Eliane Cantanhêde responde

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Eliane Cantanhêde responde episodes

  • "Dino usa 'jeitinho brasileiro' para dar resposta aos EUA sobre Lei Magnitsky"

    O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou a ineficácia da medida cautelar da Justiça do Reino Unido que determinou ao Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), em março deste ano, a desistência de ação na Corte que pede a suspensão dos contratos firmados entre escritórios ingleses e municípios brasileiros. "O ministro não cita, em hora nenhuma, a Lei Magnitsky, mas evidentemente usa este processo para dar resposta aos EUA e dizer que leis e determinações estrangeiras não valem no Brasil, para cidadãos ou empresas brasileiras ou instaladas aqui ou para contratos assinados com base na lei nacional. Ele quis dizer 'não vem que não tem', uma vez que a Lei é americana e, portanto, não se aplica ao ministro Alexandre de Moraes dentro do Brasil. Foi o chamado 'jeitinho brasileiro'", afirma Eliane.

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    18 min
  • "Filhos querem que espólio de Bolsonaro fique na família"

    O vereador pelo Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, utilizou sua conta na rede social X para dizer que tentou ser a pessoa mais paciente possível diante dos chamados “governadores democráticos”, sem citar nomes. E acrescentou que os fatos provam a ele que não há como levar “nenhum desses sujeitos a sério”. Disse ainda que tais governadores se comportam “como ratos”. "Ele é o homem da família que cuida da guerra digital. Os ratos são Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Tarcísio de Freitas e Ratinho Jr.. Todos tiram fotos juntos, se abraçando e sorrindo, mas sua intenção é que quem estiver mais bem colocado seja o candidato da Direita, todos de olho no espólio eleitoral de Jair Bolsonaro - que já é inelegível, pode ser condenado e preso e tem uma saúde precária. É uma guerra dos filhos porque querem que o legado do pai fique na própria família; é uma divisão no bolsonarismo", afirma Cantanhêde.

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    17 min
  • "Eduardo jogou Motta e Alcolumbre 'no colo' de Lula e contra a pretensão de golpe"

    O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu uma posição “firme” da Corregedoria Parlamentar com os deputados que tiveram “papel central” na obstrução física do plenário na semana passada, que considerou “inadmissível”. As declarações ocorreram em entrevista à GloboNews, na manhã desta quinta-feira, 14. "[O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro] Eduardo Bolsonaro cita Motta nominalmente em entrevista sobre sanções norte-americanas e está conseguindo o efeito boomerangue: os presidentes do Legislativo estavam supercautelosos e, agora, não têm mais papas nas línguas. Eles se encontraram com o presidente Lula e todas as manifestações têm sido contra o golpe dos Bolsonaros, contra Eduardo e à favor da democracia. O deputado federal jogou os presidentes do Congresso 'no colo' do presidente Lula e contra o golpe de estado que ele e sua família estão preparando com a ajuda do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump", diz Eliane.

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    21 min
  • Eliane comenta operação contra prefeito de São Bernardo do Campo

    O prefeito de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, Marcelo Lima (Podemos), foi afastado do cargo por um ano em uma investigação de corrupção da Polícia Federal. Ele terá que usar tornozeleira eletrônica. Dois vereadores também são investigados. O Estadão pediu manifestação da prefeitura. Policiais federais cumprem nesta quinta-feira, 14, dois mandados de prisão preventiva e 20 de busca e apreensão para aprofundar o inquérito. A Polícia Federal pediu a prisão do prefeito, mas o Ministério Público foi contra e a Justiça de São Paulo negou. "Essa operação começou em julho com a prisão de um servidor. Ele era uma espécie de operador do esquema e o chefe era o prefeito. Este homem fazia o pagamento das contas particulares de Marcelo. No celular do servidor tem todos os indícios dos pagamentos e recebimentos de propina em contratos de obras, de empresas de saúde e manutenção geral do município. Todos os envolvidos podem responder por vários crimes e a quantidade de servidores envolvidos ainda nem foi divulgada, mas parece que é bastante gente", diz Cantanhêde.

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    21 min
  • "Esquema da SEFaz deve chegar às entranhas dos governos em São Paulo"

    O empresário Sidney Oliveira, dono da Ultrafarma, foi preso nesta terça-feira, 12, em uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) contra um esquema de corrupção envolvendo auditores fiscais tributários da Secretaria de Estado da Fazenda que teriam recebido mais de R$ 1 bilhão em propinas para favorecer empresas do setor de varejo. O executivo Mário Otávio Gomes, diretor estatutário da Fast Shop, rede especializada no comércio de eletrodomésticos e eletrônicos, também foi preso. O terceiro alvo da Operação Ícaro é o fiscal de tributos estadual Artur Gomes da Silva Neto, apontado como idealizador e principal operador do esquema. As prisões são temporárias. "O Brasil está acostumado com a corrupção, que faz parte da nossa história e da paisagem, mas um esquema de desvios tributários desta magnitude realmente é impressionante. É só o fio da meada; não é só o auditor que é o pivô disso tudo, é claro que chega às entranhas dos governos em São Paulo. Até onde isto pode subir? É um momento de muita instabilidade no estado", diz Cantanhêde.

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    20 min
  • "Trump fecha canais de contato com Brasil real e só quer a linguagem da guerra"

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta segunda-feira, 11, que a reunião com o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, que ocorreria na próxima quarta-feira, 13, foi desmarcada, sem que nova data tenha sido indicada. A agenda, informada por Haddad na semana passada, ocorreria por videoconferência e seria destinada a discutir a aplicação da tarifa de 50% sobre parte das exportações do Brasil para os Estados Unidos. O titular da Fazenda disse ter recebido o e-mail informando do cancelamento da reunião com Bessent um ou dois dias depois que ele informou à imprensa sobre a reunião. "Isso faz parte da escalada de Trump contra Brasil e sua soberania. O presidente norte-americano está fechando todos os canais de contato com o Brasil real - com o governo, as instituições brasileiras e a diplomacia do País. Ele só quer a linguagem da guerra", afirma Eliane.

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    23 min
  • "Se Motta não fizer nada sobre o motim se coloca em risco como presidente da Câmara"

    Após uma semana turbulenta marcada pela ocupação da Mesa Diretora no plenário da Câmara, deputados avaliam que o presidente Hugo Motta entra em uma semana decisiva para mostrar que ainda tem autoridade no comando da Casa. Deputados ouvidos pelo g1 avaliam que já passou da hora de Motta "mostrar liderança na governabilidade da Casa" e que precisa articular uma punição exemplar contra os parlamentares envolvidos na trama. "Motta é o personagem político desta semana. Está sob intensa pressão e não tem alternativa: não pode deixar passar em vão o motim que aconteceu na semana passada. Ou pune quem fez isso ou perde sua autoridade. O foco está sobre o que ele pode fazer para agradar aqui e ali ou desagradar a todos. Se não fizer nada está colocando em risco sua liderança como presidente da Câmara", afirma Cantanhêde.

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    20 min
  • "Parlamentares não querem mais foro privilegiado para atrair Centrão"

    A oposição e o Centrão na Câmara dos Deputados negociam a votação de um pacotão de blindagem dos parlamentares, que recebeu o nome de “pacote de defesa das prerrogativas” em troca do fim do motim que obstruiu por mais de 30 horas as votações na Casa, após a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. "Parlamentares não querem mais foro privilegiado porque estão usando o caos para atrair o Centrão. Quem invadiu Câmara e Senado foi o PL, os bolsonaristas, e eles, quando tomam essa atitude, ficam isolados. A forma de atrair o bloco é chamar para a união ao redor de 'tirar' o STF do horizonte de julgador dos parlamentares. É muito mais confortável para eles voltarem a ser julgados pelos juízes de primeira instância. Até agora só dois partidos apoiaram PL e bolsonaristas", diz Cantanhêde.

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    20 min
  • "Tem hora que não tem diálogo, tem que bater na mesa"

    Após dois dias de obstrução protagonizada pela oposição na Câmara dos Deputados, o presidente da Casa, Hugo Motta, retomou a cadeira para abrir a sessão plenária proposta para a noite de ontem. Houve resistência por parte dos bolsonaristas que, inicialmente, não queriam deixar o presidente iniciar os trabalhos. A sessão foi iniciada e encerrada após discurso de Motta que deu um recado aos oposicionistas: “País deve estar em primeiro lugar e não projetos pessoais”. "O que a gente viu ontem foi uma total falta de liderança de Hugo Motta na Câmara - tanto que a expectativa hoje é que os líderes partidários desviem seu foco dele para o ex-presidente da Casa, Arthur Lira, grande patrocinador da eleição do atual. Este episódio mostra que o bolsonarismo é capaz de qualquer coisa; me parecia um novo 8 de janeiro. Tem hora que não tem diálogo, tem que bater na mesa. A única coisa importante nessa história é que, assim como Hugo Motta ficou isolado de um lado, os bolsonaristas o ficaram de outro. O Centrão não quer se envolver com essa história, mas é quem vai resolver", afirma Eliane.

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    23 min
  • "EUA estão brincando de gato e rato com o Brasil e com coisa séria"

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira, 6, que terá uma reunião remota com o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, na próxima quarta-feira, 13, para tratar da tarifa de 50% sobre parte das exportações do Brasil para os Estados Unidos. Haddad disse ainda que a aplicação da Lei Magnitsky ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pode ser objeto da conversa. "Se essa ameaça de Trump foi feita há, praticamente, um mês, e já teve uma prorrogação de seis dias para entrada em vigor e se todo esse tempo a gente já ficou na expectativa de reuniões, o que pode acontecer depois do início do tarifaço? Não é uma coisa séria; os EUA estão brincando de gato e rato com o Brasil e com coisa séria. Governo brasileiro está com posição de fingir naturalidade e tentar manter a cabeça fria para, ainda, negociar algum alívio", avalia Eliane.

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    21 min

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