Em Casa A Gente Conversa

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Em Casa A Gente Conversa episodes

  • S2 Ep60: Filhos: Como Ampará-los no Processo de Separação?
    Este é o terceiro e último episódio da série sobre divórcio. Neste bate papo, eu converso com a psicóloga infantil, Carolina Dantas, para tirar as dúvidas sobre como conversar com as nossas crianças durante este processo de separação. Como podemos amenizar suas dores, tentar acolhê-los da melhor forma possível?

    Na segunda parte deste episódio eu converso com a Lari Godoi, que é terapeuta familiar sistêmica e vai explicar para gente como funciona a constelação familiar de casal. Como podemos constelar a nossa relação e por que casamos com a família da outra pessoa, e não apenas com quem realmente escolhemos para ser o nosso par.

    Converso também com a Paula Sampaio Schimitt sobre a técnica terapêutica EMDR, procurada para melhorar problemas causados por traumas.

    Vamos comigo??
    1 hr 37 min
  • S2 Ep59: Decidiu se divorciar? Conheça seus Direitos
    Você vai se separar e não sabe por onde começar: quais os tipos de guarda, os direitos que você tem, os diferentes tipos de divórcio, como se proteger para não sair perdendo? Muitas vezes as mulheres são prejudicadas simplesmente por já viverem em uma sociedade em que o machismo estrutural é super presente.

    Dados do IBGE mostram que a quantidade de casamentos caiu 2,3% entre 2016 e 2017. Enquanto isso, o número de divórcios aumentou 8,3%. A proporção é de um divórcio para cada três casamentos. A média de duração de um casamento civil também caiu. Em 2007 era de 17 anos e em 2017, dez anos depois, de 14 anos.

    A pesquisa também mostrou que cada vez mais ou filhos têm deixado de ser impeditivos de separação. Prova disso é o aumento de divórcios judiciais com guarda compartilhada, que aumentou 13,4% em apenas três anos. 



    Para conversar sobre este assunto e tirar todas as nossas dúvidas, trouxe aqui no podcast a advogada especialista em causas femininas, Hellen Moreno para tirar todas as dúvidas referentes a este processo e aos direitos da mulher. Vamos juntas?
    1 hr 13 min
  • S2 Ep58: Separação: E quando o “para sempre” acaba?
    A gente cresce acreditando que vai encontrar o amor da nossa vida, casar, ter filhos. E esta é a expectativa de muitas mulheres. Digo mulheres porque nós crescemos ouvindo coisas que nos fazem acreditar que essa é a melhor ou até única opção pra gente: filmes de alma gêmea, de relação perfeita, de princesas esperando seus príncipes encantados. 

    E aí, que na vida real não é nada assim, né? Descobrimos que não existe parceiro(a) perfeita, temos que trabalhar com expectativas e nos auto conhecer para entender muita coisa!

    Então, em alguns casos, vem o divórcio! Quando percebemos que aquele “pra sempre” pode ter chegado ao fim…

    Como é desafiador ter uma mudança assim grande na vida, né? Abrir mão das expectativas que criamos, de tudo o que sonhamos, dos vários planos que tínhamos… Aceitar que aquele relacionamento chegou ao fim. E quando se tem filhos envolvidos nesta relação, então… A dor parece ser ainda maior. 

    O casamento, precisa ser eterno para dizer que deu certo? Até quanto vale viver junto com alguém e lutar para manter aquela relação? Porque o número de divórcios têm aumentado? E vamos falar também das expectativas que criamos no nosso parceiro ou parceira? 

    Paixão acaba ou é pra sempre? E o que um relacionamento precisa ter para dar certo? Ou… Como saber que aquela relação já não existe há muito tempo?

    Neste episódio focamos exclusivamente na mulher, nas maiores dificuldades encontradas por elas durante um divórcio, naquela mulher que também é mãe e está preocupada com sua cria, naquela mulher que está fragilizada ou com medo de passar por todo este processo. 

    E quando falo “fragilizada”, não estou falando que é fraca não viu? Muito pelo contrário! Êta mulheres porretas e cheias de força que são essas que se transformam em mães solo ou descobrem até uma potência que nem sabiam ter!

    Para conversar sobre isso, convidei a Michelli Occiuzzi, que tem um trabalho muito legal nessa área de divórcio.

    Este é o primeiro episódio de uma série sobre separação. No próximo, vou conversar com uma advogada que tira todas as dúvidas sobre o processo de separação, os tipos de guarda e de divórcio. E no outro, converso com uma psicóloga infantil sobre como este processo é vivido pelas nossas crianças.

    Então se este assunto te interessa, vem comigo! 😉
    2 hr 3 min
  • S2 Ep57: Disciplina Positiva: Criando com Respeito e Conexão
    Praticar a disciplina positiva é educar sua cria com respeito, criando uma conexão verdadeira e confiança entre vocês dois. Mas sempre estabelecendo limites, porque eles precisam disso também.

    Então se você já ouviu falar que criar com disciplina positiva é criar com permissividade ou sem limites, venha ouvir este episódio para entender que não é nada disso!

    Quando você opta por criar seu filho com base na disciplina positiva, você está aceitando enxergá-lo como um ser que merece respeito e atenção, como qualquer adulto em qualquer outra relação sua. Não é criar com autoridade e medo, mas com carinho e confiança. É entender a importância de conhecer as necessidades do seu filho e entender o comportamento dele. É também se auto conhecer, desenvolver o seu autocontrole. É observar e perceber que muito do que fazemos é no automático, seguindo os padrões comportamentais que aprendemos na nossa infância, e lutar contra eles, se assim desejar. É ensinar às crianças sobre empatia e segurança em si mesma. Como? Dando carinho, atenção, amor e segurança a ela!

    Como você imagina o seu filho ou sua filha daqui a 15, 20 ou até 30 anos? Esse pode ser mais um incentivador para se praticar a disciplina positiva: você espera que eles se tornem adultos confiantes, questionares, seguros, responsáveis, amorosos? 

    Para nos tirar todas essas dúvidas e nos esclarecer bem sobre este assunto, convidei a Bete Rodrigues, trainer em disciplina positiva, membro da Positive Discipline Association e coach especializada em atendimento de pais, psicólogos e educadores.
    1 hr 21 min
  • S2 Ep56: Crianças e o isolamento social: como acolhê-las?
    Como tem sido o isolamento social por aí? Sua cria tem demandado mais do que você consegue atender? Ela anda irritada, ansiosa? E a rotina? Tem sido seguida por aí? 

    O que fazer quando se tem só um(a) filho(a) e mora em um apartamento pequeno? Como falar sobre o Coronavírus com a criança? E como enxergar o tédio como algo bom?

    A Pilar Tetilla Manzano Borba, especializada em Tratamento Neuroevolutivo e pós-graduada em Antroposofia na Saúde respondeu a essas e outras várias perguntas sobre o assunto. 

    Venha ouvir que este episódio está gostoso demais!
    1 hr 21 min
  • S2 Ep55: Birra: Como Devemos Agir?
    Afinal, o que é a birra? Ela que nos deixa tão exaustas, que testa a nossa paciência todo santo dia, que nos faz querer ler, estudar, entender melhor o comportamento dos nossos filhos para que possamos compreendê-los e atender as expectativas deles, sem que percamos a mão?

    Por que será que os pequenos agem assim? O que passa pela cabeça deles ou… simplesmente não passa? De que forma precisamos agir para ajudá-los e não surtarmos? Como podemos enxergar a birra por outro ângulo, sem que ela seja tão negativa? 

    A birra muitas vezes é interpretada como como se o filho tivesse desafiando os pais. Mas, se enxergarmos por outro ângulo, que é a criança brigando por sua própria vontade, esta ação se torna algo positivo para o desenvolvimento intelectual. Ou seja, se os pais impõe limites rígidos, estão ensinando que não vale a pena brigar por seus desejos, já que ela acaba encontrando consequências por ter agido assim. Ao mesmo tempo, se os pais cedem à birra, o filho pode entender que agir daquela maneira pode ser uma forma fácil de receber o que quer. Então afinal, como devemos agir?

    Para responder a essas perguntas e nos trazer também reflexões, eu conversei com a psicóloga Giselle Almeida Barcelos.
    1 hr 18 min
  • S2 Ep54: Como é viver no país que mais mata LGBTQIA+
    O silêncio é ensurdecedor. A solidão chega a apertar.  O preconceito escancarado contra a comunidade LGBTQIA+ traz muitas mortes e sofrimentos. 
    Eu digo isso afirmando: o Brasil é o país que mais mata gays, lésbicas, travestis, transexuais, bissexuais e transgêneros. 
    Trago aqui neste episódio números. Muitos números, que não são apenas números. São pessoas que morreram vítimas de lgbtfobia. 
    Mas também falamos aqui sobre orgulho! O orgulho de querer ser quem é. O orgulho de olhar para todo o cenário triste que vivemos e querer continuar lutando. 
    É ir com determinação para as ruas e defender os direitos de quem luta para sobreviver. 
    A democracia nada é se as diferenças não forem respeitadas. E não tem como nós ficarmos calados vendo pessoas morrendo simplesmente por existirem em nosso país.

    Então venha ouvir este episódio que está cheio de informações e histórias de pessoas LGBTQIA+. Só vem!
    2 hr
  • S2 Ep53: Criar Filhos é um Ato Político
    Por que criar filhos é um ato político? Porque a política está em todos os lugares!

    A primeira forma de sociedade que os nossos filhos têm acesso é a nossa família. E é justamente através dela que eles conhecem o mundo. 

    Educá-los é um ato político. Mostrar para eles valores como honestidade, empatia, aceitar o que é diferente de nós e do que pensamos, também é político. 

    Então para falar sobre este assunto convidei aqui três pessoas: o Otávio, meu marido e pai dos meus filhos,  a Tati Fávaro, comunicadora e jornalista, especializada em psicologia do puerpério e em Programação Neurolinguística (PNL), e o Plínio Teodoro, também comunicador e jornalista, terapeuta das relações humanas, especializado em psicologia transpessoal e em PNL.

    Venha ouvir que o papo tá bom demais!!
    1 hr 24 min
  • S2 Ep52: Gordofobia: Um Preconceito Silencioso
    A gordofobia é o preconceito em relação às pessoas gordas que surge, obviamente, a partir de um padrão de beleza imposto pela sociedade, em que o corpo certo e bonito é aquele magro, com curvas, sem celulite.

    Quando a pessoa é gordofóbica, ela julga, critica, ridiculariza as pessoas gordas, fazendo com que se sintam anormais. E isso pode acontecer mesmo que ela não tenha consciência que faça isso.

    Sabe aqueles “elogios”: “que rosto lindo vc tem! se emagrecesse ficaria ótima!?” Pois é, isso é um exemplo de gordofobia. 

    Este preconceito está tão enraizado que muitas vezes nem percebemos que ele está logo ali, do nosso lado. Ou até… dentro de nós. 

    Para se ter uma ideia, a obesidade começou a ser vista como algo não saudável apenas por volta da década de 90. E o corpo magro então começou a ser visto como sinônimo de beleza e saúde, o que começou a gerar um preconceito com pessoas gordas, principalmente mulheres.

    Entre os adultos obesos, de 19 a 42%  sofrem com a discriminação. As taxas são ainda maiores com as mulheres e aqueles com maior índice de massa corporal.

    Para conversar comigo sobre este assunto convidei a Gabi Menezes e a Luana Carvalho.
    1 hr 26 min
  • S2 Ep51: Privilégio Branco e o Racismo Estrutural
    Você sabe o que é privilégio branco?

    Privilégio é quando uma pessoa ou um grupo de pessoas recebe vantagens em relação ao restante da sociedade. 

    No Brasil, o racismo é muito presente: as pessoas brancas recebem salários maiores, têm mais acesso à educação, à saúde e à vários outros tipos de vantagens sociais. Aqui incluo também as chances maiores que os brancos têm de se manterem vivos.

    Então o que é o privilégio branco? São os recursos normalmente não disponibilizados à população negra:   seja ele material, psíquico ou social.

    Acontece que para o mundo do privilégio branco, todas as regras e leis são moldadas às situações que eles passam. Já para os negros, o privilégio do branco pode significar a sua morte. 

    Para se ter uma ideia, entre 2006 e 2016, último ano com dados disponíveis, a taxa de homicídios de quem não é negro diminuiu 6,8%. Enquanto isso, a taxa entre a população negra aumentou 23,1% e foi a maior registrada desde 2006. 

    Se formos falar de mulher então… 58% das ligações para relatar uma violência doméstica são feitas por negras. Além disso, elas são as mais afetadas pela mortalidade materna, representando 56%, e pela violência obstétrica, com 65% dos casos.

    No mês de maio, próximo de completarmos 3 meses de pandemia aqui no Brasil, vemos que negros e negras somam 43% dos hospitalizados, mas representam mais da metade dos mortos: 50,1%, contra 47,7% de pessoas brancas.

    O privilégio branco é uma invenção do branco e, para que continue existindo, ele necessita desta desigualdade, que vem desde o período da escravização.

    E sabe o que é pior? O privilégio branco é silencioso, naturalizado. Ou seja, como estamos acostumados com ele, a tendência é não percebermos que o privilégio existe e que outras pessoas são tratadas de maneira diferente de nós, que não têm as mesmas vantagens que a gente. 

    Como não vivemos o que os menos privilegiados vivem, corremos o risco de acreditar que estamos vivendo a mesma realidade e com as mesmas oportunidades, o que é mentira.

    Então te convido neste episódio a abrir a sua cabeça. Para receber as críticas abertamente mesmo, tentando enxergar o que há anos estamos ocultando. Convido você, ouvinte branco, a sair um pouco do seu lugar de conforto, do NOSSO lugar de conforto.

    Por isso, convidei aqui o Bielo Pereira, podcaster e apresentadora do Coisa Boa pra Você, do GNT, e a Deh Bastos, idealizadora do Criando Crianças Pretas.
    1 hr 25 min

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