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Especial de fim de ano do Espaço Recíproco com um dos principais nomes de 2020!
Estamos vivendo um momento complicado por diversos motivos. Passamos o ano de 2020 todo tendo nossas vidas modificadas devido à pandemia do Covid-19. Ainda, estamos passando por uma onda de descrença e de desvalorização da ciência. Por que isso está acontecendo? Quais os motivos que levam várias pessoas a ignorarem os fatos e acreditarem em ideias que divergem das pesquisas?
A divulgação científica nunca foi tão essencial. É necessário fazer com que a ciência ultrapasse os muros da vida acadêmica e alcance todos os âmbitos da sociedade.
Atila Iamarino é um divulgador científico desde a faculdade. Tem graduação em Ciências Biológicas Integral pela Universidade de São Paulo (USP). Doutorado em Ciências Biológicas (Microbiologia) também pela USP. Pós-doutorados feitos na USP e na Universidade de Yale, em New Haven, Connecticut.
Criou o blog Rainha Vermelha e é fundador da maior rede de blogs de ciência do Brasil, o Science Blogs. Faz parte do Nerdcast e do Nerdologia, além de produzir vídeos para seu próprio canal no YouTube, o qual ganhou muita visibilidade ao longo da pandemia, devido às lives relacionadas a análises de acordo com a evolução do coronavírus e à criação das vacinas.
A conversa da semana do Espaço Recíproco com Atila Iamarino abordou, dentre outros assuntos, a importância de uma comunicação de ciência efetiva e repetitiva, não só pelos divulgadores de ciência, mas também pelos cientistas e políticos. Só assim é possível combater a "imunidade ideológica" daqueles que não querem acreditar na realidade que se impôs.
Aqui, no Espaço Recíproco, convidamos pessoas bacanas para conversar sobre diversos assuntos de interesse atual, com pinceladas de curiosidades em torno das escolhas de vida, da carreira e da formação dos entrevistados. As conversas, leves e com bom humor, são conduzidas por Marcelo Knobel, Reitor da Unicamp.
Qual o cerne das opiniões, o que as formam? Atualmente, muitos entendem que o achismo é o responsável por construir as informações. Entretanto, de acordo com Bruno Formiga, entrevistado da semana no canal Espaço Recíproco, todas as opiniões, para serem aceitas e conseguirem ter impacto, devem ser baseadas em argumentos, os quais, consequentemente, são baseados em fatos. Bruno denomina-se profissionalmente como “Um cara crítico que ama futebol mais que qualquer clube”. É formado em Jornalismo pela Unifor (CE) e pós-graduado em Teorias da Comunicação e da Imagem pela Universidade Federal do Ceará. Deu início em suas atividades no jornalismo esportivo em 2006, ainda como estudante, ao passar em um concurso para escrever para o jornal O Globo durante a Copa do Mundo. Ao longo de sua carreira, já comentou na rádio Transamérica e foi contratado pelo jornal O Povo, de Fortaleza, como repórter. Hoje em dia, está no Esporte Interativo e, também, produz conteúdo para o seu canal do YouTube. Ainda, o jornalista criou um curso nomeado “Assista Futebol como um Profissional”, no qual busca demonstrar a importância do debate e, também, da análise crítica em um jogo, apesar do amor depositado em um time. Nesta conversa com o físico Marcelo Knobel, Bruno fala sobre as diferenças entre opinião e achismo, a necessidade de adicionar um olhar crítico ao futebol e, também, sobre a relação entre política e esporte.
Coração acelerado, suor, tremedeiras, aperto no peito. Já sentiu isso? Sabe identificar o que realmente estava acontecendo em seu corpo?
A questão é: você sabe distinguir suas emoções? Consegue expressá-las de forma a demonstrar ao outro suas frustrações, felicidades ou angústias?
O desenvolvimento da inteligência emocional é de extrema importância para que, por exemplo, as crianças entendam como se sentem e possam expressar as sensações e as necessidades. Pensando nisso, Tonia Casarin, Mestre em Educação pelo Teachers College da Universidade de Columbia, em Nova York, escreveu o livro bestseller “Tenho Monstros Na Barriga”, que ajuda crianças e pais a identificarem e nomearem as emoções. O livro já teve a sua continuação “Tenho Mais Monstros Na Barriga” e, em 2020, a autora lançou o terceiro componente dessa família, o “ABC dos Monstros”.
Reconhecer e compreender suas próprias emoções é essencial, especialmente neste momento, no qual passamos pelo isolamento social e pelas mudanças em decorrência do coronavírus, as quais afetam não só o exterior, mas também nosso interior e a maneira como enxergamos a vida e as relações.
Nesta conversa com o físico Marcelo Knobel, Tonia fala sobre inteligência emocional, como identificar seus sentimentos e, também, sobre os livros lançados.
Nem tanques na rua nem ações-relâmpago; mas sim ataques constantes, informações erradas e perseguição a segmentos da sociedade que promovem o debate e disseminam conhecimento. Assim são os golpes hoje em dia, feitos pouco a pouco por líderes eleitos pelo povo, que "minam a democracia por dentro", diz Ilona Szabó, cofundadora e presidente do Instituto Igarapé, dedicado a grandes questões contemporâneas (fala também sobre controle de armas, violência policial, clima e política pública de drogas).
Em seu recente livro ‘A Defesa do Espaço Cívico’, Ilona relata o episódio no qual ela mesma se tornou o centro de uma campanha de ódio, no momento em que foi convidada (e, depois, desconvidada), pelo ex-ministro Sérgio Moro para uma nomeação como suplente do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária.
Nesta conversa com o físico Marcelo Knobel, ela fala sobre como concilia as inúmeras atividades direto do Canadá, onde está passando a quarentena.
Quando Iberê Thenorio deixou seu emprego no jornalismo para se dedicar ao canal do YouTube Manual do Mundo ao lado da mulher, Mariana Fulfaro, os colegas acharam que ele estava ficando louco. Mas essa impressão durou pouco: com 14 milhões de inscritos conquistados ao longo de doze anos, ele acumula prêmios e reconhecimento como um dos nomes com maior influência sobre os jovens brasileiros - e uma enorme contribuição para a educação científica, com um poder de comunicação que atinge públicos de qualquer idade.
Nesta conversa com o físico Marcelo Knobel, o jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP) conta sua trajetória e fala sobre a importância da ciência e da educação.
Em meio a um ambiente machista e repleto de preconceitos, a física Márcia Barbosa luta diariamente por mais espaço para as mulheres na ciência. Indicada pela Forbes como uma das mulheres mais poderosas do país, Márcia distribui pelo mundo acadêmico, além de sua pesquisa sobre as propriedades físicas da água, diversos ensinamentos com relação ao papel feminino nas universidades.
Nesta conversa com o físico Marcelo Knobel, a física formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) comenta sobre sua trajetória e sobre as mudanças que ainda precisam ocorrer no mundo acadêmico e da ciência.
Em meados dos anos 90, a internet era "só mato", o termo "influenciador" nem existia - e a jornalista e física Rosana Hermann já começava a se tornar um dos nomes mais influentes da web no Brasil. Assim permanece, com comentários afiados em múltiplas plataformas.
Nesta deliciosa conversa com Marcelo Knobel, ela diz que a rede é "a última chance do ser humano dar certo no planeta Terra", relembra os tempos de universidade, as experiências na TV e conta sobre seu novo livro, a biografia da atriz Claudia Raia.
O capixaba Hercules Gomes é um talento brasileiro do piano com reconhecimento internacional. A riqueza de seu trabalho passa pelas apresentações, pela composição e também pela pesquisa e resgate de obras brasileiras, de artistas como Chiquinha Gonzaga e Tia Amélia. Na conversa com o físico Marcelo Knobel, ele relembra a descoberta da vocação, as dificuldades para seguir na carreira, os tempos da graduação na Unicamp - e ainda mostra sua música.
Conversa publicada originalmente no canal Espaço Recíproco do YouTube.
Em tempos de perseguição contra a arte e as ciências humanas, a drag queen Rita Von Hunty é um sucesso unindo as duas áreas com brilhantismo. No canal Tempero Drag, ela fala sobre assuntos que vão de feminismo a religião.
Seu criador, Guilherme Terreri Pereira, tem graduação em Artes Cênicas pela UniRio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) e em Letras pela USP e cultiva uma rotina intensa de leituras. Nesta conversa com Marcelo Knobel, fala sobre sua história, momentos bons e difíceis da universidade e o grande impacto de suas ideias.
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