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  • Para que serve a Constituição Federal e como pode ser alterada? | Entrelinhas Inteligov #62

    Para que serve a Constituição? A Constituição Federal organiza o Estado, estabelece direitos e define como as regras fundamentais do país podem ser alteradas. Mas quem pode propor uma mudança — e o que é necessário para uma PEC ser aprovada?


    Neste episódio do Entrelinhas, Anna Carolina Romano explica como surgiu a Constituição de 1988, por que ela reúne tantos temas e como funciona o processo de mudança constitucional.


    A conversa passa pelas etapas de uma proposta de emenda à Constituição, pelos limites das cláusulas pétreas e por exemplos de mudanças que já foram aprovadas.


    Também mostramos onde entram o Congresso, os grupos de interesse e os profissionais de relações governamentais. Para quem acompanha propostas e políticas públicas, entender esse caminho ajuda a avaliar o que uma promessa política exige para sair do papel.




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    🔎 Neste episódio, você vai entender:



    • Quais são as principais funções da Constituição

    ;• Como surgiu a Constituição de 1988;

    • Quem pode apresentar uma PEC e como funciona sua votação;• O que são cláusulas pétreas;

    • Por que algumas políticas públicas dependem de uma mudança constitucional;

    • Quantos votos são necessários para aprovar uma PEC na Câmara e no Senado;

    • Por que o presidente da República não sanciona nem veta uma emenda constitucional;

    • Como o STF pode analisar uma emenda após sua promulgação;

    • Como grupos de interesse podem atuar no debate constitucional.




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    ⏱️ Capítulos

    0:00 Para que serve a Constituição?

    1:09 As funções da Constituição Federal

    2:16 A história das Constituições brasileiras

    3:04 Como nasceu a Constituição de 1988

    4:05 Por que a Constituição é tão detalhada

    4:59 Como funciona uma PEC

    6:08 Cláusulas pétreas e limites para mudanças

    6:39 Emendas constitucionais e mudanças já aprovadas

    8:29 Lobby e relações governamentais

    8:49 Como influenciar uma PEC

    10:18 O Congresso eleito e as mudanças na Constituição



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    #constituiçãofederal #PEC #entrelinhas

    12 min
  • Quanto poder tem um governador no Brasil? | Entrelinhas Inteligov #61

    Quanto poder tem um governador no Brasil — e o que faz um governador na prática? Segurança, saúde, educação, infraestrutura e orçamento envolvem competências divididas entre estados, União e municípios.




    Neste episódio do Entrelinhas, Anna Carolina Romano explica como os governos estaduais e as Assembleias Legislativas participam das políticas públicas e por que decisões anunciadas em Brasília podem depender de secretarias estaduais e prefeituras para chegar à população.




    A conversa mostra por que um anúncio feito em Brasília pode depender de secretarias estaduais, assembleias, órgãos públicos e prefeituras para chegar à população. Também aborda a influência dos deputados estaduais, a coordenação entre municípios e o lugar dos governos estaduais nas negociações nacionais.




    Para quem acompanha relações governamentais, políticas públicas, regulação ou assuntos públicos, entender essa estrutura ajuda a identificar onde uma decisão começa, quem pode alterá-la e quais instituições participam de sua implementação.




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    🔎 Neste episódio, você vai entender:

    • O que governadores podem decidir e executar

    • Como funcionam as Assembleias Legislativas

    • Como estados, União e municípios dividem responsabilidades

    • Por que a segurança pública depende dos governos estaduais

    • O que observar no cenário estadual a partir de 2027



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    0:00 Por que olhar para os estados

    1:25 Autonomia dos estados e municípios

    1:51 Como as responsabilidades se dividem no SUS

    2:48 Segurança pública e papel dos governadores

    3:57 Como os recursos circulam entre governos

    4:52 O papel das Assembleias Legislativas

    6:34 Onde acompanhar decisões estaduais

    7:05 Coordenação entre municípios e regiões metropolitanas

    7:48 Governadores nas negociações nacionais

    8:31 Reforma tributária e relações federativas

    8:48 O que observar no cenário estadual a partir de 2027

    10:06 Por que acompanhar decisões além de Brasília

    11 min
  • Ciclo de Políticas Públicas: Como uma ideia vira lei, dinheiro e programa social | Entrelinhas Inteligov #60

    Como funcionam as políticas públicas no Brasil? Neste episódio do Entrelinhas Inteligov, explicamos o ciclo de políticas públicas e como uma demanda da sociedade pode se transformar em lei, programa social ou serviço público.



    Do reconhecimento de um problema à avaliação de resultados, você vai conhecer as etapas desse processo e entender o papel do governo federal, do Congresso, dos estados, dos municípios e da sociedade civil. Exemplos como SUS, Bolsa Família, Pé-de-Meia e Previdência ajudam a mostrar como essas decisões aparecem no cotidiano.



    Anna Carolina Romano também explica por que orçamento, implementação e articulação entre diferentes atores influenciam o resultado de uma política pública. Acompanhar projetos de lei, votações e decisões governamentais ajuda a entender o que pode mudar e quem será afetado.



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    🔎 Neste episódio, você vai entender:

    • O que são políticas públicas e como funcionam no Brasil

    • Quais são as etapas do ciclo de políticas públicas

    • Como uma demanda da sociedade chega à agenda do governo

    • Quem participa da formulação, do financiamento e da execução

    • Como programas como SUS, Bolsa Família e Pé-de-Meia se relacionam com essas decisões

    • O que observar ao avaliar propostas e acompanhar mudanças


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    0:00 Por que políticas públicas importam

    1:29 O que são políticas públicas

    3:02 Exemplos de políticas públicas no Brasil

    5:55 O ciclo de políticas públicas

    6:18 Identificação do problema e formação da agenda

    8:00 Formulação e implementação

    9:13 Avaliação das políticas públicas

    9:49 Quem participa das decisões

    12:09 Políticas públicas e eleições

    13:46 Como avaliar uma proposta

    16 min
  • O risco regulatório por trás da MP das Bets | Entrelinhas Inteligov #59

    A MP das bets (Medida Provisória nº 1.394/2026) mudouimediatamente o ambiente regulatório das apostas no Brasil. Publicada a poucos dias do primeiro turno das eleições de 2026, a medida proibiu a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade das apostas de quota fixa.

     

    Neste episódio do Entrelinhas Inteligov, Anna Carolina usa aMP das bets para analisar um ponto menos óbvio da reta final eleitoral: o que acontece quando uma decisão regulatória relevante é tomada enquanto o ambiente político está prestes a mudar?

     

    O episódio mostra como uma medida provisória pode produzir efeitos imediatos, mas ainda depender do Congresso para se manter; como a implementação envolve diferentes órgãos públicos; e por que o resultado das urnas pode alterar a correlação política antes mesmo de mudar formalmente a composição das instituições.

     

    A discussão também passa pelos efeitos sobre empresasautorizadas, contratos, meios de pagamento, publicidade, possíveis questionamentos judiciais e pela diferença entre o momento em que uma norma entra em vigor e o momento em que seu futuro institucional se consolida.

     

    Para profissionais de Relações Governamentais, advocacy,jurídico, compliance e assuntos públicos, o caso mostra por que uma mudança regulatória não deve ser acompanhada apenas pelo texto publicado. Relatoria, implementação, judicialização, atores e timing político também fazem parte do risco.

     

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    🔎 Neste episódio, você vai entender:
     - O que a MP das bets mudou imediatamente
    - Por que a eleição não suspende a atuação do Executivo
    - Como o resultado eleitoral pode alterar a negociação no Congresso
    - Por que uma mesma política pode depender de MP, projeto de lei e regulamentação
    - Como o risco regulatório se distribui entre Executivo, Legislativo e Judiciário
    - Por que o mapa de stakeholders muda depois da publicação de uma norma
    - O que monitorar quando uma decisão regulatória atravessa o período eleitoral

     

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    0:00 A MP das bets e a proximidade das eleições

    1:35 O fim do mercado regulado de apostas

    2:49 Como o risco se espalha por contratos e operações

    3:41 Medida provisória, projeto de lei e disputainstitucional

    5:03 O Congresso depois do primeiro turno

    6:54 Quem fiscaliza o encerramento das bets

    8:13 O timing eleitoral e os limites da análise

    9:37 Como acompanhar o risco regulatório na prática

     

    #MPdasBets #Eleições2026 #RelaçõesGovernamentais#RiscoRegulatório #Entrelinhas #Inteligov

    12 min
  • O que as eleições realmente mudam no Poder Judiciário? | Entrelinhas Inteligov #58

    Eleições e Poder Judiciário estão ligados de uma forma menos imediata — e mais duradoura — do que costuma parecer.


    O eleitor não escolhe ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), mas as eleições definem quem terá o poder de indicar novos integrantes da Corte e quem participará da aprovação dessas escolhas no Senado.



    A partir da vaga aberta após a aposentadoria de Luís Roberto Barroso e da rejeição da indicação de Jorge Messias, este episódio explica como funciona a escolha de ministros do STF, qual é o papel do presidente da República e do Senado e por que a eleição de 2026 pode produzir efeitos sobre o tribunal durante vários anos.



    Também falamos sobre a renovação de dois terços do Senado, o calendário previsto de aposentadorias compulsórias, a eleição interna da presidência do STF e a relação entre decisões judiciais, Congresso e Executivo.



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    🔎 Neste episódio, você vai entender:• Como presidente e Senado participam da escolha de ministros do STF

    • Por que a composição do Senado importa para o Supremo

    • O que muda — e o que não muda — quando há troca de governo

    • Como o calendário de aposentadorias pode afetar a Corte

    • Por que os efeitos de uma eleição sobre o Judiciário aparecem de forma gradual

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    0:00 O que as eleições mudam no Poder Judiciário

    0:40 A vaga aberta após a aposentadoria de Barroso

    2:43 Como funciona a escolha de ministros do STF

    3:57 O papel do presidente e do Senado

    4:19 Por que dois terços do Senado importam

    4:29 Aposentadorias previstas no STF

    5:37 Presidência do STF e calendários institucionais

    9:57 O que acompanhar depois das eleições

    11:07 Por que os efeitos da eleição podem durar anos


    #PoderJudiciário #STF #Entrelinhas #Eleições #Inteligov

    13 min
  • Por que o Redata avançou e a PEC da Segurança Pública não? | Entrelinhas Inteligov #57

    Duas prioridades do governo podem chegar ao Congresso ao mesmo tempo e, ainda assim, avançar de formas completamente diferentes.


    Neste episódio do Entrelinhas, Anna Carolina analisa o Redata e a PEC da Segurança Pública para mostrar como histórico de negociação, relatoria, emendas, calendário e grau de consenso influenciam o caminho de uma proposta.


    O Redata chegou ao Senado depois de meses de negociação e com um texto que o relator, Cid Gomes, decidiu preservar para evitar uma nova passagem pela Câmara. Já a PEC da Segurança Pública, mesmo depois de uma votação expressiva entre os deputados, recebeu 81 emendas no Senado e ainda mantém pontos importantes em aberto na CCJ.


    A comparação ajuda a entender por que o rótulo de “prioridade do governo” diz menos do que parece. Para quem trabalha com Relações Governamentais, importa observar o que ainda está em disputa, quem controla cada etapa da negociação e qual é o custo de alterar um texto naquele momento da tramitação.


    O episódio também mostra como a conclusão da etapa legislativa pode mudar o mapa de interlocutores. No caso do Redata, a atenção começa a se deslocar para sanção, regulamentação e implementação. Na PEC da Segurança, a negociação parlamentar continua aberta.




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    🔎 Neste episódio, você vai entender:



    - Por que Redata e PEC da Segurança avançaram de formas diferentes


    - Como o calendário legislativo influencia a negociação de emendas


    - O papel de Cid Gomes e Rogério Carvalho nas duas tramitações


    - O que as 39 emendas do Redata e as 81 da PEC da Segurança revelam


    - Por que uma votação ampla na Câmara não encerra a negociação no Senado


    - Como identificar o estágio político real de uma matéria prioritária


    - Quando o acompanhamento precisa migrar do Legislativo para a agenda regulatória




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    #CongressoNacional #PECdaSegurançaPública #Redata #RelaçõesGovernamentais #Entrelinhas

    12 min
  • Presidente ou Congresso: quem manda mais? | Entrelinhas Inteligov #56

    Poder Legislativo não é apenas sinônimo de criar leis. Há decisões em Brasília em que a caneta do presidente simplesmente não entra.


    Neste episódio do Entrelinhas Inteligov, Anna Carolina inverte a pergunta do episódio anterior: se o Poder Executivo encontra limites para agir sozinho, **o que o Congresso Nacional consegue fazer sem depender do presidente?**


    A partir de situações recentes no Legislativo, o episódio analisa como o Congresso pode mudar a Constituição sem sanção presidencial, deixar uma medida provisória perder a validade, derrubar vetos do Executivo, sustar determinados atos presidenciais e abrir investigações sem autorização do governo.


    A discussão passa pela PEC do fim da escala 6x1, pelo fim da vigência da MP do Novo Desenrola Brasil e pelos vetos relacionados às novas regras do transporte rodoviário de cargas. Casos diferentes que revelam a mesma questão: em Brasília, entender quem tem a palavra final pode ser tão importante quanto acompanhar quem apresentou determinada proposta.


    O episódio também explica como funciona a derrubada de um veto presidencial, em quais circunstâncias o Congresso pode sustar atos do Executivo e por que CPIs representam uma dimensão própria do poder de fiscalização parlamentar.


    Para profissionais de relações governamentais, advocacy, compliance, jurídico e assuntos públicos, surge uma pergunta importante para a análise de qualquer agenda: o governo apoia essa proposta ou o governo realmente precisa apoiá-la para que ela avance?


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    🔎 Neste episódio, você vai entender:


    - O que o Congresso pode fazer sem depender de sanção presidencial

    - Por que uma PEC aprovada não passa pela mesa do presidente

    - Como o Congresso pode deixar uma medida provisória perder a validade

    - O que acontece quando deputados e senadores derrubam um veto presidencial

    - Quando o Legislativo pode sustar atos normativos do Executivo

    - Como CPIs ampliam o poder de fiscalização do Congresso

    - Por que a composição do Congresso eleito em 2026 será decisiva para a agenda de 2027


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    0:00 Abertura: quando a caneta presidencial não entra

    1:26 O que o Congresso pode fazer sem o presidente

    2:25 PEC 221/2019 e o fim da escala 6x1

    3:59 O poder de deixar uma medida provisória morrer

    5:28 Vetos presidenciais e decisão final do Congresso

    6:44 Decreto legislativo de sustação

    7:29 CPIs e competências próprias do Legislativo

    8:25 Quem realmente tem a palavra final?

    9:19 O Congresso eleito para 2027

    10:29 Encerramento

    11 min
  • Poder Executivo: o que o próximo presidente pode fazer? | Entrelinhas Inteligov #55

    Poder Executivo não é sinônimo de poder fazer tudo sozinho. Em ano eleitoral, a distância entre promessa e entrega passa pelo instrumento escolhido — e pelas assinaturas necessárias.



    Neste episódio do Entrelinhas Inteligov, Anna Carolina analisa o cálculo institucional por trás de decretos, medidas provisórias, projetos de lei e PECs. A partir de três casos — a taxa das blusinhas, a PEC da Segurança Pública e o fim da escala 6x1 —, o episódio mostra que velocidade, custo político e reversibilidade mudam conforme o caminho escolhido.



    A discussão também passa pelo papel do Congresso Nacional, das agências reguladoras e do Judiciário. Ter maioria para governar no dia a dia não significa ter votos para mudar a Constituição. Indicar dirigentes de uma agência não equivale a controlar suas decisões. E uma medida de efeito imediato pode depender de outra instituição para se tornar permanente.



    Para profissionais de relações governamentais, advocacy, compliance, jurídico e assuntos públicos, a pergunta prática é: qual instrumento é mais provável, quem precisa concordar e quanto tempo o processo costuma levar?


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    🔎 Neste episódio, você vai entender:• Como o presidente escolhe entre decreto, MP, projeto de lei e PEC• Por que efeito imediato não significa decisão definitiva• O que a taxa das blusinhas revela sobre Executivo e Congresso• Como a PEC da Segurança Pública mudou durante a tramitação• Por que promessas de campanha precisam ser analisadas pela viabilidade institucional


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    0:00 Abertura: promessas e poder presidencial

    1:25 Como o governo escolhe um instrumento

    1:52 Decreto, MP, projeto de lei e PEC

    2:26 Por que governos combinam instrumentos

    3:03 Taxa das blusinhas e MP 1.357

    4:24 PEC da Segurança Pública

    5:23 O fim da escala 6x1

    6:21 Congresso, agências e Judiciário

    6:53 A autonomia das agências reguladoras

    7:22 IOF e a atuação do STF

    7:59 Os limites da maioria no Congresso8:21 O que observar nas eleições de 20269:40 A força da caneta presidencial

    11 min
  • Partidos Políticos brasileiros e as eleições de 2026 | Entrelinhas Inteligov #54

    O Brasil tem partidos políticos há quase 200 anos, mas nenhum deles chegou a completar cem anos de existência. A história partidária brasileira é marcada por rupturas, mudanças de regime, reorganizações e novas tentativas de representação política.


    Hoje, o país tem 30 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral e chega às eleições de 2026 em um cenário de maior concentração partidária, impulsionado por regras como a cláusula de desempenho, o fim das coligações proporcionais e o avanço das federações partidárias.


    Neste episódio do Entrelinhas, Anna Carolina explica como funcionam os partidos políticos no Brasil, qual é a diferença entre partido, coligação, federação e bloco parlamentar, e por que entender essa engenharia partidária é essencial para acompanhar a disputa eleitoral e a governabilidade depois das urnas.


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    🔎 Neste episódio, você vai entender:


    • Quantos partidos políticos existem hoje no Brasil

    • Por que nenhum partido brasileiro chegou a completar cem anos

    • Como a história dos partidos no Brasil foi marcada por rupturas

    • O que uma sigla precisa cumprir para disputar eleições

    • Por que não existe candidatura avulsa no Brasil

    • O que é a cláusula de barreira ou cláusula de desempenho

    • Como essa regra pressiona partidos menores

    • Por que fusões, incorporações e federações ganharam força

    • Qual é a diferença entre coligação e federação partidária

    • O que é um bloco parlamentar e como ele funciona no Legislativo

    • Por que a estratégia partidária importa nas eleições proporcionais

    • Como os partidos influenciam a formação de maiorias e a governabilidade

    • O que observar no tabuleiro partidário das eleições de 2026


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    0:00 A curta duração das legendas brasileiras

    1:52 O cenário atual dos partidos no Brasil

    3:10 O fim da fragmentação partidária

    4:45 O impacto da cláusula de barreira

    6:07 Entendendo coligações, federações e blocos

    7:56 O papel das siglas nas eleições de 2026

    8:53 Como os partidos reorganizam o poder


    #PartidosPolíticos #Eleições2026 #Entrelinhas

    10 min
  • Eleições 2026: Planos de governo entram em disputa | Entrelinhas Inteligov #53

    Plano de governo é mais do que uma lista de promessas. É o documento que organiza prioridades, objetivos e propostas de uma candidatura — e que pode ser comparado ao longo da campanha.

    Com o prazo de registro das candidaturas em 15 de agosto e o início da propaganda eleitoral em 16 de agosto, os programas de governo ganham espaço no debate das eleições 2026.

    Neste episódio do Entrelinhas, Ana Carolina explica como esses documentos funcionam, o que observar em um plano de governo e como avaliar diagnóstico, prioridades, metas, formas de implementação e financiamento.

    O episódio também apresenta propostas divulgadas por diferentes candidaturas e conecta o debate eleitoral a temas que já estão em discussão no Congresso, como segurança pública, jornada de trabalho e inteligência artificial.

    As propostas e tramitações mencionadas podem ser atualizadas durante a campanha.

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    🔎 Neste episódio, você vai entender:

    • O que é um plano de governo e por que os candidatos precisam apresentá-lo
    • Quais são os principais componentes de um plano
    • Como diagnóstico, prioridades, metas, orçamento e execução se relacionam
    • Qual é a diferença entre plano de governo, PPA, LDO e LOA
    • Quais pautas já aparecem na disputa presidencial de 2026
    • Como segurança pública entrou no centro da campanha
    • O que a PEC da Segurança Pública tem a ver com as propostas dos candidatos
    • Como o debate sobre o fim da escala 6x1 chegou à eleição
    • Por que impostos, gastos e tamanho do Estado diferenciam os programas
    • Como inteligência artificial e política externa entram nessa discussão
    • Por que Congresso e orçamento são fundamentais para entender a viabilidade das propostas

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