Após testar um exoesqueleto, equipamento que permite que pessoas com paralisia possam ficar de pé e se moverem multidirecionalmente com braços livres, a senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), já faz contatos com os governos estadual e federal sobre o uso da nova tecnologia.
Tetraplégica desde 1994 em consequência de um acidente de carro, ela se emocionou durante entrevista à Rádio Eldorado ao falar da experiência que teve ao testar o equipamento. “Aprendi em dois dias como se anda”, afirmou. A máquina, que tem o nome de Atalante, foi desenvolvida pela startup francesa Wandercraf. Ela funciona como um exoesqueleto robótico, isto é, um esqueleto artificial que é utilizado externamente, colado ao corpo da pessoa, para dar suporte e permitir que ela consiga reproduzir movimentos. Segundo a senadora, o equipamento ainda é para treinamento e poderá ser disponibilizado em centros de tratamento e reabilitação vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS).
Diferentemente do Atalante, os exoesqueletos que existem hoje no Brasil não são modulares, por isso, não podem ser ajustados para todos os tipos de pacientes, e custam cerca de US$ 180 mil (R$ 900 mil).
See omnystudio.com/listener for privacy information.