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SD149 – A carreira do Médico Militar. Neste episódio, uma conversa com a médica cardiologista, mestre em Telemedicina e membro do Corpo de Bombeiro Militar em Petrópolis, Dra. Simone Farah, para falar sobre a carreira militar dentro da medicina. A partir do triste exemplo da tragédia de Petrópolis, você vai conhecer o papel nobre e fundamental que médicos e paramédicos exercem nessas ocasiões.
Neste episódio, o que você vai encontrar:
O background da SimoneFormada em medicina no interior do Estado do Rio de Janeiro, ela foi para a capital para se especializar em cardiologia no Instituto Nacional de Cardiologia e em arritmia cardíaca na UFRJ. Trabalhou em emergência e cardio-intensivismo até fazer o concurso para seguir carreira militar no Corpo de Bombeiros do Estado do RJ em 2008. Ela foi designada para fazer parte do projeto das UPA's 24 horas como tenente da corporação, fazendo atendimento de emergência. Ela é mestre em Telemedicina, doutoranda na área e professora na Faculdade de Medicina em Petrópolis.
A carreira militar para o médicoNa transição de capitão para major, é necessário um curso de aperfeiçoamento para oficial. Não há regra para que o médico deixe de atuar na ponta, mesmo progredindo na carreira. O militar precisa estar sempre pronto, porque pode ser convocado a atuar em grandes eventos.
Como funcionaPelo concurso, a carga é de 24 horas semanais, que pode variar de acordo com a demanda e escalas extras. Em caso de cargo de gestão e diretoria, tende a uma demanda maior de tempo. O médico, no entanto, consegue atuar como militar e também como médico civil.
O papel fundamental do socorristaEnvolve muita capacitação para estar pronto para situações de emergência como ocorreu em Petrópolis no início de 2022: atuar rapidamente com a organização da logística de atendimento para a chamada "área quente", convocação de todos os militares pela proporção da ocorrência, mas, também, muita doação, dedicação à profissão e propósito.
A telemedicinaCom uma alta demanda de suporte aos médicos que atendiam pacientes com quadro cardiológico no estado do RJ em 2008, criou-se uma central cardiológica para dar suporte em tempo real, uma telecardiologia síncrona, e também o acompanhamento do paciente. Essa experiência levou a Dra. Simone a fazer seu mestrado em telemedicina e telessaúde na UERJ e tornar-se a 1ª médica a ter o título no Brasil.
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Assista este episódio também em vídeo no YouTube no nosso canal Saúde Digital Ecossistema! Clique aqui!
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By Dr. Lorenzo Tomé4.9
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SD149 – A carreira do Médico Militar. Neste episódio, uma conversa com a médica cardiologista, mestre em Telemedicina e membro do Corpo de Bombeiro Militar em Petrópolis, Dra. Simone Farah, para falar sobre a carreira militar dentro da medicina. A partir do triste exemplo da tragédia de Petrópolis, você vai conhecer o papel nobre e fundamental que médicos e paramédicos exercem nessas ocasiões.
Neste episódio, o que você vai encontrar:
O background da SimoneFormada em medicina no interior do Estado do Rio de Janeiro, ela foi para a capital para se especializar em cardiologia no Instituto Nacional de Cardiologia e em arritmia cardíaca na UFRJ. Trabalhou em emergência e cardio-intensivismo até fazer o concurso para seguir carreira militar no Corpo de Bombeiros do Estado do RJ em 2008. Ela foi designada para fazer parte do projeto das UPA's 24 horas como tenente da corporação, fazendo atendimento de emergência. Ela é mestre em Telemedicina, doutoranda na área e professora na Faculdade de Medicina em Petrópolis.
A carreira militar para o médicoNa transição de capitão para major, é necessário um curso de aperfeiçoamento para oficial. Não há regra para que o médico deixe de atuar na ponta, mesmo progredindo na carreira. O militar precisa estar sempre pronto, porque pode ser convocado a atuar em grandes eventos.
Como funcionaPelo concurso, a carga é de 24 horas semanais, que pode variar de acordo com a demanda e escalas extras. Em caso de cargo de gestão e diretoria, tende a uma demanda maior de tempo. O médico, no entanto, consegue atuar como militar e também como médico civil.
O papel fundamental do socorristaEnvolve muita capacitação para estar pronto para situações de emergência como ocorreu em Petrópolis no início de 2022: atuar rapidamente com a organização da logística de atendimento para a chamada "área quente", convocação de todos os militares pela proporção da ocorrência, mas, também, muita doação, dedicação à profissão e propósito.
A telemedicinaCom uma alta demanda de suporte aos médicos que atendiam pacientes com quadro cardiológico no estado do RJ em 2008, criou-se uma central cardiológica para dar suporte em tempo real, uma telecardiologia síncrona, e também o acompanhamento do paciente. Essa experiência levou a Dra. Simone a fazer seu mestrado em telemedicina e telessaúde na UERJ e tornar-se a 1ª médica a ter o título no Brasil.
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