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Chegando o Dia Internacional da Mulher, e no mês de março, Regina Azevedo abre espaço para um mergulho em temas relacionados ao Feminino e suas conquistas. No primeiro episódio da minissérie, trata da sexualidade feminina através de divertidas provocações que levam à reflexão.
Nunca o brasileiro ouviu e falou tanto sobre leis e justiça. De repente, grande parte das pessoas parece ter despertado para questões relacionadas aos seus direitos e até mesmo à condução do país, ficando de olho nos políticos que fazem as leis e nos juízes que absolvem ou condenam mediante suas próprias interpretações do que pode ou não pode ser feito de acordo com a normas estabelecidas.
Todos os dias ouvimos notícias sobre corrupção, roubos, golpes. Até quando suportaremos isso? Qual a nossa parcela de responsabilidade para mudar o atual estado de coisas e como podemos trabalhar na direção da honestidade?
Você tem ou já teve um animal de estimação? Atualmente, os bichinhos são considerados membros da família e já não são meros objetos decorativos, mas nos trazem conforto emocional e muitas lições.
Preguiça é a causa principal da protelação ou procrastinação, aquela mania de deixar tudo pra depois. A pandemia nos trouxe muito cansaço físico e mental, consequentemente, muita preguiça.
Você já foi vítima de uma chantagem emocional? Sabe detectar um possível chantagista e impor limites a ele, deixando de ser uma marionete em suas mãos? Neste episódio, Regina Azevedo aborda o tema dos conflitos a partir de Susan Forward e Donna Frazier, autoras do livro Chantagem Emocional. E sugere soluções com base na PNL, evitando resultados indesejáveis desse jogo de manipulação tão comum, que acontece entre familiares, amigos e colegas de trabalho.
Num mundo globalizado, dominado pelo sensação de viver um grande Big Brother, a exemplo da ficção do grande Aldous Huxley, como manter a privacidade? Qual o preço a pagar pela superexposição? Como equilibrar a presença nas redes sociais, sem se deixar invadir na intimidade?
A competitividade feroz está caindo em desuso, dando lugar ao colaborativismo. E quando você tem um colaborador com quem pode contar em todos os momentos da sua vida, é tudo de bom!
Há quem goste de ser desafiado, há quem prefira ficar quietinho, no seu lugar. Quem tem mais chance de crescer, de ir mais longe?
Ano novo, vida nova.
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