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A MP das bets (Medida Provisória nº 1.394/2026) mudouimediatamente o ambiente regulatório das apostas no Brasil. Publicada a poucos dias do primeiro turno das eleições de 2026, a medida proibiu a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade das apostas de quota fixa.
Neste episódio do Entrelinhas Inteligov, Anna Carolina usa aMP das bets para analisar um ponto menos óbvio da reta final eleitoral: o que acontece quando uma decisão regulatória relevante é tomada enquanto o ambiente político está prestes a mudar?
O episódio mostra como uma medida provisória pode produzir efeitos imediatos, mas ainda depender do Congresso para se manter; como a implementação envolve diferentes órgãos públicos; e por que o resultado das urnas pode alterar a correlação política antes mesmo de mudar formalmente a composição das instituições.
A discussão também passa pelos efeitos sobre empresasautorizadas, contratos, meios de pagamento, publicidade, possíveis questionamentos judiciais e pela diferença entre o momento em que uma norma entra em vigor e o momento em que seu futuro institucional se consolida.
Para profissionais de Relações Governamentais, advocacy,jurídico, compliance e assuntos públicos, o caso mostra por que uma mudança regulatória não deve ser acompanhada apenas pelo texto publicado. Relatoria, implementação, judicialização, atores e timing político também fazem parte do risco.
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🔎 Neste episódio, você vai entender:
- O que a MP das bets mudou imediatamente
- Por que a eleição não suspende a atuação do Executivo
- Como o resultado eleitoral pode alterar a negociação no Congresso
- Por que uma mesma política pode depender de MP, projeto de lei e regulamentação
- Como o risco regulatório se distribui entre Executivo, Legislativo e Judiciário
- Por que o mapa de stakeholders muda depois da publicação de uma norma
- O que monitorar quando uma decisão regulatória atravessa o período eleitoral
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0:00 A MP das bets e a proximidade das eleições
1:35 O fim do mercado regulado de apostas
2:49 Como o risco se espalha por contratos e operações
3:41 Medida provisória, projeto de lei e disputainstitucional
5:03 O Congresso depois do primeiro turno
6:54 Quem fiscaliza o encerramento das bets
8:13 O timing eleitoral e os limites da análise
9:37 Como acompanhar o risco regulatório na prática
#MPdasBets #Eleições2026 #RelaçõesGovernamentais#RiscoRegulatório #Entrelinhas #Inteligov
Eleições e Poder Judiciário estão ligados de uma forma menos imediata — e mais duradoura — do que costuma parecer.
O eleitor não escolhe ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), mas as eleições definem quem terá o poder de indicar novos integrantes da Corte e quem participará da aprovação dessas escolhas no Senado.
A partir da vaga aberta após a aposentadoria de Luís Roberto Barroso e da rejeição da indicação de Jorge Messias, este episódio explica como funciona a escolha de ministros do STF, qual é o papel do presidente da República e do Senado e por que a eleição de 2026 pode produzir efeitos sobre o tribunal durante vários anos.
Também falamos sobre a renovação de dois terços do Senado, o calendário previsto de aposentadorias compulsórias, a eleição interna da presidência do STF e a relação entre decisões judiciais, Congresso e Executivo.
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🔎 Neste episódio, você vai entender:• Como presidente e Senado participam da escolha de ministros do STF
• Por que a composição do Senado importa para o Supremo
• O que muda — e o que não muda — quando há troca de governo
• Como o calendário de aposentadorias pode afetar a Corte
• Por que os efeitos de uma eleição sobre o Judiciário aparecem de forma gradual
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0:00 O que as eleições mudam no Poder Judiciário
0:40 A vaga aberta após a aposentadoria de Barroso
2:43 Como funciona a escolha de ministros do STF
3:57 O papel do presidente e do Senado
4:19 Por que dois terços do Senado importam
4:29 Aposentadorias previstas no STF
5:37 Presidência do STF e calendários institucionais
9:57 O que acompanhar depois das eleições
11:07 Por que os efeitos da eleição podem durar anos
#PoderJudiciário #STF #Entrelinhas #Eleições #Inteligov
Duas prioridades do governo podem chegar ao Congresso ao mesmo tempo e, ainda assim, avançar de formas completamente diferentes.
Neste episódio do Entrelinhas, Anna Carolina analisa o Redata e a PEC da Segurança Pública para mostrar como histórico de negociação, relatoria, emendas, calendário e grau de consenso influenciam o caminho de uma proposta.
O Redata chegou ao Senado depois de meses de negociação e com um texto que o relator, Cid Gomes, decidiu preservar para evitar uma nova passagem pela Câmara. Já a PEC da Segurança Pública, mesmo depois de uma votação expressiva entre os deputados, recebeu 81 emendas no Senado e ainda mantém pontos importantes em aberto na CCJ.
A comparação ajuda a entender por que o rótulo de “prioridade do governo” diz menos do que parece. Para quem trabalha com Relações Governamentais, importa observar o que ainda está em disputa, quem controla cada etapa da negociação e qual é o custo de alterar um texto naquele momento da tramitação.
O episódio também mostra como a conclusão da etapa legislativa pode mudar o mapa de interlocutores. No caso do Redata, a atenção começa a se deslocar para sanção, regulamentação e implementação. Na PEC da Segurança, a negociação parlamentar continua aberta.
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🔎 Neste episódio, você vai entender:
- Por que Redata e PEC da Segurança avançaram de formas diferentes
- Como o calendário legislativo influencia a negociação de emendas
- O papel de Cid Gomes e Rogério Carvalho nas duas tramitações
- O que as 39 emendas do Redata e as 81 da PEC da Segurança revelam
- Por que uma votação ampla na Câmara não encerra a negociação no Senado
- Como identificar o estágio político real de uma matéria prioritária
- Quando o acompanhamento precisa migrar do Legislativo para a agenda regulatória
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#CongressoNacional #PECdaSegurançaPública #Redata #RelaçõesGovernamentais #Entrelinhas
Poder Legislativo não é apenas sinônimo de criar leis. Há decisões em Brasília em que a caneta do presidente simplesmente não entra.
Neste episódio do Entrelinhas Inteligov, Anna Carolina inverte a pergunta do episódio anterior: se o Poder Executivo encontra limites para agir sozinho, **o que o Congresso Nacional consegue fazer sem depender do presidente?**
A partir de situações recentes no Legislativo, o episódio analisa como o Congresso pode mudar a Constituição sem sanção presidencial, deixar uma medida provisória perder a validade, derrubar vetos do Executivo, sustar determinados atos presidenciais e abrir investigações sem autorização do governo.
A discussão passa pela PEC do fim da escala 6x1, pelo fim da vigência da MP do Novo Desenrola Brasil e pelos vetos relacionados às novas regras do transporte rodoviário de cargas. Casos diferentes que revelam a mesma questão: em Brasília, entender quem tem a palavra final pode ser tão importante quanto acompanhar quem apresentou determinada proposta.
O episódio também explica como funciona a derrubada de um veto presidencial, em quais circunstâncias o Congresso pode sustar atos do Executivo e por que CPIs representam uma dimensão própria do poder de fiscalização parlamentar.
Para profissionais de relações governamentais, advocacy, compliance, jurídico e assuntos públicos, surge uma pergunta importante para a análise de qualquer agenda: o governo apoia essa proposta ou o governo realmente precisa apoiá-la para que ela avance?
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🔎 Neste episódio, você vai entender:
- O que o Congresso pode fazer sem depender de sanção presidencial
- Por que uma PEC aprovada não passa pela mesa do presidente
- Como o Congresso pode deixar uma medida provisória perder a validade
- O que acontece quando deputados e senadores derrubam um veto presidencial
- Quando o Legislativo pode sustar atos normativos do Executivo
- Como CPIs ampliam o poder de fiscalização do Congresso
- Por que a composição do Congresso eleito em 2026 será decisiva para a agenda de 2027
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0:00 Abertura: quando a caneta presidencial não entra
1:26 O que o Congresso pode fazer sem o presidente
2:25 PEC 221/2019 e o fim da escala 6x1
3:59 O poder de deixar uma medida provisória morrer
5:28 Vetos presidenciais e decisão final do Congresso
6:44 Decreto legislativo de sustação
7:29 CPIs e competências próprias do Legislativo
8:25 Quem realmente tem a palavra final?
9:19 O Congresso eleito para 2027
10:29 Encerramento
Poder Executivo não é sinônimo de poder fazer tudo sozinho. Em ano eleitoral, a distância entre promessa e entrega passa pelo instrumento escolhido — e pelas assinaturas necessárias.
Neste episódio do Entrelinhas Inteligov, Anna Carolina analisa o cálculo institucional por trás de decretos, medidas provisórias, projetos de lei e PECs. A partir de três casos — a taxa das blusinhas, a PEC da Segurança Pública e o fim da escala 6x1 —, o episódio mostra que velocidade, custo político e reversibilidade mudam conforme o caminho escolhido.
A discussão também passa pelo papel do Congresso Nacional, das agências reguladoras e do Judiciário. Ter maioria para governar no dia a dia não significa ter votos para mudar a Constituição. Indicar dirigentes de uma agência não equivale a controlar suas decisões. E uma medida de efeito imediato pode depender de outra instituição para se tornar permanente.
Para profissionais de relações governamentais, advocacy, compliance, jurídico e assuntos públicos, a pergunta prática é: qual instrumento é mais provável, quem precisa concordar e quanto tempo o processo costuma levar?
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🔎 Neste episódio, você vai entender:• Como o presidente escolhe entre decreto, MP, projeto de lei e PEC• Por que efeito imediato não significa decisão definitiva• O que a taxa das blusinhas revela sobre Executivo e Congresso• Como a PEC da Segurança Pública mudou durante a tramitação• Por que promessas de campanha precisam ser analisadas pela viabilidade institucional
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0:00 Abertura: promessas e poder presidencial
1:25 Como o governo escolhe um instrumento
1:52 Decreto, MP, projeto de lei e PEC
2:26 Por que governos combinam instrumentos
3:03 Taxa das blusinhas e MP 1.357
4:24 PEC da Segurança Pública
5:23 O fim da escala 6x1
6:21 Congresso, agências e Judiciário
6:53 A autonomia das agências reguladoras
7:22 IOF e a atuação do STF
7:59 Os limites da maioria no Congresso8:21 O que observar nas eleições de 20269:40 A força da caneta presidencial
O Brasil tem partidos políticos há quase 200 anos, mas nenhum deles chegou a completar cem anos de existência. A história partidária brasileira é marcada por rupturas, mudanças de regime, reorganizações e novas tentativas de representação política.
Hoje, o país tem 30 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral e chega às eleições de 2026 em um cenário de maior concentração partidária, impulsionado por regras como a cláusula de desempenho, o fim das coligações proporcionais e o avanço das federações partidárias.
Neste episódio do Entrelinhas, Anna Carolina explica como funcionam os partidos políticos no Brasil, qual é a diferença entre partido, coligação, federação e bloco parlamentar, e por que entender essa engenharia partidária é essencial para acompanhar a disputa eleitoral e a governabilidade depois das urnas.
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🔎 Neste episódio, você vai entender:
• Quantos partidos políticos existem hoje no Brasil
• Por que nenhum partido brasileiro chegou a completar cem anos
• Como a história dos partidos no Brasil foi marcada por rupturas
• O que uma sigla precisa cumprir para disputar eleições
• Por que não existe candidatura avulsa no Brasil
• O que é a cláusula de barreira ou cláusula de desempenho
• Como essa regra pressiona partidos menores
• Por que fusões, incorporações e federações ganharam força
• Qual é a diferença entre coligação e federação partidária
• O que é um bloco parlamentar e como ele funciona no Legislativo
• Por que a estratégia partidária importa nas eleições proporcionais
• Como os partidos influenciam a formação de maiorias e a governabilidade
• O que observar no tabuleiro partidário das eleições de 2026
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0:00 A curta duração das legendas brasileiras
1:52 O cenário atual dos partidos no Brasil
3:10 O fim da fragmentação partidária
4:45 O impacto da cláusula de barreira
6:07 Entendendo coligações, federações e blocos
7:56 O papel das siglas nas eleições de 2026
8:53 Como os partidos reorganizam o poder
#PartidosPolíticos #Eleições2026 #Entrelinhas
Plano de governo é mais do que uma lista de promessas. É o documento que organiza prioridades, objetivos e propostas de uma candidatura — e que pode ser comparado ao longo da campanha.
Com o prazo de registro das candidaturas em 15 de agosto e o início da propaganda eleitoral em 16 de agosto, os programas de governo ganham espaço no debate das eleições 2026.
Neste episódio do Entrelinhas, Ana Carolina explica como esses documentos funcionam, o que observar em um plano de governo e como avaliar diagnóstico, prioridades, metas, formas de implementação e financiamento.
O episódio também apresenta propostas divulgadas por diferentes candidaturas e conecta o debate eleitoral a temas que já estão em discussão no Congresso, como segurança pública, jornada de trabalho e inteligência artificial.
As propostas e tramitações mencionadas podem ser atualizadas durante a campanha.
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🔎 Neste episódio, você vai entender:
• O que é um plano de governo e por que os candidatos precisam apresentá-lo
• Quais são os principais componentes de um plano
• Como diagnóstico, prioridades, metas, orçamento e execução se relacionam
• Qual é a diferença entre plano de governo, PPA, LDO e LOA
• Quais pautas já aparecem na disputa presidencial de 2026
• Como segurança pública entrou no centro da campanha
• O que a PEC da Segurança Pública tem a ver com as propostas dos candidatos
• Como o debate sobre o fim da escala 6x1 chegou à eleição
• Por que impostos, gastos e tamanho do Estado diferenciam os programas
• Como inteligência artificial e política externa entram nessa discussão
• Por que Congresso e orçamento são fundamentais para entender a viabilidade das propostas
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#PlanoDeGoverno #Eleições2026 #Entrelinhas
O que centenas de pesquisas eleitorais revelam sobre as eleições de 2026? Uma pesquisa eleitoral mostra uma fotografia do momento. Mas o que acontece quando reunimos centenas de levantamentos, ponderamos metodologias diferentes e acompanhamos a trajetória dos candidatos ao longo do tempo?
Neste episódio do Entrelinhas, apresentamos o Monitor Eleitoral, projeto da Inteligov que compila e interpreta, quinzenalmente, pesquisas registradas no Tribunal Superior Eleitoral para a Presidência da República e os governos estaduais.
Acesse o Monitor Eleitoral 2026 da Inteligov: https://www.inteligov.com.br/monitor-eleitoral-2026
Liderado pelo professor Leandro Terra Adriano, analista de risco político e doutor em Ciência Política pela UFMG, o projeto já processou mais de 360 pesquisas em dez compilações quinzenais e cinco relatórios de nowcasting.
A metodologia considera fatores como modo de coleta, atualidade de cada levantamento, efeitos próprios de cada instituto e tendência de crescimento ou queda dos candidatos. O objetivo não é produzir uma pesquisa a mais, mas extrair uma leitura mais robusta do conjunto dos dados.
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🔎 Neste episódio, você vai entender:
• Por que pesquisas eleitorais isoladas podem produzir leituras distorcidas
• Como funciona a média ponderada do Monitor Eleitoral
• O que são os efeitos próprios de cada instituto de pesquisa
• Por que pesquisas mais recentes e diferentes formas de coleta recebem pesos distintos
• Como a tendência dos candidatos ajuda a interpretar a corrida eleitoral
• O que é nowcasting e como ele incorpora acontecimentos políticos recentes
• O que o Índice de Definição do Pleito revela sobre cada disputa
• Por que não existe um único cenário eleitoral brasileiro
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Para conhecer o Monitor Eleitoral e entender como a Inteligov pode apoiar a análise de cenários políticos e institucionais, acesse o site e agende uma demonstração.
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⏱️ Capítulos
0:00 Trailer do episódio
0:24 A guerra de narrativas nas pesquisas eleitorais
1:17 O que é o Monitor Eleitoral da Inteligov
1:55 O problema de ler pesquisas isoladas
2:25 Efeitos próprios de cada instituto
3:14 Como o Monitor Eleitoral usa dados do TSE
3:51 Pesos por metodologia de coleta
4:21 Decaimento temporal e média ponderada
4:54 Como a tendência dos candidatos muda a leitura
5:28 Mais de 360 pesquisas processadas
7:14 O que é nowcasting
8:00 Índice de Definição do Pleito
9:19 Disputas estaduais e dinâmicas regionais
12:56 Por que acompanhar quinzenalmente o Monitor Eleitoral
13:12 Como acompanhar o Monitor Eleitoral
Monitor Eleitoral: uma pesquisa eleitoral mostra uma fotografia do momento. Mas o que acontece quando reunimos centenas de levantamentos, ponderamos metodologias diferentes e acompanhamos a trajetória dos candidatos ao longo do tempo?
Neste episódio do Entrelinhas, apresentamos o Monitor Eleitoral, projeto da Inteligov que compila e interpreta, quinzenalmente, pesquisas registradas no Tribunal Superior Eleitoral para a Presidência da República e os governos estaduais.
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• O que o Índice de Definição do Pleito revela sobre cada disputa
• Por que não existe um único cenário eleitoral brasileiro
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Marketing político vs. Campanha Eleitoral
Marketing político não é a mesma coisa que campanha eleitoral. E entender essa diferença é essencial em ano de eleição.
Neste episódio do Entrelinhas Inteligov, Ana Carolina parte de um símbolo histórico da política brasileira: a vassoura de Jânio Quadros, usada na eleição de 1960 como promessa visual de combate à corrupção. A partir desse exemplo, o episódio mostra como ideias políticas viram imagem, linguagem, narrativa e memória pública.
A conversa explica o que é marketing político, como ele constrói reputação antes da campanha oficial e por que a campanha eleitoral tem outro objetivo: converter reconhecimento em voto, dentro de um período regulado pela legislação.
Com as eleições de 2026 no horizonte, o episódio também aborda pré-campanha, propaganda eleitoral antecipada, pedido explícito de voto, comunicação pública, redes sociais, impulsionamento, inteligência artificial e os limites definidos pela Lei das Eleições e pelas normas do TSE.
Para quem trabalha com relações governamentais, comunicação, jurídico, compliance, campanhas, partidos ou análise política, a diferença entre construir imagem e pedir voto não é detalhe. É estratégia. E também é regra.
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🔎 Neste episódio, você vai entender:
• Por que a vassoura de Jânio Quadros ainda ajuda a explicar marketing político
• A diferença entre marketing político, pré-campanha e campanha eleitoral
• O que muda a partir de 16 de agosto de 2026
• Por que pedido de voto antes da hora pode gerar risco jurídico
• Como redes sociais, dados, IA e conteúdo permanente mudaram a comunicação política
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0:21 A vassoura de Jânio Quadros e a força do símbolo
2:32 O que é marketing político
4:52 Marketing político não é campanha eleitoral
5:46 Pré-campanha, pedido de voto e propaganda antecipada
6:59 Lei das Eleições, Código Eleitoral e normas do TSE
8:37 Redes sociais, IA e os novos limites da comunicação política
9:21 Comunicação pública, reputação e risco jurídico
11:48 O que está em jogo em ano eleitoral
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