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A ação de John Wick: De Volta ao Jogo (2014) utiliza cenas coreografadas de combate que funcionam de forma orgânica, além de construir o personagem principal como invencível na arte de matar. Boa parte do sucesso se deve ao diretor Chad Stahelski, que construiu toda sua carreira como dublê de filmes de ação, se envolvendo nos projetos de O Corvo (1994) e Matrix (1999).
Nesse episódio, Daniel Cavalcanti, Fabio Rangel, Gabriel Gaspar e Rodrigo Carvalho debatem o filme, trazendo temas polêmicos que contextualizam ele em diversas direções. Ouça esse programa e descubra:
- O ode aos dublês de ação;
- A influência de Keanu Reeves na obra;
- Relação do filme com vídeo games;
- Novidades no Enquadrando
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A vida é muito jazz para não ser improvisada.
Em Soul (2020), acompanhamos a vida de Joe, mesmo que por um curto período. Joe é um pianista de jazz que sabe improvisar a música, mas que não improvisa a vida. E quando finalmente acompanhamos 22 vivendo por Joe, percebemos que a vida é mais bela quando improvisada. E muitos se perguntam sobre o que fala o filme Soul (2020): ele fala sobre o sentido da vida, ou a não importância desse sentido, pois o mais importante é a busca por viver. O filme é dirigido principalmente por Pete Docter (diretor também em Up e Divertidamente), que também ajudou na confecção desse maravilhoso roteiro.
Nesse episódio, o Enquadrando analisa o filme, mas também se permite conversar com ele, e mostrar como ele influenciou a vida dos membros desse humilde podcast. Não deixe de conferir a choradeira no programa, e permita-se ouvir sobre outros pontos também elencados:
- A quebra de paradigma da Pixar em Soul;
- As escolhas da animação;
- Jornada interna x jornada externa;
- Quem é 22 no mundo da Pixar?
- A cena mais linda de todos os filmes da Pixar está em Soul!
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"Corra! (2017) é um thriller social".
Não foi o Enquadrando que disse isso, e sim Jordan Peele, responsável pelo roteiro e direção dessa obra incrível. Corra! (2017) captura o espírito do tempo e discute um tema de extrema importância para a sociedade: racismo. O filme consegue passar o terror que é estar na pele de alguém que sofre racismo, e faz com que conversas que parecem simples, escondendo um racismo, causem um incômodo extremo.
O filme também consegue algo que é fora do comum, que é trabalhar dois gêneros antagônicos ao mesmo tempo: um terror e uma comédia, em duas linhas narrativas diferentes, intercalando-as na montagem. E nesse episódio, o Daniel Cavalcanti, Fabio Rangel, Gabriel Gaspar e Rodrigo Carvalho analisam diversos aspectos de Corra!, como:
- Os gêneros do filme: comédia e terror;
- Homenagens de Jordam Peele a Hitchcock;
- As interpretações no olhar;
- O final alternativo do filme;
- Os simbolismos presentes em Corra!
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Quando Logan aparece, espera-se violência.
No entanto não é isso que acontece com todos os outros filmes da Marvel que contam com o personagem. E por isso Logan (2017), cujo roteiro e direção são de James Mangold, surpreende a audiência desde a primeira cena do longa. E no seu já estressado papel de Wolverine, Hugh Jackman entrega o seu melhor, juntamente com Patrick Stewart interpretando o Professor Xavier.
Nesse episódio, Fabio Rangel, Daniel Cavalcanti, Gabriel Gaspar e Rodrigo Carvalho discutem sobre o filme, debatem a violência e outras características que tornam Logan um filme memorável, principalmente para os grandes fãs da série X-Men, e outras obras interligadas.
Você vai encontrar ouvindo esse episódio:
- A segunda camada do filme (paternidade)
- Escolhas não muito certeiras do diretor
- A ligação de Logan com o velho oeste
- Mundo cyberpunk inicial
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A decisão de ouvir esse episódio não é uma escolha.
Interestelar (2014) reproduz em tela uma viagem a uma outra galáxia, por meio de um buraco de minhoca, com direito a visitar outros planeta, culminando no Gargantua: um buraco negro. Essa magnitude, ao mesmo tempo que pode ser vista de forma literal no filme, pode representar a necessidade de olhar para a complexidade das nossas emoções. A física não explica o amor, e é nesse ponto que surgem os deuses das lacunas.
Como pensar em uma obra que aborda o método científico ao lado de escolhas emocionais? Uma das cabeças mais lógicas do cinema mundial está por trás: Christopher Nolan. Ele foi responsável por escrever (ao lado de seu irmão Jonathan Nolan) e dirigir o filme. E nesse episódio, nós quatro do Enquadrando (Daniel Cavalcanti, Fabio Rangel, Gabriel Gaspar e Rodrigo Carvalho) entramos na cabeça de Nolan, discutimos suas escolhas para o filme, percebendo ao final: talvez, a escolha não exista.
Ouça esse episódio e participe das nossas discussões que incluem:
- O que aconteceu com o mundo e como é esse cenário pós-apocalíptico?
- O que é o Tesseract e os seres do Bulk?
- Seria o filme mais introspectivo do diretor?
- Quem é o vilão?
- O clímax antecipado.
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Hereditário (2018) inicia como um drama, mas vai se transformando em um Horror aos poucos, resgatando elementos clássicos do gênero, até o momento em que se entrega inteiramente. O filme é dirigido por Ari Aster, que também escreveu o roteiro. Ari Aster é um dos novos diretores que estão se consagrando no gênero de terror. Ele também conhecido pela direção e roteiro de Midsommar (2019), um Horror à luz do dia.
Nesse episódio, Daniel Cavalcanti, Fabio Rangel, Gabriel Gaspar e Rodrigo Carvalho analisam o longa e discutem diversos aspectos do filme, como:
- Quando o filme se torna de fato um Terror?
- O significado do diorama;
- Ari Aster e a bomba de Hitchcock;
- O Terror literal do diretor;
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Joker (2019) é um intenso drama que introduz a vida de Arthur Fleck, um homem simples por fora, mas que possui em seu interior a essência do grande vilão dos quadrinhos: o Coringa. Embora seja delicado em contar com detalhes todo o trajeto para que Arthur se torne o vilão, o filme mistura o gore com a comédia, provocando sentimentos confusos em relação ao Arthur, onde a compaixão e o medo se encontram. E o grande responsável por toda essa emoção é Todd Phillips, que dirigiu e escreveu o longa.
Nesse episódio, Daniel Cavalcanti, Fabio Rangel, Gabriel Gaspar e Rodrigo Carvalho são atraídos pelo sorriso forçado do Arthur, e se permitem ser ludibriados pelo encantador palhaço. Dentre os pontos mais importantes da discussão estão:
- O arco da comédia que acompanha Arthur Fleck
- A fotografia de Lawrence Sher
- A violência é justificada?
- Por que a cena final é um filme de comédia?
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Whiplash (2014) é um controverso filme sobre sacrifício e genialidade. Mesmo parecendo antagônicos a primeira vista, sacrifício e genialidade podem andar lado a lado na jornada de um artista. Whiplash não apenas materializa esse conceito na relação mentor-aluno como também extrapola, transformando uma simples apresentação musical em um suspense imprevisível.
O filme foi escrito e dirigido pelo jovem Damien Chazelle, que é o nome por trás do recente sucesso La La Land (2018). Nesse episódio do Enquadrando, Daniel Cavalcanti, Fabio Rangel, Gabriel Gaspar (Acabou de Acabar) e Rodrigo Carvalho levantam debates sobre o filme enquanto analisam algumas cenas. Você encontra aqui:
- A grandeza só se alcança com extremo sacrifício?
- O que tem de especial na atuação de J. K. Simmons?
- Por que o filme não mostra o sorriso final do mentor?
- Fotografia com muitos planos detalhe e o seu resultado
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Bacurau (2019) é um novo clássico do cinema brasileiro, conseguindo uma fotografia do espírito do tempo em um filme. O roteiro e a direção da dupla Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, escancaram os preconceitos existentes nesse país e as diferenças sociais regionalizadas. Ouça esse podcast e compartilhe conosco esse momento.
Daniel Cavalcanti, Fabio Rangel, Gabriel Gaspar (Acabou de Acabar) e Rodrigo Carvalho discutem os diversos temas que permeiam o filme e analisam a obra. Nesse podcast você encontra:
- Detalhes atuação de Sônia Braga
- A relação que Bacurau tem com Religião e Imperialismo
- Como um mapa deve ser lido
- Por que o personagem é enterrado vivo?
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