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Vanila Celestino é escritora, condutora de escrita integrativa e terapeuta. Extensão da terra, e lê a vida através da sensibilidade artística. Agente cultural, cocriadora na Empoesiarte, curadora literária de produções independentes e organizadora da Antologia Mulheres, Afeto e Liberdade. Investigadora do mundo místico e marketeira da Nova Era em formação.
Mell Renault é escritora e dramaturga. Mineira de Belo Horizonte, tem 35 anos, quatro filhos e é casada com o fotógrafo e escritor Carlos Figueiredo – que mantém e organiza sua obra artística. Manteve, dos 15 aos 25 anos, o blogue Pensamento Polaroid – que deixou de ser blogue para se tornar um fanzine de incentivo à leitura. Edita Plaquetes Literárias independentes com temas diversos, como a Série Diálogos, lançada em 2020, que dialoga com obras de autores consagrados da literatura nacional, projeto ainda em andamento. Publicou em diversas revistas literárias: Diversos Afins, Alagunas, Mallarmargens, Ruído Manifesto, Desvario e Caliban, é também colaboradora da revista literária InComunidade (Portugal). Facilitadora nas Oficinas LUMEs e autora dos livros Patuá e Flor de Sal.
Jornalista e designer por ofício. Escritora e fotógrafa por paixão e mera curiosidade lúdica. Participou da 1ª, 2ª e 3ª edição do projeto Diário das Estações e outras antologias. Autora do blog Minhas Marés e do zine poético Dias de Victória. É também a voz do podcast Espresso Poesia. Desde pequena, ama ouvir histórias, escrever e recitar versos. Acredita na arte como veículo de transformação interna e externa.
Instagram: @suzannamartinss
Nascido em Cuiabá em 1916, Manoel de Barros estreou em 1937 com o livro “Poemas Concebidos sem Pecado”. Sua obra mais conhecida é o “Livro sobre Nada”, publicado em 1996. Manoel de Barros criou um universo próprio — subvertendo a sintaxe e criando construções que não respeitam as normas da língua padrão —, marcado, sobretudo, por neologismos e sinestesias, sendo, inclusive, comparado a Guimarães Rosa.
Fonte: Revista Bula
Florbela Espanca foi uma poeta portuguesa, autora de sonetos e contos importantes na literatura de Portugal. Foi uma das primeiras feministas de Portugal. Sua poesia é conhecida por um estilo peculiar, com forte teor emocional, onde o sofrimento, a solidão, e o desencanto estão aliados ao desejo de ser feliz. Florbela Espanca não fez parte de nenhum movimento literário, embora seu estilo lembrasse muito os poetas românticos.
Com caráter sentimental, confessional, sempre marcado pela sua paixão e sua voz feminina, fato este que a tornou a grande figura feminina das primeiras décadas da literatura portuguesa do século XX.
Fonte: e-biografias
Ricardo José Aleixo de Brito (Belo Horizonte, Minas Gerais, 1960). Poeta, músico, artista multimídia, performer, produtor cultural. Sua lírica é influenciada pela poesia concreta, experimentando a palavra em suas dimensões de conteúdo, sonoridade e visualidade. Na sua obra, os poemas frequentemente transitam entre linguagens como a música, a performance e as artes plásticas. Questões sociais estão presentes em seus poemas, valorizando a memória e identidade afro-brasileiras, com referências do sagrado de matriz africana, da cultura pop e do cinema.
Fonte: Itaú Cultural
Paulo Leminski (1944-1989) foi um poeta, escritor, tradutor e professor brasileiro. Fez uma poesia sem compromisso, destacou-se com “Catatau”, obra “maldita” marcada por exacerbado experimentalismo linguístico e narrativo. Paulo Leminski tornou-se um dos mais destacados poetas brasileiros da segunda metade do século XX. Inventou seu próprio jeito de escrever poesias, fazendo trocadilhos ou brincando com ditados populares.
Fonte: ebiografia
Maria Cecília Rogers Paranhos nasceu em Niterói, em 1959, onde também reside. É graduada em Letras, Mestre em literatura portuguesa e literatura africana de língua portuguesa pela Universidade Federal Fluminense. Desde jovem, quando ganhou de presente os primeiros livros de seu pai, James Rogers, leitor assíduo, manifestava o prazer pela poesia e a vontade para exercer o papel escritora. Autora do livro Ardia a Poesia em Maria (2018), que conta com um diálogo poético entre os versos de Cecília e as fotografias de Ricardo Borges (filho da autora). Escreveu também Poesia de Vó (2020) e participou de antologias poéticas e escreveu artigos para revistas digitais. Contas do Rosário, seu mais novo livro, sedimenta seu caminho poético.
Cecília Borges também compartilha as suas poesias em seu perfil do Instagram @ceciliarogers.poeta
Poesia do livro Contas do Rosário, pág. 87
Anna Carolina é escritora realista de realidades ainda irreais. Formada em letras, trabalhou dando aulas de inglês por oito anos, até que decidiu se dedicar a dar aulas de Yoga e escrever com mais frequência. Além de escrever, ama ler e é apaixonada por filmes, música, dança e praticar esportes. Pensa demais porque é virginiana e sente demais porque tem lua e ascendente em escorpião. Feminista, vegana, antirracista, ecossocialista.
Murilo Monteiro Mendes (1901-1975), poeta brasileiro, um dos arautos da Geração de 1930 ou Segunda fase do Modernismo, era místico, inquieto, ousado, enigmático, social, surrealista, transitório, simbólico.
Fonte: Poesia na alma
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