A sensação de ser um “eu” isolado talvez seja uma das ilusões mais profundas da experiência humana. Alan Watts propõe que não entramos no mundo como estranhos: somos expressões momentâneas do próprio universo, confundidas pela linguagem, pela atenção fragmentada e pelo medo da incerteza.
Ao atravessar temas como ego, identidade, religião, presença e interdependência, esta reflexão convida a um deslocamento de perspectiva — menos esforço, mais aceitação; menos controle, mais escuta.
Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.
Livros citados:
Alan Watts — The Book on the Taboo Against Knowing Who You Are
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Ruth Krauss — Open House for Butterflies
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