Entrevistas BANTUMEN

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Entrevistas BANTUMEN episodes

  • Xullaji: "O caminho que faço é para o Sul"
    Xullaji integra o cartaz do MIL, festival dedicado à indústria da música, a acontecer em Lisboa, de 28 a 30 de setembro. É como Prétu que vai apresentar-se em palco, um projeto lançado no ano passado e, provavelmente, um dos mais relevantes do cenário afrofuturista diaspórico em solo português.
    Podes ler o artigo em: https://bantumen.com/chullage-xullaji-pretu-mil/
    32 min
  • Daniel e Daniela leva-nos ao cinema para refletir sobre identidade

    Quando é a altura certa para falar com uma criança sobre identidade, legado ou racismo? Como cultivar numa criança o pensamento crítico? Não há provavelmente uma resposta certa para estas questões mas há um filme em cartaz, em Portugal, que dá-nos uma perspetiva sobre como um homem de 82 anos o fez com a filha de 12 anos.


    Daniel e Daniela, com realização da jornalista portuguesa Sofia Pinto Coelho e produção da Ukbar, está em cartaz no cinema City Alvalade, em Lisboa, e o argumento deste filme-documentário fala-nos sobre racismo, colonialismo, mas sobretudo de legado, História e identidade. Tudo, em conversas entre pai e filha, de gerações muito distantes, e durante uma viagem às origens, entre a Guiné Bissau, Cabo Verde e São Tomé.


    Artigo 

    27 min
  • Kaysha: O dinheiro não está na fama, está na sombra"

    Como cantor e produtor musical, Kaysha vive desde sempre uma dualidade entre ser um dos grandes propulsores de zouk, cabo zouk e kizomba contemporâneos e não ser meritório de prémios internacionais por não ter sangue antilhano, cabo-verdiano ou angolano. Estas sensibilidades de pertencimento musical e cultural foram por si entendidas a partir do momento em que desassociou as definições de fama e negócio, relegando para um plano distante a necessidade de reconhecimento de uma indústria preparada para criar fama sem assegurar segurança financeira para o criador de arte.

    Sempre numa posição de antecipação a longo prazo, hoje, Kaysha é fundador de um sistema próprio de rentabilização - com base na sua música e numa marca de roupa - que lhe permite viver confortavelmente e, sobretudo, ditar as suas próprias regras enquanto artista e empreendedor.

    1 hr 5 min
  • Mayra Andrade: “Não Sou Aquela Pessoa Que Precisa Da Tristeza Para Criar”

    Nas vésperas de subir ao palco do Rock In Rio, no Rio de Janeiro (Brasil), neste sábado 3, conversámos com Mayra Andrade para falar sobre a sua digressão em terras de Vera Cruz e perceber melhor como surge a influência brasileira na sua música e os seus diferentes processos criativos. 


    Se uma boa parte dos artistas acusa uma dependência da tristeza para criar, para a Mayra, é apenas mais uma ferramenta que permite e facilita o processo de criação. "Abraço a tristeza porque depois dela, geralmente, vem a alegria, porém não faço culto dela para criar. Gosto de ter a energia de uma coisa vital, de uma coisa para cima e ver o que nasce dali.  Até no Manga é assim. É um disco bem solar. Fala de coisas tristes, mas fala de coisas alegres, sensuais, histórias, da minha origem", explicou a cantora ao jornalista adailton Moura.


    Nas suas palavras, pudemos também ouvir que cantar em crioulo não é uma barreira para a internacionalização de uma carreira, porque "quando dizemos que a música é uma linguagem universal, temos que colocar isso em prática". A artista explica que a emoção e o sentimento colocados na música é que criam o um elo  com o público e que isso está muito acima da linguagem verbal.


    "É por isso que eu posso fazer um show em Tóquio, outro na Arábia Saudita, África do Sul, outro no Brasil e as pessoas chorarem. Pronto! Estão chorando por quê? Pode ser que alguma coisa tenha dado espaço para a própria história da pessoa se manifestar, a sua própria herança e isso já é um ganho", disse.


    Artigo completo

    24 min
  • As influências e tendências de YeezYuri e Lydasse

    Estivemos à conversa com YeezYuri e Lydasse, dois jovens que pertencem a esta nova era da música em que os produtores também são as estrelas das canções.

    Se até há algum tempo o produtor era apenas um elemento na composição de uma música, hoje partilha os holofotes com os intérpretes e é visto como um chefe de orquestra sem o qual não é possível conduzir a banda.

    Numa conversa mediada por Eddie Pipocas, os produtores YeezYuri (Portugal) e Lydasse (Moçambique) deram os seus pontos de vista sobre esta nova fase que vive a indústria da música, as suas influências e as principais tendências a seguir no mercado.


    Artigo: https://bit.ly/3ARhjfw



    20 min
  • Miguel, 10 anos a fazer da Internet um paraíso do bom humor

    Prestes a completar dez anos desde que lançou o primeiro vídeo no YouTube, com “C3 Paraíso – Bo Tem Nesquik” (2013), Miguel Paraíso é atualmente um dos criadores de conteúdo nas redes sociais de maior sucesso em Portugal. A BANTUMEN esteve à conversa com o autor da icónica paródia “Eu Queria Ser Campeão” para conhecer melhor a sua trajetória, fazer um balanço desse percurso – que inclui parcerias com marcas como McDonald’s e Intimissimi – e as mudanças que foram surgindo na sua vida com o aumento de popularidade.

    Numa altura em que o YouTube começava a dar o ar da sua graça em Portugal, e ainda existiam poucos youtubers, Miguel lembrou-se de aproveitar os seus tempos livres com a plataforma. Registou-se, começou a fazer upload de vídeos simples e hoje acumula 305 mil subscritores e mais de 45 milhões de visualizações.

    Artigo 

    6 min
  • Carlos Pereira vai fazer-nos rir com "Juro Que Aconteceu"

    Carlos Pereira nasceu para o humor, à frente e atrás das câmaras. Apresentador de um dos programas televisivos mais populares da RTP África e produtor da série "Barman" da RTP Lab, Carlos está agora à frente de um novo talk show, o Juro que Aconteceu.

    Este novo registo promete fazer-nos rir com vivências ou experiências pessoais, do dia a dia ou de momentos caricatos, contadas na primeira pessoa, por famosos e pessoas da comunidade. São histórias divertidas e inusitadas, daquelas que, quando contadas, têm de ter atrelada a frase "juro que aconteceu".


    Artigo





    23 min
  • Neusa Sousa: "Não queria ser só mais uma negra em Portugal"

    Neusa tem um à vontade social de que poucos se podem gabar. Com o bom humor que lhe é característico e uma mão sempre estendida para ajudar, é hoje responsável por uma rede de mulheres que é um espaço de partilha, cria laços pessoais e profissionais, gera correntes de motivação e, sobretudo, dá a possibilidade a outras tantas de descobrirem novas possibilidades e, assim, gerarem mudança.

    Em 2012, a frequentar o último ano do ensino secundário, enquanto a maioria ainda estava a tentar descobrir-se, entender as normas sociais e em que grupos encaixar-se, Neusa Sousa já dava de si à sua comunidade e começava a descortinar a carreira que hoje segue.

    Artigo 

    30 min
  • Pikas “Eu era o nigga do freestyle não o da música”

    No mundo das artes, há dois tipos de pessoas, os que se tornam artistas e os que nascem artistas. O último caso é o de Eduardo Tomás, mais conhecido por Pikas, cuja vida sempre fluiu acompanhada de música.

    Quando miúdo, fazia questão de cantar tudo o que lhe ia aparecendo, mesmo quando desconhecia a letra. Segui a harmonia de como quem segue os BPMs sem mesmo saber o que são. O facto de não passar muito tempo com os pais ou irmãos fez com que a música fosse a sua maior companhia.

    Artigo

    14 min

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