
Sign up to save your podcasts
Or


A Black Friday é uma data bastante esperada por muita gente. Nesse dia, são prometidos enormes descontos que atraem os consumidores e fazem as pessoas acreditarem que possa ser uma ótima ideia comprar na Black Friday. Mas será que esses descontos anunciados realmente valem a pena?
Nós vamos apresentar nesse texto, dicas para você não ser enganado e aproveitar com cuidado esse dia de compras!
Quando é a Black Friday 2019?Nesse ano de 2019, a Black Friday será no dia 29 de novembro. Muitos lojistas aproveitam a onda de descontos para tentar vender mais. Afinal de contas, muita gente se programa para fazer compras extras nesse período. Mas, é importante estar atento para saber se você está realmente diante de uma promoção, ou se está apenas caindo em uma fraude.
O que significa Black Friday?Black Friday é uma expressão em inglês, que significa Sexta Feira Negra. Tem origem nos Estados Unidos, em função do dia de Ação de Graças. Por isso, a Black Friday sempre acontece na sexta-feira depois da última quinta-feira do mês de novembro, dia do feriado americano.
Descontos na Black FridayOportunidades reais podem surgir nessa época, então se você já está planejando comprar algo há muito tempo, não deixe de tomar alguns cuidados. É muito importante acompanhar o valor do produto que você quer comprar, pois quando alguma loja anunciar uma oferta você irá saber se o desconto é vantajoso!
TOME CUIDADO: Algumas lojas fazem propaganda enganosa, oferecendo descontos que não existem!
Por exemplo, a empresa coloca uma placa bem grande de desconto de um telefone celular. Na placa está escrito: DE: R$1.999,00 POR: R$1.499,00. Para quem não acompanhava o preço do telefone, pode parecer bem tentador esse desconto. Afinal, 500 reais fazem diferença no orçamento! Mas, na verdade, para quem acompanha o preço sabe que ele nunca custou R$1.999,00. O preço dele sempre foi R$1.499,00. Ou seja, não existe, de fato, um desconto. Essa loja, está apenas fazendo uma propaganda enganosa para atrair mais clientes.
Não caia em fraudes
A melhor forma de se proteger é tendo uma boa ideia dos preços dos produtos que você deseja comprar. Para isso, vamos mostrar dois aplicativos que ajudam o consumidor a acompanhar e comparar os preços. Mas antes disso, vale a pena conhecer as dicas que separamos para você se planejar bem e estar preparado para o dia de compras!
1) Planeje-seSe você já está precisando de um determinado produto, o melhor é se programar. Existem descontos reais e muito bons na Black Friday. Por isso, se você se planejar adequadamente, pode ser uma boa oportunidade para comprar o que precisa.
Coloque no papel os produtos que realmente são necessários para você. Faça uma lista para facilitar. Assim, você evita cair em tentações na Black Friday e comprar algo somente pelo desconto, e não por necessidade de compra.
Ainda, economizar dinheiro evitando maus hábitos é sempre importante para manter a saúde financeira em dia.
2) Acompanhe o valor dos produtosA dica é fácil: observe o preço do produto que você deseja comprar durante algum tempo! O ideal é que você já tenha uma noção de quanto custa o produto pelo menos um ou dois meses antes da Black Friday. Isso porque, em anos anteriores, alguns comerciantes aumentaram os preços dos produtos semanas antes da Black Friday, e quando a data chegou, normalizaram os preços. Ou seja, essa queda de preços não foi um desconto real.
Por isso é muito importante saber qual é a média de preços do produto ou serviço que você pretende comprar. Busque em mais de uma loja. Você pode fazer isso sem sair de casa, verificando os preços diretamente no site, e com os aplicativos que vamos apresentar logo mais.
3) Tenha uma reserva financeira
É importante que você tenha dinheiro guardado para aproveitar as compras. Caso esse não seja seu caso, tenha a certeza de que poderá pagar pelas compras, caso opte por parcelar as compras no cartão de crédito. Se para você, a Black Friday 2019 já está muito perto, pode ser uma boa ideia já se programar para a Black Friday do ano que vem!
Aproveitar ofertas é muito bom, mas não se deixe levar pelos descontos. Somente faça compras necessárias. Além disso, é muito importante que suas compras não ultrapassem o seu orçamento. Fazer dívidas com o cartão de crédito, pode se tornar uma verdadeira bola de neve.
Aplicativos para te ajudar nessa Black Friday:
A tecnologia está evoluindo cada dia mais, e quando possível, precisamos usá-la a nosso favor. Por isso, separamos duas ferramentas que podem te ajudar a descobrir se você não está sendo enganado nessa Black Friday.
O vigia de preço, é uma extensão que te ajuda a saber o histórico do preço de um produto em determinado site. Desse jeito, é possível saber se o produto está caro, barato, ou em um preço médio.
Essa extensão é bem fácil de usar. Você precisa baixar o aplicativo no Google Chrome, e quando você estiver em uma página de venda de algum produto, o vigia de preço te avisa qual é a média de preço desse produto.
Por exemplo, buscamos um por um fogão no Google. Entramos nas empresas e testamos o vigia de preço.
No primeiro caso, vemos que o preço está bom! O informativo fica verde, e você pode até olhar o histórico de preços do produto. Nesse caso, o fogão está com o menor preço nos últimos 3 meses. Ou seja, é uma boa comprar o fogão agora.
Além dessa notificação, é possível ver o histórico de preço do produto em forma de gráfico! O que torna o Vigia de Preço mais intuitivo.
No segundo caso, o preço está bem parecido com a média de preços do fogão nos últimos meses. Isso mostra que o produto não está caro, mas também quer dizer que não existe uma grande oferta pelo fogão. Neste caso, o informativo aparece com uma cor amarelada.
E no último caso, o valor do fogão está acima da média dos últimos meses. Nesse site, é possível perceber que o valor do fogão aparece como oferta - De: R$419,00 Por: R$341,05. Mas com o vigia de preço é possível perceber que esse fogão já custou R$303,05 nos últimos meses. Ou seja, ao contrário do que o site apresenta para o consumidor, esse produto está com o valor acima da média. Assim, o informativo estará com uma cor laranja/avermelhada.
Esse aplicativo pode ser usado em qualquer época do ano! Então, aproveite essas dicas até mesmo depois da Black Friday!
Diferente do Vigia de Preço, que compara os preços dentro do mesmo site, a ferramenta Escolha Segura, mostra o preço do mesmo produto que você está procurando, só que em outros sites.
Funciona da seguinte maneira: quando você entra na página de algum produto, o Escolha Segura mostra o preço do mesmo produto em outros sites! É bem intuitivo e fácil de usar. O Escolha Segura faz um alerta caso haja o mesmo produto com valores inferiores em outros sites. Assim, é fácil saber se existe outra loja com o preço mais baixo do que naquela que você está olhando.
Nesse exemplo, o Escolha Segura te mostra o mesmo celular em outras lojas, e os preços em cada uma delas.
Dessa forma, percebemos que essa loja está com o menor preço! Mas quando a realidade não for essa, você fica ciente de outras lojas que tenham o preço mais baixo.
Assim, as duas ferramentas acima se completam. Além de acompanhar o preço do produto dentro de uma mesma loja, você pode certificar se não existe aquele produto mais barato no mercado.
É muito importante ficar atento a todas às dicas, para não cair em nenhuma dessas enganações na Black Friday 2019! Gostou das nossas dicas? Não se esqueça de deixar o seu comentário aqui para a gente!
Para quem quer um empréstimo de alto valor, com juros baixos e prazo longo para pagar, essa pode ser a opção ideal. Tire todas as suas dúvidas sobre empréstimo com garantia de imóvel aqui!
1. O que é empréstimo com garantia de imóvel?
O empréstimo com garantia de imóvel é uma linha de crédito para pessoa física ou jurídica, em que você deixa um imóvel como garantia do pagamento das parcelas. O diferencial dessa modalidade em relação a outras é que você consegue solicitar valores altos, com juros baixos e longos prazos para pagamento.
De fato, as taxas são muito baixas comparadas a outras linhas de crédito. Em média, os valores giram entre 1,25% ao mês (a menor taxa encontrada em nossa análise foi a da Creditas, de 0,99% a.m.). Os juros são baixos porque o risco para o banco é muito reduzido. Isto é, como a instituição financeira tem seu imóvel como garantia de pagamento, a taxa de inadimplência é menor.
Os valores de crédito concedidos costumam variar entre R$20.000,00 e R$2.000.000,00. Os prazos de pagamento para seu empréstimo com garantia de imóvel variam entre 60 e 240 meses (5 a 20 anos). Dessa forma, é, sem dúvida, uma operação de longo prazo. Embora ainda não seja tão conhecido no Brasil, ele está se tornando mais popular, principalmente com o crescimento das fintechs de crédito.
Para tomar esse tipo de crédito, não é necessário que seu bem esteja quitado. Em geral, são aceitos imóveis que estejam com o financiamento imobiliário, pelo menos, 50% pagos. Além disso, são aceitos imóveis residenciais, comerciais e até terrenos, em alguns casos.
Crédito com garantia de imóvel não é para você? Acesse nosso guia completo do empréstimo para ler sobre outras modalidades!
2. Como funciona empréstimo com garantia de imóvel?
Em primeiro lugar, o empréstimo com garantia de imóvel tem uma série de peculiaridades e burocracias. Assim, não é uma modalidade tão simples de ser contratada; além de ter riscos intrínsecos à operação. Dessa forma, é preciso ter um amplo conhecimento sobre as características desse crédito antes de optar por ele. Fazer planejamento financeiro é essencial, por exemplo.
O objetivo do Educando seu Bolso, ao falar isso, não é de forma alguma tirar o incentivo para a tomada dessa linha de crédito. Muito pelo contrário, por meio desse conteúdo você está adquirindo justamente o conhecimento necessário para proceder com a operação. Afinal, sendo utilizado de forma correta, o empréstimo com garantia de imóvel é um aliado GIGANTE. Por exemplo, você pode utilizá-lo para investir no crescimento do seu negócio, para quitar dívidas mais caras, entre outros. Tudo a um preço muito mais em conta. Nesse sentido, ainda é válido ressaltar que o crédito com garantia imobiliária é frequentemente visto como "última opção", por muitas pessoas. E aqui você vai entender por que ele não deve ser.
Para resumir, elencamos alguns dos principais tópicos sobre o assunto abaixo. A seguir, detalharemos um pouco mais essas informações e responderemos as 13 DÚVIDAS MAIS COMUNS SOBRE EMPRÉSTIMO COM GARANTIA DE IMÓVEL.
Tudo o que você precisa saber: um resumo
3. Onde fazer esse tipo de empréstimo?
Bancos e financeiras oferecem esse tipo de crédito, seja em agências físicas ou por meio de empréstimo online. Mas, em geral, bancos não divulgam tanto essa modalidade. "Os bancos oferecem essa modalidade, mas ela não é divulgada porque, obviamente, existem outros serviços mais vantajosos para as instituições financeiras, com 'spreads' maiores", diz o especialista Marcelo Prata, criador dos sites Canal do Crédito, em matéria publicada pela Exame. Ainda assim, vale a pena conferir as condições oferecidas no seu banco. Por mais que as condições comerciais não sejam tão divulgadas, é possível buscar o produto com seu gerente.
Para ter um parâmetro, na Caixa são oferecidos créditos a partir de R$ 20 mil até 60% do valor do imóvel. Já no Santander, são aceitos imóveis de valores a partir de R$ 70 mil, e é possível solicitar valores de empréstimo a partir de R$ 30 mil.
Para além disso, é importante ressaltar a importância do crédito oferecido pelas fintechs no meio online. Essa forma de contratação tem uma série de vantagens, como redução de burocracia, agilidade, praticidade, possibilidade de comparar preços... Atualmente, as duas principais empresas que oferecem esse serviço são a Creditas e a Bcredi. Elas atendem em quase todos os estados brasileiros, aceitando imóveis a partir de R$ 150 mil com juros muito acessíveis. Vale a pena conferir as condições dessas empresas!
[GERENTESONHOS_RANKING_CREDITO_PESSOAL aba=4]
4. E "refinanciamento de imóvel"? É a mesma coisa?
Sim! Refinanciamento de imóvel (ou imobiliário) é um sinônimo de crédito de garantia de imóvel. Ou seja, você pode usar qualquer um dos dois termos para se referir a essa operação. Outros termos também utilizados são alienação fiduciária, Home Equity. Nomes difíceis, mas que no fundo representam o mesmo serviço!
E a hipoteca?
Hipoteca é um tipo de operação similar ao empréstimo com garantia de imóvel. Porém, o processo tem algumas diferenças.
Da mesma forma que o refinanciamento, na hipoteca também há a garantia do pagamento de uma dívida, como empréstimo ou financiamento, deixando um imóvel em garantia. No entanto, nessa modalidade é mais burocrática e complicada a tomada do bem, no caso de as parcelas não serem pagas. Assim, essa modalidade perdeu força no Brasil. Dado que no empréstimo com garantia de imóvel existe a alienação fiduciária, o processo fica mais rápido e barato.
5. Existe refinanciamento de outros bens?
Sim! Além do empréstimo com garantia de imóvel, também é comum o empréstimo com garantia de veículo. Muitas vezes, ambas as operações são realizadas pela mesma instituição. Nessa modalidade, o bem que será alienado é seu veículo. Aqui, o valor concedido de crédito é menor, bem como o prazo de pagamento das parcelas. Porém, a operação é muito similar.
Leia mais sobre o refinanciamento de veículos.
6. Onde fazer simulação de empréstimo com garantia de imóvel?
O Educando seu Bolso oferece um Simulador de Empréstimo! Por lá você consegue comparar as melhores linhas de crédito para seu perfil! ESCREVER MAIS
Simular Empréstimo7. Quais as vantagens e desvantagens do empréstimo com garantia de imóvel?
Quanto se trata de um empréstimo, nem sempre é tão simples definir suas vantagens e desvantagens. Afinal, cada modalidade é voltada para um público diferente. Porém, alguns pontos merecem ser comentados.
VantagensComo evidencia a lista acima, essa linha de crédito tem diversos pontos relevantes. Por exemplo, as taxas são, de fato, uma das menores do mercado. Veja abaixo uma comparação entre o empréstimo com garantia e outras modalidades.
[caption id="attachment_11806" align="aligncenter" width="517"] Fonte: Banco Central[/caption]
Além disso, o longo prazo de pagamento, combinado com o crédito oferecido em altos valores, é um ponto positivo para quem não quer lidar com parcelas caras. Por ser possível dividir de muitas vezes, geralmente fica mais fácil de as parcelas caberem no seu orçamento.
Comparativamente a outras linhas de crédito, essa é uma das que apresenta pontos positivos. Porque as condições são muito favoráveis, tudo o que você precisa fazer é se comprometer a fazer os pagamentos corretamente.
Desvantagens
De forma geral, o empréstimo com garantia de imóvel em si não tem desvantagens. Porém, ele pode não ser o ideal para o seu caso. Por exemplo, caso você precise de empréstimo rápido ou urgente, certamente o refinanciamento não será o melhor. Afinal, o processo desse tipo de empréstimo pode levar um mês inteiro, além de requerer planejamento prévio. Ainda, essa linha de crédito é voltada apenas para quem deseja empréstimos maiores, como valores acima de R$30.000.
Para mais, existe o importante ponto de que seu imóvel será tomado caso não haja pagamento das parcelas. Claro, existe a possibilidade de renegociação da dívida. E atrasar uma parcela não levará a essa medida drástica. Mas, ainda assim, é um risco que existe.
Ainda, é importante saber que muitos tipos de imóvel não são aceitos como garantia. Dessa forma, não é suficiente que você se interesse pelo crédito e tenha o bem. É preciso, também, que a instituição financeira o aceite como garantia. No tópico abaixo, listaremos quais são os pontos levados em conta na decisão.
8. Qual tipo de imóvel eu posso refinanciar?
Diferentes aspectos são levados em conta na avaliação do seu bem, como: (1) valor do imóvel, (2) tipo, (3) material de construção, (4) localização. E muitas características do seu bem podem ser limitantes. Isto é, podem fazer com que seu imóvel não seja aceito como garantia em algumas instituições, dadas restrições. Bem, vamos a eles!
Antes de tudo, tanto imóveis residenciais como comerciais podem ser colocados como garantia. Logo, isso não é um problema na hora de escolher o bem para refinanciar. Mas o valor do imóvel é importante. Esse valor varia de empresa para empresa, mas é comum que sejam aceitos imóveis que valham no mínimo R$150.000. A avaliação é feita por empresa terceirizada.
Tipo e localizaçãoTambém existem restrições quanto ao tipo do imóvel (igrejas, escolas, motéis... geralmente não são aceitos). Na verdade, essas regras variam muito, mas imóveis comerciais que têm uma estrutura muito específica, ou seja, que só podem ser usados para uma única finalidade, geralmente não são aceitos. Além disso, empréstimo com garantia de terreno existe, embora seja menos comum. A BCredi é uma das empresas que faz esse tipo de refinanciamento. E, relativo ao material de construção, é preciso que seja um imóvel de alvenaria, entre outros.
O local que o imóvel está localizado também é um grande limitante. Algumas cidades do Brasil não são atendidas. Em geral, são aceitas cidades que tenham no mínimo 50 mil ou 100 mil habitantes. Imóveis em cidades rurais também não são comumente aceitos.
Contudo, nada disso é regra. Mesmo que seu imóvel não se enquadre em alguma dessas restrições, é válido conferir de instituição para instituição.
9. Como fazer empréstimo com garantia de imóvel? #PassoAPasso
E se minha solicitação não for aprovada?
Aí é momento de buscar outra instituição ou outra linha de crédito. Por exemplo, o empréstimo pessoal é uma opção a se considerar. O guia do empréstimo do Educando seu Bolso pode te ajudar a entender mais sobre outras modalidades.
10. O imóvel tem que estar no meu nome?
Não é preciso que o bem esteja no seu nome para ser colocado como garantia da operação. Mas o dono deve estar ciente, e sua assinatura também será requerida no contrato. Essa pessoa é o interveniente garantidor, que também é um dos responsáveis pela dívida. É comum que essa pessoa seja um cônjuge ou familiar, mas não é necessário. Um amigo também pode entrar como interveniente, caso esteja tudo de acordo.
11. Existe empréstimo com garantia de imóvel para negativado?
Sim. Estar negativado não necessariamente é uma restrição para conseguir fazer um empréstimo com garantia de imóvel. Mas, como em qualquer outra linha de crédito, suas chances diminuem com a negativação.
Por isso, vale a pena limpar o nome sujo e tentar aumentar o score de crédito, antes de buscar o empréstimo com garantia de imóvel.
12. Posso vender o imóvel que coloquei de garantia?
Sim, mas o processo terá algumas diferenças. Essa prática existe no mercado e se desenrola sem problemas. Contudo, é interessante que ela aconteça mediante auxílio de advogado, para que proceda da forma correta.
Mas, basicamente, acontecem duas operações ao mesmo tempo. Primeiro é preciso negociar a venda do imóvel com quem deseja comprá-lo, deixando claro que o bem está alienado ao banco por meio do refinanciamento. Então, o comprador deve primeiro quitar o restante das parcelas no banco e depois pagar o restante do valor do imóvel ao proprietário. Só então o procedimento é finalizado, com o imóvel, agora, já no nome do comprador. O que não é possível é vender o imóvel sem antes quitar a dívida com o banco.
EX:
13. Se eu não pagar as parcelas, perco o imóvel para o banco?Sim. Caso você não honre corretamente com os compromissos, a instituição financeira fica com seu imóvel e pode colocá-lo em leilão. Porém, existe um mito de que o objetivo da instituição financeira nesse tipo de operação é realmente tomar o imóvel. Na verdade, pelo contrário. Esse seria o pior final, ruim para os dois lados. Além do enorme inconveniente que é perder o imóvel, para o banco é custoso ter que tomar essa medida drástica. O ideal é justamente que você pague as parcelas.
Além disso, é preciso reforçar que essa medida não acontece devido a um deslize ou outro. É possível renegociar as condições do crédito no caso de algum problema com o pagamento. Geralmente problemas nesse sentido são resolvidos. O imóvel só é tomado em último caso, quando há realmente negligência e incapacidade de pagar as parcelas.
Ficou com mais alguma dúvida sobre o empréstimo com garantia de imóvel? Então comente neste post e acesse nosso Simulador de Empréstimo gratuito!
No podcast de hoje, mais uma vez o assunto é pedágio expresso. Este tem sido um tema bastante recorrente aqui no Educando Seu Bolso nos últimos 4 anos. E não é para menos: é um serviço capaz de atender a dezenas de milhões de consumidores. Além disso, o mercado de tags de pedágio é mercado muito dinâmico, há sempre algo novo acontecendo. Sempre que surge alguma novidade importante, nós publicamos um post. E hoje a novidade não vem do mercado propriamente dito, mas sim de nós mesmos: acabamos de lançar o ranking de pedágio expresso!
O ranking é uma ferramenta que pode te ajudar a escolher sua tag de pedágio expresso. A exemplo dos nossos outros rankings, ele busca, por meio de critérios objetivos, apontar as melhores empresas do mercado.
[GERENTESONHOS_RANKING_PEDAGIO]
Desde que publicamos o primeiro post com uma comparação entre empresas, leitores nos perguntam qual é a melhor tag. Esta não é uma pergunta fácil de responder, pois há muitos fatores atuando juntos. Não apenas os vários tipos de custos envolvidos, mas também os benefícios que podem ser oferecidos pelas empresas. Então não foi uma tarefa fácil. Envolveu muita pesquisa, modelos matemáticos, atenção aos comentários dos nossos leitores e nossa experiência pessoal como clientes de tags. E aí está o resultado!
O que é pedágio expressoAntes de falar do ranking, não custa repassar rapidamente o que são as tags de pedágio expresso. Se você costuma pegar estrada e ainda não tem sua tag, certamente já reparou, nas praças de pedágio, aquelas cancelas da direita, pelas quais os carros passam sem parar. São os clientes das empresas de pedágio expresso.
As tags são dispositivos eletrônicos que devem ser colados na parte superior do para-brisa dianteiro dos veículos. Eles são vinculados a uma conta do proprietário na empresa fornecedora. Ao passar pelas cancelas apropriadas, antenas reconhecem o dispositivo e, havendo saldo na conta, a cancela se abre automaticamente. Poupa tempo, trabalho e até combustível. Afinal, se a fila na praça de pedágio estiver grande, aquele acelera-e-freia acaba aumentando o consumo do veículo.
Além de funcionar em pedágios, as tags funcionam também em milhares de estacionamentos por todo o país. E, recentemente, outras modalidades de serviço têm sido oferecidas – como pagar despesas em lojas drive thru, por exemplo.
Atualmente, cinco empresas participam do mercado: C6 Taggy, Conect Car, Move Mais, Sem Parar e Veloe. Cada uma tem suas particularidades, quanto à forma de oferecer e cobrar pelo serviço e aos benefícios oferecidos. Não é simples identificar a melhor empresa, aquela que vai oferecer os serviços de que você precisa pelo menor preço. Foi justamente por isso que decidimos criar e oferecer o ranking de pedágio expresso.
Ranking de pedágio expressoPara criar o ranking, procuramos identificar o perfil do usuário típico das tags de pedágio. Fizemos isso por meio de pesquisa, atenção, experiência e matemática.
Vamos agora apresentar cada item que compôs o ranking.
Mensalidade do pedágioÉ o principal componente do custo das tags de pedágio expresso. Nem todas as empresas cobram mensalidade. Há empresas que não cobram nunca, e há outras que isentam o cliente durante alguns meses. Este é um dos motivos para que adotássemos a janela temporal de dois anos. Esse período é suficiente para diferenciar as empresas que oferecem gratuidade total e as que oferecem apenas isenção temporária.
No modelo matemático do ranking, empresas com gratuidade total ganham nota máxima nesse item. As demais ganham notas mais baixas, de acordo com o custo total da mensalidade nos dois anos.
Atualmente, C6 Taggy e Move Mais não cobram mensalidade. Sem Parar, Conect Car e Veloe cobram - algumas delas, com um período inicial de isenção.
Taxa de adesãoQuando comecei a usar tag de pedágio expresso, precisei pagar taxa de adesão. E não era barato, lembro-me que custava R$ 60,00, quatro anos atrás! As outras duas empresas que havia à época também cobravam esta taxa. Com o aumento da concorrência, algumas delas deixaram de cobrar.
No ranking, assim como ocorre com a mensalidade, empresas que não cobram taxa de adesão ganham nota máxima no item. As demais ganham notas mais baixas, de acordo com o valor da taxa.
Atualmente, apenas a Move Mais cobra taxa de adesão. As demais – C6 Taggy, Conect Car, Sem Parar e Veloe – não cobram.
Taxa de substituiçãoQuando o cliente troca de veículo, ou se, por algum motivo, precisa trocar o para-brisa, é necessário substituir a tag. Nesses casos, algumas empresas cobram uma taxa para enviar outro dispositivo.
Quando o problema é na tag, isto é, quando ela deixa de funcionar, as empresas evidentemente não cobram nada.
No ranking, assim como ocorre com a taxa de adesão, empresas que não cobram pela substituição ganham nota máxima neste critério. As demais ganham notas mais baixas, de acordo com o valor da taxa.
Atualmente, Move Mais e Veloe cobram taxa de adesão. C6 Taggy, Conect Car e Sem Parar – não cobram.
RecargaA tarifa de recarga é um valor adicional cobrado sempre que o cliente transfere dinheiro para sua conta na empresa de tag. Geralmente é um percentual entre 4% e 10% do valor carregado.
Quando contratei minha tag de pedágio, em 2015, as empresas costumavam ter pelo menos um plano com tarifa por recarga. Aos poucos essa modalidade foi caindo em desuso.
No ranking, assim como ocorre com as outras taxas, empresas que não cobram pela recarga ganham nota máxima neste critério. As demais ganham notas mais baixas, de acordo com o percentual da taxa e o uso médio.
Atualmente, apenas a Move Mais cobra taxa de recarga. As demais – C6 Taggy, Conect Car, Sem Parar e Veloe – não cobram. Mas é importante lembrar que a Move Mais não cobra mensalidade.
Abastecimento com descontoAlgumas tags de pedágio oferecem programa de desconto em combustível em postos credenciados. O ranking leva em conta isso também.
Calculamos o desconto médio recebido em dois anos, se o benefício é concedido para quem contrata a tag. Quanto maior forem o desconto e a abrangência do benefício, maior a nota.
Atualmente, apenas a Sem Parar oferece desconto no combustível, mas apenas em São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. Até pouco tempo atrás, a Conect Car também oferecia. Mas a Ipiranga, dona da marca, ampliou o programa de descontos para clientes em geral, independentemente de serem clientes Conect Car.
Aceitação em todos os pedágiosEntre os benefícios não financeiros, o primeiro a ser contemplado é a aceitação das tags em todas as praças de pedágio do país.
Esta informação não é tão simples de ser apurada. Primeiro, porque ela muda com frequência, já que as empresas têm buscado constantemente ampliar sua rede de atendimento. Depois, porque a informação não aparece de forma tão clara nos sites das empresas.
Praticamente todas as empresas afirmam que suas tags são aceitas em todos os pedágios de rodovias federais. Já nas rodovias estaduais, pelo que podemos apurar nos sites e pelo que nossos leitores relatam, nem sempre isso acontece. Estamos constantemente em busca de atualizar essa informação junto às empresas.
O ranking dá pontuação máxima às empresas que são aceitas em todas as praças. E atribui notas menores às que ainda não têm cobertura total.
Aceitação em estacionamentosQuando comecei a usar a tag, eu não dava tanta importância a ela ser aceita também em estacionamentos. Aos poucos minha percepção mudou, e hoje valorizo esta funcionalidade. E nossos leitores também valorizam, pelo que podemos concluir nos comentários dos nossos posts.
Usar tags para pagar estacionamentos significa a comodidade de não precisar enfrentar filas em caixas de shopping centers, por exemplo. Mas, além disso, pode significar até uma pequena economia de dinheiro. Muitos estacionamentos oferecem isenção para quem usa por até 15 minutos. Depois cobra tarifas escalonadas para quem fica entre 16 e 30 minutos, depois para quem fica entre 31 e 45 minutos, e assim sucessivamente. Deixar de enfrentar uma fila de estacionamento pode poupar justamente os minutos necessários para pagar uma tarifa menor.
No podcast eu conto a história de duas vezes em que fui a um shopping center e saí sem pagar o estacionamento, porque fiquei no local exatos 15 minutos. Se precisasse parar no caixa para validar meu cartão, demoraria uns minutos a mais e possivelmente precisaria pagar a tarifa mínima. Sei que poupei apenas alguns Reais, mas ainda assim é uma economia.
Por isso, o ranking atribui pontos às tags aceitas em estacionamentos.
Atualmente, Conect Car, Sem Parar e Veloe são aceitas em estacionamentos. C6 Taggy e Move Mais ainda não são. Conversei recentemente com a C6 Taggy, e eles afirmaram que, por enquanto, não está em seus planos oferecer esse benefício.
Outros serviços
Além da aceitação em estacionamentos, algumas tags têm oferecido comodidade em outros tipos de serviços. Por exemplo, pagamento de despesas feitas em drive thru – estabelecimentos em que é possível realizar compras de dentro do carro. Lanchonetes e farmácias, por exemplo.
Teoricamente, qualquer serviço feito no carro pode ser pago por meio da tag. Algumas empresas permitem pagamento de lava-a-jato usando a tag. Podemos esperar que, em breve, outros serviços, como pequenos reparos e instalação de acessórios também possam ser contemplados.
Da mesma forma, qualquer serviço drive thru também pode ser pago com a tag. O site de humor Porta dos Fundos produziu um esquete bem divertido, em parceria com a Conect Car. Nele, o protagonista se vê em apuros quando sua esposa desconfia que a cancela de um motel havia reconhecido sua tag. Por enquanto a ideia está apenas no campo do humor, mas é plenamente possível de ser realizada.
Nosso ranking atribui pontos também às tags que têm mais essa funcionalidade.
Atualmente, apenas a Sem Parar oferece parcerias desse tipo. É possível, por exemplo, pagar despesas em algumas lanchonetes da rede McDonalds e lavagem de veículo em postos credenciados.
Promoções específicasAlém dos planos destinados a todos os usuários, algumas tags oferecem promoções para clientes de certas empresas. Essas promoções não foram contempladas pelo ranking, por se tratarem de parcerias específicas. Mas nosso objetivo é que você não perca nenhuma oportunidade de economizar. Por isso, esta área do post será constantemente atualizada com as promoções que forem surgindo.
Como você viu, o ranking contempla vários critérios, atribuindo pesos diferentes a cada um deles, conforme sua importância. Ainda não existe a tag perfeita, isto é, a que vai oferecer todos os serviços possíveis, com isenção completa de tarifas. As tags totalmente gratuitas não oferecem um ou outro serviço. As tags mais completas ainda cobram algum tipo de tarifa. O ranking destaca aquelas que oferecem a melhor combinação entre custo e benefício.
Nossa expectativa é de que o aumento da concorrência leve as empresas a oferecer serviços com custo-benefício ainda melhor. E esperamos contribuir para isso. O objetivo do nosso ranking e de nossos posts é apresentar todas as empresas, com seus pontos fortes e fracos. E nosso compromisso é manter o ranking e os posts sempre atualizados.
Não deixe de contribuir com seus comentários, dúvidas e opiniões. A participação dos leitores é fundamental para que o Educando Seu Bolso seja referência em pedágio expresso.
Até a próxima!
Contrair dívidas não é algo desejável. Num mundo ideal, as pessoas pagariam tudo à vista, e não precisariam fazer nenhum tipo de compra parcelada. Entretanto, sabemos que isso nem sempre é possível. Às vezes queremos ou precisamos de algo que não podemos pagar no momento. Mas você sabe em quais casos vale a pena parcelar suas compras? Descubra isso ao longo desse texto!
Como funciona o parcelamento
Limite do cartão de crédito
Para parcelar uma compra você deve, primeiramente, ter um cartão de crédito. Cada banco ou financeira faz uma análise diferente do perfil do cliente para determinar a liberação do cartão. Uma vez definido esse limite, o valor total de suas compras do mês deve estar incluso dentro dele.
Todo cartão de crédito tem um limite, que é o valor máximo a que pode chegar a soma de todas as despesas contraídas pelo cliente. Muita gente confunde o limite do cartão com o valor da prestação. Vamos aproveitar para esclarecer. Suponha que você tenha um cartão com limite de R$ 2.000,00. Se você já fez R$ 500,00 em compras, então seu limite estará em R$ 1.500,00. Suponha agora que você queira fazer uma compra no valor de R$ 1.600,00, parcelados em 4 prestações de R$ 400,00. Isso não será possível, pois o valor total excede o limite do cartão. Mesmo que o valor da prestação não exceda. Somente quando pagar pelo menos parte dos R$ 500,00 que deve é que seu limite voltará a aumentar.
Número de parcelasQuem decide o valor e o número de parcelas máximo de uma compra é, normalmente, o estabelecimento, no chamado parcelamento lojista. Sendo assim, ao decidir parcelar uma compra em um estabelecimento, fique atento ao número de parcelas e ao valor de cada uma delas, para não ser pego de surpresa depois.
Autoconhecimento
O primeiro passo para saber se você deve ou não parcelar uma compra no cartão de crédito é conhecer-se. O parcelamento só é indicado para aquelas pessoas que têm um bom controle de seus gastos, de seus ganhos, e da sua capacidade de poupar. Um dos nossos posts aqui do blog ressalta a importância desse primeiro passo, e fala sobre os pilares da educação financeira: autoconhecimento, planejamento e disciplina.
Se você for do grupo de pessoas que não sabe nem para onde foi seu salário no fim do mês, parcelar suas compras certamente não é o melhor para você. Busque primeiro ter um controle financeiro, para só assim poder optar por, vez ou outra, dividir no cartão uma compra.
Caso você queira começar já agora, existem aplicativos que ajudam no controle financeiro, como o Guia Bolso. Além disso, nós temos aqui no blog alguns artigos que podem te ajudar a, por exemplo, economizar dinheiro evitando maus hábitos, e vale a pena conferir.
Analise o tipo de gasto
Um dos critérios que devemos utilizar para decidir se devemos parcelar um determinado gasto é avaliar é em qual tipo ou categoria ele se enquadra. Essa análise é importante para que o parcelamento não se torne um problema para você.
Algumas dessas categorias são:
Gastos urgentesTem coisa que não pode esperar, ou se pode, é melhor que não espere. Não estou falando aqui sobre uma roupa que você quer muito, mas sim, por exemplo, sobre um par de óculos de grau que você precisa comprar. Nesse caso, o melhor pode ser parcelar a compra ao invés de juntar o dinheiro necessário para sua aquisição e aguardar alguns meses.
Gastos periódicosEsses gastos são aqueles que você necessariamente terá de tempos em tempos. Alguns exemplos desses gastos são alimentação e produtos de limpeza. Parcelar esse tipo de gasto não é o mais indicado, pois no mês seguinte você terá que despender um dinheiro para eles novamente. Dessa forma você cria uma bola de neve, juntando o que deve pagar pela prestação passada com o que deve pagar por novas compras. O ideal é só parcelar compras que não têm essa periodicidade, e que, uma vez que você as faça, não tenha que fazer novamente tão cedo.
Gastos supérfluosDizer que algo é supérfluo não significa necessariamente dizer que não seja útil. Mas é preciso tomar cuidado e evitar maus hábitos financeiros! Alguns gastos se encontram nessa categoria, mas, pelo grande desejo que temos de adiantar sua aquisição, às vezes nos convencemos de que são necessários. Por exemplo, comprar um novo computador. Muitas vezes seu computador funciona perfeitamente bem, mas mesmo assim você quer um novo.
São nesses casos que entra aquilo que dissemos lá no primeiro tópico: conhecer-se. Se você tem um bom controle financeiro, mesmo que você parcele uma compra, não ultrapassará seu orçamento nos meses seguintes. Já as pessoas que não se controlam financeiramente poderão se perder em meio a parcelas e ter o limite do cartão comprometido. Para estas, a melhor opção é sempre tentar juntar o dinheiro por alguns meses até conseguir comprar à vista. Pode parecer contraditório sugerir que pessoas sem controle financeiro juntem seu próprio dinheiro. Entretanto, se você quer fazer um gasto grande para seu orçamento, em algum momento terá que pagar o valor completo. Ao invés de pagar várias prestações de R$100, que tal juntar todos os meses R$100 e só então, sem correr risco nenhum, fazer a compra?
Analise os juros
Em alguns estabelecimentos são cobrados juros pelas compras parceladas no cartão, e esses juros não podem passar despercebidos: na hora da cobrança já é avisado que o parcelamento tem juros. Entretanto, existem alguns juros mais escondidos, que nem todos percebem. São aqueles casos em que a loja afirma que não há juros para parcelar a compra, mas que existe um desconto caso você compre à vista. Convenhamos, desconto para pagamento à vista é praticamente a mesma coisa que juros para pagamento parcelado.
Existem ainda casos em que o preço à vista ou parcelado é o mesmo. Em cada um desses casos as opções do que fazer são diferentes. Vamos analisar cada um:
Compras parceladas com jurosAo se deparar com esse tipo de compra, você deve avaliar vários fatores: a sua necessidade daquele produto imediatamente (pode valer a pena juntar o dinheiro por mais tempo para, só então, adquirir o produto), sua capacidade de se organizar para não atrasar nenhuma parcela e comprometer seu orçamento futuro, entre outros. Por fim, depois de analisadas essas variáveis, analise a possível economia que você fará. Geralmente o melhor será pagar à vista.
Compras parceladas sem juros e com desconto à vistaEsse tipo de compra é semelhante à uma compra com juros: você gasta a mais parcelando do que gastaria pagando à vista. Entretanto, isso é uma estratégia dos lojistas que, ao invés de focar no que o cliente pagaria a mais parcelando, focam no que ele pode pagar a menos à vista.
Por exemplo: se você deseja comprar um produto que custa R$100, mas o comerciante afirma que, caso pague à vista, você terá um desconto de 10%. Nesse caso, é como se o preço real do produto fosse R$90 (R$100 – 10%), e, ao parcelar, você pagasse R$10 a mais de juros.
Compras parceladas sem juros e sem desconto à vistaEsse tipo de compra, dentre as 3 que tratamos, é a mais fácil de ser analisada. Se você não tem nenhum benefício por pagar à vista, pagar parcelado provavelmente será melhor pelo lado financeiro. Lembrando sempre, claro, de analisar os primeiros tópicos que abordamos no texto: você precisa ter controle financeiro.
Se você mantiver seu dinheiro em um lugar que tenha algum rendimento, sejam investimentos ou até mesmo poupança, esse dinheiro renderá ao longo dos meses em que você parcelou. Nesses casos, retirar o valor das parcelas mês a mês será mais econômico que já retirar o dinheiro todo de uma vez e pagar o produto à vista.
É bom ressaltar que, às vezes, até mesmo uma compra com juros pode ser mais vantajosa sendo parcelada. Isso ocorre em casos que esse rendimento mencionado no parágrafo anterior é maior que o valor dos juros. É raro, mas pode acontecer. Encontramos aqui um simulador que faz as contas de qual opção é mais econômica para você, e você precisa preencher apenas qual é o rendimento aproximado dos seus investimentos e quais são os juros do parcelamento.
O que fazer em cada caso?
Nos casos em que a compra fica mais barata à vista (ou porque a loja oferece algum desconto, ou porque cobra juros no parcelamento), geralmente é melhor comprar à vista, caso se tenha o dinheiro.
A única chance de esse tipo de pagamento não valer a pena é no caso de você conseguir manter seu dinheiro num lugar com um rendimento maior do que o valor do desconto à vista. Ocorre que nem sempre queremos fazer toda essa conta na boca do caixa para adquirir um bem barato. Nos casos em que a diferença entre seu rendimento e seu desconto seja bem pequena, as vezes a comodidade fala mais alto. É melhor pagar à vista do que ter de lidar mês a mês com parcelas que já te fazem começar o mês com uma dívida.
Entretanto, quando falamos de compras de valores altos, em que o rendimento mensal pode ser grande em relação ao desconto, parcelar vale a pena. Isso porque essas compras geralmente são mais pensadas e pesquisadas, então você pode fazer os cálculos antes, na sua casa.
Além disso, como foi dito anteriormente, nas compras em que o valor à vista e parcelado é o mesmo, geralmente é melhor parcelar.
Caso você opte por comprar o bem parcelado tendo o dinheiro na conta, precisa se comprometer a não gastá-lo. Só assim seu raciocínio de quanto esse dinheiro irá render fará sentido, e, assim, o parcelamento será a melhor opção. Se você acha que, tendo o dinheiro em conta, você irá gastá-lo, opte por comprar à vista.
Exemplo:Suponhamos que você queira comprar um sofá de R$5000 e tenha as opções de pagar à vista ou parcelar no cartão de 10 vezes sem juros. Ou seja, você pode se desfazer de R$5000 de uma só vez ou se desfazer de R$500 ao mês durante 10 meses.
Caso você escolha o crédito parcelado e deixe seu dinheiro por exemplo na Nuconta, que rende 100% do CDI, no primeiro mês teria pelo menos R$20 a mais. Sendo assim, depois de pagar sua primeira parcela de R$500 reais, ainda sobrariam R$4520 (os R$5000 iniciais, somados aos R$20 de rendimento, menos os R$500 da primeira parcela), e esse valor continuaria rendendo pelo mês seguinte. Depois de pagar a segunda parcela, restariam para você R$4039 para renderem pelo mês seguinte e assim por diante, durante os 10 meses do parcelamento.
Por fim, você teria mais de R$150 reais de rendimento economizados, apenas por ter escolhido parcelar no crédito.
Sabemos que R$150 é um bom dinheiro, mas, em relação ao total de R$5000, esse valor representa apenas 3%. Portanto, é fácil enxergar que, caso a loja oferecesse um desconto maior que 3%, todo esse raciocínio de deixar o dinheiro rendendo e parcelar cairia por água abaixo, e o mais vantajoso seria pegar o desconto.
Afinal, parcelar minhas compras é uma boa escolha ou não?
Depois de analisadas todas as situações acima, é possível concluir que em algumas situações parcelar sua compra é uma boa escolha. Tanto em momentos nos quais você não tem o dinheiro que precisa para pagar o produto, quanto em alguns momentos que você tem esse dinheiro mas prefere mantê-lo investido.
Por fim, a conclusão a que se chega é que, mais do que a economia de alguns reais, o que você deve levar em consideração como prioridade é sua saúde financeira. Parcelar pode ser bom, mas também pode te fazer se perder e acabar numa grande dívida. Portanto, tome muito cuidado!
O financiamento veicular é uma alternativa para quem deseja adquirir um veículo, mas não possui o valor total necessário para a compra. Dados do IBOPE mostram que 1 em cada 4 brasileiros possuem carro próprio. O que está por trás desse número pode ser o financiamento. Segundo a ANEF -Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras- em 2019 os recursos liberados para financiamentos de veículos chegaram a R$ 34 milhões no Brasil. Esse dado mostra que muitos brasileiros optam por pelo serviço de financiamento. Mas sabemos que existem muitas dúvidas sobre esse assunto. Por isso, hoje, vamos esclarecer 7 dúvidas sobre financiamento de veículo!
Como funciona o financiamento de veículo?
O financiamento de veículo funciona como um tipo de empréstimo, mas nesse caso o dinheiro é destinado exclusivamente à compra de um carro, ou qualquer outro veículo. Em um empréstimo tradicional, o dinheiro é entregue ao tomador, que assim pode fazer o que quiser com ele. Entretanto, no financiamento, o dinheiro é repassado diretamente para a concessionária ou loja na qual você irá comprar o carro. Ou seja, o dinheiro não passa na sua mão. O financiamento é uma forma de fazer uma compra parcelada. Não é preciso ter o dinheiro total do carro, ou da moto, para colocar as mãos no veículo.
No nosso Simulador de Financiamento de Veículos é possível comparar taxas de diversos bancos e escolher o melhor para o seu caso!
Vamos agora responder as 7 dúvidas mais frequentes sobre financiamento.
1- É necessário ter uma renda mínima para fazer um financiamento?
A resposta é não! Não é necessário ter uma renda mínima para fazer um financiamento de veículos. Mas, é importante que o valor da parcela não ultrapasse o equivalente a 30% da sua renda mensal. Por exemplo, se um pessoa ganha R$ 3.000,00 por mês, a parcela do financiamento não pode ser mais do que R$ 900,00.
Isso é importante, pois, além dos custos do financiamento, existem os custos do carro, como gasolina, seguro, manutenção e IPVA! Por isso, antes de comprar um carro, é preciso colocar todos esses gastos na ponta do lápis. Dessa forma é possível ter certeza de que o carro será um conforto, e não uma dor de cabeça.
2- Quais tarifas podem ser cobradas em um financiamento de veículo?
Como o nome já diz, a Tarifa de Avaliação do Bem é uma taxa que o banco cobra para avaliar se o veículo vale realmente o preço que você pediu.
Na hora de financiar um carro, existem dois tipos de Imposto de Operações Financeiras (IOF). A primeira taxa é cobrada uma única vez, e é de 0,38% sobre o valor financiado. A outra é de 3%, e é cobrada ao ano. O imposto é recebido pelo banco, que direciona a quantia para o governo.
Essas tarifas são legais, ou seja, a instituição financeira pode fazer essas cobranças. Mas é importante lembrar que existem alguns bancos e financeiras que não fazem alguma dessas cobranças. Por isso, comparação, mais uma vez, é muito importante para escolher o melhor financiamento de veículo.
A TAC , Tarifa de Abertura de Cadastro, é bem polêmica. Ela pode ser cobrada em alguns casos, mas não em todos! Se a pessoa tiver um relacionamento ativo com a instituição financeira na qual ela está fazendo o financiamento, essa cobrança NÃO é válida. Mas, se você ainda não teve um relacionamento com a instituição, ou se você teve um relacionamento no passado, mas ele não está ativo, essa tarifa pode ser cobrada.
3- O que faz os juros mudarem?
Diversos fatores fazem o seu financiamento ficar mais caro ou mais barato. Entre eles, estão:
Quanto mais velho o veículo for, maiores serão os juros. Isso é perceptível quando olhamos os financiamentos para veículos novos (0 km) e financiamentos para veículos seminovos e usados. Ou seja: quando você quer comprar um carro novo, ou seminovo, terá condições melhores do que em casos onde o carro é usado.
Além da idade do veículo, o tempo de duração do financiamento também faz diferença nas taxas de juros. Se o financiamento se estender muito, por 48 ou 60 meses, as taxas serão mais altas. Caso contrário, se o financiamento for por um curto período de tempo, as taxas tendem a serem menores.
A entrada do financiamento é a parcela do valor do carro que você paga logo de cara. Em financiamentos sem entrada, ou com uma entrada muito baixa, as taxas de juros são mais salgadas do que em um caso em que você pague uma parcela maior do veículo à vista.
O score de crédito é uma nota que avalia se a pessoa é boa pagadora. Quando uma pessoa sempre paga suas contas em dia e não tem dívidas atrasadas, essa nota é boa. Uma pessoa terá uma nota ruim se ela costuma atrasar as contas ou se possui nome sujo. Ou seja, o score mostra para os bancos quais são as chances de você quitar suas dívidas. Assim, o banco entende que emprestar dinheiro para quem tem uma score baixo representa um risco maior. Por isso, ele cobra uma taxa de juros maior dessas pessoas.
4- Existe algum limite de juros ?
É fácil perceber que comprar um veículo por meio de financiamento sai mais caro do que fazer essa compra à vista! Os juros desse tipo de empréstimo fazem com que o veículo tenha um valor elevado. Mas algumas pessoas perguntam se existe algum limite de juros que as instituições financeiras podem cobrar. E a resposta é não! Não existe nenhuma lei que limite o juros dos financiamento de veículos.
Por isso, é muito importante comparar! As taxas variam muito de instituição para instituição, e isso pode fazer uma grande diferença no final do financiamento. No nosso Simulador de Financiamento de Veículos é possível comparar taxas de diversos bancos e escolher o melhor para o seu caso!
5- Posso adiantar as parcelas do meu financiamento de veículo?
Pode sim, e é muito importante lembrar que a instituição financeira não pode cobrar nenhuma tarifa por causa do adiantamento das parcelas. Muito pelo contrário, quando você adiantar as parcelas do financiamento, você deve receber um desconto!
Por lei, o desconto tem que ser feito na proporção do adiantamento da parcela. Vamos imaginar que você fez um financiamento com duração de 48 meses, mas vai quitar em 24 meses. Por exemplo, se você quer adiantar em 2 anos, o pagamento de R$20.000,00 do financiamento – levando em conta uma taxa de juros de 2,5% ao mês – você irá economizar aproximadamente R$5.200,00. A dívida que era de R$ 20.000,00, se for adiantada em 24 meses, se transformará em 14.871,12 reais!
6- Não consigo arcar com as parcelas, e agora?O ideal é sempre fazer as contas antes de contratar um financiamento, e ter certeza de que as parcelas caberão no seu bolso. Mas se você não fez isso e o financiamento ficou apertado demais para seu orçamento, a saída é tentar fazer uma negociação com o banco. O banco até pode tomar seu carro, em último caso. Porém, eles não querem isso! Então converse com o seu gerente para você não ficar com o nome sujo e nem perder o carro, não é mesmo?
Se você viu que as contas estão ficando apertadas, talvez seja a hora de considerar uma portabilidade de financiamento! Ou seja, vender o seu carro e passar sua dívida para outra pessoa. Ficar sem um veículo pode parecer uma ideia ruim, mas é melhor do que se afundar em dívidas. Além disso, você pode trocar o seu veículo por um modelo mais barato!
7- Comprar o veículo com o CNPJ é mais barato do que com o CPF?
Sim, as montadoras oferecem descontos para compras pelo CNPJ. Mas é importante fazer algumas ressalvas:
Descontos
ToyotaOs descontos que variam entre 3% (SW4) e 7% (Etios) por unidade.
FiatOs descontos variam, em média, de 6 a 18%.
Chevrolet
O desconto de CNPJ da Volkswagen é de até 21,5%. Mas esse desconto enorme, é dado concedido para empresas que compram em grande escala.
Como vimos, esse assunto é bem longo. Antes de fazer um financiamento de veículo é muito importante ter certeza de que essa é a escolha certa e que os custos irão caber no orçamento. Para comparar os preços de financiamentos, não deixe de visitar nosso simulador, ele pode te ajudar muito! Se você não achou a resposta para a sua pergunta no texto, deixe sua dúvida nos comentários, e nós iremos te ajudar!
Os grandes bancos brasileiros vêm anunciando, nas últimas semanas, redução nas taxas de juros do financiamento imobiliário. Após seguidas reduções na taxa Selic, as instituições financeiras parecem ter entrado em disputa pelos clientes desta modalidade de crédito. Isso favorece não apenas aqueles que pretendem contratar um financiamento, mas também quem já tem um contrato em andamento. A portabilidade do financiamento imobiliário vem se tornando uma opção vantajosa para um número cada vez maior de clientes.
No texto a seguir, vamos explicar o que mudou nos juros e nos procedimentos da portabilidade. Apresentaremos dois casos concretos em que a portabilidade seria vantajosa, mostrando os números dessa vantagem. Ao final, falaremos também sobre a contratação de um financiamento novo, inclusive na nova modalidade lançada recentemente pela Caixa – com correção pelo IPCA.
Bancos reduzem taxasAcompanhamos pela imprensa, nas últimas semanas, os cinco maiores bancos brasileiros anunciarem redução nas taxas de juros do financiamento imobiliário. Um fato crucial para o início dessa disputa é a redução consistente da taxa Selic, por parte do Banco Central. A partir da sinalização da intenção de mudar o patamar dos juros no Brasil, os bancos começaram a se mexer.
SantanderO primeiro grande banco a anunciar a redução nos juros do financiamento imobiliário foi o Santander. No início de julho o banco anunciou a redução de 8,99% para 7,99% ao ano. Convenhamos, 1 ponto percentual, num contexto como esse, não é pouca coisa.
Banco do BrasilAinda em julho, o Banco do Brasil também anunciou redução nos juros imobiliários. A redução foi mais modesta, de 8,49% para 8,29% ao ano.
A nova linha da CaixaEm agosto a Caixa não anunciou exatamente uma redução nos juros. Fez algo que agitou ainda mais o mercado: apresentou uma nova metodologia de concessão do financiamento imobiliário. Nessa nova linha, o índice de correção do saldo devedor é o IPCA. É um índice bem mais alto que a TR, que corrige os contratos tradicionais. Em compensação, a taxa de juros é mais baixa – em torno de 3,00% a 3,5%.
Porém, trata-se de um produto com características bastante distintas, difícil até de comparar com os financiamentos tradicionais.
BradescoAo final de setembro, foi a vez do Bradesco entrar no jogo. Anunciou redução em seus juros de financiamento imobiliário, de 8,2% para 7,3%. A menor do mercado! A nova taxa vale para contratos firmados a partir de 01º de outubro.
ItaúNa mesma semana, foi o Itaú quem anunciou seu corte nos juros. A taxa caiu de 8,3% para 7,45% ao ano, valendo também a partir do mês de outubro.
CaixaFaltava o último dos grandes bancos anunciar a sua redução: a Caixa. Justamente o banco com maior número de contratos, referência no mercado de financiamento imobiliário. Pois ainda no início do mês ela anunciou redução nos juros, de 8,5% para 7,5%. A mudança vale para a partir do dia 14 de outubro.
InterNem só dos cinco grandes bancos vive o financiamento imobiliário. O banco Inter também anunciou redução nos juros, de 8,5% para 7,7% ao ano.
Portabilidade de financiamento imobiliárioA redução nas taxas obviamente é uma boa notícia para quem pretende adquirir um imóvel financiado. Porém, é ótima também para quem já tem um contrato em andamento. Afinal, as novas taxas favorecem a portabilidade de financiamento imobiliário.
O que é?Portabilidade é a transferência de uma operação de crédito, de uma instituição financeira para outra. Quando um tomador de crédito consegue condições melhores – geralmente, juros menores – em outra instituição, ele tem o direito de trocar de credor. A portabilidade é regulamentada pela Resolução nº 4.292/2013 do Banco Central. A norma rege não apenas a portabilidade de financiamento imobiliário, mas também de outras modalidades de crédito.
Como funciona?O processo é razoavelmente simples. Primeiro, o cliente negocia as condições com a instituição financeira para onde deseja migrar sua operação – chamada de instituição proponente. Depois, a própria instituição requisita a portabilidade de financiamento imobiliário à instituição financeira original. Em poucos dias o processo deverá estar concluído.
CustosNo caso específico da portabilidade de financiamento imobiliário, existem alguns custos extras envolvidos na operação. Os principais são:
Até alguns anos atrás, esses custos – especialmente os cartoriais – eram muito elevados, praticamente inviabilizando operações de portabilidade de financiamento imobiliário. Além disso, eles deveriam ser pagos integralmente no ato da portabilidade. De uns tempos para cá, porém, essa realidade vem mudando.
Conversamos com pessoas que trabalham diretamente com crédito imobiliário. Constatamos que, em boa parte dos casos, cartórios vêm cobrando até a metade do que costumavam cobrar.
Além disso, bancos vêm, na prática, incluindo as despesas com avaliação e cartório ao saldo devedor do financiamento. Isto é, a pessoa não precisa mais ter em mãos o dinheiro dos custos com a portabilidade. Pode parcela-lo nas mesmas condições do financiamento.
Isto, somado à redução nas taxas de juros, faz com que a portabilidade de financiamento imobiliário seja uma opção vantajosa para grande parte dos clientes.
Casos concretosPara avaliar se a portabilidade de financiamento imobiliário é vantajosa no seu caso, o mutuário (que é a pessoa devedora no contrato de financiamento), deverá considerar alguns aspectos. Por um lado, deverá apurar todos os custos envolvidos no processo. Em seguida, deverá avaliar se a redução na taxa de juros é suficiente para compensar os custos.
Vamos analisar dois casos concretos, baseados numa situação real. Contrato com saldo inicial de R$ 312 mil, taxa de juros anual de 9,3% e prazo total de 30 anos. Em cada prestação mensal há também seguro de R$ 155,00 e taxa de administração de R$ 25,00.
Consideremos que o mutuário tenha conseguido uma taxa de juros de 8,3% ao ano em outro banco. Isto é, uma taxa 1 ponto percentual inferior à original. Além disso, o banco incluiu na transação R$ 5 mil, para os custos de cartório e de avaliação do imóvel.
No primeiro caso, consideramos que já foram pagas 72 prestações (6 anos), restando ainda 24 anos. O saldo devedor atual é de R$ 250 mil. No segundo, consideramos que o contrato ainda está no início, tendo sido pagas apenas 6 prestações. O saldo devedor é de R$ 307 mil.
Contratos madurosNo primeiro caso – contrato já com 6 anos de andamento – a portabilidade de financiamento imobiliário geraria uma economia de R$ 200,00 mensais. Ao reduzir 1 ponto percentual nos juros, a prestação cairia de cerca de R$ 2900,00 para praticamente R$ 2700,00.
Somando o valor nominal das prestações até o fim do contrato, a diferença é de quase R$ 30 mil!
Contratos novosNo segundo caso – contrato com apenas 6 meses – a portabilidade de financiamento imobiliário geraria uma economia de R$ 240,00 mensais. Ao reduzir 1 ponto percentual nos juros, a prestação cairia de cerca de R$ 3340,00 para praticamente R$ 3100,00.
Somando o valor nominal das prestações até o fim do contrato, a diferença é de mais de R$ 40 mil!
Em ambos os casos, consideramos que o mutuário não precisou desembolsar nada a mais no ato da transação. Simplesmente trocou uma dívida com prestações mais altas por outra, com prestações mais baixas.
Isso gerou, de imediato, uma economia de algumas centenas de Reais mensais. E, ao longo dos anos, uma economia de dezenas de milhares de Reais.
Vimos que, no segundo caso, quando o prazo remanescente era maior, a economia no longo prazo foi ainda mais volumosa. Isto porque o tempo a que o mutuário ficará exposto a juros mais baixos é maior.
Mãos à obraQuer saber se você também pode obter vantagem com a portabilidade de financiamento imobiliário. O primeiro passo é saber o que existe disponível no mercado. Uma boa forma de começar sua pesquisa é usando nosso Simulador de Financiamento de Imóveis. Ele te informa as opções de financiamento existentes, com taxas atualizadas.
É importante lembrar que alguns bancos oferecem condições diferenciadas para clientes que contratam outros serviços, além do financiamento. Por exemplo, se o cliente transfere para o banco proponente sua conta salário. Ou quando ele contrata um cartão de crédito. Portanto, tenha disposição para negociar com o gerente do banco proponente.
Outro ponto importante: verifique, nos resultados, as condições que seu banco atual oferece para novos clientes. Converse com seu gerente, mostre as condições que os bancos concorrentes estão oferecendo e exija condições ainda melhores. Além do ganho financeiro com prestações menores, você evita o trabalho de migrar de instituição financeira.
Financiamento imobiliário com IPCAComo dissemos no início do texto, em agosto de 2019 a Caixa lançou uma nova linha de financiamento imobiliário. A grande novidade é a utilização do IPCA como fator de correção do saldo devedor.
É importante repetir esse ponto, porque, quando essa linha foi apresentada, muita gente na imprensa andou repassando informação incorreta. Chegaram a informar que o IPCA seria somado à taxa de juros, o que não é verdade.
A taxa de juros dessa linha é consideravelmente menor – cerca de 3,5% ao ano – e, uma vez contratada, não sofrerá modificação. Por outro lado, o IPCA será o fator de correção do saldo devedor. Isso significa que um eventual aumento da inflação impactará bastante os clientes. Nas linhas tradicionais isso não ocorre, porque o saldo é corrigido pela TR, que é bem menor que o IPCA. Basta dizer que a TR está zerada há mais de 2 anos. Nesse período, o IPCA se manteve em cerca de 4% ao ano.
Nos financiamentos corrigidos pelo IPCA é comum que o saldo devedor aumente no início do contrato. Isto acontece porque, nesse período, o saldo devedor ainda é muito elevado, por isso sua correção representa um valor alto. À medida em que o saldo devedor diminui, o impacto da correção significará menos, em Reais.
Qual é melhor?Mas a grande pergunta é: qual dos dois compensa mais, financiamento corrigido pelo IPCA ou pela TR?
É preciso avaliar cada caso, porque são muitos os fatores envolvidos. Os dois principais são as taxas de juros oferecidas em cada uma das linhas, e o prazo. Além disso, é preciso estimar o comportamento do IPCA nos próximos anos.
O Educando Seu Bolso oferece consultoria em financiamento imobiliário há anos. Uma das modalidades é justamente essa: avaliar, para cada caso, o que compensa mais, IPCA ou TR. Além de identificar a melhor opção, montamos uma estratégia adequada para que o sonho da moradia própria não se torne um pesadelo.
Se você pretende contratar um financiamento e está em dúvida quanto à melhor opção, não deixe de entrar em contato conosco.
Procure o melhorVocê viu aqui como funciona a portabilidade de financiamento imobiliário. Se você tem um contrato em andamento, não deixe de procurar por condições melhores. Aproveite nossas informações e sugestões. Como dissemos, tente fazer com que seu banco atual lhe ofereça a melhor proposta. Se não conseguir, não tenha receio de mudar de banco, caso receba uma boa oferta.
E se ligue nas novidades que surgem no mercado a toda hora. Nós continuaremos atentos, acompanhe nossos posts e podcasts para manter-se sempre a par do que há de novo.
Dúvidas ou sugestões? Deixe nos comentários abaixo!
Não importa se você presta algum serviço ou tem um comércio. Seja loja de roupas, cabeleireiro, restaurante, taxista... Todo mundo precisa entender um pouco mais sobre maquininha de cartão. Se você quer tirar todas as suas dúvidas, está no lugar certo. Saiba tudo sobre maquinetas para vender muito mais!
Por que ter uma maquininha de cartão?
Em primeiro lugar, uma máquina de cartão deve ser vista como um investimento, e não como um custo. Afinal, escolhendo o aparelho certo, as vantagens para seus negócios serão muito maiores do que os gastos. Como por exemplo:
1- Aumento nas opções de pagamento do cliente"Aceita cartão?". Se você trabalha com comércio, com certeza já escutou essa pergunta. A verdade é que, no mercado de hoje, não há mais espaço para pagamento apenas em dinheiro. Cheque, nem se fale. De fato, segundo a Abecs (Associaçao Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços) o fluxo de pagamentos com cartão aumentou 14,5% em 2018 e promete aumentar cerca de 16% em 2019. Segundo Pedro Coutinho, presidente da Abecs e da GetNet, a aceleração do processo de digitalização ajudou. "Estamos presenciando uma redução significativa do fluxo de dinheiro no Brasil", afirmou.
Ou seja, tudo isso para dizer: não ter uma maquineta não é mais uma opção. Se você não tem maquininha, seu concorrente vai ter. E você não quer perder a venda certo? Contratar uma maquininha vai dar ao seu cliente mais uma opção de pagamento. E, hoje em dia, muitas pessoas nem andam mais com dinheiro na carteira.
2- Aumento no valor de vendasAlém de aumentar o número de clientes, contratar uma maquineta também ajuda a aumentar o valor de suas vendas. Por exemplo, vamos supor que seu cliente gostou de diversas peças da sua loja, mas não tem dinheiro na carteira para pagar por todas. Com o cartão, ele pode comprar valores muito maiores, parcelar. Assim, uma compra que era de R$50,00 pode virar de R$200,00 com facilidade.
3- Aumentar a segurança do negócioTer uma maquininha de cartão reduz a quantidade de dinheiro que você vai ter na caixa registradora. Isso evita roubos, assaltos... Ou seja, seu negócio fica mais seguro e você menos preocupado com isso.
4- Reduzir inadimplência
Quem nunca vendeu fiado e ficou sem receber? Ou foi sacar um cheque e ele estava sem fundo? Fazer vendas na maquininha de cartão reduz, e muito, seus problemas com inadimplência dos clientes. Afinal, depois que a venda foi aprovada na maquininha, a responsabilidade de fazer o pagamento fica por conta da empresa, que tem o compromisso de te repassar.
5- Seus concorrentes vão aceitar cartão
Você pode não ter uma maquininha, mas certamente algum concorrente terá. Então, caso o cliente não consiga comprar com você, ele vai procurar o concorrente e te fazer perder a venda. Isso não é nada legal, né?
Ter maquininha de cartão é importante...
O Educando seu Bolso acredita muito na contratação de maquininhas como forma de impulsionar pequenos negócios. A questão é que a escolha do aparelho deve ser feita de forma correta. Porque, sem dúvidas, a maquininha errada vai ser mais uma dor de cabeça do que ser uma solução. Para isso é preciso de informação.
[GERENTESONHOS_RANKING_MAQUININHAS]
Qual a melhor máquina de cartão?
Não existe a melhor máquina de cartão, existe a melhor máquina de cartão para o seu negócio. O Educando seu Bolso oferece um simulador de maquininhas gratuito, para que você possa comparar as que mais se adequam ao seu estabelecimento. São levados em conta: custo mensal com a máquina, o prazo de recebimento do dinheiro, as características desejadas para o aparelho (sem fio, pessoa física ou jurídica…), entre outros. Apenas após estudar todos esses componentes você será capaz de saber qual é a mais indicada para seu negócio.
Caso você tenha dificuldade de saber as características que procura em sua maquininha, temos no blog um passo a passo de como escolher a melhor máquina de cartão.
[toggle title="Leia mais sobre maquininhas de cartão..."]Você sabia que já temos no blog outras análises e comparativos de maquininhas de cartão? Acesse outros textos por aqui: Pop Credicard, SumUp Total, Point Mini e I, SuperGet, Mini Bin, Stone Mais, máquinas Stelo, SumUp Top x Minizinha, SumUp Super x Moderninha, Sipag, Moderninha Smart, Crefisinha, SafraPay, Vero Banrisul, Point Pro, InfinitePay, Maquininha iFood, SumUp On, iZettle.[/toggle]
Quais os tipos de maquininha de cartão?
As diferenças entre máquinas de cartão são inúmeras. Existem máquinas com fio, sem fio, com conexão Wi-Fi, vinculadas ou não à banco, que imprimem ou não recibo… Mas, de forma geral, elas podem ser divididas em cinco grandes grupos, sendo eles:
1- Maquininhas para usar com o celularEssas são as mais básicas. Elas não têm chip de operadora próprio, ou seja, precisam ser conectadas ao aparelho celular do lojista para que as vendas sejam realizadas. São voltadas para vendedores iniciantes, autônomos, profissionais liberais. Além disso, elas cabem no bolso (são muito portáteis).
São indicadas para: quem está começando a vender ou que precisam de uma maquineta de bolso. Principalmente para quem tem um baixo fluxo de transações.
Conheça algumas opções: [eafl id="16763" name="Sumup Top_Artigo" text="SumUp Top"], [eafl id="3723" name="PagSeguro_Minizinha_Artigo" text="Minizinha"], [eafl id="6599" name="Mercado Pago_Point Mini_Artigo" text="Point Mini"], [eafl id="5417" name="iZettle_Artigo" text="iZettle Maquinão"].
2- Maquininhas com chip e sem bobina
Um pouco mais completas que as maquininhas para celular, esse tipo de aparelho também é muito portátil. Contudo, elas têm tem chip próprio e algumas possuem conexão Wi-Fi.
São indicadas para: profissionais liberais, como dentistas, advogados, taxistas...
Conheça algumas opções: [eafl id="9206" name="Pagseguro Minizinha Chip_Artigo" text="Minizinha Chip"], [eafl id="16434" name="Sumup On_Artigo" text="SumUp On"], [eafl id="9878" name="GetNet_SuperGet Chip" text="SuperGet"], [eafl id="16423" name="Cielo Zip_Artigo" text="Cielo Zip"].
3- Maquininhas com bobina
São as maquinetas mais tradicionais do mercado, que imprimem recibo para o cliente, têm chip próprio e podem ter ou não fio.
São indicadas para: praticamente todos os tipos de negócio, desde que não seja preciso tanta mobilidade para vendas. As opções com fio devem ficar exclusivamente em um balcão. As sem fio podem ser usadas por entregadores, levadas até a mesa do cliente em um restaurante, etc.
Conheça algumas opções: Safrapay, máquina Stone, [eafl id="5745" name="PagSeguro_Moderninha Pro_Artigo" text="Moderninha Pro"], [eafl id="16650" name="Sumup Total_Artigo" text="SumUp Total"].
4- Maquininhas Smart
Tratam-se das maquinetas que operam outras funções além de realizar vendas. Essas maquininhas, geralmente, têm grandes telas embutidas que funcionam como catálogo de produtos, fazem a gestão do negócio, acessam conta digital, entre outros.
São indicadas para: quem quer dar um aspecto moderno ao negócio e para quem deseja usufruir de outras funcionalidades de maquininhas, como o catálogo de produtos.
Conheça algumas opções:[eafl id="16647" name="PagSeguro_Moderninha_Smart_Artigo" text="Moderninha Smart"], [eafl id="16425" name="Cielo Lio_Artigo" text="Cielo Lio"].
5- Soluções TEF
São as maquinetas com integração a algum sistema de vendas, isto é, uma automação comercial. É comum em comércios com volume de transações maiores, como supermercados, lojas de departamento, farmácias, etc. Basicamente, são aqueles aparelhos em que é feita a leitura do código de barras e o valor da venda já aparece diretamente na maquininha de cartão.
São indicadas para: grandes lojas.
Conheça algumas opções: maquininhas Rede, maquininhas Cielo, maquininhas GetNet.
Comprar ou alugar máquina de cartão?
"Comprar ou alugar?" é uma das principais perguntas feitas na hora de contratar uma maquininha de cartão. Quando você aluga uma maquineta, tem que pagar mensalmente o aluguel para utilizá-la, além das taxas cobradas sobre as vendas. Nessa situação, o aparelho não é seu, e você o devolve no momento em que decidir encerrar a contratação. O grande ponto positivo, nesse sentido, é que a empresa se compromete a substituir o aparelho para você a qualquer momento, no caso de eventuais problemas.
E a compra?
Por outro lado, quando você compra uma máquina o aparelho é seu e você o utiliza da maneira que desejar. Em geral, o único gasto que você terá com a maquininha após a compra serão as taxas. Sendo assim, comprar a máquina pode ser muito vantajoso, por exemplo, para quem não vende todos os meses, afinal, é muito chato pagar mensalidade quando o aparelho nem sequer foi utilizado no mês, certo? O ponto negativo é que, no caso de compra, a máquina tem garantia apenas por alguns anos. Após terminado o período, no caso de algum problema, você pode ter trabalho procurando um local para fazer o conserto ou para comprar outra, o que pode fazer com que você tenha algum prejuízo ao ficar sem a maquininha.
Saber o que é melhor para o empreendedor, portanto, varia conforme alguns fatores. Em geral, para estabelecimentos com um volume baixo de vendas, é mais vantajoso comprar, até porque o custo fixo com a compra é inferior. Para negócios grandes, por sua vez, quase sempre as maquininhas de aluguel atendem melhor.
Como comprar uma maquininha de cartão?
Em geral, máquinas de cartão são anunciadas e vendidas pela internet. Nesse caso, você escolhe seu aparelho desejado, vai para o site da empresa, cadastra alguns dados pessoais e do seu negócio, e faz o pedido da maquininha de cartão. Então, ela é entregue diretamente no seu endereço cadastrado.
Qual a máquina de cartão com menor taxa?
Essa é outra pergunta que não tem uma única resposta. Isso porque existem três modalidades de venda com taxas diferentes para cada uma delas: do débito, crédito à vista e parcelado. Então, a maquininha com as menores taxas varia de acordo com as modalidades que você vende.
Por exemplo, existem máquinas que têm taxas baixas no débito e mais altas no crédito parcelado. Por outro lado, existem outras que têm ótimas taxas no parcelado, mas juros caros em outras modalidades. Portanto, é preciso saber como são as vendas do seu negócio.
No Simulador de Máquinas de Cartão gratuito do Educando seu Bolso, calculamos TODOS os custos que você terá com seu aparelho de acordo com suas vendas realizadas. Dessa forma, é apresentada a máquina de cartão com menor taxa para o seu negócio, ou seja, um resultado personalizado com as menores taxas para você!
Qual a melhor maquininha de cartão para pessoa física?
Em geral, não é a classificação de pessoa física ou jurídica que define qual a melhor máquina de cartão. Mas as características do seu negócio. Porém, na maior parte das vezes, os cadastros para pessoa física são de vendas pequenas e micro, ou de prestadores de serviço, como personal trainers, psicólogos... E, nesses casos, uma maquininha mais básica costuma ser suficiente. Em outras palavras, as maquinetas de bolso, seja com ou sem chip.
Mas vale comentar que existem algumas diferenças entre a maquininha de cartão para PF e PJ. Em primeiro lugar, apenas PJ está habilitado para receber cartões benefício e vales-refeição. Além disso, algumas empresas cobram taxas mais baratas de PJ. Logo, podem existir vantagens para quem opta por formalizar o negócio. Ainda assim, na maior parte das empresas, isso não faz a menor diferença.
Quanto custa uma maquininha de cartão?
O preço de uma máquina de cartão para compra varia de acordo com as tecnologias atreladas a ela. Você pode encontrar aparelhos de modelos mais básicos a partir de R$50,00. Já aparelhos mais robustos e tecnológicos, por até R$1.000. Porém, esses são valores extremos. Não é comum encontrar maquininhas que cheguem à casa dos milhares de reais ou por menos de R$100,00.
Na média, uma maquininha para celular custa cerca de R$120,00. Dos modelos intermediários, na média você pode encontrá-los por valores entre R$200-R$400. Por fim, os modelos mais completos, em geral, custam entre R$600-R$800.
Existe maquininha de cartão "grátis"?
Nada é de graça neste mundo! Existem, sim, maquinetas em que você não tem nenhum custo de aquisição. Porém, ainda assim são cobradas taxas sobre as transações realizadas.
O que é MDR?
MDR é a sigla em inglês para Merchant Discount Rate, ou, em português, Taxa de Administração. Trata-se de uma taxa percentual, cobrada pelas adquirentes sobre os lojistas, em cada transação realizada na máquina de cartão, seja ela de débito ou crédito. O MDR é sempre descontado no momento de liquidação da venda ou de cada uma das parcelas.
O que é antecipação de recebíveis?
Antecipação de recebíveis é uma operação de crédito feita para receber o faturamento das vendas com maquininhas em caixa antes do previsto.
Existe maquininha que aceita todas as bandeiras de cartão?
Existem máquinas que aceitam todas, ou pelo menos quase todas, as bandeiras do mercado. Então, se você quiser, com uma única máquina, ter a possibilidade de aceitar todas as bandeiras, é possível fazer isso. No geral, são os aparelhos de empresas mais tradicionais, como Cielo, Rede, Getnet, que atendem a essa demanda.
Porém, as taxas podem nem sempre serem as melhores. Por isso, é preciso que o empresário avalie se ele realmente precisa de uma ou mais maquininhas que aceitem todas as bandeiras. Nesse sentido, é comum que um lojista ludibrie-se acreditando que precisa da maquininha que aceita mais bandeiras, sendo que, na verdade, pelo tamanho ou perfil do seu negócio, precisa apenas de uma que receba as principais do mercado.
Em números...
De fato, segundo o Relatório sobre a Indústria de Cartões de Pagamentos divulgado pelo Banco Central em 2018, as duas maiores bandeiras, Visa e MasterCard, respondem juntas por mais de 90% dos cartões ativos (crédito e débito). Ou seja, a maior necessidade é por uma máquina que aceite pelo menos essas bandeiras, e algumas outras comuns, como Elo, Hipercard. Assim, mesmo com apenas três ou quatro bandeiras, o empreendedor provavelmente não perderá nenhuma venda. No entanto, é preciso apenas atentar-se para a questão de bandeiras comuns em algumas regiões, como a Hiper no nordeste ou a Banricompras no Rio Grande do Sul.
Por onde recebo o dinheiro das minhas vendas com a maquininha?
O modo de recebimento do dinheiro varia de uma empresa para outra. Em geral, o pagamento acontece na conta corrente ou poupança cadastrada: seja de pessoa física ou jurídica. Algumas empresas têm opções para quem não possui conta em banco. Nesse caso o repasse das vendas é em uma conta digital da própria empresa, como PagBank e Mercado Pago.
[toggle title="Leia mais sobre maquininhas de cartão..."]Você sabia que já temos no blog outras análises e comparativos de maquininhas de cartão? Acesse outros textos por aqui: Pop Credicard, SumUp Total, Point Mini e I, SuperGet, Mini Bin, Stone Mais, máquinas Stelo, SumUp Top x Minizinha, SumUp Super x Moderninha, Sipag, Moderninha Smart, Crefisinha, SafraPay, Vero Banrisul, Point Pro, InfinitePay, Maquininha iFood, SumUp On, Izettle.[/toggle]
Quais as inovações de maquininha de cartão?
Uma das principais novidades no setor tem sido o pagamento por aproximação, chamado NFC (Near Field Communication). Ele ocorre de diversas formas: o cliente pode pagar com o celular, relógio, uma pulseira, ou com o próprio cartão (desde que habilitado para tal) apenas aproximando-os da maquininha de cartão. E, sim, no caso é preciso que a máquina tenha suporte para essa tecnologia específica.
Porém, não é difícil encontrar aparelhos com suporte para NFC. Na verdade, ela já está bastante popular e presente em grande parte das máquinas de cartão, embora não em todas. Além das empresas tradicionais, PagSeguro, iZettle, Stone, diversas outras empresa oferecem o serviço.
Em que investir?
Quanto ao investimento, se vale ou não a pena, depende. Embora o pagamento por NFC esteja popular, não se tem perdido vendas por causa desse fator. Pelo menos, não ainda. Então, acredito que se o estabelecimento já tenha uma maquineta, não precisará trocá-la por esse motivo. Por outro lado, se ele já vai ter que adquirir uma nova, pode valer a pena sim buscar uma com essa característica adicional. Afinal, também não se sabe como será o mercado daqui a alguns anos.
Mas, para além disso, cada vez mais, as vendas estão ocorrendo no meio digital. Após o dinheiro em espécie ter se tornado quase obsoleto com a popularização dos cartões de crédito e débito há alguns anos, agora é a vez das maquininhas também começarem a ficar para trás. Por exemplo, o pagamento por QR Code, que utiliza apenas o celular, também já pode ser encontrado em diversos estabelecimentos. No entanto, ainda vai levar alguns anos até que as maquininhas sejam substituídas.
E agora?
Agora que você já sabe todas as informações mais importantes sobre maquininha de cartão, é hora de colocar em prática. Acesse nosso Simulador de Máquinas de Cartão gratuito para encontrar a melhor maquininha para o seu perfil. Não importa se é a sua primeira maquininha ou se você já tem uma: é muito bom se atualizar das novidades e saber se você não poderia estar pagando menos. Para além disso, deixa um comentário aí embaixo se você ficou com qualquer outra dúvida!
Você está por dentro das novidades do mercado de crédito e das fintech? Com a demanda cada vez maior por empréstimo online, é preciso entender o que tem de novo, para que você possa se beneficiar dos lançamentos no setor. Por exemplo: já ouviu falar no Cadastro Positivo? Ele pode aumentar a possibilidade de conseguir crédito de 40% da população. Quer aprender como usar isso tudo? Então não deixe de ler este texto!
Cred-Tech Brasil 2019: novidades de fintech de crédito
O Educando seu Bolso participou, no dia 19 de setembro de 2019, da segunda edição do Cred-Tech Brasil, em São Paulo. De forma geral, trata-se de um evento que visa desenvolver o ecossistema de fintechs de crédito no Brasil, além de apresentar as inovações no setor. Desse evento participaram bancos, empresas de tecnologias, startups... E foram ministradas palestras de instituições de peso, como do Chefe de Divisão do Banco Central. Além de empresas referência em empréstimo, como Creditas, Rebel, Nexoos...
Mas calma! Se você não entendeu nada disso, não se preoucupe. Vamos explicar tudo abaixo. Afinal, o importante é saber como tudo isso vai influenciar no futuro do mercado de crédito. Para que, assim, cada vez mais pessoas sejam beneficiadas.
O que é fintech?
De forma geral, fintech é uma empresa que oferece serviços financeiros e que está fortemente relacionada com o mundo digital. Mas as fintechs diferenciam-se de bancos, por operarem com custo mais baixo e, em geral, com menos burocracia. Em outras palavras, esse tipo de empresa se utiliza de tecnologia de ponta para prestar serviços financeiros de qualidade.
Elas oferecem uma gama variada de serviços. Por exemplo, existem fintechs de crédito, que oferecem empréstimos para pessoa física e jurídica, fintechs de financiamento, planejamento financeiro, entre outros. Neste texto, focaremos nas empresas de empréstimo.
Fintech de crédito e empréstimo online: o que tem a ver?
O mundo das fintech está fortemente relacionado com o empréstimo online. De fato, a maior parte das empresas dessa catgoria no setor atuam oferecendo crédito pela internet: seja computador ou até mesmo o celular.
O empréstimo online
Em primeiro lugar, o empréstimo online não é uma linha de crédito, e sim uma forma de contratação. Ou seja, assim como você pode contratar empréstimo direto no seu banco, indo até a agência, você também pode contratar crédito sem sair de casa. Isso tem uma série de pontos positivos, como por exemplo:
Fintechs têm ganhado um peso cada vez maior no setor. De fato segundo uma pesquisa realizada pela PwC e ABCD (Associação Brasileira de Crédito Digital) no ano de 2019, que contou com a participação de 43 fintechs de crédito, o número de pedidos de empréstimo de pessoas físicas quase dobrou de 2017 para 2018 . E, para pessoa jurídica, o número aumentou mais de 6x.
Para mais, as modalidaes são inúmeras: você pode encontrar empréstimo pessoal, empréstimo com garantia, consignado, para empresas... Ou seja, todos que buscam por crédito podem optar pela contratação online. Veja abaixo, algumas das principais opções:
[GERENTESONHOS_RANKING_CREDITO_PESSOAL]
O mercado de crédito brasileiro tem problemas...
E as fintech buscam, em grande medida, resolvê-los. Na pesquisa realizada pela PwC, as empresas listaram que os principais obstáculos que pretendem superar em relação aos bancos tradicionais são oferecer: (1) aprovação de crédito mais rápida e menos burocrática e (2) melhoria na experiência do usuário.
Além disso, cerca de 45 milhões de brasileiros não têm acesso ao sistema bancário e de crédito. Isto é, cerca de 20% da população. Esse, ainda é um problema que as fintechs não estão resolvendo na totalidade, tendo em vista que quase a totalide dos buscam fintechs também poderia procurar empréstimo no seu banco. "Oferecer crédito para quem ainda não existe no sistema financeiro e não tem um demonstrativo de renda é mais complexo. Mas é apenas uma questão de tempo para que as fintechs alcancem também esse consumidor", afirmou Marcelo Ciampolini, CEO e fundador da Lendico Brasil.
A importância das fintechs na educação financeira
Outro grande problema do mercado de crédito brasileiro é a educação financeira deficitária. Nas pesquisas apresentadas, ficou evidente que os maiores usuários de cheque especial e rotativo do cartão de crédito são pessoas com menor renda e escolaridade. Isso é muito problemático, tendo em vista que essas duas modalidades de crédito apresentam algumas das taxas mais caras do mercado.
Além disso, 1 em cada 4 pessoas que busca a renegocioação de dívidas o faz devido ao rotativo do cartão. Daí que vem a importância das fintechs de crédito e de sites como o Educando seu Bolso: educar financeiramente.
Para mais, tudo isso está relacionado com os objetivos do governo para um futuro com mercado de crédito mais justo. "Todos queremos juros baixos duradouros, serviços financeiros melhores e a participação de todos no mercado. É o que o Banco Central (BC) chama de democratização financeira."
O que é Cadastro Positivo?
O Cadastro Positivo é uma nova forma de avaliar a relação do consumidor com os compromissos financeiros. É um método que passa a enxergar todo o comportamento do consumidor, e não apenas os "maus comportamentos".
No Brasil, não existia uma análise de crédito positivo, somente negativo. Ou seja, apenas a falta de cumprimento de compromissos financeiros eram enviados ao Serasa. Agora, o Cadastro Positivo permitirá que o processo de concessão, que tinha muitas vezes um caráter excludente, passe a incluir uma parcela maior da população e assim se torne mais justo com aqueles que tem um bom comportamento.
O que passa a ser levado em consideração no Cadastro Positivo?
Pagamento de contas em dia; Contas de luz, água, gás, telefone podem ser avaliados na hora de obter a análise de risco para conceder um novo crédito.
Vantagens do Cadastro Positivo
Acredita-se que muitos jovens serão beneficiado com o Cadastro Positivo, uma vez que a maioria não possuía muito histórico bancário. Sendo assim, as movimentações menores realizadas por eles passarão a ser levados em conta. Espera-se também que haja a inserção de 20 milhões de pessoas no mercado de crédito com essa mudança.
Ainda, 40% da população terá seu score aumentado.
Comprar um carro é um sonho para boa parte dos brasileiros. Assim que chegamos a maioridade, logo pensamos em tirar nossa habilitação. Mas a parte difícil desse sonho é juntar o dinheiro para comprar o carro, ou a moto. Se você quer ter um veículo e não tem o dinheiro para dar entrada em um financiamento, saiba que existe uma opção que pode servir para você: o financiamento sem entrada!
Não são todos os bancos que oferecem esse financiamento. E mesmo os que oferecem, não é qualquer cliente que pode contratar um financiamento sem entrada. Geralmente os bancos tradicionais, como Caixa, Itaú, pedem ao menos 10% do valor do veículo como entrada para o financiamento. Isso quer dizer que: se você quiser comprar um carro de R$40.000,00 é preciso desembolsar por volta de R$4.000,00 logo de cara. O que pode ser um pouco caro para quem tem o orçamento mais apertado. Então, nesse texto vamos te ajudar a entender melhor as opções de financiamento sem entrada!
Como funciona o financiamento sem entrada?
Diferente da maioria dos financiamentos que estamos acostumados a ver no mercado, o financiamento sem entrada permite que você divida o valor integral do carro em parcelas. O que quer dizer que quando você compra o carro sem entrada, você não precisa dar nenhuma quantia logo de cara.
Onde fazer o financiamento sem entrada?
Existem algumas instituições que fazem o financiamento sem entrada, veja abaixo:
Concessionárias e Lojas de VeículosVocê já deve ter visto algumas concessionárias oferecendo financiamento sem entrada. Mas não são muitos bancos que oferecem essa modalidade de crédito. No caso das concessionárias e das lojas de carros existe um truque, que faz com que esse financiamento seja possível. Quando se trata de carros usados, as concessionárias passam para os bancos um valor mais alto do que o carro realmente vale, e a quantia excedente serve como a entrada.
Vamos imaginar que você queira financiar um carro que custa R$30.000,00, mas o banco pede pelo menos 15% de entrada. Nesse caso, a loja ou concessionária passa a informação para o banco de que o carro vale R$35.000,00. O valor extra, R$5.000,00, será usado como entrada. Ou seja, você não teve, de fato, que dar uma entrada, mas, para o banco você deu uma entrada de 15%.
Por isso, é mais fácil conseguir fazer esse tipo de financiamento em uma loja ou em uma concessionária do que em um banco. Essa prática é mais comum na compra de carros usados, pois nesse caso é mais difícil a valoração do automóvel. Agora, se você está pensando em comprar um carro novo, provavelmente a sua melhor opção será procurar um banco.
Motoristas de aplicativo de carona
Se você trabalha na Uber, 99 pop ou Cabify, as condições podem ser boas. Algumas lojas oferecem financiamento sem entrada exclusivamente para esse público. Invest Car e X Car, por exemplo, oferecem condições diferenciadas para motoristas de aplicativo.
Bancos
O Banco do Brasil faz o financiamento sem entrada, mas não é fácil de conseguir. Além disso pode não ser a melhor opção para você. No caso do Santander, dependendo do seu score, também é possível fazer um financiamento sem entrada. O banco não oferece essa modalidade de financiamento para todo mundo. Para fazer a simulação é preciso colocar o seu CPF e sua data de nascimento para que, desse modo, eles possam checar o seu score e assim oferecer, ou não, o financiamento sem entrada. O Bradesco também oferece esse tipo de financiamento se o carro for 0km, mas como nos demais, é necessário ter o perfil aceito pelo banco.
Nos outros bancos não é possível financiar 100% do valor do veículo. A maioria dos bancos pedem alguma porcentagem de entrada. O Itaú, por exemplo, exige 10% do valor do veículo na entrada.
Análise do perfil do cliente
Mas, pode surgir a dúvida: quem consegue fazer o financiamento sem entrada pelo banco? Mesmo que o banco trabalhe com essa modalidade de crédito, ele não oferece esse financiamento para todos os clientes. Os bancos são cuidadosos e não querem levar prejuízo. Por isso, eles fazem uma análise criteriosa de perfil, então para esse tipo de crédito ser liberado é preciso que o cliente tenha um bom score de crédito.
Vantagens do financiamento sem entrada
A grande vantagem de fazer um financiamento sem entrada é poder ter acesso ao veículo sem ter que esperar um tempo para acumular uma reserva financeira. Ou seja, você não precisa ter dinheiro guardado para sair com o carro da concessionária.
Para alguns, esse financiamento pode ser uma maravilha. Por exemplo, se você precisa do carro imediatamente e não possui nenhuma reserva financeira para dar de entrada, essa modalidade de financiamento é uma boa maneira de solucionar esse problema. Mas fique atento, comprar carro sem entrada deve ser sua última opção por causa dos preços.
Desvantagens do financiamento sem entrada
Se por um lado você pode ter o carro imediatamente, por outro, o preço do financiamento pode pesar bastante no orçamento.
Para começar, as taxas de juros em um financiamento sem entrada são mais altas do que em um financiamento tradicional. Em alguns casos, as taxas de juros podem ser um pouco parecidas, mas o preço total pago aumenta bastante pois o valor financiado é maior quando você não dá entrada.
Vamos imaginar que Ou seja, se o financiamento para um carro de 35 mil não tiver entrada, o valor financiado será o mesmo: 35 mil. Mas se existir uma entrada de 5 mil, o carro custará R$35.000,00 mas valor financiado será de apenas 30 mil. Isso mostra que mesmo se os juros não forem muito diferentes, a incidência de juros em um montante maior, fará com que o volume total pago seja, consequentemente, maior.
Financiamento sem entrada X com entrada
Fizemos uma simulação do financiamento sem entrada e uma simulação de um financiamento com 20% de entrada.
Simulamos um veículo de R$ 35.000,00 por um período de 48 meses, no Banco Santander. Na primeira situação (sem entrada) a parcela seria de R$1.084,33, o que daria um total de R$52.047,84. Mas, se você der uma entrada de 20%, R$7.000,00, que representa pouco mais de 6 parcelas do primeiro financiamento, o valor da parcela cairia para R$853,88. Desse modo, ao final do período de 48 meses você teria gasto R$47.986,24. Além de ter pago quase 5 mil reais a menos do que no financiamento sem entrada, você possuiria uma parcela menor. Com essa diferença, você poderia pagar os outros custos do carro. Afinal, como você já deve saber, um carro te traz uma série de outros custos.
Veja a tabela de comparação:
Financiamento sem entrada 20% de entrada CET 1.75% a.m. 1.67% a.m. Entrada - R$ 7.000,00 Valor das parcelas R$1.084,33 R$853,88 Valor total pago R$52.047,84 R$47.986,24
As taxas mudam dependendo da entrada. Ou seja, quanto maior a entrada, menor os juros do financiamento. Sendo assim, é importante lembrar que quanto maior é a entrada, menor será o valor total pago.
Não consegui meu financiamento sem entrada. E agora?
Quando você não consegue fazer um financiamento sem entrada, outras opções aparecem:
Dividir a entradaDividir o valor da entrada no cartão de crédito pode ser uma opção. Visando aumentar o número de vendas, algumas locadoras estão aceitando que o valor da entrada seja dividido em 10, ou até em 12 vezes no cartão de crédito. A Localiza e a Unidas, são algumas das empresas que estão oferecendo esse meio de pagamento.
O uso do cartão de crédito precisa ser algo muito bem calculado e controlado. Pois os juros nesse tipo de crédito são enormes. Por isso, tome muito cuidado se essa opção te pareceu atrativa. Lembre-se que além das parcelas da entrada, você estará pagando a parcela do financiamento. Além disso, terá despesas com outros custos do carro.
Consórcio
Se você só consegue economizar dinheiro quando tem que pagar um boleto e não tem pressa para pegar o veículo, talvez o consórcio possa ser uma boa opção para você. Pois, nesse sentido o consórcio funcionará como uma poupança forçada. Mas se você tem disciplina para separar uma quantia todo mês, aplicar em um bom investimento pode fazer com que você compre seu carro muito mais rápido! É sempre importante pesquisar a melhor maneira de adquirir seu carro para economizar!
Carro por assinatura
Outra saída que pode ser muito vantajosa, dependendo do seu caso, é o carro por assinatura. Essa modalidade é um tipo de aluguel de carro. Pode ser difícil aceitar a ideia de que o aluguel, em alguns casos, é a melhor opção, mas realmente vale a pena comparar, você pode se surpreender.
Na ponta do lápis
Economicamente, o financiamento sem entrada realmente não é a melhor opção. Por isso, é muito importante ter certeza de que você realmente precisa do carro, e não é só um capricho. Caso você possa adiar alguns meses a compra, adie! Não comprometa seu bolso com dívida maiores do que o necessário.
De qualquer forma, a melhor maneira de economizar e de adquirir seu veículo é comparando. Não deixe de visitar concessionárias e bancos, veja qual instituição te oferece as melhores taxas. É importante comparar pois as taxas variam e dependendo do seu caso, você pode conseguir melhores taxas nos bancos, ou nas concessionárias. Você também pode usar nosso Simulador de Financiamento de Veículo, lá é possível comparar o valor de cada banco!
Qualquer dúvida ou sugestão deixe aqui nos comentários!
Todos nós sabemos da importância de economizar dinheiro na caminhada rumo à tão sonhada liberdade financeira. Isso requer atenção diária, de diferentes formas. Por um lado, é importante cuidar dos gastos maiores, geralmente mensais, dos diversos serviços que contratamos. Por outro, é fundamental ficar atento aos pequenos gastos do dia a dia, os quais são menores, mas, quando se acumulam, podem fazer um estrago no orçamento. E, pior: muitas vezes sem nos trazer bem-estar algum.
Vigiar nossos gastos é semelhante a cuidar do nosso peso. Quem precisa emagrecer, precisa controlar a alimentação. Da mesma forma, quem precisa melhorar sua condição financeira, precisa economizar dinheiro. Tanto uma coisa quanto a outra parecem um sacrifício, sendo que costumamos desanimar antes mesmo de começar. Mas, não precisa ser assim. Pelo contrário, a simples sensação de fazer algo por nós mesmos, por nossa saúde – física ou financeira –, deve gerar prazer. Devemos sempre lembrar, ainda, que cuidar bem do futuro pode melhorar também o presente.
Continue lendo este texto e descubra diferentes tip ferramentas para utilizar no controle das finanças e maus hábitos que precisam ser evitados para economizar dinheiro.
Maneiras simples de economizar dinheiro 1. AnotarExistem diversas maneiras de organizar e cuidar do nosso orçamento. Desde formas bem simples e antigas até ferramentas modernas e tecnológicas. A maioria delas, no entanto, têm uma coisa em comum: partem do pressuposto básico de anotar tudo o que se gasta, tendo em vista que economizar dinheiro só é possível quando sabemos como realizamos nossos gastos.
Papel e canetaA forma mais simples e antiga de se controlar gastos requer apenas caderno e caneta. Uma calculadora simples também ajuda. Consiste simplesmente em anotar as informações básicas sobre os gastos, à medida em que acontecem. Ao final do mês, é preciso organizar as anotações em grupos de despesas, para enxergar mais facilmente os gastos. O método 4A, que apresentaremos neste texto, pode ser feito com papel e caneta.
2. Planilha eletrônicaO controle por meio de planilhas eletrônicas – como o Excel – começou como uma evolução do método anterior. As primeiras planilhas de controle financeiro eram semelhantes às anotações em caderneta, apenas utilizando recursos de soma e subtração automáticos. Com o tempo, tornaram-se mais sofisticadas, oferecendo recursos como a organização das despesas em grupos. Hoje em dia, uma rápida pesquisa no Google apresenta dezenas de modelos diferentes, para todos os gostos.
3. AplicativosCom a popularização dos smartphones, surgiram também os aplicativos de controle financeiro., os quais representam um grande avanço, pois, além da praticidade de estarem sempre em nosso bolso, possibilitam integração com diversas fontes. Por exemplo, com a própria conta bancária e a fatura do cartão de crédito. Além disso, assim como as planilhas eletrônicas, também podem fazer o agrupamento automático das despesas.
Afinal, qual é o melhor?Como você deve imaginar, não existe uma solução que seja boa para todos. Cada pessoa precisa escolher o método mais adequado.
A sugestão é que você comece logo. Aos poucos, vá adaptando, modificando seu método ou procurando outras ferramentas. Se você tem alguma familiaridade com planilhas eletrônicas, pesquise algumas já prontas na internet. Se você gosta de usar aplicativos, procure algum que seja totalmente gratuito – não apenas a instalação, mas a utilização também. Mas, se não gosta de nada disso, use a boa e velha caderneta. Inclusive, o método apresentado abaixo é ideal para isso. Confira:
Método 4AO Método 4A é uma forma simples e eficiente de controlar o orçamento doméstico. Ele tem esse nome porque consiste em praticar 4 verbos começados com a letra A: Anotar, Agrupar, Avaliar e Agir.
AnotarO primeiro passo é anotar tudo o que se gasta. As informações mais importantes são:
"Mas é preciso anotar tudo, TUDO mesmo? Até aquele cafezinho de R$ 0,50?".
É preciso fazer um exercício de reflexão, disposição e autoconhecimento.
Uma pessoa que faz muitos gastos com cartão de débito e de crédito já está com meio caminho andado. Os cartões registram automaticamente os dados de cada despesa feita. Se essa pessoa só utiliza dinheiro em espécie para esses pequenos gastos, ela pode simplesmente anotar em sua planilha "pequenos gastos".
Por outro lado, quem prefere pagar despesas em geral em dinheiro, precisa prestar atenção em como faz esses gastos. Pode, por exemplo, anotar individualmente as despesas mais importantes e deixar o cafezinho como "pequenos gastos".
Em ambos os casos, se esses "pequenos gastos" começarem a ficar significativos demais, é preciso rever o método de anotação.
Conforme abordado, o importante é começar. Não espere de si mesmo perfeição logo no início. Tenha atenção, disposição e vá adaptando sua rotina, em busca da melhor forma de anotar.
AgruparSe você anotar todos os gastos que faz diariamente, quando chegar ao fim do mês, terá uma lista com muitas dezenas de anotações. Para conseguir interpretar tudo isso, é necessário reunir os gastos semelhantes em grupos. Por isso, o segundo passo do Método 4A é agrupar. Isto é, criar grupos de despesas que vão representar todos os gastos da família.
Os grupos variam de família para família. Geralmente, 5 ou 6 grupos são suficientes. Veja o exemplo abaixo:
1) Casa: gastos relacionados à manutenção da casa e da família, como conta de água, energia elétrica, prestação da casa, plano de saúde, mensalidade da escola, farmácia, semanada, mesada;
2) Alimentação: padaria, mercado, sacolão, restaurantes;
3) Transporte: gasolina, ônibus, táxi, IPVA, manutenção do carro;
4) Vestuário: roupas, sapatos, acessórios, salão de beleza;
5) Diversão: passeios, viagens, cinema, bares.
Ao final do mês, basta somar o total dos gastos com cada grupo para saber o peso de cada um nas despesas da casa.
AvaliarO agrupamento permite ver com clareza para onde vai o dinheiro da família. Então, é hora do terceiro passo: avaliar, isto é, refletir sobre esses números. Para isso, é necessário questionar:
O último passo do Método 4A é Agir. Colocar em prática as mudanças necessárias, identificadas no passo anterior, visando economizar dinheiro e evitar desperdícios.
Também nesse passo é necessária disposição. Mudar atitudes não é fácil. Mas, sendo necessário, é preciso ser feito o quanto antes. E, pode acreditar: geralmente é menos difícil do que parece, e os resultados podem aparecer logo nos primeiros dias.
Para te ajudar, preparamos uma planilha que pode ser usada para as anotações e o agrupamento das despesas. Faça o download gratuito clicando aqui!
Hábitos que atrapalham a economizar dinheiroQuando o orçamento é devidamente organizado, é possível identificar com mais facilidade os maus hábitos financeiros.
Nesse sentido, listamos abaixo alguns desses maus hábitos que podem nos impedir de economizar dinheiro. Confira:
1. Aplicativos de compra instalados no smartphoneSe você tem aplicativos de redes sociais instalados em seu celular, sabe que eles são uma tentação. É comum passar grande parte do tempo conferindo se chegaram notificações. E, mesmo quando não chegam, costumamos acessar o aplicativo só para ver o que está acontecendo.
Nesse sentido, muitas pessoas têm desenvolvido esse mau hábito com aplicativos de compras! A pessoa, enquanto aguarda atendimento na sala de espera de um médico, por exemplo, abre o aplicativo para ver as novidades. E aí, quando vê algo atraente, acaba comprando.
Alguns dos tipos de aplicativos mais propensos a causar esse mau hábito são aqueles de roupas e acessórios, livros, artigos de segunda mão e comida.
Você tem algum desses tipos de aplicativos e já fez compras por impulso por meio dele, prejudicando o seu orçamento? Se sim, desinstale!
2. Levar uma maior quantidade porque o preço parece compensarEsse é um mau hábito que não sai de moda. Uma das formas clássicas de cometê-lo é na hora de comprar pipoca no cinema, por exemplo. Geralmente, existem pelo menos três opções disponíveis: a pequena, a média e a grande. Porém, a diferença de preço entre elas não é tão grande, então o cliente fica tentado a levar a maior.
Levar quantidades maiores é muito indicado quando você realmente precisa do produto e vai usá-lo de forma integral. Por exemplo: produtos de higiene e limpeza no supermercado. Sendo assim, é importante ficar atento a ofertas, uma vez que, além de economizar dinheiro, você ganha tempo por não precisar comprar novamente aquele item tão cedo.
No entanto, com outros produtos – especialmente comida – este hábito deve ser evitado. Procure avaliar bem a quantidade do produto que você realmente quer ou precisa, antes mesmo de ver o preço das opções.
3. Telefonia, internet e TV por assinaturaQuando nos acostumamos às nossas operadoras de serviços de telecomunicações, temos tendência a não querer trocá-las, visto que já nos habituamos ao perfil do pacote, aos serviços, à fatura, ao aplicativo.
Mas, quem realmente quer economizar dinheiro, precisa avaliar se realmente compensa manter os serviços, visto que, muitas vezes, mudar de operadora pode proporcionar economia de dezenas, ou até centenas de reais por mês.
Portanto, a recomendação é que, pelo menos uma vez ao ano, as pessoas façam uma pesquisa entre as operadoras de telecomunicações. Frequentemente, há promoções para portabilidade, com pacotes mais baratos ou mais completos.
4. Planos de saúdeRaciocínio semelhante vale para os planos de saúde. Inclusive, a resistência a mudar de plano costuma ser ainda maior. Mas, não precisa ser assim, tendo em vista que os diferentes planos de saúde costumam aproveitar as carências de quem muda de operadora.
Confira o nosso post sobre o que se deve saber antes de contratar um plano de saúde. Veja, ainda, nosso artigo sobre clínicas populares.
5. Tarifas bancáriasHoje em dia é cada vez mais possível ter uma conta bancária com todos os serviços que você precisa, pagando pouco ou até mesmo nada.
Se você ainda não conhece nosso Simulador de Contas Digitais, visite agora mesmo!
Mesmo se você não conseguir desvincular-se totalmente do seu banco tradicional, pode tentar contratar o pacote mais barato. E, ainda, complementar os serviços por meio de um banco digital gratuito.
6. DívidasVocê tem dívidas com instituições financeiras? Saiba que é possível economizar dinheiro gerenciando bem essas operações. Afinal, existe portabilidade também para o crédito. Com o aumento da concorrência, há muitas instituições financeiras – não apenas bancos – dispostas a aceitar operações de crédito em andamento.
Saiba como a portabilidade de crédito pode te ajudar a economizar dinheiro!
7. Alimentação fora de casaAntigamente, era muito comum que todos os membros da família almoçassem e jantassem juntos diariamente. Hoje em dia isso é cada vez mais raro. Excesso de atividades e falta de tempo fazem com que as pessoas precisem buscar soluções práticas para a alimentação diária.
MarmitaCada vez mais pessoas têm aderido ao hábito de levar marmita para o trabalho. Esta é uma solução que pode ser mais saudável, confortável, saborosa e barata. E, como se não bastasse, todas essas vantagens ainda podem te ajudar a economizar dinheiro.
Lanches no trabalhoSe levar marmita ainda é difícil para você, que tal levar pelo menos o lanche? Melhor do que ir até a lanchonete todos os dias, não? Melhor, mais saboroso, mais saudável e mais barato. Empresas também têm providenciado locais para seus colaboradores lancharem. E não é necessária muita parafernália. Em muitos casos, uma geladeira, cafeteira, uma sanduicheira e um forno de micro-ondas resolvem a questão.
Comida pronta no supermercadoQuem mora sozinho, sabe a dificuldade que é preparar refeições para uma só pessoa. Uma opção, então, é comprar alimentos em porções individuais, que empresas especializadas – ou os próprios supermercados – fornecem. O problema é que, geralmente, elas saem caras.
Uma solução, então, seria encontrar pessoas na mesma situação e que possam compartilhar os custos e o trabalho de se preparar refeições. Já procurou saber se algum vizinho ou colega de trabalho se disporia a tentar essa interessante forma de cooperativismo?
Comida pronta via aplicativoUma das características das paisagens urbanas modernas é a proliferação dos entregadores de refeições. Por trás deles, dezenas de empresas de logística gerenciam esse leva-e-traz. E por trás dessas empresas, centenas de restaurantes.
Muitas vezes, é prático, saboroso e pode até não sair caro. Mas, quando se torna um hábito frequente, pode não ser saudável, em vários sentidos.
Bebida em restauranteVocê é daquelas pessoas que bebe algo durante a refeição todos os dias? Será que você realmente precisa disso, ou será que vem apenas cultivando um hábito? Alguns nutricionistas dizem que esse hábito não é saudável, pois prejudica a digestão, mas outros dizem que não faz mal.
Independentemente da questão da saúde, o fato é que não sai barato. Se você tem esse hábito e quer economizar dinheiro, é indicado fazer um cálculo: multiplique o preço médio da bebida pelo número de dias da semana em que você trabalha. Agora, multiplique isso por 50. É mais ou menos o que você gasta todos os anos apenas com bebida na hora do almoço. Está barato?
Economizar dinheiro: é só começar!Todos nós conseguimos economizar dinheiro, basta querer e ter atenção. No início, pode parecer difícil, mas, acredite, não é tanto assim. Basta começar, e os resultados positivos logo virão. Um dos primeiros efeitos é o autoconhecimento, isto é, conhecer os próprios hábitos – os bons e os ruins – e enxergar com clareza o que pode ser melhorado.
From the publisher's feed