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Entrelinhas Inteligov episodes

  • O risco regulatório por trás da MP das Bets | Entrelinhas Inteligov #59

    A MP das bets (Medida Provisória nº 1.394/2026) mudouimediatamente o ambiente regulatório das apostas no Brasil. Publicada a poucos dias do primeiro turno das eleições de 2026, a medida proibiu a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade das apostas de quota fixa.

     

    Neste episódio do Entrelinhas Inteligov, Anna Carolina usa aMP das bets para analisar um ponto menos óbvio da reta final eleitoral: o que acontece quando uma decisão regulatória relevante é tomada enquanto o ambiente político está prestes a mudar?

     

    O episódio mostra como uma medida provisória pode produzir efeitos imediatos, mas ainda depender do Congresso para se manter; como a implementação envolve diferentes órgãos públicos; e por que o resultado das urnas pode alterar a correlação política antes mesmo de mudar formalmente a composição das instituições.

     

    A discussão também passa pelos efeitos sobre empresasautorizadas, contratos, meios de pagamento, publicidade, possíveis questionamentos judiciais e pela diferença entre o momento em que uma norma entra em vigor e o momento em que seu futuro institucional se consolida.

     

    Para profissionais de Relações Governamentais, advocacy,jurídico, compliance e assuntos públicos, o caso mostra por que uma mudança regulatória não deve ser acompanhada apenas pelo texto publicado. Relatoria, implementação, judicialização, atores e timing político também fazem parte do risco.

     

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    🔎 Neste episódio, você vai entender:
     - O que a MP das bets mudou imediatamente
    - Por que a eleição não suspende a atuação do Executivo
    - Como o resultado eleitoral pode alterar a negociação no Congresso
    - Por que uma mesma política pode depender de MP, projeto de lei e regulamentação
    - Como o risco regulatório se distribui entre Executivo, Legislativo e Judiciário
    - Por que o mapa de stakeholders muda depois da publicação de uma norma
    - O que monitorar quando uma decisão regulatória atravessa o período eleitoral

     

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    0:00 A MP das bets e a proximidade das eleições

    1:35 O fim do mercado regulado de apostas

    2:49 Como o risco se espalha por contratos e operações

    3:41 Medida provisória, projeto de lei e disputainstitucional

    5:03 O Congresso depois do primeiro turno

    6:54 Quem fiscaliza o encerramento das bets

    8:13 O timing eleitoral e os limites da análise

    9:37 Como acompanhar o risco regulatório na prática

     

    #MPdasBets #Eleições2026 #RelaçõesGovernamentais#RiscoRegulatório #Entrelinhas #Inteligov

    12 min
  • O que as eleições realmente mudam no Poder Judiciário? | Entrelinhas Inteligov #58

    Eleições e Poder Judiciário estão ligados de uma forma menos imediata — e mais duradoura — do que costuma parecer.


    O eleitor não escolhe ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), mas as eleições definem quem terá o poder de indicar novos integrantes da Corte e quem participará da aprovação dessas escolhas no Senado.



    A partir da vaga aberta após a aposentadoria de Luís Roberto Barroso e da rejeição da indicação de Jorge Messias, este episódio explica como funciona a escolha de ministros do STF, qual é o papel do presidente da República e do Senado e por que a eleição de 2026 pode produzir efeitos sobre o tribunal durante vários anos.



    Também falamos sobre a renovação de dois terços do Senado, o calendário previsto de aposentadorias compulsórias, a eleição interna da presidência do STF e a relação entre decisões judiciais, Congresso e Executivo.



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    🔎 Neste episódio, você vai entender:• Como presidente e Senado participam da escolha de ministros do STF

    • Por que a composição do Senado importa para o Supremo

    • O que muda — e o que não muda — quando há troca de governo

    • Como o calendário de aposentadorias pode afetar a Corte

    • Por que os efeitos de uma eleição sobre o Judiciário aparecem de forma gradual

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    0:00 O que as eleições mudam no Poder Judiciário

    0:40 A vaga aberta após a aposentadoria de Barroso

    2:43 Como funciona a escolha de ministros do STF

    3:57 O papel do presidente e do Senado

    4:19 Por que dois terços do Senado importam

    4:29 Aposentadorias previstas no STF

    5:37 Presidência do STF e calendários institucionais

    9:57 O que acompanhar depois das eleições

    11:07 Por que os efeitos da eleição podem durar anos


    #PoderJudiciário #STF #Entrelinhas #Eleições #Inteligov

    13 min
  • Por que o Redata avançou e a PEC da Segurança Pública não? | Entrelinhas Inteligov #57

    Duas prioridades do governo podem chegar ao Congresso ao mesmo tempo e, ainda assim, avançar de formas completamente diferentes.


    Neste episódio do Entrelinhas, Anna Carolina analisa o Redata e a PEC da Segurança Pública para mostrar como histórico de negociação, relatoria, emendas, calendário e grau de consenso influenciam o caminho de uma proposta.


    O Redata chegou ao Senado depois de meses de negociação e com um texto que o relator, Cid Gomes, decidiu preservar para evitar uma nova passagem pela Câmara. Já a PEC da Segurança Pública, mesmo depois de uma votação expressiva entre os deputados, recebeu 81 emendas no Senado e ainda mantém pontos importantes em aberto na CCJ.


    A comparação ajuda a entender por que o rótulo de “prioridade do governo” diz menos do que parece. Para quem trabalha com Relações Governamentais, importa observar o que ainda está em disputa, quem controla cada etapa da negociação e qual é o custo de alterar um texto naquele momento da tramitação.


    O episódio também mostra como a conclusão da etapa legislativa pode mudar o mapa de interlocutores. No caso do Redata, a atenção começa a se deslocar para sanção, regulamentação e implementação. Na PEC da Segurança, a negociação parlamentar continua aberta.




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    🔎 Neste episódio, você vai entender:



    - Por que Redata e PEC da Segurança avançaram de formas diferentes


    - Como o calendário legislativo influencia a negociação de emendas


    - O papel de Cid Gomes e Rogério Carvalho nas duas tramitações


    - O que as 39 emendas do Redata e as 81 da PEC da Segurança revelam


    - Por que uma votação ampla na Câmara não encerra a negociação no Senado


    - Como identificar o estágio político real de uma matéria prioritária


    - Quando o acompanhamento precisa migrar do Legislativo para a agenda regulatória




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    #CongressoNacional #PECdaSegurançaPública #Redata #RelaçõesGovernamentais #Entrelinhas

    12 min
  • Presidente ou Congresso: quem manda mais? | Entrelinhas Inteligov #56

    Poder Legislativo não é apenas sinônimo de criar leis. Há decisões em Brasília em que a caneta do presidente simplesmente não entra.


    Neste episódio do Entrelinhas Inteligov, Anna Carolina inverte a pergunta do episódio anterior: se o Poder Executivo encontra limites para agir sozinho, **o que o Congresso Nacional consegue fazer sem depender do presidente?**


    A partir de situações recentes no Legislativo, o episódio analisa como o Congresso pode mudar a Constituição sem sanção presidencial, deixar uma medida provisória perder a validade, derrubar vetos do Executivo, sustar determinados atos presidenciais e abrir investigações sem autorização do governo.


    A discussão passa pela PEC do fim da escala 6x1, pelo fim da vigência da MP do Novo Desenrola Brasil e pelos vetos relacionados às novas regras do transporte rodoviário de cargas. Casos diferentes que revelam a mesma questão: em Brasília, entender quem tem a palavra final pode ser tão importante quanto acompanhar quem apresentou determinada proposta.


    O episódio também explica como funciona a derrubada de um veto presidencial, em quais circunstâncias o Congresso pode sustar atos do Executivo e por que CPIs representam uma dimensão própria do poder de fiscalização parlamentar.


    Para profissionais de relações governamentais, advocacy, compliance, jurídico e assuntos públicos, surge uma pergunta importante para a análise de qualquer agenda: o governo apoia essa proposta ou o governo realmente precisa apoiá-la para que ela avance?


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    🔎 Neste episódio, você vai entender:


    - O que o Congresso pode fazer sem depender de sanção presidencial

    - Por que uma PEC aprovada não passa pela mesa do presidente

    - Como o Congresso pode deixar uma medida provisória perder a validade

    - O que acontece quando deputados e senadores derrubam um veto presidencial

    - Quando o Legislativo pode sustar atos normativos do Executivo

    - Como CPIs ampliam o poder de fiscalização do Congresso

    - Por que a composição do Congresso eleito em 2026 será decisiva para a agenda de 2027


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    0:00 Abertura: quando a caneta presidencial não entra

    1:26 O que o Congresso pode fazer sem o presidente

    2:25 PEC 221/2019 e o fim da escala 6x1

    3:59 O poder de deixar uma medida provisória morrer

    5:28 Vetos presidenciais e decisão final do Congresso

    6:44 Decreto legislativo de sustação

    7:29 CPIs e competências próprias do Legislativo

    8:25 Quem realmente tem a palavra final?

    9:19 O Congresso eleito para 2027

    10:29 Encerramento

    11 min
  • Poder Executivo: o que o próximo presidente pode fazer? | Entrelinhas Inteligov #55

    Poder Executivo não é sinônimo de poder fazer tudo sozinho. Em ano eleitoral, a distância entre promessa e entrega passa pelo instrumento escolhido — e pelas assinaturas necessárias.



    Neste episódio do Entrelinhas Inteligov, Anna Carolina analisa o cálculo institucional por trás de decretos, medidas provisórias, projetos de lei e PECs. A partir de três casos — a taxa das blusinhas, a PEC da Segurança Pública e o fim da escala 6x1 —, o episódio mostra que velocidade, custo político e reversibilidade mudam conforme o caminho escolhido.



    A discussão também passa pelo papel do Congresso Nacional, das agências reguladoras e do Judiciário. Ter maioria para governar no dia a dia não significa ter votos para mudar a Constituição. Indicar dirigentes de uma agência não equivale a controlar suas decisões. E uma medida de efeito imediato pode depender de outra instituição para se tornar permanente.



    Para profissionais de relações governamentais, advocacy, compliance, jurídico e assuntos públicos, a pergunta prática é: qual instrumento é mais provável, quem precisa concordar e quanto tempo o processo costuma levar?


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    🔎 Neste episódio, você vai entender:• Como o presidente escolhe entre decreto, MP, projeto de lei e PEC• Por que efeito imediato não significa decisão definitiva• O que a taxa das blusinhas revela sobre Executivo e Congresso• Como a PEC da Segurança Pública mudou durante a tramitação• Por que promessas de campanha precisam ser analisadas pela viabilidade institucional


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    0:00 Abertura: promessas e poder presidencial

    1:25 Como o governo escolhe um instrumento

    1:52 Decreto, MP, projeto de lei e PEC

    2:26 Por que governos combinam instrumentos

    3:03 Taxa das blusinhas e MP 1.357

    4:24 PEC da Segurança Pública

    5:23 O fim da escala 6x1

    6:21 Congresso, agências e Judiciário

    6:53 A autonomia das agências reguladoras

    7:22 IOF e a atuação do STF

    7:59 Os limites da maioria no Congresso8:21 O que observar nas eleições de 20269:40 A força da caneta presidencial

    11 min
  • Partidos Políticos brasileiros e as eleições de 2026 | Entrelinhas Inteligov #54

    O Brasil tem partidos políticos há quase 200 anos, mas nenhum deles chegou a completar cem anos de existência. A história partidária brasileira é marcada por rupturas, mudanças de regime, reorganizações e novas tentativas de representação política.


    Hoje, o país tem 30 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral e chega às eleições de 2026 em um cenário de maior concentração partidária, impulsionado por regras como a cláusula de desempenho, o fim das coligações proporcionais e o avanço das federações partidárias.


    Neste episódio do Entrelinhas, Anna Carolina explica como funcionam os partidos políticos no Brasil, qual é a diferença entre partido, coligação, federação e bloco parlamentar, e por que entender essa engenharia partidária é essencial para acompanhar a disputa eleitoral e a governabilidade depois das urnas.


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    🔎 Neste episódio, você vai entender:


    • Quantos partidos políticos existem hoje no Brasil

    • Por que nenhum partido brasileiro chegou a completar cem anos

    • Como a história dos partidos no Brasil foi marcada por rupturas

    • O que uma sigla precisa cumprir para disputar eleições

    • Por que não existe candidatura avulsa no Brasil

    • O que é a cláusula de barreira ou cláusula de desempenho

    • Como essa regra pressiona partidos menores

    • Por que fusões, incorporações e federações ganharam força

    • Qual é a diferença entre coligação e federação partidária

    • O que é um bloco parlamentar e como ele funciona no Legislativo

    • Por que a estratégia partidária importa nas eleições proporcionais

    • Como os partidos influenciam a formação de maiorias e a governabilidade

    • O que observar no tabuleiro partidário das eleições de 2026


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    0:00 A curta duração das legendas brasileiras

    1:52 O cenário atual dos partidos no Brasil

    3:10 O fim da fragmentação partidária

    4:45 O impacto da cláusula de barreira

    6:07 Entendendo coligações, federações e blocos

    7:56 O papel das siglas nas eleições de 2026

    8:53 Como os partidos reorganizam o poder


    #PartidosPolíticos #Eleições2026 #Entrelinhas

    10 min
  • Eleições 2026: Planos de governo entram em disputa | Entrelinhas Inteligov #53

    Plano de governo é mais do que uma lista de promessas. É o documento que organiza prioridades, objetivos e propostas de uma candidatura — e que pode ser comparado ao longo da campanha.

    Com o prazo de registro das candidaturas em 15 de agosto e o início da propaganda eleitoral em 16 de agosto, os programas de governo ganham espaço no debate das eleições 2026.

    Neste episódio do Entrelinhas, Ana Carolina explica como esses documentos funcionam, o que observar em um plano de governo e como avaliar diagnóstico, prioridades, metas, formas de implementação e financiamento.

    O episódio também apresenta propostas divulgadas por diferentes candidaturas e conecta o debate eleitoral a temas que já estão em discussão no Congresso, como segurança pública, jornada de trabalho e inteligência artificial.

    As propostas e tramitações mencionadas podem ser atualizadas durante a campanha.

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    🔎 Neste episódio, você vai entender:

    • O que é um plano de governo e por que os candidatos precisam apresentá-lo
    • Quais são os principais componentes de um plano
    • Como diagnóstico, prioridades, metas, orçamento e execução se relacionam
    • Qual é a diferença entre plano de governo, PPA, LDO e LOA
    • Quais pautas já aparecem na disputa presidencial de 2026
    • Como segurança pública entrou no centro da campanha
    • O que a PEC da Segurança Pública tem a ver com as propostas dos candidatos
    • Como o debate sobre o fim da escala 6x1 chegou à eleição
    • Por que impostos, gastos e tamanho do Estado diferenciam os programas
    • Como inteligência artificial e política externa entram nessa discussão
    • Por que Congresso e orçamento são fundamentais para entender a viabilidade das propostas

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    #PlanoDeGoverno #Eleições2026 #Entrelinhas

    15 min
  • O que centenas de pesquisas eleitorais revelam sobre as eleições de 2026 | Entrelinhas Inteligov #52

    O que centenas de pesquisas eleitorais revelam sobre as eleições de 2026? Uma pesquisa eleitoral mostra uma fotografia do momento. Mas o que acontece quando reunimos centenas de levantamentos, ponderamos metodologias diferentes e acompanhamos a trajetória dos candidatos ao longo do tempo?

    Neste episódio do Entrelinhas, apresentamos o Monitor Eleitoral, projeto da Inteligov que compila e interpreta, quinzenalmente, pesquisas registradas no Tribunal Superior Eleitoral para a Presidência da República e os governos estaduais.


    Acesse o Monitor Eleitoral 2026 da Inteligov: https://www.inteligov.com.br/monitor-eleitoral-2026


    Liderado pelo professor Leandro Terra Adriano, analista de risco político e doutor em Ciência Política pela UFMG, o projeto já processou mais de 360 pesquisas em dez compilações quinzenais e cinco relatórios de nowcasting.


    A metodologia considera fatores como modo de coleta, atualidade de cada levantamento, efeitos próprios de cada instituto e tendência de crescimento ou queda dos candidatos. O objetivo não é produzir uma pesquisa a mais, mas extrair uma leitura mais robusta do conjunto dos dados.


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    🔎 Neste episódio, você vai entender:



    • Por que pesquisas eleitorais isoladas podem produzir leituras distorcidas

    • Como funciona a média ponderada do Monitor Eleitoral

    • O que são os efeitos próprios de cada instituto de pesquisa

    • Por que pesquisas mais recentes e diferentes formas de coleta recebem pesos distintos

    • Como a tendência dos candidatos ajuda a interpretar a corrida eleitoral

    • O que é nowcasting e como ele incorpora acontecimentos políticos recentes

    • O que o Índice de Definição do Pleito revela sobre cada disputa

    • Por que não existe um único cenário eleitoral brasileiro



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    Para conhecer o Monitor Eleitoral e entender como a Inteligov pode apoiar a análise de cenários políticos e institucionais, acesse o site e agende uma demonstração.

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    ⏱️ Capítulos


    0:00 Trailer do episódio

    0:24 A guerra de narrativas nas pesquisas eleitorais

    1:17 O que é o Monitor Eleitoral da Inteligov

    1:55 O problema de ler pesquisas isoladas

    2:25 Efeitos próprios de cada instituto

    3:14 Como o Monitor Eleitoral usa dados do TSE

    3:51 Pesos por metodologia de coleta

    4:21 Decaimento temporal e média ponderada

    4:54 Como a tendência dos candidatos muda a leitura

    5:28 Mais de 360 pesquisas processadas

    7:14 O que é nowcasting

    8:00 Índice de Definição do Pleito

    9:19 Disputas estaduais e dinâmicas regionais

    12:56 Por que acompanhar quinzenalmente o Monitor Eleitoral

    13:12 Como acompanhar o Monitor Eleitoral

    14 min
  • Pesquisas eleitorais 2026: 360 pesquisas eleitorais analisadas

    Monitor Eleitoral: uma pesquisa eleitoral mostra uma fotografia do momento. Mas o que acontece quando reunimos centenas de levantamentos, ponderamos metodologias diferentes e acompanhamos a trajetória dos candidatos ao longo do tempo?


    Neste episódio do Entrelinhas, apresentamos o Monitor Eleitoral, projeto da Inteligov que compila e interpreta, quinzenalmente, pesquisas registradas no Tribunal Superior Eleitoral para a Presidência da República e os governos estaduais.


    Liderado pelo professor Leandro Terra Adriano, analista de risco político e doutor em Ciência Política pela UFMG, o projeto já processou mais de 360 pesquisas em dez compilações quinzenais e cinco relatórios de nowcasting.


    A metodologia considera fatores como modo de coleta, atualidade de cada levantamento, efeitos próprios de cada instituto e tendência de crescimento ou queda dos candidatos. O objetivo não é produzir uma pesquisa a mais, mas extrair uma leitura mais robusta do conjunto dos dados.


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    🔎 Neste episódio, você vai entender:


    • Por que pesquisas eleitorais isoladas podem produzir leituras distorcidas

    • Como funciona a média ponderada do Monitor Eleitoral

    • O que são os efeitos próprios de cada instituto de pesquisa

    • Por que pesquisas mais recentes e diferentes formas de coleta recebem pesos distintos

    • Como a tendência dos candidatos ajuda a interpretar a corrida eleitoral

    • O que é nowcasting e como ele incorpora acontecimentos políticos recentes

    • O que o Índice de Definição do Pleito revela sobre cada disputa

    • Por que não existe um único cenário eleitoral brasileiro


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    0:24 A guerra de narrativas nas pesquisas eleitorais

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    1:55 O problema de ler pesquisas isoladas

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    3:14 Como o Monitor Eleitoral usa dados do TSE

    3:51 Pesos por metodologia de coleta

    4:21 Decaimento temporal e média ponderada

    4:54 Como a tendência dos candidatos muda a leitura

    5:28 Mais de 360 pesquisas processadas

    7:14 O que é nowcasting

    8:00 Índice de Definição do Pleito

    9:19 Disputas estaduais e dinâmicas regionais

    12:56 Por que acompanhar quinzenalmente o Monitor Eleitoral

    13:12 Como acompanhar o Monitor Eleitoral


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    #MonitorEleitoral #Eleicoes2026 #Entrelinhas

    14 min
  • Marketing político x Campanha eleitoral: o limite que poucos conhecem | Entrelinhas Inteligov #51

    Marketing político vs. Campanha Eleitoral


    Marketing político não é a mesma coisa que campanha eleitoral. E entender essa diferença é essencial em ano de eleição.


    Neste episódio do Entrelinhas Inteligov, Ana Carolina parte de um símbolo histórico da política brasileira: a vassoura de Jânio Quadros, usada na eleição de 1960 como promessa visual de combate à corrupção. A partir desse exemplo, o episódio mostra como ideias políticas viram imagem, linguagem, narrativa e memória pública.


    A conversa explica o que é marketing político, como ele constrói reputação antes da campanha oficial e por que a campanha eleitoral tem outro objetivo: converter reconhecimento em voto, dentro de um período regulado pela legislação.


    Com as eleições de 2026 no horizonte, o episódio também aborda pré-campanha, propaganda eleitoral antecipada, pedido explícito de voto, comunicação pública, redes sociais, impulsionamento, inteligência artificial e os limites definidos pela Lei das Eleições e pelas normas do TSE.


    Para quem trabalha com relações governamentais, comunicação, jurídico, compliance, campanhas, partidos ou análise política, a diferença entre construir imagem e pedir voto não é detalhe. É estratégia. E também é regra.


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    🔎 Neste episódio, você vai entender:

    • Por que a vassoura de Jânio Quadros ainda ajuda a explicar marketing político

    • A diferença entre marketing político, pré-campanha e campanha eleitoral

    • O que muda a partir de 16 de agosto de 2026

    • Por que pedido de voto antes da hora pode gerar risco jurídico

    • Como redes sociais, dados, IA e conteúdo permanente mudaram a comunicação política


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    0:00 Trailer do episódio

    0:21 A vassoura de Jânio Quadros e a força do símbolo

    2:32 O que é marketing político

    4:52 Marketing político não é campanha eleitoral

    5:46 Pré-campanha, pedido de voto e propaganda antecipada

    6:59 Lei das Eleições, Código Eleitoral e normas do TSE

    8:37 Redes sociais, IA e os novos limites da comunicação política

    9:21 Comunicação pública, reputação e risco jurídico

    11:48 O que está em jogo em ano eleitoral


    #MarketingPolitico #CampanhaEleitoral #Eleicoes2026 #Entrelinhas #inteligov

    13 min

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