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Se eu pudesse escolher uma coisa para dar para todas as mães, seria REDE DE APOIO!
Uma mãe, sogra, vizinha, amiga, escola ou funcionária para ajudar no dia a dia.
“É preciso uma aldeia para criar uma criança!”
A rede de apoio pode minimizar os pesos da maternidade. Mas aceite sem culpa, tá? Você não precisa dar conta de tudo!
Quem conversa com a gente é a Fernanda Domingues, jornalista e mãe das gêmeas Vitória e Valentina, de sete meses, e a Priscila Negreiros, empreendedora e mãe do trio Lethícia, João e Luiza.
Dados da FGV mostram que cerca de 50% das mulheres são demitidas após a licença maternidade. Das que continuam, algumas ainda optam por sair do trabalho para ficar mais tempo com os filhos.
De acordo com um levantamento feito pela Catho, o número de mulheres que deixaram de trabalhar depois de terem filhos é quatro vezes maior que o índice de homens.
A solução para todos esses problemas contra as mães no mercado de trabalho não é o empreendedorismo materno. Tem que haver mudanças nas políticas públicas, conversas e muita luta ainda. Mas o empreendedorismo acabou sim sendo a saída que muitas mães arranjaram para serem respeitadas em seu espaço, em seu tempo, com sua cria.
Hoje, no Brasil, temos 14 milhões de mães empreendedoras.
Já dizia o Papa Francisco: “Não existe mãe solteira. Mãe não é estado civil”. Parece óbvio, né? Mas falta só toda a sociedade saber disso.
Se uma mulher já sofre preconceitos nessa sociedade machista e patriarcal, imagine uma mãe. E se uma mãe já sofre sendo julgada por todos os lados, imagine uma mãe solo! Tem hora que até chegamos a pensar que ela deve ter engravidado sozinha, sem a participação de nenhum homem. Só pode!
A culpam em tudo, como se não bastasse o peso que elas já têm que carregar diariamente. Por quantos perrengues, dúvidas, dificuldades precisam passar sozinhas?
E é sobre isso que falamos aqui hoje no “Em casa a gente conversa”.
Redes:
Instagram: http://instagram.com/agenteconversa
Facebook: https://www.facebook.com/emcasaagente/
Fique tranquila: pode pegar seu filho no colo, que está tudo bem!! Ai gente não é um alívio saber que você não está errando em fazer isso? Aliás, se algo nunca foi negado por nós foi o colo.
E para conversar sobre esse assunto, temos a Andréa Campagnolla, pediatra e mãe da Beatriz de dois anos, e a Abilaine Moreira, mãe da Serena e do Dom, que também tem um ateliê de marcenaria, o Ateliê Serenando.
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