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Para que serve a Constituição? A Constituição Federal organiza o Estado, estabelece direitos e define como as regras fundamentais do país podem ser alteradas. Mas quem pode propor uma mudança — e o que é necessário para uma PEC ser aprovada?
Neste episódio do Entrelinhas, Anna Carolina Romano explica como surgiu a Constituição de 1988, por que ela reúne tantos temas e como funciona o processo de mudança constitucional.
A conversa passa pelas etapas de uma proposta de emenda à Constituição, pelos limites das cláusulas pétreas e por exemplos de mudanças que já foram aprovadas.
Também mostramos onde entram o Congresso, os grupos de interesse e os profissionais de relações governamentais. Para quem acompanha propostas e políticas públicas, entender esse caminho ajuda a avaliar o que uma promessa política exige para sair do papel.
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🔎 Neste episódio, você vai entender:
• Quais são as principais funções da Constituição
;• Como surgiu a Constituição de 1988;
• Quem pode apresentar uma PEC e como funciona sua votação;• O que são cláusulas pétreas;
• Por que algumas políticas públicas dependem de uma mudança constitucional;
• Quantos votos são necessários para aprovar uma PEC na Câmara e no Senado;
• Por que o presidente da República não sanciona nem veta uma emenda constitucional;
• Como o STF pode analisar uma emenda após sua promulgação;
• Como grupos de interesse podem atuar no debate constitucional.
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⏱️ Capítulos
0:00 Para que serve a Constituição?
1:09 As funções da Constituição Federal
2:16 A história das Constituições brasileiras
3:04 Como nasceu a Constituição de 1988
4:05 Por que a Constituição é tão detalhada
4:59 Como funciona uma PEC
6:08 Cláusulas pétreas e limites para mudanças
6:39 Emendas constitucionais e mudanças já aprovadas
8:29 Lobby e relações governamentais
8:49 Como influenciar uma PEC
10:18 O Congresso eleito e as mudanças na Constituição
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#constituiçãofederal #PEC #entrelinhas
Quanto poder tem um governador no Brasil — e o que faz um governador na prática? Segurança, saúde, educação, infraestrutura e orçamento envolvem competências divididas entre estados, União e municípios.
Neste episódio do Entrelinhas, Anna Carolina Romano explica como os governos estaduais e as Assembleias Legislativas participam das políticas públicas e por que decisões anunciadas em Brasília podem depender de secretarias estaduais e prefeituras para chegar à população.
A conversa mostra por que um anúncio feito em Brasília pode depender de secretarias estaduais, assembleias, órgãos públicos e prefeituras para chegar à população. Também aborda a influência dos deputados estaduais, a coordenação entre municípios e o lugar dos governos estaduais nas negociações nacionais.
Para quem acompanha relações governamentais, políticas públicas, regulação ou assuntos públicos, entender essa estrutura ajuda a identificar onde uma decisão começa, quem pode alterá-la e quais instituições participam de sua implementação.
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🔎 Neste episódio, você vai entender:
• O que governadores podem decidir e executar
• Como funcionam as Assembleias Legislativas
• Como estados, União e municípios dividem responsabilidades
• Por que a segurança pública depende dos governos estaduais
• O que observar no cenário estadual a partir de 2027
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0:00 Por que olhar para os estados
1:25 Autonomia dos estados e municípios
1:51 Como as responsabilidades se dividem no SUS
2:48 Segurança pública e papel dos governadores
3:57 Como os recursos circulam entre governos
4:52 O papel das Assembleias Legislativas
6:34 Onde acompanhar decisões estaduais
7:05 Coordenação entre municípios e regiões metropolitanas
7:48 Governadores nas negociações nacionais
8:31 Reforma tributária e relações federativas
8:48 O que observar no cenário estadual a partir de 2027
10:06 Por que acompanhar decisões além de Brasília
Como funcionam as políticas públicas no Brasil? Neste episódio do Entrelinhas Inteligov, explicamos o ciclo de políticas públicas e como uma demanda da sociedade pode se transformar em lei, programa social ou serviço público.
Do reconhecimento de um problema à avaliação de resultados, você vai conhecer as etapas desse processo e entender o papel do governo federal, do Congresso, dos estados, dos municípios e da sociedade civil. Exemplos como SUS, Bolsa Família, Pé-de-Meia e Previdência ajudam a mostrar como essas decisões aparecem no cotidiano.
Anna Carolina Romano também explica por que orçamento, implementação e articulação entre diferentes atores influenciam o resultado de uma política pública. Acompanhar projetos de lei, votações e decisões governamentais ajuda a entender o que pode mudar e quem será afetado.
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🔎 Neste episódio, você vai entender:
• O que são políticas públicas e como funcionam no Brasil
• Quais são as etapas do ciclo de políticas públicas
• Como uma demanda da sociedade chega à agenda do governo
• Quem participa da formulação, do financiamento e da execução
• Como programas como SUS, Bolsa Família e Pé-de-Meia se relacionam com essas decisões
• O que observar ao avaliar propostas e acompanhar mudanças
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0:00 Por que políticas públicas importam
1:29 O que são políticas públicas
3:02 Exemplos de políticas públicas no Brasil
5:55 O ciclo de políticas públicas
6:18 Identificação do problema e formação da agenda
8:00 Formulação e implementação
9:13 Avaliação das políticas públicas
9:49 Quem participa das decisões
12:09 Políticas públicas e eleições
13:46 Como avaliar uma proposta
A MP das bets (Medida Provisória nº 1.394/2026) mudouimediatamente o ambiente regulatório das apostas no Brasil. Publicada a poucos dias do primeiro turno das eleições de 2026, a medida proibiu a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade das apostas de quota fixa.
Neste episódio do Entrelinhas Inteligov, Anna Carolina usa aMP das bets para analisar um ponto menos óbvio da reta final eleitoral: o que acontece quando uma decisão regulatória relevante é tomada enquanto o ambiente político está prestes a mudar?
O episódio mostra como uma medida provisória pode produzir efeitos imediatos, mas ainda depender do Congresso para se manter; como a implementação envolve diferentes órgãos públicos; e por que o resultado das urnas pode alterar a correlação política antes mesmo de mudar formalmente a composição das instituições.
A discussão também passa pelos efeitos sobre empresasautorizadas, contratos, meios de pagamento, publicidade, possíveis questionamentos judiciais e pela diferença entre o momento em que uma norma entra em vigor e o momento em que seu futuro institucional se consolida.
Para profissionais de Relações Governamentais, advocacy,jurídico, compliance e assuntos públicos, o caso mostra por que uma mudança regulatória não deve ser acompanhada apenas pelo texto publicado. Relatoria, implementação, judicialização, atores e timing político também fazem parte do risco.
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🔎 Neste episódio, você vai entender:
- O que a MP das bets mudou imediatamente
- Por que a eleição não suspende a atuação do Executivo
- Como o resultado eleitoral pode alterar a negociação no Congresso
- Por que uma mesma política pode depender de MP, projeto de lei e regulamentação
- Como o risco regulatório se distribui entre Executivo, Legislativo e Judiciário
- Por que o mapa de stakeholders muda depois da publicação de uma norma
- O que monitorar quando uma decisão regulatória atravessa o período eleitoral
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0:00 A MP das bets e a proximidade das eleições
1:35 O fim do mercado regulado de apostas
2:49 Como o risco se espalha por contratos e operações
3:41 Medida provisória, projeto de lei e disputainstitucional
5:03 O Congresso depois do primeiro turno
6:54 Quem fiscaliza o encerramento das bets
8:13 O timing eleitoral e os limites da análise
9:37 Como acompanhar o risco regulatório na prática
#MPdasBets #Eleições2026 #RelaçõesGovernamentais#RiscoRegulatório #Entrelinhas #Inteligov
Eleições e Poder Judiciário estão ligados de uma forma menos imediata — e mais duradoura — do que costuma parecer.
O eleitor não escolhe ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), mas as eleições definem quem terá o poder de indicar novos integrantes da Corte e quem participará da aprovação dessas escolhas no Senado.
A partir da vaga aberta após a aposentadoria de Luís Roberto Barroso e da rejeição da indicação de Jorge Messias, este episódio explica como funciona a escolha de ministros do STF, qual é o papel do presidente da República e do Senado e por que a eleição de 2026 pode produzir efeitos sobre o tribunal durante vários anos.
Também falamos sobre a renovação de dois terços do Senado, o calendário previsto de aposentadorias compulsórias, a eleição interna da presidência do STF e a relação entre decisões judiciais, Congresso e Executivo.
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🔎 Neste episódio, você vai entender:• Como presidente e Senado participam da escolha de ministros do STF
• Por que a composição do Senado importa para o Supremo
• O que muda — e o que não muda — quando há troca de governo
• Como o calendário de aposentadorias pode afetar a Corte
• Por que os efeitos de uma eleição sobre o Judiciário aparecem de forma gradual
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0:00 O que as eleições mudam no Poder Judiciário
0:40 A vaga aberta após a aposentadoria de Barroso
2:43 Como funciona a escolha de ministros do STF
3:57 O papel do presidente e do Senado
4:19 Por que dois terços do Senado importam
4:29 Aposentadorias previstas no STF
5:37 Presidência do STF e calendários institucionais
9:57 O que acompanhar depois das eleições
11:07 Por que os efeitos da eleição podem durar anos
#PoderJudiciário #STF #Entrelinhas #Eleições #Inteligov
Duas prioridades do governo podem chegar ao Congresso ao mesmo tempo e, ainda assim, avançar de formas completamente diferentes.
Neste episódio do Entrelinhas, Anna Carolina analisa o Redata e a PEC da Segurança Pública para mostrar como histórico de negociação, relatoria, emendas, calendário e grau de consenso influenciam o caminho de uma proposta.
O Redata chegou ao Senado depois de meses de negociação e com um texto que o relator, Cid Gomes, decidiu preservar para evitar uma nova passagem pela Câmara. Já a PEC da Segurança Pública, mesmo depois de uma votação expressiva entre os deputados, recebeu 81 emendas no Senado e ainda mantém pontos importantes em aberto na CCJ.
A comparação ajuda a entender por que o rótulo de “prioridade do governo” diz menos do que parece. Para quem trabalha com Relações Governamentais, importa observar o que ainda está em disputa, quem controla cada etapa da negociação e qual é o custo de alterar um texto naquele momento da tramitação.
O episódio também mostra como a conclusão da etapa legislativa pode mudar o mapa de interlocutores. No caso do Redata, a atenção começa a se deslocar para sanção, regulamentação e implementação. Na PEC da Segurança, a negociação parlamentar continua aberta.
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🔎 Neste episódio, você vai entender:
- Por que Redata e PEC da Segurança avançaram de formas diferentes
- Como o calendário legislativo influencia a negociação de emendas
- O papel de Cid Gomes e Rogério Carvalho nas duas tramitações
- O que as 39 emendas do Redata e as 81 da PEC da Segurança revelam
- Por que uma votação ampla na Câmara não encerra a negociação no Senado
- Como identificar o estágio político real de uma matéria prioritária
- Quando o acompanhamento precisa migrar do Legislativo para a agenda regulatória
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#CongressoNacional #PECdaSegurançaPública #Redata #RelaçõesGovernamentais #Entrelinhas
Poder Legislativo não é apenas sinônimo de criar leis. Há decisões em Brasília em que a caneta do presidente simplesmente não entra.
Neste episódio do Entrelinhas Inteligov, Anna Carolina inverte a pergunta do episódio anterior: se o Poder Executivo encontra limites para agir sozinho, **o que o Congresso Nacional consegue fazer sem depender do presidente?**
A partir de situações recentes no Legislativo, o episódio analisa como o Congresso pode mudar a Constituição sem sanção presidencial, deixar uma medida provisória perder a validade, derrubar vetos do Executivo, sustar determinados atos presidenciais e abrir investigações sem autorização do governo.
A discussão passa pela PEC do fim da escala 6x1, pelo fim da vigência da MP do Novo Desenrola Brasil e pelos vetos relacionados às novas regras do transporte rodoviário de cargas. Casos diferentes que revelam a mesma questão: em Brasília, entender quem tem a palavra final pode ser tão importante quanto acompanhar quem apresentou determinada proposta.
O episódio também explica como funciona a derrubada de um veto presidencial, em quais circunstâncias o Congresso pode sustar atos do Executivo e por que CPIs representam uma dimensão própria do poder de fiscalização parlamentar.
Para profissionais de relações governamentais, advocacy, compliance, jurídico e assuntos públicos, surge uma pergunta importante para a análise de qualquer agenda: o governo apoia essa proposta ou o governo realmente precisa apoiá-la para que ela avance?
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🔎 Neste episódio, você vai entender:
- O que o Congresso pode fazer sem depender de sanção presidencial
- Por que uma PEC aprovada não passa pela mesa do presidente
- Como o Congresso pode deixar uma medida provisória perder a validade
- O que acontece quando deputados e senadores derrubam um veto presidencial
- Quando o Legislativo pode sustar atos normativos do Executivo
- Como CPIs ampliam o poder de fiscalização do Congresso
- Por que a composição do Congresso eleito em 2026 será decisiva para a agenda de 2027
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0:00 Abertura: quando a caneta presidencial não entra
1:26 O que o Congresso pode fazer sem o presidente
2:25 PEC 221/2019 e o fim da escala 6x1
3:59 O poder de deixar uma medida provisória morrer
5:28 Vetos presidenciais e decisão final do Congresso
6:44 Decreto legislativo de sustação
7:29 CPIs e competências próprias do Legislativo
8:25 Quem realmente tem a palavra final?
9:19 O Congresso eleito para 2027
10:29 Encerramento
Poder Executivo não é sinônimo de poder fazer tudo sozinho. Em ano eleitoral, a distância entre promessa e entrega passa pelo instrumento escolhido — e pelas assinaturas necessárias.
Neste episódio do Entrelinhas Inteligov, Anna Carolina analisa o cálculo institucional por trás de decretos, medidas provisórias, projetos de lei e PECs. A partir de três casos — a taxa das blusinhas, a PEC da Segurança Pública e o fim da escala 6x1 —, o episódio mostra que velocidade, custo político e reversibilidade mudam conforme o caminho escolhido.
A discussão também passa pelo papel do Congresso Nacional, das agências reguladoras e do Judiciário. Ter maioria para governar no dia a dia não significa ter votos para mudar a Constituição. Indicar dirigentes de uma agência não equivale a controlar suas decisões. E uma medida de efeito imediato pode depender de outra instituição para se tornar permanente.
Para profissionais de relações governamentais, advocacy, compliance, jurídico e assuntos públicos, a pergunta prática é: qual instrumento é mais provável, quem precisa concordar e quanto tempo o processo costuma levar?
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🔎 Neste episódio, você vai entender:• Como o presidente escolhe entre decreto, MP, projeto de lei e PEC• Por que efeito imediato não significa decisão definitiva• O que a taxa das blusinhas revela sobre Executivo e Congresso• Como a PEC da Segurança Pública mudou durante a tramitação• Por que promessas de campanha precisam ser analisadas pela viabilidade institucional
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0:00 Abertura: promessas e poder presidencial
1:25 Como o governo escolhe um instrumento
1:52 Decreto, MP, projeto de lei e PEC
2:26 Por que governos combinam instrumentos
3:03 Taxa das blusinhas e MP 1.357
4:24 PEC da Segurança Pública
5:23 O fim da escala 6x1
6:21 Congresso, agências e Judiciário
6:53 A autonomia das agências reguladoras
7:22 IOF e a atuação do STF
7:59 Os limites da maioria no Congresso8:21 O que observar nas eleições de 20269:40 A força da caneta presidencial
O Brasil tem partidos políticos há quase 200 anos, mas nenhum deles chegou a completar cem anos de existência. A história partidária brasileira é marcada por rupturas, mudanças de regime, reorganizações e novas tentativas de representação política.
Hoje, o país tem 30 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral e chega às eleições de 2026 em um cenário de maior concentração partidária, impulsionado por regras como a cláusula de desempenho, o fim das coligações proporcionais e o avanço das federações partidárias.
Neste episódio do Entrelinhas, Anna Carolina explica como funcionam os partidos políticos no Brasil, qual é a diferença entre partido, coligação, federação e bloco parlamentar, e por que entender essa engenharia partidária é essencial para acompanhar a disputa eleitoral e a governabilidade depois das urnas.
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🔎 Neste episódio, você vai entender:
• Quantos partidos políticos existem hoje no Brasil
• Por que nenhum partido brasileiro chegou a completar cem anos
• Como a história dos partidos no Brasil foi marcada por rupturas
• O que uma sigla precisa cumprir para disputar eleições
• Por que não existe candidatura avulsa no Brasil
• O que é a cláusula de barreira ou cláusula de desempenho
• Como essa regra pressiona partidos menores
• Por que fusões, incorporações e federações ganharam força
• Qual é a diferença entre coligação e federação partidária
• O que é um bloco parlamentar e como ele funciona no Legislativo
• Por que a estratégia partidária importa nas eleições proporcionais
• Como os partidos influenciam a formação de maiorias e a governabilidade
• O que observar no tabuleiro partidário das eleições de 2026
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0:00 A curta duração das legendas brasileiras
1:52 O cenário atual dos partidos no Brasil
3:10 O fim da fragmentação partidária
4:45 O impacto da cláusula de barreira
6:07 Entendendo coligações, federações e blocos
7:56 O papel das siglas nas eleições de 2026
8:53 Como os partidos reorganizam o poder
#PartidosPolíticos #Eleições2026 #Entrelinhas
Plano de governo é mais do que uma lista de promessas. É o documento que organiza prioridades, objetivos e propostas de uma candidatura — e que pode ser comparado ao longo da campanha.
Com o prazo de registro das candidaturas em 15 de agosto e o início da propaganda eleitoral em 16 de agosto, os programas de governo ganham espaço no debate das eleições 2026.
Neste episódio do Entrelinhas, Ana Carolina explica como esses documentos funcionam, o que observar em um plano de governo e como avaliar diagnóstico, prioridades, metas, formas de implementação e financiamento.
O episódio também apresenta propostas divulgadas por diferentes candidaturas e conecta o debate eleitoral a temas que já estão em discussão no Congresso, como segurança pública, jornada de trabalho e inteligência artificial.
As propostas e tramitações mencionadas podem ser atualizadas durante a campanha.
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🔎 Neste episódio, você vai entender:
• O que é um plano de governo e por que os candidatos precisam apresentá-lo
• Quais são os principais componentes de um plano
• Como diagnóstico, prioridades, metas, orçamento e execução se relacionam
• Qual é a diferença entre plano de governo, PPA, LDO e LOA
• Quais pautas já aparecem na disputa presidencial de 2026
• Como segurança pública entrou no centro da campanha
• O que a PEC da Segurança Pública tem a ver com as propostas dos candidatos
• Como o debate sobre o fim da escala 6x1 chegou à eleição
• Por que impostos, gastos e tamanho do Estado diferenciam os programas
• Como inteligência artificial e política externa entram nessa discussão
• Por que Congresso e orçamento são fundamentais para entender a viabilidade das propostas
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