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Lei Vini Jr virou um dos temas mais simbólicos da Copa do Mundo de 2026: uma regra de jogo contra condutas discriminatórias em campo abriu uma discussão muito maior sobre racismo, responsabilização e alcance das leis.No Mundial, Miguel Almirón, do Paraguai, e Piero Hincapié, do Equador, foram expulsos após cobrirem a boca em confrontos verbais com adversários. A medida, aprovada pela IFAB e adotada na Copa, ficou associada aos episódios de racismo sofridos por Vinícius Júnior no futebol europeu.Mas o debate não termina no gramado. O episódio explica por que “Lei Vini Jr” pode significar coisas diferentes: uma regra esportiva internacional, leis estaduais brasileiras contra o racismo em estádios e propostas federais que tentam ampliar a responsabilização por crimes de racismo cometidos fora do país.Também olhamos para o contraste entre a punição imediata dentro de campo e o crescimento dos ataques racistas nas redes sociais durante o torneio. Segundo dados divulgados pela imprensa a partir do monitoramento da FIFA, 11% das publicações abusivas identificadas tinham motivação racista.━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━🔎 Neste episódio, você vai entender:• O que é a chamada Lei Vini Jr• Por que cobrir a boca em confronto pode gerar expulsão• A diferença entre regra esportiva, lei estadual e projeto federal• Como o caso Vini Jr chegou ao debate jurídico brasileiro• Por que o racismo no futebol também se deslocou para as redes━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━🔗 Acompanhe a InteligovSite: https://www.inteligov.com.br/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbr/Spotify: https://open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooFYouTube: https://www.youtube.com/@inteligovbrBlog: https://blog.inteligov.com.br/artigosNewsletter Entrelinhas: https://blog.inteligov.com.br/newsletter━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━📢 Inscreva-se no canal e acompanhe os próximos episódios do Entrelinhas Inteligov.#LeiViniJr #RacismoNoFutebol #Entrelinhas #Racismo
Parada LGBT+: por que marcas recuaram do patrocínio?
A Parada LGBT+ de São Paulo chegou aos 30 anos com apenas 4 marcas patrocinadoras, contra 11 patrocinadores e apoiadores no ano anterior.
Neste episódio do Entrelinhas Inteligov, a gente olha para além da Avenida Paulista para entender por que o recuo de marcas em eventos do orgulho LGBT+ não é apenas uma decisão de marketing. Ele também reflete pressões políticas, disputas legislativas, risco reputacional e mudanças na forma como empresas tratam diversidade, ESG e comunicação pública.A edição de 2026 teve Amstel, Grupo L’Oréal no Brasil, Amstel Vibes e Philip Morris Brasil como marcas patrocinadoras, além de outras empresas em categorias de apoio. O dado ajuda a mostrar como diversidade, investimento privado e ambiente político passaram a ocupar o mesmo tabuleiro.
A conversa também passa pela decisão do STF que enquadrou homofobia e transfobia na Lei do Racismo enquanto o Congresso não aprova uma lei específica, pelo crescimento de processos relacionados à LGBTfobia e pelos projetos de lei que hoje avançam em sentidos opostos no Legislativo.
Para profissionais de relações governamentais, jurídico, compliance, comunicação e ESG, o tema mostra como decisões públicas, disputas culturais e estratégia empresarial estão cada vez mais conectadas.
◆ 🔎 Neste episódio, você vai entender:
• Por que a Parada LGBT+ de São Paulo perdeu patrocínio privado
• Como o ambiente político influencia decisões de marcas• O que decidiu o STF sobre homofobia, transfobia e Lei do Racismo
• Quais projetos de lei movimentam a pauta LGBTQIA+ no Congresso
• Por que diversidade virou tema estratégico para empresas e áreas de RIG
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#ParadaLGBT #LGBTQIA #Entrelinhas #Inteligov #Diversidade
Legislação do futebol não é um tema distante do torcedor. Ela aparece nos contratos dos atletas, nas transferências, nos ingressos, na segurança dos estádios, nas SAFs, nas apostas esportivas e até na forma como clubes se organizam.
Com a Copa do Mundo de 2026 em andamento, este episódio do Entrelinhas Inteligov olha para o futebol além do campo: o jogo jurídico, político e econômico que sustenta o esporte mais popular do Brasil.
A conversa passa pela Lei Pelé, pelo Estatuto do Torcedor, pela Lei Geral do Esporte, pela Lei da SAF e pelo caso Bosman, que mudou o mercado internacional de transferências. O episódio também mostra por que decisões do Congresso, dos tribunais e de entidades esportivas podem alterar profundamente a vida de clubes, atletas, investidores, patrocinadores e torcedores.
Para profissionais de relações governamentais, jurídico, compliance, comunicação, negócios do esporte e assuntos públicos, acompanhar essas mudanças não é detalhe. É parte do próprio jogo.
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🔎 Neste episódio, você vai entender:
• Por que o futebol precisa de leis
• Como a Lei Pelé mudou os contratos de atletas no Brasil
• O papel do Estatuto do Torcedor na proteção do público
• O que a Lei Geral do Esporte consolidou
• Como a SAF criou um novo modelo jurídico para clubes
• Por que Congresso, tribunais e grupos de interesse moldam o futebol
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0:00 Copa do Mundo 2026 e o futebol fora de campo
1:15 O que futebol tem a ver com legislação
1:45 Por que o futebol precisa de leis
2:53 Lei Pelé e o fim da Lei do Passe
3:38 Caso Bosman e o mercado de transferências
4:42 Estatuto do Torcedor e direitos do público
5:45 Lei Geral do Esporte e consolidação das regras
6:20 Contratos, salários e transparência financeira
7:19 SAF e o novo modelo jurídico dos clubes
8:32 Resultados e riscos das SAFs no Brasil
9:32 O processo legislativo por trás do futebol
10:25 Lei Bosman, tribunais e regras globais
11:08 Pautas atuais: fair play, agentes e bets
11:58 O futebol do futuro depende das decisões de hoje
12:13 Encerramento
#LegislaçãoDoFutebol #CopaDoMundo2026 #Entrelinhas
Monitoramento legislativo subnacional é uma das lacunas mais críticas de risco regulatório para empresas no Brasil. Sua empresa acompanha tudo que tramita na Câmara dos Deputados e no Senado, mas sabe o que está sendo votado na assembleia legislativa do seu estado ou na câmara municipal da cidade onde sua operação está instalada?
Em 2023, a Transparência Internacional avaliou as 27 casas legislativas estaduais brasileiras com 62 indicadores de transparência e governança. Nenhuma assembleia obteve classificação máxima. Apenas 4 foram consideradas boas. Onze estados tiveram avaliação ruim ou péssima, e 10 estados, incluindo Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, zeraram a pontuação na dimensão de legislação, que monitora normas sobre lobby, proteção a denunciantes e dados abertos.
Enquanto o Congresso concentra atenção e ferramentas de monitoramento legislativo, assembleias estaduais e câmaras municipais operam fora do radar. É nelas que são decididas questões de tributação, licenciamento, meio ambiente e saúde que definem o ambiente regulatório de qualquer operação. Para quem trabalha com relações governamentais, advocacy, compliance ou assuntos corporativos, ignorar esse nível não é só uma lacuna de informação — é um risco regulatório estratégico real.
Neste episódio, Anna Carolina apresenta pontos de Gabriel Barreto, cientista político e especialista em relações governamentais, e de Juliana Prado, product owner da Inteligov, sobre como esse gap de monitoramento legislativo subnacional afeta quem precisa antecipar votações, engajar stakeholders e agir antes que a decisão aconteça. O episódio cobre o peso político das assembleias estaduais nas políticas públicas, a assimetria entre organizações com mais e menos estrutura, e o que está mudando com a expansão da Inteligov para ALESP, ALMG e Câmara Municipal de São Paulo.
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Neste episódio, você vai entender:
✔️ Por que assembleias estaduais e câmaras municipais concentram risco regulatório real para empresas
✔️ O que os dados da Transparência Internacional revelam sobre o legislativo subnacional brasileiro
✔️ Como o gap de monitoramento legislativo subnacional afeta profissionais de relações governamentais na prática
✔️ A assimetria de informação entre grandes organizações e quem tem menos estrutura de monitoramento
✔️ O que muda com a expansão da Inteligov para ALESP, ALMG e Câmara Municipal de São Paulo
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🎥 Assista ao episódio completo e entenda por que o monitoramento legislativo subnacional é uma das lacunas mais críticas para quem trabalha com relações governamentais no Brasil.
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0:00 Monitoramento legislativo subnacional: o que está em jogo
1:10 A assimetria histórica no legislativo brasileiro
1:29 Transparência Internacional: o que os dados revelam
3:08 Relações governamentais: quando o fluxo de informação quebra
4:49 Risco regulatório fora de Brasília: o que é decidido nos estados
6:18 Mercado de RIG: o que está mudando no monitoramento subnacional
6:58 Inteligov expande: ALMG, ALESP e Câmara Municipal de SP
7:57 Como monitorar assembleias estaduais e câmaras municipais
#MonitoramentoLegislativo #AssembleiasEstaduais #RelacõesGovernamentais #Entrelinhas #PoliticaBrasileira
Imposto de Renda 2026 mudou de verdade pela primeira vez em mais de uma década. Com a sanção da Lei 15.270/2025, 16 milhões de brasileiros passaram a pagar menos imposto ou ficaram completamente isentos. Mas o que isso significa na prática, quem é afetado e o que muda na sua declaração?
Neste episódio do Entrelinhas, a Ana Carolina destrincha a reforma do Imposto de Renda que entrou em vigor em janeiro de 2026. A nova regra isenta quem ganha até R$ 5.000 por mês e cria um desconto progressivo para rendas de até R$ 7.350. Do outro lado da balança, o governo criou o Imposto de Renda da Pessoa Física Mínimo (IRPFM), que atinge contribuintes com renda anual acima de R$ 600 mil, e passou a tributar dividendos acima de R$ 50 mil mensais com alíquota de 10% na fonte.
A reforma tramitou por 8 meses e foi aprovada por unanimidade nas duas casas do Congresso, algo raro para uma mudança dessa magnitude. Isso sinaliza um consenso político em torno do argumento de justiça tributária: quem ganha menos deve pagar menos, e quem concentra renda precisa contribuir mais. Mas o debate está longe de acabar. Economistas divergem sobre os efeitos da tributação de dividendos no ambiente de negócios, e o IRPFM ainda será regulamentado para a declaração de 2027.
Atenção ao calendário: a declaração deste ano (prazo até 29/05/2026) ainda segue as regras antigas, referente ao ano-base 2025. A isenção dos R$ 5.000 só aparece na declaração de 2027. Novidades para agora incluem o cashback do IR para quem teve imposto retido indevidamente, obrigatoriedade de declarar ganhos com bets e restituição em 4 lotes.
»»»»»»»»»»»»»»»»»»Neste episódio, você vai entender:✔️ O impacto da Lei 15.270/2025 e o novo teto de isenção de R$ 5 mil
✔️ Quem são os "super-ricos" afetados pelo novo imposto mínimo (IRPFM)
✔️ As novas regras para tributação de lucros e dividendos
✔️ Calendário completo: o que vale para 2026 e o que fica para 2027
✔️ O impacto socioeconômico da reforma na arrecadação de estados e municípios
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🎥 Assista/escute ao episódio completo e entenda os impactos da reforma do Imposto de Renda para o seu bolso e para o Brasil.
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0:00 Introdução
0:35 As novas regras da Lei 15.270 de 2025
1:02 Contexto histórico: O fim do congelamento da tabela
3:20 Isenção de R$ 5.000: Quem para de pagar?
5:03 IRPFM: O novo imposto para os super-ricos
6:22 Tributação de dividendos e mercado financeiro
7:33 Calendário e regras para a declaração 2026
10:13 Impactos socioeconômicos e justiça tributária
12:40 Encerramento
#ImpostoDeRenda2026 #ReformaIR #IsençãoIR #PodcastEntrelinhas #Inteligov
Com a janela partidária 2026 encerrada em 3 de abril, o Congresso brasileiro foi completamente redesenhado. Quase um em cada quatro deputados trocou de partido, e essa movimentação não é detalhe administrativo — ela define as prioridades legislativas dos próximos sete meses, quem são seus aliados e quem são seus adversários nas votações que vêm.
Se você trabalha com monitoramento legislativo, relações governamentais, compliance ou qualquer área que dependa de entender como o Congresso funciona, a janela partidária importa por razões muito concretas. Ela redesenha bancadas e comissões, revela o mapa de alianças para o ano todo, afeta a distribuição de recursos e tempo de TV, e reduz dramaticamente a produtividade legislativa enquanto acontece. Neste episódio, Anna Carolina Romano explica o mecanismo por trás dessa movimentação, por que existe, quem ganha e quem perde, e como isso impacta diretamente a aprovação de leis que afetam seu setor.
O que você vai descobrir aqui é que a janela partidária não é apenas um período de trocas de legenda. É um termômetro de alianças eleitorais, um indicador de como o jogo político vai se desenhar até outubro, e uma pista clara sobre quais pautas vão avançar e quais vão ficar presas enquanto o mapa se reorganiza.
»»»»»»»»»»»»»»»»»»Neste episódio, você vai entender:✔️ O que é janela partidária e por que ela existe na legislação eleitoral brasileira✔️ Por que deputados podem trocar de partido durante a janela sem perder o mandato✔️ Como a reorganização das bancadas afeta as comissões temáticas e a aprovação de projetos de lei
✔️ Qual é o impacto prático das trocas de partido em recursos, tempo de TV e poder de negociação
✔️ Como ler o mapa de alianças que emerge durante a janela para antecipar votações legislativas
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Conheça a Inteligov e transforme o caos legislativo em decisões estratégicas: https://www.inteligov.com.br/
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»»»»»»»»»»»»»»»»»»0:00 Introdução
0:29 O que é a janela partidária e como funciona
0:55 Por que o mandato pertence ao partido, não ao deputado
1:39 Justa causa e as situações de desfiliação reconhecidas
2:26 Quem pode usar a janela
3:27 Por que a janela partidária importa para RIG e monitoramento legislativo
3:42 Redesenho de bancadas e comissões temáticas
4:10 Revelação do mapa de alianças para o segundo semestre
4:55 Impacto em recursos, TV e poder de negociação
5:30 O vazio deliberativo: por que o Congresso funciona diferente
7:49 O padrão das trocas em ondas: primeiro dia e reta final
8:12 Estabilização e atualização de registros pós janela partidária
9:13 Como recalibrar o mapa do Congresso para o segundo semestre
71% dos brasileiros são a favor do fim da escala 6x1. Essa pauta começou como um vídeo no TikTok em 2023 e, em 2026, está prestes a ser votada no plenário da Câmara dos Deputados. O presidente da Casa, Hugo Motta, anunciou que a votação deve acontecer em maio — a menos de dois meses.
Neste episódio, explicamos tudo o que está em jogo: quais são as propostas em tramitação, quais são as diferenças entre elas — inclusive entre o modelo 4x3 proposto originalmente e o 5x2 que o governo sinaliza aceitar —, quem são os atores do debate e qual é o caminho que ainda falta percorrer antes da votação final.
O episódio também explica por que quem trabalha com regulação, relações governamentais e monitoramento legislativo precisa acompanhar esse processo agora — antes da votação, enquanto o texto ainda pode ser influenciado nas audiências da CCJ e na comissão especial.
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Neste episódio, você vai entender:
✔️ O que é a escala 6x1 e por que ela voltou ao centro do debate
✔️ Como o movimento VAT transformou um TikTok em proposta constitucional
✔️ Quais são as propostas em tramitação e as diferenças entre elas
✔️ A diferença entre 4x3 e 5x2 — e por que isso importa para o texto final
✔️ Por que uma PEC é diferente de um projeto de lei — e o que isso muda na prática
✔️ Qual é o cronograma de votação e o que ainda pode mudar no texto
✔️ O que o setor empresarial está argumentando — e os dados por trás disso
✔️ Por que o calendário eleitoral pressiona uma aprovação antes de outubro
✔️ O que profissionais de regulação e relações governamentais precisam fazer agora
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🎥 Assista ao episódio completo e entenda o que está em jogo na votação mais esperada da legislatura.
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O MEI vai poder faturar R$ 130 mil? O teto do Microempreendedor Individual não é atualizado há quase 8 anos. Em 2024, mais de 570 mil MEIs foram desenquadrados automaticamente pela Receita Federal — não por fraude, mas por crescer demais e ultrapassar um limite que a inflação já corroeu de vez.
O PLP 108/2021 propõe mudar isso: elevar o teto de R$ 81 mil para R$ 130 mil por ano e permitir a contratação de até dois funcionários. Aprovado no Senado por unanimidade em 2021, o projeto ficou parado na Câmara por cinco anos. Em março de 2026, o presidente Hugo Motta colocou o regime de urgência em votação — e o resultado foi mais uma unanimidade. Raridade no Congresso brasileiro.
A análise passa pela criação do MEI em 2008, sua expansão ao longo dos anos e o papel central que ele ocupa hoje na economia brasileira, com mais de 12,9 milhões de empreendedores. Também explica por que o limite atual de R$ 81 mil se tornou um problema e como isso afeta diretamente o crescimento dos pequenos negócios.
Mas urgência aprovada não é votação final. Ainda há risco de emendas que podem devolver o texto ao Senado, debate sobre indexação automática pelo IPCA e incertezas sobre como o Microempreendedor Individual será tratado no novo sistema tributário a partir de 2027.
Neste episódio, Anna Carolina Romano explica o que está em jogo, por que o projeto travou tanto tempo e o que ainda pode acontecer antes da votação final — um caso de manual sobre como o calendário legislativo reflete escolhas políticas, não apenas agenda técnica.
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Neste episódio, você vai entender:
✔️ O que é o MEI e como funciona
✔️ Como o MEI foi criado e por que virou o maior motor de formalização do país
✔️ Por que o teto de R$ 81 mil está defasado e o que isso custa na prática
✔️ O que o PLP 108/2021 propõe e por que ficou parado por 5 anos
✔️ Quais são os riscos entre a aprovação da urgência e a votação final
✔️ Como a mudança para R$ 130 mil pode impactar os empreendedores
✔️ O que esse processo revela sobre o poder do Executivo sobre a pauta legislativa
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🎥 Assista ao episódio completo e entenda o que o Congresso decide para 12 milhões de brasileiros.
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0:00 O problema: teto congelado há 8 anos
1:02 O que é o MEI e como surgiu em 2008
2:54 Como funciona o MEI na prática
4:03 O impacto real: 12 milhões de brasileiros
5:32 Por que o teto parou de ser corrigido
8:07 O PLP 108/2021: o que muda com o projeto
9:12 Os riscos antes da votação final
#MEI #ReformaMEI #PLP108 #MicroempreendedorIndividual #Entrelinhas
O Brasil tem 52% do eleitorado composto por mulheres — e ocupa a 133ª posição no ranking mundial de representação feminina nos parlamentos. Estamos atrás da Coreia do Norte. Da Arábia Saudita. E de mais de cem outras nações. Como chegamos aqui?
Neste episódio especial do mês da Mulher, a Entrelinhas percorre quase 100 anos de história da participação feminina na política brasileira. Do voto conquistado em 1932 — com restrições — à primeira presidenta eleita em 2010. Das primeiras deputadas federais em 1934 às 91 mulheres eleitas para a Câmara em 2022, o maior percentual da história e ainda assim menos de 1 em cada 5 deputados.
A análise passa pelos três poderes. No Executivo, apenas uma presidenta em mais de 130 anos de República, dois estados governados por mulheres hoje e uma projeção que assusta: no ritmo atual, a paridade nas prefeituras levaria 144 anos. No Legislativo, as cotas eleitorais funcionaram parcialmente — ter candidatura não é o mesmo que ser eleita. No Judiciário, o teto de vidro é explícito: quanto mais alta a corte, menos mulheres no poder no Brasil. O STF tem uma ministra entre onze. O TCU não tem nenhuma.
A sub-representação feminina não é só cultural. Está nas regras: financiamento eleitoral desigual, violência política contra candidatas e estrutura partidária ainda predominantemente masculina. Em 2024, a PEC 9 anistiou partidos que descumpriram as cotas — um retrocesso classificado assim por especialistas. Por que há tão poucas mulheres no poder no Brasil? Esse episódio responde com dados, história e sem eufemismo.
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Neste episódio, você vai entender:
✔️ Como foi a conquista do voto feminino no Brasil — e as restrições que vieram com ele
✔️ O retrato atual das mulheres na política brasileira no Executivo, Legislativo e Judiciário
✔️ Por que as cotas eleitorais funcionaram só parcialmente
✔️ O que a PEC 9 mudou e por que especialistas a classificam como retrocesso
✔️ Quais barreiras estruturais ainda travam a representação feminina no poder
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0:00 Brasil é o 133º em representação feminina no mundo
1:15 1927: o primeiro voto feminino da América Latina
2:16 Primeiras deputadas e o início da sub-representação
3:04 Mulheres no poder: presidenta, governadoras, prefeitas
5:05 Cotas eleitorais: o que funcionou e o que não funcionou
6:58 Judiciário: o teto de vidro nas cortes brasileiras
7:57 Por que isso é uma pauta de democracia, não de mulher
A reforma trabalhista argentina foi aprovada pela Câmara dos Deputados e está em fase final no Senado. Metade do país aprova, metade rejeita — e os efeitos não param nas fronteiras. O que essa mudança significa para o Brasil?
O governo de Javier Milei transformou a flexibilização trabalhista em peça central da sua agenda de desregulação econômica. Após ter trechos do Decreto de Necessidade e Urgência 70/2023 suspensos pelo Judiciário, o Executivo argentino levou os pontos mais estruturais ao Congresso dentro da chamada Lei Bases. O resultado é uma reforma que amplia o período de experiência para até 12 meses, cria fundos de cessação laboral em substituição à indenização direta por demissão, flexibiliza jornadas de trabalho para até 12 horas diárias, amplia o conceito de serviços essenciais no direito de greve e reduz multas por informalidade.
Para o Brasil, a reforma trabalhista argentina levanta questões que vão muito além da comparação jurídica. Se a Argentina conseguir atrair investimentos com um ambiente regulatório mais flexível, o contraste com o modelo brasileiro ganha peso nas decisões empresariais e no debate legislativo. O Brasil, que já percorreu parte desse caminho com a reforma de 2017, tem limites constitucionais mais rígidos e um sistema de proteção ancorado no FGTS e na Justiça do Trabalho — o que torna qualquer movimento de flexibilização mais complexo e politicamente sensível.
Enquanto a Argentina avança na desregulação, o Brasil discute redução de jornada e escala 6x1. Esse contraste regional pode reorganizar prioridades estratégicas em ambos os países e influenciar a dinâmica de competitividade no Mercosul.
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Neste episódio, você vai entender:
✔️ O que foi aprovado na reforma trabalhista argentina e seus principais pontos
✔️ Como o governo Milei reorganizou a estratégia após o decreto barrado pelo Judiciário
✔️ As diferenças estruturais entre os modelos trabalhistas do Brasil e da Argentina
✔️ Quais impactos econômicos, geopolíticos e regulatórios essa reforma gera para o Brasil
✔️ Por que o contraste regional pode acelerar debates legislativos brasileiros
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🎥 Assista/escute ao episódio completo e entenda os impactos da reforma trabalhista argentina para o Brasil.
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