EMPRÉSTIMOComo funciona o empréstimo com garantia de veículo?
Alguns pontos importantes:
Confira os documentos necessários para fazer um empréstimo com garantia de veículo
Os documentos exigidos não são os mesmos para todas as empresas. Mas, no geral, é importante ter em mãos a documentação abaixo:
Ainda, pode acontecer de algumas empresas solicitarem certidão de nascimento, casamento, Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e Documento Único de Transferência do Veículo (DUT).
Veja, abaixo, um ranking com algumas das principais instituições que oferecem essa modalidade de crédito e os CETs cobrados.
[GERENTESONHOS_RANKING_CREDITO_PESSOAL aba=4]
Como fazer esse tipo de empréstimo?
O processo de contratação desse crédito não é complicado. Após fazer a simulação do empréstimo em um site confiável e escolher a instituição, é só fazer a solicitação online ou na agência desejada. Serão pedidos seus dados pessoais, como CPF, renda, endereço e dados referentes ao seu veículo, como ano de fabricação, placa...
A instituição, então, fará uma análise do seu perfil. Nessa etapa são checadas a sua capacidade de pagamento das parcelas e seu Score de Crédito. Se aprovado, o automóvel será vistoriado. Pois, são tomados como critérios o ano de fabricação, estado de conservação, quilometragem, valor do veículo no mercado.
Nesse mesmo modelo de empréstimo, existe ainda a também a opção de fazer o empréstimo com imóvel em garantia.
Empréstimo com veículo em garantia vale a pena?
De forma geral, o fato de um empréstimo valer ou não a pena depende da sua necessidade. Ainda assim, é possível identificar algumas vantagens e desvantagens importantes:
Vantagens
Abaixo, um comparativo das taxas médias anuais das principais modalidades de crédito para pessoa física do mercado. Perceba que o empréstimo com garantia de veículo não é o que tem as menores taxas. Mas, ainda assim, fica muito na frente do crédito sem garantia.
[caption id="attachment_11806" align="aligncenter" width="600"] Fonte: Banco Central[/caption]
Desvantagens
Muitas pessoas têm receio com essa modalidade de crédito devido à chance de ter o bem tomado pelo banco. Mas, se você está prestando atenção neste texto, não tem por que se preocupar. Isso acontece em exceções, apenas se você deixar de pagar as parcelas corretamente.
Fazendo um bom planejamento financeiro, a dívida do empréstimo não será um peso no seu bolso. E, caso precise atrasar o pagamento de algumas parcelas, também é possível renegociar as condições. A tomada do bem acontece em último caso, e é ruim para as duas partes. Isto é, o banco ou financeira não têm interesse em tomar seu automóvel, porque isso gera custos para ela.
Negativado pode fazer?
Sim, mas é mais difícil. Existem instituições que aceitam pessoas com restrição no nome, porém é preciso que você passe bem em todos os outros critérios, como ter uma boa renda, veículo mais novo...
Via de regra, não é recomendado contratar crédito com uma negativação no nome, o ideal é fazer a renegociação das suas dívidas antes de contrair outra. No entanto, se você deseja fazê-lo para quitar dívidas que já contraiu, pode ser uma boa solução. Principalmente tendo a chance de substituir juros mais caros por juros mais baratos.
Saiba mais sobre empréstimo para negativados.
Gostou deste texto? Então acesse o Simulador de Empréstimo do Educando seu Bolso para encontrar a melhor condição de crédito para você ou sua empresa!
Ter um carro próprio é o sonho de muitos brasileiros, e muita gente faz de tudo para conseguir realizá-lo. Mas os gastos de um carro não são apenas no momento da sua compra. Depois disso surgem inúmeros outros custos mensais e anuais que podem impactar no seu bolso. Então, uma maneira de gerar renda extra com o seu carro que estava apenas gerando gastos é colocá-lo para alugar!
Muitas pessoas ficam com o carro parado na garagem, o que acaba sendo um custo grande, pois além de gastos com seguro e IPVA, o carro vai perdendo valor. Por isso, colocar o carro para alugar pode ser uma boa saída para essas pessoas.
Existem dois perfis de pessoas que colocam o carro para alugar. Aquelas que não usam o carro, ou seja, podem alugar seu carro em tempo integral. E outras pessoas que usam o carro às vezes, e podem alugar o carro apenas por certo período de tempo.
Alugar meu carro para uber
Se o seu caso é o primeiro, você pode alugar o seu carro por longos períodos e gerar uma renda extra com o carro. Os transporte por aplicativo, como: Uber, 99 pop e Cabify, estão se tornando cada vez mais populares. E em consequência desse avanço de mercado, muitas pessoas estão trabalhando exclusivamente como motoristas de aplicativo.
Como comprar um carro não é algo barato, e chega a ser até mesmo inviável para algumas pessoas, muitos motoristas alugam carros para trabalhar. Por essa razão, alugar o seu carro para algum motorista da Uber, 99 pop e Cabify pode ser uma ideia boa e rentável.
Quando vale a pena alugar meu carro?
Bom, antes de colocar seu carro para alugar, é preciso pensar bem e fazer todas as contas, para que esse negócio não se torne uma grande dor de cabeça. Se você deixa o seu carro parado na garagem, pode ser a hora de pensar em dar outra finalidade para o seu automóvel. Afinal de contas,um carro, mesmo que parado, gera gastos.
Quanto eu vou ganhar?O valor do aluguel depende do modelo do seu carro. Mas, geralmente, os aluguéis giram em torno de R$500,00 por semana. Então, vamos imaginar que você tenha um carro que valha R$25.000,00. E você aluga esse carro por 2 mil reais por mês. Nesse caso, em um ano o aluguel geraria uma renda bruta de R$24.000,00. Mas calma, pois os gastos também são grandes! Então vamos colocar tudo na ponta do lápis e ver quanto esse carro vai render.
Primeiro, é importante pensar nos gastos com o carro. Entre os principais estão: IPVA, seguro, manutenção e desvalorização. Vamos usar valores médios, para um carro que anda 40.000 km por ano.
Fazendo as contas, o gasto com o aluguel fica próximo de R$11.900,00. Então, ao final do ano, você terá uma renda extra de R$12.100,00, ou seja, R$1.008,33 por mês. Para quem iria deixar o carro parado na garagem, essa é uma boa forma de gerar uma renda extra.
Cuidados ao alugar seu carro para UberMas é importante ter bastante cuidado ao alugar seu carro. Afinal de contas, colocar seu veículo sob responsabilidade de outra pessoa gera um risco e você deve estar ciente disso. Por isso, é de extrema importância que você seja muito cuidadoso ao fazer esse aluguel.
1. ContratoPara se precaver de eventuais problemas, é necessário que você faça um contrato de aluguel. Assim como nos aluguéis de imóvel, um contrato é muito importante no aluguel de carro. Com um contrato bem feito, os seus riscos de ter algum prejuízo diminuem bastante.
2. Escolha do motorista
Escolher um bom motorista é outro passo super importante. Você deve procurar indicações, de que o motorista que irá alugar seu carro seja uma pessoa responsável. Talvez escolher alguém que você já conheça pode ser uma boa ideia. Mas vale lembrar que mesmo que você já tenha contato com essa pessoa e confie nela, não deixe de fazer o contrato!
3. Seguro no nome do motorista
O seguro de veículo é algo muito importante. Como o motorista irá usar o carro o tempo todo, o risco de alguma coisa acontecer com o veículo aumenta. Por isso, a importância de contratar um seguro para o seu veículo, colocando cobertura para terceiros em nome do motorista que irá dirigir o seu carro, é bem importante
4. Contato com o motorista
Depois de ter feito uma boa escolha de motorista e de fechar o contrato, é interessante que você mantenha um certo contato com o motorista. Afinal, ele será o responsável por dirigir o carro que é seu. É interessante que vocês tenham uma proximidade para facilitar as questões que envolvam proprietário e locador. Por exemplo, para fazer as manutenções. Se tiverem uma boa relação vocês podem fazer um acordo para levar o carro em uma oficina de seja da sua confiança.
Alugar meu carro para uber x Vender meu carro
Se você ainda tem certo receio de colocar seu carro para alugar, mas está com ele parado na garagem, uma outra opção é vender seu carro e investir o dinheiro da venda. Essa opção é menos trabalhosa, mas pode não ser tão rentável. Se aplicarmos os mesmo R$25.000,00 em algum fundo que renda 100% do CDI, que é um investimento seguro, ao final de um ano, você terá aproximadamente R$26.108,92. Ou seja, uma renda extra de R$1.108,92. Existem outros tipos de investimento, onde os retornos são maiores, mas os riscos também são bem grandes. Por isso, é preciso tomar muito cuidado na hora de investir e não se deixar levar por promessas de retornos extraordinários.
Alugar meu carro para uber[one_half]Prós:
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Vender o meu carro e investir em um fundo seguro[one_half]Prós:
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Outra forma de alugar seu carro...
Para quem não fica com o carro livre o tempo todo, outra opção é alugar parcialmente o carro. Existe uma plataforma de aluguel chamada moObie, no aplicativo é possível alugar seu carro para terceiros, como uma locadora de veículos faz. Depois de cadastrar seu carro no aplicativo, você irá marcar a disponibilidade do veículo, ou seja, se você usa o carro apenas no final de semana, de segunda à sexta o automóvel estará disponível para aluguel. Além disso, você também pode escolher o valor da diária do aluguel, de acordo com o seu veículo.
Essa plataforma passa segurança para o usuário, pois conta com um seguro auto. Dessa forma, se algo acontecer com o seu carro, você não precisa acionar o seu seguro. Além disso, os motoristas que irão alugar o seu carro estão cadastrados no aplicativo, dessa forma, os dados de quem aluga o carro estão registrados.
Fazendo as contas
Além de pensar na questão financeira, é legal levar em conta outras questões. Como nós já falamos, o processo de colocar seu carro para alugar não é tão simples assim. Por isso, antes de tomar a decisão de o que fazer com o seu carro parado, é preciso pensar bem sobre o assunto!
Não esqueça de deixar suas dúvidas nos comentários!
É bem comum ver pessoas comprando passagens de avião utilizando milhas aéreas. Enquanto isso, muita gente ainda não consegue acumular as tão sonhadas milhas, e algumas, mesmo depois de acumular não sabem o que fazer com elas. Existem ainda as pessoas que têm muitas milhas acumuladas, mas não desejam viajar no momento e prefeririam ganhar um dinheiro por essas milhas.
Ao longo desse texto traremos informações sobre todos esses assuntos, em busca de ajudar quem ainda tem dúvidas sobre milhas.
Se informeDeterminados cartões de crédito oferecem programas de pontos, que mais tarde podem ser trocados por milhas aéreas. As regras de cada banco, bandeira e categoria são diferentes. Portanto, o primeiro passo é se informar sobre os benefícios do seu cartão.
Para saber esses detalhes, cheque seu Internet Banking na aba "cartão de crédito". Além disso, existe também a opção de ligar para a central de atendimento do seu banco ou procurar informações na internet.
Como acumular pontosDepois de saber o que seu cartão de crédito te oferece, o que resta fazer para acumular pontos é simples: gastar no crédito. Quem tem costume de fazer compras apenas no débito pode considerar concentrar as despesas no crédito. Quanto mais você gasta, mais pontos você ganha. Porém, vale lembrar que isso não pode se tornar uma desculpa para gastar além daquilo que você tem. O acúmulo de milhas não pode levar ao descontrole de gastos. Inclusive temos conteúdos que ajudam no planejamento financeiro e controle de gastos.
Além disso, outra maneira de acumular milhas aéreas é viajando. A maioria das companhias aéreas possuem seu próprio programa de pontos. Sendo assim, quanto mais você viaja pela companhia, mais milhas você acumula para viagens, obviamente, na própria companhia ou nas companhias parceiras que participam do programa. Assim, diferente de quando você acumula milhas pelo cartão de crédito, suas milhas já ficam direto nos sites das companhias aéreas. Quando você for comprar sua passagem, portanto, só precisa entrar no site, selecionar a passagem desejada e escolher a opção "comprar com milhas".
Dicas importantesUma dica que pode ser interessante para quem deseja acumular milhas é pagar seus boletos no cartão de crédito. Essa é uma estratégia que muitas pessoas já utilizam, e funciona da seguinte maneira: alguns aplicativos, por exemplo o PicPay, Recarga Pay, Mercado Pago etc, fornecem a opção de pagar boletos pelo cartão de crédito.
Você conecta seu cartão ao aplicativo e, então, paga seus boletos por lá. Assim, você transfere um gasto que você já teria para o crédito, e aumenta os pontos ganhos sem precisar aumentar seus gastos: o que antes você pagaria à vista, pagará no crédito. Os aplicativos, entretanto, têm limite de pagamento de contas no crédito. Caso você exceda esse limite, que normalmente é em torno de R$1000, é cobrada uma taxa. Portanto, vale a pena utilizar essa estratégia até atingir o limite, caso você não queira pagar uma taxa extra. As regras desses aplicativos, porém, mudam com certa frequência. Por isso, é importante conferir como está o benefício oferecido no momento em que você deseja utilizá-lo.
Também é importante dizer que você pode utilizar mais de um deles. Portanto, para quem tem paciência e interesse nessa estratégia, ela pode trazer uma boa quantidade de milhas mensais.
[toggle title="Quer saber outras dicas sobre viagens? Veja nossos conteúdos relacionados ao assunto..."]Saiba mais sobre: Voos cancelados; Dicas para economizar em viagens ; Viagem internacional: não passe aperto com dinheiro;[/toggle]
Como trocar os pontos por milhas aéreasDepois de acumular os pontos o próximo passo é transferi-los para os programas das companhias aéreas. Os principais do Brasil são o Smiles (da Gol), o TudoAzul (da Azul) e o Multiplus (da Latam). Os principais bancos tradicionais (Caixa, Santander, Bradesco, Itaú, Banco do Brasil) transferem os pontos para pelo menos um desses programas.
Caso você tenha preferência por alguma companhia aérea, o melhor é escolher o programa de pontos dessa empresa. Caso você não tenha nenhuma preferência, é só escolher o programa que ofereça as melhores condições para suas necessidades. Isso porque, a partir do momento que você escolhe transferir seus pontos para um desses programas, seus benefícios nele serão maiores. Quanto mais pontos e mais voos em um programa específico, mais benefícios você terá nas companhias parceiras dele. Você se fideliza à essa empresa, e se dispõe a utilizar seus serviços com uma frequência maior. Ou seja, o melhor, geralmente, é escolher apenas um programa, e não participar de todos.
Vale lembrar que um mesmo programa pode ser parceiro de várias companhias aéreas. Por exemplo, o Smiles é parceiro da Gol, da Delta, da Airfrance e de mais de 20 outras companhias. Portanto, suas milhas no Smiles podem ser usadas em qualquer uma dessas companhias. Já com o TudoAzul você pode voar na Azul, na United Airlines, na TAP e na Copa Airlines. No Multiplus, da Latam, você pode voar na American Airlines, British Airways e em muitas outras empresas.
É importante também que você saiba como é feita a conversão de pontos para milhas no seu cartão. A maioria das trocas é de uma milha para cada um dólar gasto. O dólar, entretanto, é apenas usado como medida: suas compras podem ter sido feitas em reais. Além disso, é importante ressaltar também que existem alguns cartões que oferecem mais milhas por dólar gasto.
Outra observação a ser feita é que cada cartão tem um prazo de vencimento para os pontos, e você deve se atentar a ele para que não expirem. A maioria dos pontos ganhos por compras no cartão de crédito tem validade de cerca de 2 anos. Alguns, ainda, nunca expiram.
Como vender milhas aéreasHoje em dia a maioria das pessoas já conhece o serviço de vender suas milhas aéreas acumuladas, mas aqui explicaremos melhor como ele funciona. Caso você não esteja pensando em trocá-las por passagens aéreas, pode optar por conseguir um dinheiro por elas.
Uma das maneiras mais comuns de transformar suas milhas em dinheiro é vendendo em empresas especializadas nessa compra, como a HotMilhas e a MaxMilhas. Testamos como funciona o sistema de venda de milhas na MaxMilhas, e vamos detalhá-lo a seguir.
Passo a passoPrimeiro, você define a quantidade de milhas que deseja vender e quanto quer por elas. A MaxMilhas, para facilitar essa precificação, informa qual é o valor pelo qual as milhas foram vendidas nas últimas 24 horas, e especifica valores mínimos e máximos para que você escolha algo entre eles. Se você quer o dinheiro com rapidez, o melhor é escolher o valor mínimo. Se você não precisa dele com urgência, e prefere esperar mais tempo, mas lucrar mais, escolha valores mais altos.
Depois que você cadastra suas milhas, elas ficam disponíveis para que o MaxMilhas utilize-as para emitir passagens dos compradores. Ou seja, alguém vai até o site do MaxMilhas comprar uma passagem, paga em dinheiro, e o site seleciona as milhas mais baratas que estiverem disponíveis para ele e as troca pela passagem desejada. Quando suas milhas forem utilizadas e a passagem for emitida, você recebe o valor correspondente a elas em até 20 dias úteis.
Existe também a opção oferecida pelo site de Venda Rápida, na qual suas milhas são utilizadas em até 3 dias úteis, e, depois que a passagem for emitida, você recebe o valor também em até 20 dias úteis, como no plano tradicional. Entretanto, a desvantagem desse modelo é que quem escolhe o preço das suas milhas é o MaxMilhas.
Por fim, vale a pena acumular milhas?Certamente acumular milhas pode ser vantajoso para você! Se você já tem um cartão de crédito e já pontua, certifique de acompanhar esses pontos e buscar algum benefício deles, seja trocar por passagens ou vender suas milhas.
Já para quem ainda não tem um cartão de crédito e deseja ter, os benefícios em pontos podem ser uma característica bem decisiva para te ajudar a escolher o melhor.
De qualquer maneira, não perca a oportunidade de ter esse benefício a partir dos seus gastos! Caso você deseje abrir uma conta bancária digital, saiba que existem algumas contas que oferecem modalidades de cartão de crédito que pontuam. Alguns exemplos são o Nubank Rewards e algumas modalidades de cartão do C6 Bank, e nós temos aqui no blog artigos sobre esses dois bancos.
Você ainda pode usar o Simulador de Contas Digitais do Educando seu Bolso e encontrar a conta mais adequada para você.
Por fim, caso ainda tenha ficado alguma dúvida, é só deixar nos comentários que nós te ajudamos!
Problemas com voos cancelados, atrasos ou preterição de embarque, infelizmente são recorrentes no Brasil. No ano 2018 cerca de 16% dos voos brasileiros foram afetados por algum tipo de atraso ou cancelamento. Esse número resulta em aproximadamente 15 milhões de passageiros afetados, segundo pesquisa feita pela AirHelp. Os motivos que levam um voo a ser cancelado são variados.
Os problemas podem ocorrer por questões climáticas, trocas de aeronaves, ou os chamados overbooking. Mas é importante saber que todos passageiros possuem direitos nesses casos e podem exigí-los!
Você vai conhecer, aqui nesse texto, quais são os seus direitos e o que fazer em diferentes casos.
Assistência material - como ela pode te ajudar?Em primeiro lugar, as companhias aéreas são obrigadas a fornecer assistências materiais quando o tempo de atraso é superior a 1 hora. Ou seja, essas assistências variam de acordo com o tempo de espera envolvido em cada caso.
Assistência material - em cada um dos casos a companhia aérea deve fornecer:
A partir de Assistência fornecida 1 hora Comunicação (internet e ligações) 2 horas Alimentação (lanches, bebidas ou vouchers) 4 horas Acomodação ou Hospedagem(e traslado de deslocamento do aeroporto ao local de hospedagem)**Além disso, com o tempo superior a 4 horas, a companhia aérea deve oferecer ao passageiro a opção de realocação ou reembolso da passagem.
A regra da assistência material se aplica para casos de atraso, cancelamento, ou preterição de embarque.
Voos cancelados
A companhia aérea pode cancelar um voo desde que seja previamente comunicado aos passageiros, dentro das normas estabelecidas pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil).
A empresa deve informar ao passageiro sobre os voos cancelados em até 72 horas antes do horário previsto da partida. Se isso for feito, os procedimentos que cabem à companhia aérea são:
Caso o cancelamento de voo tenha ocorrido próximo ao horário previsto e o passageiro já esteja no aeroporto, a companhia aérea deverá conceder uma carta de justificativa informando sobre o cancelamento do mesmo.
É muito importante lembrar que é de direito do consumidor e a companhia aérea não pode negá-lo. Isso pode ajudar algum passageiro que esteja fazendo voos com escala. Por exemplo, onde o cancelamento ou atraso do primeiro voo resulta na perda da conexão.
Ou também em casos de passagem ida-e-volta, onde o passageiro não embarcou na escala da ida por problemas como esses, mas continua tendo direito a seu assento da volta!
Pouca gente sabe disso e muitas vezes o viajante é induzido a comprar outra passagem ou a pagar uma multa para a remarcação do voo.
Direitos do passageiro em casos de cancelamento: Indenização judicial
Em caso de voos cancelados fora dos padrões estabelecidos pela ANAC é considerado uma prática abusiva que viola os direitos do passageiro. Sendo assim, quando o atraso passa de 4 horas o passageiro pode entrar com pedido judicial de indenização por transtorno de ordem moral. Passado de 7 horas, já é classificado como danos morais e o passageiro também pode entrar com uma ação contra a companhia aérea.
Nesse caso, normalmente o viajante procura algum advogado para entrar com o pedido de indenização na justiça. Essa é uma saída que algumas pessoas optam para reivindicar os seus direitos contra as companhias aéreas. Mas o processo judicial normalmente é longo e acaba gerando dor de cabeça para o passageiro.
Soluções alternativas para você não ser prejudicado
Um suporte mais rápido e prático vem de empresas que "compram" o direito dos passageiros. Elas funcionam da seguinte maneira: a empresa paga ao passageiro um valor estabelecido, com a promessa de solução justa e rápida, e fica com o direito creditórios do passageiro sobre aquele voo. O valor dessa compra pode variar de empresa para empresa. A Quick Brasil, por exemplo, paga ao cliente um valor fixo de R$1.000,00.
Essa solução pode ser muito interessante para quem não quer enfrentar todo o processo burocrático judicial. Mas também não quer ficar sem receber nada de indenização. Normalmente a pessoa recebe o dinheiro rápido, em até 7 dias.
Essas empresas assumem o risco sobre todo o processo. No caso de vencerem o processo na justiça, ficam com todos os benefícios, mas se perderem também assumem os gastos. Tudo isso é estabelecido em contrato.
Voos atrasados O voo atrasou, quais são os meus direitos?
Quando se trata de um voo atrasado, os direitos do consumidor são os mesmo das assistências materiais explicadas na tabela no começo do texto. A definição da assistência está relacionada com o tempo de espera.
Quanto tempo um voo pode atrasar?
A companhia aérea pode modificar o horário da viagem em até 30 minutos para voos nacionais e 1 hora para voos internacional, sem obrigações adicionais. Passado esse tempo, enquadra-se nas medidas explicadas no tópico acima.
Preterição de embarque
Esse caso ocorre quando a pessoa tem o embarque negado, mesmo tendo cumprido todos os requisitos legais para o embarque. Os casos mais comuns para a negação do embarque se dão por questões de segurança operacional, troca de aeronaves ou por overbooking. Nesses casos, as regras acima também valem.
Explicando melhor o temido OverbookingOverbooking é uma termo inglês que significa excesso de reservas. No caso de companhias aéreas, isso pode acontecer por diferentes motivos. Mas o fato é que quando a quantidade de passageiros excede o que a aeronave comporta, o resultado é a negação do embarque de alguns passageiros. Quando isso acontece a companhia aérea busca alguém que aceite trocar de voo voluntariamente. A empresa oferece ao passageiro dinheiro, milhas, acomodação, passagem aérea entre outras opções. Caso não ocorra, a empresa pode escolher alguém... (finalizar e melhorar)
Ainda, vale lembrar que: qualquer passageiro que tenha sofrido com problemas com voos, no período de 2 anos, tem o direito de reclamar judicialmente e requerer a compensação financeira! '
Outras variáveis mais detalhadas, que dependem do local de saída do passageiro você encontra na cartilha da Anac de Dicas de Atrasos e cancelamento de voos e preterição de embarque
Quem acompanha o Educando Seu Bolso já viu por aqui bastante conteúdo sobre cheque especial. Geralmente, no papel de vilão. E não é para menos: as taxas de juros dessa modalidade de crédito estão entre as mais altas do mercado. E, ao mesmo tempo, é uma das mais utilizadas pelo brasileiro, devido à sua praticidade. É uma mistura explosiva: uma das linhas de crédito mais caras é também uma das que a população mais usa. Boa parte dos problemas financeiros das famílias pode ser explicada pelo mau uso desse produto.
Justamente por isso, o Banco Central publicou recentemente novas regras para o uso do cheque especial. Elas entram em vigor em janeiro de 2020. Essa Resolução nº 4.765/2019 traz duas alterações importantes: elas estabelecem um limite para os juros e cria uma nova tarifa. Neste post e no podcast você entenderá:
O cálculo dos juros a serem pagos no cheque especial é feito a partir da apuração do saldo devedor ao final de cada dia. Vamos a um exemplo prático, com números aproximados, apenas para ilustrar.
Suponha um limite de cheque especial com taxa de juros de 10% ao mês. Isto equivale a cerca de 0,32% por dia – e aqui valem os dias corridos, não apenas os dias úteis.
Se a conta corrente ficou com saldo negativo de R$ 1.000 por 1 dia, o cliente vai pagar R$ 3,20 de juros por este dia (R$ 1.000 x 0,32% = R$ 3,20). Se, no dia seguinte, o saldo negativo diminui para R$ 750, ele pagará R$ 2,40 por este segundo dia. Se no terceiro dia o cliente consegue deixar a conta com saldo positivo, ele não pagará nada de juros por este dia. E assim sucessivamente.
Como dissemos, este cálculo é apenas aproximado. Entram na conta outras despesas, como o IOF – Imposto sobre Operações Financeiras. Nossa intenção foi apenas ilustrar o funcionamento do produto.
Alguns bancos concedem ao cliente o direito de usar o cheque especial por alguns dias – geralmente 10 – sem pagar juros. É um benefício, sem dúvida, mas é bom não perder as contas. Se o cliente ultrapassar o limite franqueado pelo banco, mesmo que seja por 1 dia apenas, precisará pagar os juros de todo o período, não apenas daquele dia excedente.
Novas Regras de uso do cheque especial
Diante de um cenário perigoso, com tantas pessoas endividadas, em 2018 a Febraban – Federação Brasileira dos Bancos determinou novas regras para o uso do cheque especial. Segundo elas, se uma pessoa usasse a partir de 15% do seu limite durante 30 dias consecutivos, o banco deveria oferecer uma modalidade de crédito com juros mais baixos.
Na época, publicamos um post e um podcast falando sobre o assunto. Vale a pena conferir.
E, em novembro de 2019, o Banco Central publicou a Resolução nº 4.765/2019. Ela traz duas importantes novidades nas regras do cheque especial. A primeira é a criação de uma tarifa de 0,25% sobre limite de crédito concedido ao cliente. A segunda é a determinação do teto de 8% para os juros do cheque especial. Vamos analisar os detalhes de cada uma dessas novidades.
Tarifa de 0,25%O Artigo 2º da Resolução diz que "admite-se a cobrança de tarifa pela disponibilização de cheque especial ao cliente". O parágrafo 1º deste artigo determina que, até o limite de R$ 500,00, não será cobrada tarifa. A partir desse valor, deverá ser cobrada tarifa de 0,25% mensais sobre o que exceder os R$ 500,00.
Vamos a um exemplo prático. Se uma pessoa tem um limite de crédito de R$ 1.500,00 vinculado à sua conta corrente, ela pagará 0,25% mensais sobre R$ 1.000,00 (R$ 1.500,00 menos R$ 500,00). Isto é, pagará R$ 2,50 por mês.
O parágrafo 3º do mesmo artigo diz que esta tarifa não poderá ser incluída no pacote de serviços vinculado à conta.
O Artigo 4º da Resolução diz que o limite de crédito concedido ao cliente deverá ser compatível com seu perfil de risco. Ou seja, a instituição financeira é proibida de conceder um limite alto demais, caso o cliente não apresente perfil para isto.
Os quatro parágrafos deste artigo discorrem sobre a concessão do limite. A instituição não poderá impor limite superior a R$ 500,00, caso o cliente não queira. Também não poderá aumentar o limite sem sua autorização. Caso a instituição decida reduzir o limite, deverá comunicar o cliente com pelo menos 30 dias de antecedência, a menos que seu perfil de risco se deteriore – neste caso, o prazo de antecedência é dispensado.
Por fim, o Artigo 6º diz que, para contratos já existentes até 06 de janeiro de 2020, a tarifa só poderá ser cobrada a partir de 01º de junho do mesmo ano. Para novos contratos, deverá ser cobrada imediatamente.
Teto de 8% nos jurosO Artigo 3º da Resolução diz que "As taxas de juros remuneratórios cobradas sobre o valor utilizado do cheque especial estão limitadas a, no máximo, 8% (oito por cento) ao mês".
É importante notar que o Parágrafo Único deste artigo diz que a tarifa de 0,25% deverá ser descontada do valor dos juros, se for menor que eles. Se for maior, deverá ser cobrada apenas a tarifa, não os juros.
Em outras palavras, o cliente não pagará ao mesmo tempo juros e tarifa. Pagará apenas um deles – o que for maior.
Consequências e cuidados
Como se vê, a Resolução nº 4.765 traz novidades significativas, que afetam bastante as pessoas que têm limite de cheque especial vinculado à sua conta – quer elas usem o crédito ou não. Vamos analisar as principais consequências das novas regras e sugerir os cuidados que precisam ser tomados.
Juros de 8% não são baixosQuem utiliza o cheque especial todos os meses, pagando juros de, por exemplo, 12% certamente será beneficiado pelo teto de 8% determinado pela Resolução nº 4.765. Afinal, uma utilização média de R$ 1.000 mensais significariam, atualmente, juros R$ 120,00. Com o novo teto, passarão a ser de R$ 80,00. É uma redução importante, sem dúvida.
Mas importante mesmo é ficar livre desse hábito, já que 8% ainda é uma taxa muito alta. A saída para isso é o que vimos pregando ao longo dos anos aqui no Educando Seu Bolso: autoconhecimento, planejamento, disciplina, informação e atitude.
Quem está nesta situação deve organizar-se, reduzir seus gastos, buscar a portabilidade de suas dívidas para outras com juros ainda mais baixos.
Reduzir o limite do cheque especialComo vimos, ao contrário do que acontece hoje, o limite não utilizado custará dinheiro. Quem tem cheque especial e nunca utiliza geralmente nem sabe qual é seu próprio limite. A partir de agora, é fundamental saber.
Limites de até R$ 500,00 são isentos da tarifa. A partir desse valor, cada R$ 400,00 custarão R$ 1,00 por mês. Um limite de R$ 2500,00, por exemplo, custará R$ 5,00 mensais.
Algumas pessoas gostam de ter limite de cheque especial elevado, mesmo sem usar. Seja por sentirem-se mais seguras, ou por considerarem isso um símbolo de status, ou por qualquer outro motivo irracional e injustificável. É hora de parar com isso.
Quem não costuma utilizar o cheque especial deve manter um limite de no máximo R$ 500,00, para alguma emergência ou eventualidade.
Para quem costuma usar o cheque especial com alguma frequência, o primeiro conselho, repetimos, é: tente parar de usar. Enquanto isto não é possível, procure manter o limite no menor valor possível, de acordo com seu uso. De preferência, dentro dos R$ 500,00.
">Extrapolando limitesJá ouviu falar em Adiantamento a Depositantes? É o nome técnico de uma espécie de crédito concedido para quem extrapola o limite do cheque especial. Não chega a ser exatamente uma modalidade de crédito, pois é – ou deveria ser – acionada apenas em situações excepcionais.
Suponha uma pessoa cuja conta corrente esteja negativa até o limite do cheque especial. E, mesmo assim, chegue à compensação um cheque emitido por ela. O gerente da conta pode, a seu critério, pagar esse cheque, para que o cliente não seja inscrito no temido Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos – CCF. Mas pagar como, se o cliente já estourou o limite do cheque especial? Usando o tal Adiantamento a Depositantes.
Para o cliente pode ser bom, pois a inscrição no CCF pode ser um transtorno ainda maior para sua vida. Mas certamente vai custar caro.
O Adiantamento a Depositantes é um crédito ainda mais caro que o cheque especial, pois seu limite não é contemplado pela Resolução nº 4.765.
Por isso é importante que as pessoas procurem definir bem seu limite de cheque especial. Ter cheques devolvidos, contas não quitadas ou entrar no temido Adiantamento a Depositantes pode significar um transtorno ainda maior do que pagar juros ou tarifas de cheque especial.
Aplicações com resgate automáticoMuitos bancos oferecem a seus clientes a possibilidade de ter aplicações com resgate automático. Nessa modalidade de investimento, como o próprio nome indica, os resgates são feitos automaticamente sempre que a conta fica negativa. Elas podem ser um bom substituto para o cheque especial, em caso de eventualidades ou emergências. É uma forma de evitar transtornos sem precisar pagar a nova tarifa de 0,25% sobre o limite de crédito.
Essas aplicações – geralmente fundos de investimento ou CDBs – costumam ter rendimento baixo. Por isso, o ideal é manter nelas apenas o valor suficiente para cobrir eventualidades e gerenciar o dia a dia.
Dinheiro parado na contaAté alguns anos atrás, deixar dinheiro parado na conta significava prejuízo. Primeiro, porque aplicações simples em renda fixa chegavam a render 1% ao mês. Depois, porque naquela época a inflação também era alta, devorando parte do dinheiro parado na conta.
Esse tempo passou. Agora não existe nem retorno fácil na renda fixa, nem inflação corroendo o dinheiro.
É claro que não é bom deixar muito dinheiro parado na conta. O ideal é encontrar um investimento bom e seguro para ele – e nós podemos ajudar nisso, com nosso Simulador de Renda Fixa.
Mas, se for para evitar os transtornos e a nova tarifa do cheque especial, e na falta de um investimento com resgate automático, deixar um dinheirinho curto parado na conta deixou de ser um pecado capital.
Conheça seus limitesComo você viu, a Resolução nº 4.765 requer atenção e atitudes. Ao mesmo tempo em que traz benefícios, já que reduz os juros do cheque especial, ela nos convida à disciplina. E isto também é bom!
Se você utiliza muito o cheque especial, que tal rever seus hábitos? Se já os reviu, e ainda assim está difícil evitar usar o crédito, que tal procurar modalidades menos caras? E se você não costuma usar o cheque especial, para que manter um limite alto? Você conhece as modalidades de investimento que seu banco oferece? Se já conhece e não está satisfeito, que tal conhecer outras opções, como as contas digitais?
Nós podemos ajudar nisso tudo. Temos muita informação, orientações, dicas, soluções, simuladores. Acompanhe nossos posts e podcasts. Envie suas dúvidas, sugira conteúdos, participe. Estamos aqui para te atender!
Gateway de pagamento, ou meio de pagamento digital, é um serviço de cobranças destinado a lojas virtuais. Quem tem um e-commerce, ou um market place, ou seja, quem vende produtos e serviços pela internet, também precisa fazer a cobrança por ali. Então, as empresas de meios de pagamentos digitais fazem com que as cobranças sejam feita de maneira segura e fácil, tanto para o cliente, quanto para o vendedor!
Como as empresas de meios de pagamento digitais funcionam?Bom, essas empresas funcionam basicamente, como as empresas de maquininhas de cartão. Ou seja, elas recebem o dinheiro do seu cliente, por meio de boleto ou cartão. Depois disso, o dinheiro é repassado ao dono da loja, e a empresa que faz essa transação, cobra uma taxa por esse serviço.
Você pode descobrir qual é a melhor maquininha de cartão para o seu negócio acessando o nosso Simulador de Máquina de Cartão
Modelos de cobranças e taxas TaxasExistem diversas empresas no mercado, e cada uma possui uma taxa. Por isso é importante pesquisar bastante para que você escolha a melhor opção para o seu negócio. Além disso, algumas empresas cobram pela implementação do sistema no site, enquanto outras não cobram.
Mas é importante não pensar apenas nos custos. Tenha certeza de que você está escolhendo uma empresa séria e com um bom atendimento.
CobrançasAs empresas podem fazer as cobranças de maneiras diferentes! Por exemplo, quando a compra é feita pelo cartão de crédito, geralmente as empresas cobram um percentual em cima da venda. Já no caso de cobranças por boleto, algumas empresas cobram um percentual do valor, e outras cobram preço fixo por cada boleto pago.
Ou seja, é preciso saber bem qual é a forma de pagamento mais comum que os seus cliente irão utilizar. Assim, será possível escolher a empresa que tenha os maiores benefícios!
Por exemplo, vamos imaginar que a empresa X cobra uma taxa de 5% por cada boleto pago. E a empresa Y cobra um valor fixo de R$3,50 por boleto pago. Nesse caso, se os produtos que sua loja vende forem baratos, como capinhas de celular por R$20,00, a melhor escolha seria a empresa X, que cobra o percentual, pois 5% de R$20,00 é R$1,00. Ou seja, R$2,50 a menos do que na empresa Y. Mas, caso sua empresa venda produtos mais caros, por exemplo, acima de R$100,00, a melhor escolha seria a empresa Y.
Por isso, é importante entender bem o seu negócio e seu público. Assim, você consegue economizar bastante e ainda sim, oferecer um serviço de qualidade para os seus clientes!
Funcionalidades dos gateways
Antes de escolher o gateway para a sua empresa é importante entender quais são as suas necessidades, e quais empresas oferecem as funcionalidades que o seu site precisa. Uma das formas mais comuns de cobrança, é a cobrança única, ou seja, a pessoa entra no seu site, gosta de algum produto e faz a compra.
Cobrança recorrenteEm uma loja que oferece assinaturas: de vinhos, ou de livros por exemplo, a cobrança deve que ser feita todo mês. Então, para evitar a falta de cobrança todo mês, e até mesmo prejuízos, pois pode ser difícil fazer a cobrança mensal manualmente, existem meios de pagamentos que fazem essa cobrança automática. Então, se você possui um serviço ou um produto, que necessite de uma cobrança recorrente, é bom escolher um gateway de pagamento que possui essa cobrança automática. Dessa forma, você ficará tranquilo e pode ter mais tempo para cuidar de outros assuntos do seu negócio.
Bom sistema anti-fraudeNão importa se você vende produtos caros ou produtos baratos, ter um bom sistema anti-fraude é essencial para não ter prejuízos na sua empresa. Infelizmente, ainda existem pessoas que fazem compras pela internet com um cartão roubado, ou clonado. Por isso, é muito importante escolher um gateway de pagamento que possua um bom sistema anti-fraude. Assim, você evita grandes dores de cabeça.
Split de pagamento para marketplaceO split de pagamento é basicamente a divisão do pagamento. Se você possui um marketplace, ou seja, um site que vende produtos de outros lojistas, o pagamento do produto será dividido entre você, e o lojista que fornece o produto. Então, é interessante que o meio de pagamento digital que você escolha tenha a funcionalidade de dividir o valor do pagamento automaticamente. Ou seja, o gateway irá fazer a divisão do valor pago pelo cliente entre o dono do marketplace e o lojista. Esse estilo de pagamento também é atrativo para clínicas médicas, na qual uma parte do valor da consulta vai para clínica e a outra parte vai para o médico, ou ainda salões de beleza.
Se você quer saber sobre outras formas de pagamento online como links de pagamento, ou QR Code leia outros conteúdos!
Integração
Agora que você já sabe quais são as funcionalidades existentes, é preciso entender qual será a melhor forma de integrar o sistema do meio de pagamento digital
Agora que você já sabe o que é gateway de pagamento e como funciona, conheça quais são as empresas do mercado
Avalie e escolha
Então, é importante ter cuidado para escolher o melhor gateway de pagamento para o seu tipo de negócio. Não se esqueça de avaliar bem o perfil do seu público, e entender qual é a forma de pagamento mais comum dos seu clientes. Assim, você encontra a empresa que ofereça os melhores serviços e atendimento para você!
Precisa de crédito, mas possui restrições no seu nome? Neste texto vamos te ensinar tudo o que você precisa saber antes de pegar um empréstimo para negativado. Saiba o que é, como conseguir e cuidados para não cair em furadas!
O que é empréstimo para negativado?
Empréstimo para negativado nada mais é do que o crédito para pessoas ou empresas que estão com o nome sujo (ou inadimplentes). Diversas linhas de crédito atendem negativados, como empréstimo com garantia, consignado, pessoal... Porém, a chance de conseguir o dinheiro nessa situação é muito reduzida. Isto é, grande parte dos bancos e financeiras não atendem a esse público.
Além disso, existe um outro aspecto importante: as instituições que atendem cobram taxas mais caras. Isso acontece porque o credor tem um risco maior ao emprestar o dinheiro para quem já está com restrições no CPF. De fato, as taxas de empréstimo para negativados podem ser as mais caras do mercado, chegando a valores de quase 17%-30% ao mês de juros.
Empréstimo para negativado não é exatamente o que você precisa? Conheça nosso guia completo do empréstimo para ver outras opções.
Conheça algumas taxas:
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Pegar empréstimo com o nome sujo é uma boa ideia?
É bom evitar. Primeiro porque se você já está com o nome sujo, as taxas serão mais caras e as chances de conseguir o crédito menores, além de existirem algumas armadilhas no crédito para negativados.
Se você já estiver atolado em dívidas, será mais uma conta para pagar. A chance de você acabar se enrolando com as diversas contas a pagar aumenta muito.
Em algumas situações, no entanto, pode ser uma boa ideia. Por exemplo, para trocar uma dívida cara por uma mais barata. Vamos supor que você está com dívidas no cheque especial, rotativo do cartão... Modalidades que também têm taxas altíssimas. Então, pode ser interessante pegar um empréstimo para quitar todas essas dívidas.
Assim, você terá que se preocupar apenas com uma parcela no final do mês, que é a do empréstimo. Mas, claro, a taxas desse crédito devem ser menores do que a das dívidas que você já está pagando.
Mas, em resumo, o ideal é quitar suas pendências primeiro, melhorar o score de crédito e, aí sim, tomar o crédito. Até porque existem outras opções de conseguir dinheiro além de tomar o crédito para negativado. Como por exemplo, vender um ativo, como um carro, ou fazer uma reorganização da vida financeira. São estratégias menos arriscadas e que devem ser consideradas.
Quais as principais linhas de crédito e taxas?
A primeira opção é o crédito consignado. Essa modalidade não tem consulta ao SPC/Serasa, ou seja, não considera se você está ou não inadimplente. Dessa forma, é a maneira mais simples de conseguir o crédito, além de as taxas serem baixas. O problema é que essa modalidade é um pouco restrita, porque atende principalmente funcionários públicos, aposentados e pensionistas do INSS...
Outra opção interessante é o crédito com garantia de imóvel ou veículo. Caso você tenha um desses bens, preferencialmente quitados, vale a pena ir atrás dessas opções. Essa modalidade disponibiliza grandes prazos de pagamento e taxas mais baixas. Funciona assim: você deixa seu imóvel ou veículo como garantia do pagamento da dívida, o que aumenta as chances de aprovação.
Caso nenhuma dessas opções se adeque ao seu caso, a solução é buscar o empréstimo pessoal online ou de financeiras e bancos. Porém, essa sim é aquela modalidade que tem taxas altíssimas. Assim, é preciso ser evitada, porque as chances de você se enrolar com mais dívidas é alta.
Consigo pegar empréstimo para negativado online?
Sim! Existem fintechs especializadas justamente em oferecer crédito para negativados, como Simplic e MoneyMan. O processo de contratação funciona como qualquer outro de empréstimo online. Isto é, ele é todo pela internet, como simplicidade e menos burocracia. É preciso apenas estar atento se os sites são ou não confiáveis.
E lembre-se! Nunca faça nenhum depósito para contratar crédito. Se solicitarem que você deposite qualquer valor, não o faça e denuncie, pois é um golpe!
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E o empréstimo para negativado autônomo?Para o autônomo, é ainda um pouco mais complicado conseguir o crédito. Como é difícil comprovar renda, os credores tendem a recusar mais facilmente esse tipo de cliente. Porém, existem algumas coisas que você pode fazer para aumentar suas chances de aprovação, como:
Além disso, se você tem imóvel ou automóvel quitado, a opção do refinanciamento (crédito com garantia de imóvel) continua sendo válida para você. Mas é importante, ainda assim, se atentar aos pontos listados acima. Afinal, quanto mais garantias da sua situação de pagamento a instituição financeira tiver, maiores serão suas chances e menores as taxas.
Ficou com mais alguma dúvida? Então comente aí embaixo!
Simule empréstimo gratuitamente como o Educando seu Bolso.
Uma dívida vencida pode atrapalhar a vida de um cidadão. Sobre ela podem incidir juros, que a tornam cada vez mais cara. Além disso, uma dívida vencida por levar o nome da pessoa aos cadastros restritivos de crédito, como SPC e Serasa. Isto pode significar um grande transtorno, pois pode impedi-la de comprar novamente a crédito e de contratar certos produtos financeiros. Por isso, muita gente que está com o nome negativado deseja sair dessa situação. O problema é que muitos não sabem como fazer isso.
Nós convidamos o especialista em renegociação de dívidas, Luiz Eduardo Marinho para responder dúvidas sobre esse assunto. Fizemos questão de convidar alguém experiente e atualizado para esclarecer as dúvidas dos nossos leitores e ouvintes.
Veja o que você vai encontrar neste artigo e no podcast:Foi uma conversa prazerosa, leve e com muito conteúdo esclarecedor. Vale a pena ouvir. Basta clicar no play, acima do conteúdo!
1) Renegociação de uma dívidaO primeiro passo para o devedor realizar uma boa negociação é conhecer bem a própria situação. Antes de assentar-se diante do credor é preciso que a pessoa saiba seus direitos e deveres. Ela vai conseguir isso lendo o contrato que assinou! Sendo assim é importante a pessoa se atentar às seguintes questões:
Modalidades de dívidasAlgumas das modalidades têm regras específicas, por isso é importante que a pessoa saiba onde se meteu. Por exemplo: Empréstimo pessoal, crédito consignado, financiamentos, refinanciamentos, os temidos cheque especial e rotativo de cartão de crédito, entre outras, são algumas modalidades de dívidas.
Número de sua dívidaAlém da modalidade, é importante que o cidadão conheça bem os números de sua dívida. Saldo devedor, prazo remanescente, taxa de juros, multas e tarifas.
Dentro do saldo devedor, é estratégico que a pessoa saiba diferenciar o principal da dívida e os juros. Afinal, é nesse ponto – redução dos juros – que a negociação deve começar para ter o nome limpo!
Conferencia de cálculosMunido dessas informações, o devedor deve procurar saber se os cálculos foram feitos corretamente, se as cláusulas do contrato são legais ou abusivas e se foram cumpridas como manda a lei. É importante conhecer o que diz o Código de Defesa do Consumidor, uma importante arma em defesa do cidadão.
É claro que nem sempre é fácil saber tudo isso. Por isso, é importante conversar de forma clara com o credor – a loja ou empresa para quem a pessoa deve. Obter todas as informações e saber a disposição da empresa para negociar. Se houver incerteza, o devedor deve procurar ajuda especializada. Os órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, podem ajudar.
A pressa nem sempre é boa aliada. É comum que devedores, ansiosos por se livrarem da dívida, aceitem renegociações cujas condições não são as melhores. Daí, pouco tempo após negociar, não conseguem cumprir o combinado e se veem inadimplentes novamente. Por isso, cuidado: é importante renegociar em condições que possam ser cumpridas!
Diferentes modalidadesPrincipalmente se o credor for uma instituição financeira, conhecer a modalidade de crédito e fundamental. Em algumas delas – como o cheque especial e o rotativo de cartão de crédito – a maior parte da dívida geralmente é composta por juros. Nesses casos, é comum que o credor tenha mais disposição para negociar e conceder abatimentos.
Dívidas mais antigas geralmente têm maior chance de serem bem negociadas. Isto porque, quando a obrigação completa cinco anos, os credores são obrigados a retirar o nome do devedor dos cadastros restritivos. Retirar o nome do cadastro não significa extinguir a dívida. Significa apenas torná-la menos incômoda para o devedor, pois não cria tantos transtornos a ele.
PortabilidadeEm tempos de taxas de juros baixas, uma boa forma de se livrar de dívidas é a portabilidade de crédito. Isto é, trocar uma dívida com juros altos em uma instituição financeira por uma com juros menores em outra instituição.
O mercado de portabilidade está em alta no Brasil. As instituições vêm disputando os clientes de diversas formas, e uma delas é oferecendo crédito mais barato – ou menos caro.
Quer ajuda para pesquisar as opções de crédito disponíveis para você? Use nosso Simulador de Empréstimo Pessoal. Ele é prático, eficiente e gratuito!
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2) Feirões limpa-nomeTanto devedores quanto credores têm interesse em renegociar dívidas. Devedores querem defender seu nome e seu patrimônio. E credores querem receber pelo menos parte do que lhes é devido.
Por isso, em todos os anos acontecem os Feirões Limpa-Nome. Um dos mais famosos é o do Serasa, que geralmente acontecem no final do ano – já de olho nas compras de natal. Agora mesmo, quando este post está indo ao ar, está acontecendo um. Vai até dia 30 de novembro de 2019. Se você está envolvido em dívidas – seja como credor ou como devedor – não perca a oportunidade!
Quanto tempo demora para limpar o nome?Ter seu nome limpo novamente não é imediato, mas é rápido. Depois de renegociada a dívida, o credor tem cinco dias úteis para retirar o nome do devedor dos cadastros restritivos. Esse prazo é estabelecido pelo Código de Defesa do Consumidor.
3) Como recuperar o escore de crédito?Mas não basta, ao devedor, que seu nome não esteja nos cadastros restritivos. É importante que ele tenha uma boa nota no seu escore de crédito.
O principal escore de crédito do Brasil é o do Serasa. Ele dá ao cidadão uma nota entre 0 e 1000, para classificá-lo como bom ou mau pagador de suas obrigações. Quanto maior a nota, melhor. Quando uma pessoa fica inadimplente, sua nota abaixa. Quanto maiores e mais numerosas foram suas dívidas em atraso, pior para seu escore.
Como dissemos, quando um devedor renegocia sua dívida, em poucos dias seu nome estará fora dos cadastros restritivos. Mas recuperar seu escore não é tão rápido. É um processo que requer paciência e disciplina.
Aqui vão algumas dicas:
Uma das formas mais antigas de um credor requerer o pagamento de uma obrigação é o protesto de dívidas. Antigamente, quando os cadastros restritivos não eram tão famosos, ou nem mesmo existiam, os protestos eram praticamente a única forma de convocar um devedor a quitar sua dívida.
O protesto consiste, basicamente, em levar a um cartório especializado uma obrigação vencida e não paga. Isto pode ocorrer com qualquer tipo de dívida: cheque sem fundo, contrato não honrado, prestações, boletos, alugueis etc.
Depois de protestada a dívida, ela é registrada e publicada. O devedor é notificado e sofre sanções, como restrições de crédito.
Não se trata de ação judicial. Mas, por se tratar de procedimento em cartório, psicologicamente os devedores costumam levá-la mais a sério. Tanto é que o índice de resolução rápida do problema é alto, segundo as associações dos cartórios de protesto.
Uma desvantagem do protesto, para o credor, era o preço da operação. Ao protestar uma dívida, ele precisava arcar com os custos do cartório. Recentemente o procedimento foi modificado. É possível realizar o protesto sem o pagamento antecipado dos custos. Com isto, essa modalidade de contestação de dívida, que vinha caindo em desuso, voltou a ser praticada com maior frequência.
As bases de dados dos cadastros restritivos, como SPC e Serasa, comunicam-se com as dos cartórios de protestos. Assim, uma pesquisa ampla sobre a condição de crédito de uma pessoa é capaz de detectar tanto as restrições cadastrais como os protestos em cartório.
5) Fraudes e golpes contra devedoresTer o nome sujo é motivo de preocupação e ansiedade para muita gente. E pessoas preocupadas e ansiosas podem tornar-se presas fáceis para golpistas. Conheça dois dos golpes praticados contra devedores.
Boleto falsoNesse tipo de fraude, o golpista tem acesso à base de dados de clientes de uma empresa, identifica os inadimplentes e envia boletos de pagamento para eles, oferecendo condições favoráveis para a quitação da obrigação.
Os boletos, evidentemente, são falsos. Ao pagar um deles, o devedor estará transferindo seu dinheiro ao golpista, e não à empresa para quem deve.
Para não cair no golpe, a pessoa precisa ficar atenta. Em primeiro lugar, se o boleto chegou por e-mail, é preciso conferir o endereço do remetente. Além disso, precisa observar os detalhes do boleto e avaliar se o valor cobrado é compatível com o de sua dívida. Por fim, se for pagar por meio da internet, precisa, antes de confirmar o pagamento, verificar se o nome do favorecido é o da empresa para quem deve. Por via das dúvidas, não custa entrar em contato com a empresa e conferir se ela de fato enviou o boleto para quitação da dívida.
Limpeza de nome sem burocraciaEm outra fraude que tem se tornado comum, o golpista entra em contato com o devedor oferecendo o serviço de limpeza cadastral. Isto é, retirar o nome da pessoa dos cadastros restritivos, mediante o pagamento de uma tarifa.
Mesmo se fosse verdade, não seria correto. Afinal, para ter o nome limpo, a pessoa precisa pagar ou renegociar sua dívida com o credor. Contratar uma espécie de despachante para simplesmente sumir com os registros negativos tem todo o jeito de contravenção.
Mas o pior é que nem isso o golpista faz. Ao receber o dinheiro, ele simplesmente desaparece, e o devedor fica a ver navios. Além de endividado, perde mais dinheiro.
Então...planeje-se!A recomendação que nosso parceiro Luiz Marinho deixou para os ouvintes é a mesma que nós sempre fizemos: planeje-se! Cuide do seu patrimônio. Não apenas do seu dinheiro, mas também – principalmente – do seu nome. Não gaste mais do que pode e precisa. Conheça sua realidade financeira. Controle seus impulsos de consumo.
Existem leis que regem as dívidas, como o Código de Defesa do Consumidor. Isto quer dizer que, mesmo que o devedor, por desespero, tenha assinado espontaneamente um contrato de dívida, este precisa estar dentro das regras estabelecidas por lei. Não pode conter cláusulas abusivas. Por isso é importante que o consumidor conheça seus direitos e deveres, para que possa fazer boas negociações e deixar a incômoda condição de inadimplente!
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