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Todos sentimos uma força muito grande para se encaixar no que esperam de nós. Aos poucos vamos aceitando as obrigações do dia-a-dia, das pessoas, do trabalho, da família e nossa individualidade vai se perdendo. Perdemos nossos limites e dizer não está cada vez mais difícil. Soma-se o medo de perder emprego, de frustrar o Outro, de não ser o suficiente e acabamos vivendo de maneira autômata.
Quando temos que dizer não? Quão difícil é poder ser? Quando temos que nos rebelar?
Carol, Juliana e Pedro batem papo sobre deixar de ser máquina para poder ser eu.
"Maravilha poder ser sujeito desejante e não homem-máquina, [...] condenado ao esgotamento pela falta de perspectiva revolucionária" - ROUDINESCO, E. Sigmund Freud: na sua época e em nosso tempo. 1. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2016.
Sejamos sinceros, quem nunca quis dar uma matadinha 'de leve' no vizinho? O que nos segura da barbárie? Nesse episódio o Professor, Jornalista e Psicanalista Felipe Pena (@felipepena) conta um pouco como entender a politica, cidadania e leis sob a ótica da Psicanálise. Uma verdadeira aula de psicanálise sobre a construção do certo, errado, do desejo e frustração como base da sociedade.
Falamos sobre os livros Mal Estar na Civilização e Psicologia de Grupo do Freud e também sobre o LTI - Linguagem do Terceiro Reich de Victor Klemperer, e citamos o filme Hannah Arendt, que também é uma grande referência de outros episódios.
Depois de alguns meses já em isolamento social Pedro, Carol e Luciana conversam sobre a solidão, cansaço e tédio. Já passamos por todas as fases do luto, já fizemos pão, exercício e podcast, já brigamos, separamos, voltamos e brigamos de novo. A eterna terça-feira insiste em não passar, e isso gera uma flutuação de sensações, humores e emoções cada vez mais intensa. Então, voltamos a conversar sobre como estamos nos sentido e que tá tudo bem dar uma leve surtadinha.
A quarentena está trazendo algumas mudanças nos relacionamentos. A adaptação para o modo-isolamento está aumentando as separações? Foi bom ter mudado para a casa da pessoa ou como manter a distância? O sexo também sofre, há quem queira demais... ou de menos. Pedro, Carol, Julinana e participação 'a distancia' de Artur conversam sobre como os relacionamentos estão sofrendo com esse isolamento.
Até que ponto amamos 'demais'? O que define um amor tóxico? Quem nunca disse, ou ouviu "eu tenho dedo podre, só escolho a pessoa errada..."
Em uma conversa com a psicanalista Taty Ades do Canal No Divã (https://www.youtube.com/user/tatyades) que pesquisadora e especialista em amores patológicos. Falamos sobre individualidade, co-dependencia e tendência de repetir padrões de relacionamento ou como há uma vontade de salvar... quem não quer ser salvo!
O isolamento social tem mexido bastante com as emoções e sentimentos e é fácil perder-se em meio a ansiedade e vazio, com isso chamamos o Prof. Dr. Gian para conversar um pouco de como a psiquiatria tem visto esse período. Em uma conversa leve mas bem informativa, Pedro, Carol, Juliana e Artur conversam sobre em que momento é interessante buscar ajuda. O médico nos conta a importância de se conhecer, seus hábitos, sensações e vontades como indícios para buscar ajudar profissional.
Nesse episódio Carol, Juliana e Pedro conversam sobre o abuso de álcool e drogas durante a quarentena. Como o tédio ou o medo está nos deixando com mais vontade desse escapismo?
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