Em Casa A Gente Conversa

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Em Casa A Gente Conversa episodes

  • S2 Ep50: Amamentar não é instintivo: Histórias de quem não amamentou.
    Amamentar não é instintivo. É preciso aprender, é preciso se preparar, é preciso falar sobre isso.

    Neste episódio ouvi histórias de mulheres que não conseguiram amamentar. Elas compartilharam suas dificuldades, suas dores, seus medos.

    Sabia que as brasileiras estão entre as mães que mais sentem peso na consciência quando o assunto é amamentação? Uma pesquisa mostrou que 93% delas disseram que sentiriam culpa caso não pudessem amamentar seus filhos.

    Se você é uma delas, venha ouvir este episódio! Se culpe menos, se acolha mais. Você não é "menos mãe" por isso.

    Conversei com a Flávia Gon Soares, Simone Fiuza e com a consultora de amamentação Mariana Volf.
    1 hr 39 min
  • S2 Ep49: O Que Devo Saber Sobre Adoção?
    Você já pensou em adotar? Pensar em ter um filho adotivo é algo que faz seu coração bater forte? 
    Neste episódio eu converso com a Maria Cecília, advogada que trabalha com adoção há 18 anos. Ela explica quais são os passos para adotar uma criança, além de tirar as principais dúvidas sobre este processo.
    Conversei também com a Tatiany, que é psicóloga especializada em adoções, e com a Adriana, uma mãe adotiva que criou um aplicativo para ajudar as crianças e os adolescentes menos procurados para serem adotados.
    E doulas de adoção? Já ouviu falar? A Mayra e a Mariana explicam como é o trabalho dessas profissionais aqui no Brasil. 

    Então vamos lá que esse episódio tá cheinho de informações para você que pensa em adotar um filho. (Se ainda não ouviu o episódio anterior, corre lá que são histórias de adoções lindíssimas!)
    1 hr 39 min
  • S2 Ep48: Histórias de Adoção
    Estamos no mês de maio! O mês em que é comemorado o Dia das Mães e também o Dia Nacional da Adoção. Neste episódio, vamos ouvir histórias de pessoas que geraram seus filhos fora da barriga. Que passaram por uma gestação de muito mais que nove meses, que se emocionaram ao encontrar seus filhos pela primeira vez.  História de pessoas que conheceram suas crias já grandes, outras, ainda bebês. Um casal homoafetivo, com dois pais, que passou pelo puerpério. E chorou… se desesperou como toda mãe. Vamos ouvir aqui também histórias de quem está aguardando na lista de espera ansiosa pela chegada do filho e a história da Erika, que foi adotada há anos e hoje já tem a própria família e filhos. No episódio da semana que vem, eu converso com uma advogada que trabalha com adoções há 18 anos, com uma psicóloga especialista em adoções e com uma mãe adotiva que desenvolveu um aplicativo para ajudar crianças e adolescentes que fogem do padrão mais procurado pelas famílias.Converso também com duas mulheres que fazem um trabalho lindo por todo esse processo: as doulas de adoção! Já ouviu falar? Então se prepara porque hoje você vai começar a entrar neste mundo dos filhos que vieram do coração. Dos filhos que foram tão esperados como os que são gerados na barriga. E vai ouvir histórias de cinco famílias que abriram seus corações para mostrar para você que sim, é possível ter uma família real e que tanto foi esperada. Convidados: Leonardo de Castro, Mariana Sória, Maria Izabel Lavio, Georgia Buci e Erika Jakowatz.
    1 hr 43 min
  • S2 Ep47: Sexualidade Positiva: A Revolução do Prazer
    Você sabia que muitas mulheres nunca chegaram ao orgasmo na vida? Várias pesquisas diferentes mostram que 70% das mulheres nunca atingiram o orgasmo com seus parceiros. E 40% das mulheres vão passar a vida inteira sem ter um orgasmo apenas com a penetração. Muito disso se deve a falta de nós mesmas conquistarmos o nosso território íntimo, o nosso corpo. Vamos falar então hoje sobre sexualidade positiva, que estimula o auto conhecimento, o domínio do próprio prazer e da energia sexual. E a sexualidade não é resumida ao sexo, gente! Nós precisamos desta energia sexual para criar, para produzir, para viver! Ninguém precisa de penetração para se realizar sexualmente. Aliás, nem de outra pessoa precisamos. E veja só como você não está sozinha: a nossa sociedade vive com um foco no prazer masculino. Por isso cerca de 90% das mulheres heterossexuais são infelizes na relação sexual e também na sua sexualidade.  Quando nos esforçamos muito em uma relação sexual para não termos uma gratificação às alturas no final, é normal que a gente não queira transar. É normal que estejamos mais interessadas em uma série no Netflix, dar uma saída ou arrumar o guarda roupas do que transar. É muito esforço para pouco prazer. Esta sociedade patriarcal na qual vivemos, não quer a liberdade das mulheres, não quer que a gente seja poderosa e muito menos, que experimente o prazer do corpo e da sexualidade. Mas como este podcast aqui quer tudo isso para você, eu convidei aqui para este episódio a minha Xará: a Thais Machado Dias! 
    1 hr 29 min
  • S2 Ep46: Ritmo e Rotina: Por que eles são tão importantes?
    Ritmo e rotina: qual a diferença entre os dois? 
    Por que são tão importantes para as nossas crianças? 

    Você já pensou que a natureza toda funciona em um ritmo? O dia e a noite, as estações do ano, a respiração em que o ar entra e sai, a vida e a morte. Em tudo na vida existe alternância. E o ritmo da vida é a mesma coisa. 

    O ritmo existe a partir do momento em que há uma repetição. Ou seja, acordar mais ou menos na mesma hora, tomar café da manhã, troca de roupa, arrumar a cama sempre em uma ordem traz segurança e calma para a criança, porque elas já sabem o que vem a seguir. Essa constância é fundamental. 

    No caso das crianças pequenas, este ritmo também traz saúde física e psíquica, além de combater a ansiedade. 

    Por isso quando a criança tem uma rotina, ela se mostra mais calma, mais colaborativa e com mais vontade de aprender.

    Para falar sobre este assunto, convidei o pediatra antroposófico Edison Rosa, que explicou detalhadamente sobre ritmo e rotina, além de trazer boas dicas para você começar a fazer aí na sua casa!
    46 min
  • S2 Ep45: Viver o presente e comer com consciência: Aprenda sobre Mindfulness e Mindfuleating.
    Sabe aquela sensação que todos nós já tivemos de que o tempo tá correndo, voaaaando??? Quem nunca  passou umas páginas lendo um livro e teve que voltar para reler porque viajou longe? Ou até mesmo dirigindo, nem percebeu que passou uma parte do caminho? Ou então perde a chave do carro, o celular 500 mil vezes por dia porque não prestou atenção no momento em que colocou em cima de algum móvel?
    
Parte desta aceleração e desatenção pode ser porque a gente não vive o presente como deveria. 

    Vivemos pensando no que já foi, no que temos que fazer, nos problemas a resolver. E aí que acabamos fazendo tudo no piloto automático, muitas vezes sem nem perceber o que estamos fazendo, por não estarmos plenamente conscientes.

    Um estudo na Universidade de Harvard afirmou que durante 47% do tempo a nossa mente está totalmente distraída. Isso mostra que perdemos METADEEE da nossa vida sem realmente vivermos no presente e perdendo momentos importantes!

    Além de ficarmos mais ansiosos, estressados e, consequentemente, produzirmos menos!

    Mindfulness promete te ajudar a perceber que você entrou no modo zumbi e te ajudar a sair dele! Ou melhor, nem entrar nele! No início pode ser difícil, desconfortável mas depois dizem que é transformador.

Falamos também de MindfulEating, que é comer com consciência. É difícil comer de forma racional, em nossa cultura com abundância de alimentos, obcecada por dietas e cheia de culpas e condenações. 

    MindfulEating não é dieta! Não é perder peso a qualquer custo, nem se privar do que gosta. É comer com intenção e atenção. Sem exageros e com saúde. É mudar o estilo de vida.

Para conversar sobre este assunto, eu convidei a Paula Teixeira, que é médica e diretora do Centro Brasileiro de MindfulEating.

    Aperta o play e aceite este convite de viver com mais presença! ❣
    1 hr 48 min
  • S2 Ep44: Meu filho já é adolescente. E agora?
    Filhos adolescentes! Socoooorro… por onde começar? 

    Aquela criança tão carinhosa e presente, “do nada” se distanciou.

    Aquele ser que até pouco tempo atrás era pequeno e dependente, agora quer sua independência, não ouve os conselhos dos pais, quer explorar o mundo e vive tão intensamente que chega a assustar alguns adultos.

    É... a adolescência chegou, gente! E com ela, muitos medos e inseguranças para o jovem e para os pais!

    Um estudo feito em Chicago com 220 adolescentes da classe média, selecionou dois grupos em períodos diferentes: entre 10 e 13 anos de idade e entre 14 e 17. 

    A pesquisa mostrou que o tempo que eles passavam por dia com suas famílias caiu de 35% (do primeiro grupo) para 14%.

    E para conversar sobre filhos adolescentes convidei aqui duas mulheres: a psicóloga e mãe, Larissa Carpintero e a psicóloga especialista em adolescentes, Renata Lela. 

    Vem com a gente!!
    1 hr 46 min
  • S2 Ep43: Como estamos vivendo a quarentena?
    Estamos em quarentena. E agora?
    O isolamento social não é privilégio, férias ou tempo de descanso. Por enquanto é uma orientação. Por enquanto.
    Sorte para quem não precisa sair de casa e consegue cumprir com suas obrigações debaixo de seu teto. Mas o que fazem aqueles que não podem parar, como médicos, assistentes sociais, garis, seguranças, faxineiras, etc?

    E alguns autônomos que precisam continuar trabalhando presencialmente para colocar comida dentro de casa?

    Nós, da minha família, temos o privilégio de poder ficar aqui, respeitando esta quarentena e não colocando em risco a nossa saúde e a de outras pessoas.

    Quer saber como temos sobrevivido a essa quarentena? O que temos feito e como está a nossa relação de casal e com nossos filhos?

    Como era de se esperar, este episódio foi gravado de casa, e com o convidado menos inusitado para o momento: meu companheiro e pai das minhas crias, Otávio!

    Ouve aí! E me conte se aí tem sido muito diferente também!!
    50 min
  • S2 Ep42: Emmi Pikler: uma abordagem educativa baseada no vínculo afetivo.
    Uma abordagem que tem como princípio a relação entre mãe (ou educadora) e o bebê. Emmi Pikler respeita a individualidade das crianças e a autonomia através da liberdade dos movimentos e do brincar livre, geralmente aplicada durante os três primeiros anos de vida. 

    A abordagem surgiu depois da Segunda Guerra Mundial, em 1946, quando a pediatra húngara Emmi Pikler, acompanhou famílias, fez consultas domiciliares e observou bebês. Assim, ela compreendeu de perto o que era realmente importante para que crianças desta faixa etária se desenvolvessem de forma saudável.

    Na abordagem Pikler, a criança que nos diz qual caminho deve ser seguido com ela e o papel dos educadores é acompanhar e respeitar a individualidade e necessidade delas.

    “Como é diferente a imagem do mundo que uma criança recebe quando mãos silenciosas, pacientes, cuidadosas e ainda seguras e resolutas cuidam dela; e como diferente o mundo parece ser quando estas mãos são impacientes, rudes, apressadas, inquietas e nervosas”, Emmi Pikler.

    Para entender melhor então sobre esta abordagem que dá à criança o vínculo e ao mesmo tempo a independência de que ela necessita para se desenvolver de forma plena, conversei com a Leila Oliveira Costa, a Maria Helena Pelizon e a Paula Nabinger.
    2 hr 1 min
  • S2 Ep41: Madrastas: quebrando estereótipos.
    As madrastas são retratadas nas fábulas infantis como bruxas que escravizam e envenenam suas enteadas. E quando pesquisamos na internet o significado, aparecem muitas vezes como mulher má, incapaz de sentimentos afetuosos e amigáveis. Mas este estereótipo precisa ser mudado.

    Segundo o levantamento mais recente do IBGE, dos mais de 935 mil casamentos registrados no Brasil em 2009, cerca de 70 mil foram realizados entre mulheres solteiras e homens divorciados, o que significa que muitas vezes esta mulher se tornou madrasta.

    Em 1987 apenas 1,3% dos casos de divórcio caminhava para o compartilhamento dos filhos. Hoje são mais de 20%.

    Para falar sobre este assunto conversei com a Mariana Camardelli, do perfil somos.madrastas e a Paula Batista, do perfil Criando Crianças Pretas.
    2 hr

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